Martine Grael e Kahena Kunze disputam prêmio da vela de melhores de 2016

Martine e Kahena: entre as melhores (Foto: Wander Roberto/Exemplus COB)
Martine e Kahena: entre as melhores (Foto: Wander Roberto/Exemplus COB)

As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs dos Jogos Olímpicos Rio 2016 na classe 49er FX, foram indicadas ao prêmio de melhores do ano, promovido pela Federação Internacional de Vela.

A disputa ainda conta com a holandesa Marit Bouwmeester, a argentina Cecilia Carranza Saroli, a francesa Charline Picon e a dupla britânica Hannah Mills e Saskia Clark.

O anúncio dos vencedores nas categorias masculino e feminino será no dia 8 de novembro, em Barcelona, na Espanha.

Os vencedores serão apontados pelos integrantes da federação, além do voto popular.

Essa é a segunda indicação da dupla brasileira.

Em 2014, ano em que foram campeãs mundiais, Martine e Kahena saíram-se vencedoras. Além delas, o Brasil já venceu com Robert Scheidt, em 2001 e 2004, e com Torben Grael, pai de Martine, em 2009.

O Prêmio de Melhor Velejador do Ano é um dos troféus de maior prestígio no mundo da vela. Criado em 1994 pela Federação, ele conta com grandes nomes da modalidade na sua lista de vencedores.

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Jornalistas têm cursos sobre vela e tênis

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Ricardo Reis explicou aspectos do tênis aos jornalistas

Vela e tênis abriram, nos dias 1 e 2 respectivamente, os cursos de junho sobre modalidades olímpicas para jornalistas e estudantes de jornalismo.

Promovida pela Universidade SINDI-CLUBE, em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), a série leva aos profissionais da imprensa aspectos táticos, práticos e históricos dos esportes que compõem a grade da maior competição esportiva do mundo.

O vice-presidente da Confederação Brasileira de Vela, John Stuart Bennett, que ministrou a exposição sobre a modalidade, achou a iniciativa uma excelente forma de divulgação.

“É positivo para ambas as partes. Nós, das confederações, difundimos os esportes e os jornalistas absorvem conhecimentos mais específicos e detalhados, que beneficiarão seu trabalho durante a Olimpíada. Pouquíssimas entidades oferecem, atualmente, algo tão enriquecedor. A Universidade SINDI-CLUBE e a Aceesp estão de parabéns”, afirmou.

Ricardo Reis, coordenador do departamento de arbitragem da Confederação Brasileira de Tênis, ressaltou que este contato próximo com a imprensa trará benefícios futuros à modalidade.

“É importante para nós que os jornalistas saibam mais sobre o tênis, pois eles irão transmiti-lo para o público em agosto, quando os Jogos Olímpicos começarem. Acredito que, com os ensinamentos do curso, eles terão mais propriedade e embasamento para comentar e reportar as partidas. Com isso, todos ganham”, concluiu.

Canoagem (7/6) e tiro esportivo (8/6) darão continuidade aos cursos na próxima semana. Interessados em participar devem mandar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br.

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Conheça as modalidades olímpicas: vela

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Scheidt: veterano medalhista estará na próxima Olimpíada (Foto: CBV)

A equipe que representará a vela brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio, no próximo ano, já está formada.

Serão 15 atletas, mesclados entre a nova e a velha geração, em nove classes diferentes.

A união de juventude e experiência é a aposta da modalidade para continuar como a segunda mais vitoriosa do Brasil na competição – são 17 medalhas no total – perdendo apenas para o judô.

A expectativa, dado o excelente histórico, é de que os atletas ajudem o país a ficar entre os 10 primeiros colocados no quadro geral.

A seleção contará com o veterano Robert Scheidt, que já subiu ao pódio cinco vezes em Olimpíadas, duas como primeiro colocado.

Além dele, Isabel Swan também faz parte do seleto grupo de vitoriosos – com um bronze em Pequim, 2008 – que terão outra chance de conquistas na competição.

Em contrapartida, Martine Grael e Kahena Kunze, grandes promessas da modalidade, disputarão pela primeira vez os Jogos Olímpicos.

A expectativa em cima das atletas é grande, já que elas tiveram ótimos desempenhos em torneios internacionais.

A dupla teve ótimos desempenhos em torneios internacionais e garantiu, no ano passado, o campeonato mundial na classe 48er FX.

Para Torben Grael, grande medalhista brasileiro e atual diretor técnico da Confederação Brasileira de Vela, esse time é um dos mais fortes que o Brasil já teve.

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Conheça as modalidades olímpicas: vela

Martine e Kahena: três pódios em 2015
Martine e Kahena: três pódios em 2015 (Foto: OnEdition)

A vela já rendeu muitas medalhas para o Brasil em olimpíadas.

A pouco mais de um ano dos Jogos Olímpicos Rio-2016, a modalidade vem garantindo seu espaço.

No início de junho, as velejadoras brasileiras, Martine Grael e Kahena Kunze conquistam ouro pela classe 49erFX, na terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, em Weymouth, na Inglaterra.

Dupla campeã mundial garantida em 2016 (Foto: CBVELA)
Dupla campeã mundial garantida em 2016 (Foto: CBVela)

Essa foi a terceira participação das atuais campeãs mundiais nesta temporada da Copa e o terceiro pódio.

Na etapa de Miami, nos Estados Unidos, a dupla conquistou a medalha de bronze e, em Hyères, na França, a medalha de prata.

Em março, a Confederação Brasileira de Vela anunciou os primeiros atletas brasileiros confirmados para o Rio-2016.

Cinco das dez classes olímpicas já tem representantes definidos. São elas: 470 feminina, com a dupla Fernanda Oliveira e Ana Barbachan; 49erFX, com Martine Grael e Kahena Kunze; Finn, com o campeão mundial de 2011 Jorginho Zarif; e as duas classes RS:X, com Ricardo Winicki e Patrícia Freitas.

Uma das classes mais tradicionais da vela em olimpíadas, a Star, não será disputada em 2016. Em 2011, o conselho da Federação Internacional de Vela (ISAF) decidiu tirar a classe dos Jogos do Rio.

O Brasil conquistou seis medalhas olímpicas na Star: duas de ouro, uma de prata de e três de bronze.

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Conheça as modalidades olímpicas: vela

Martine e Kahena: ouro inédito (Foto: CBVELA)
Martine e Kahena: ouro inédito (Foto: CBVELA)

O Brasil é uma potência na vela.

A prática é a que mais conquistou medalhas olímpicas para o Brasil.

Este ano, Kahena Kunze e Martine Grael, filha do cinco vezes medalhista olímpico Torben Grael, conquistaram ouro inédito na classe 49ER FX do Campeonato Mundial, disputado em Santander, na Espanha, em setembro.

É a primeira vez que uma dupla feminina vence um mundial adulto em uma classe olímpica.

As duas já tinham o melhor resultado do gênero, com o segundo lugar do ano passado, na França.

Também no Mundial, Robert Scheidt foi o melhor brasileiro nas categorias masculinas, terminando na quinta colocação da classe Laser Standard.

No Ranking Mundial, o Brasil continua entre os dez melhores em cinco classes, sendo três no topo.

Também em setembro, no Aquece Rio International Sailing Regatta, primeiro evento teste para as Olimpíadas Rio 2016, em sete dias de competições para as dez classes olímpicas, o Brasil obteve bons resultados, com sete barcos entre o top 10.

O secretário-executivo da Confederação Brasileira de Vela, Ricardo Lobato, está otimista para a Olimpíada Rio 2016:

“Acreditamos que a equipe brasileira de vela terá uma significativa evolução considerando o fato de estarmos em casa e os investimentos que vêm sendo feitos para que os atletas possam alcançar o objetivo maior”, afirma.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: vela

Vela: Brasil estará na próxima Paraolimpíada (Foto: CBP)
Vela: Brasil estará na próxima Paraolimpíada (Foto: CBP)

A vela adaptada para as paraolimpíadas apareceu pela primeira vez em uma edição dos Jogos Paraolímpicos em 1996, em Atlanta (EUA), porém, apenas como exibição. Só em Sydney, na Austrália, quatro anos depois, passou a valer medalhas para os competidores, com disputas individuais.

No Brasil, a vela adaptada começou a se desenvolver em 1999. No ano seguinte, a Federação Brasileira de Vela e Motor criou a Coordenação de Vela Adaptada para desenvolver atividades da modalidade em todo o país.

O Brasil participou pela primeira vez na edição dos Jogos em Pequim, 2008. E em Londres, 2012, voltou a ter velejadores.

Pessoas com deficiência locomotora ou visual podem competir na modalidade.

Três tipos de barco são utilizados nas competições: classe 2.4mR, tripulado por um único atleta; classe Sonar, com três velejadores; e o SKUD-18, para dois tripulantes paraplégicos, sendo obrigatoriamente um deles do sexo feminino.

As regatas são disputadas em percursos sinalizados com boias para que o atleta mostre todo seu conhecimento de velejador.

Uma competição é composta por várias regatas, e o vencedor será aquele que tiver melhor resultado, após a somatória de todas as regatas.

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