Conheça as modalidades olímpicas: nado sincronizado

Nado sincronizado: ajustes para os Jogos (Foto: CBDA)
Nado sincronizado: ajustes para os Jogos (Foto: CBDA)

O nado sincronizado brasileiro pretende conquistar um ouro inédito na próxima Olimpíada, que será realizada no Rio de Janeiro, em 2016.

Porém, os últimos resultados em competições internacionais não foram muito positivos.

No mundial de Kazan, na Rússia, realizado em agosto deste ano, as brasileiras terminaram na décima colocação geral.

Já no Pan-Americano de Toronto, em julho, a seleção conseguiu duas quartas colocações, por dupla e equipe, e não trouxe nenhuma medalha para casa. Essa foi a pior participação do Brasil desde os jogos de Mar del Plata, em 1995.

Mas nem todos os resultados foram negativos esse ano.

Em maio, as meninas ganharam três pratas no Aberto do Japão.

Um pouco antes, em março, a seleção conquistou um ouro no Aberto da Alemanha e um bronze no Aberto da França.

“Estou muito satisfeita com o desempenho do Brasil. Elas fizeram o melhor que podiam e estão progredindo bastante. As atletas são comprometidas e trabalham muito. Nós vamos criar novos ajustes para as nossas rotinas e, com um passo de cada vez, mostrar para os juízes os avanços das apresentações do Brasil”, conclui Julie Sauvè, consultora técnica do nado sincronizado brasileiro.

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Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Rafael Lima: medalhista no Pan (Foto: Saulo Cruz/ COB)
Rafael Lima: medalhista no Pan (Foto: Saulo Cruz/ COB)

Para o boxe brasileiro, o ano de 2015 foi repleto de conquistas.

No geral, foram 25 medalhas, obtidas nas diversas competições disputadas pela modalidade ao longo do ano.

Recentemente, Robson Conceição ganhou um bronze no Mundial Open de Boxe, realizado em outubro, no Qatar.

Pouco antes disso, o boxeador já havia garantido um ouro no Campeonato Continental, realizado em agosto, na Venezuela.

Robson derrotou o cubano Lázaro Alves, considerado como o segundo melhor do mundo na modalidade, e sagrou-se campeão.

Do Pan-Americano de Toronto, Canadá, os brasileiros trouxeram dois bronzes: o primeiro veio na categoria de 60kg com Joedison de Jesus,  e o outro na categoria superpesados (+91kg), com Rafael Lima.

O desempenho foi inferior à edição anterior, na qual a seleção faturou duas pratas e cinco bronzes.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro José da Silva, esse resultado não influencia no treinamento para as Olimpíadas do Rio, em 2016.

“São torneios distintos. Estamos preparando a equipe para disputar uma Olimpíada no Brasil, o que diferencia de tudo, pois  é específica por ser na nossa casa. O planejamento foi feito há quatro anos e já está em fase de conclusão”, afirma Silva.

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Conheça as modalidades olímpicas: badminton

Paiola e Arthuso: prata no Pan (Foto: Jonne Roriz/COB)
Paiola e Arthuso: prata no Pan (Foto: Jonne Roriz/COB)

O badminton brasileiro conseguiu o melhor resultado de sua história em Pan-Americanos na última edição, realizada este ano, em Toronto.

Com apenas dois bronzes desde que a modalidade entrou para o programa da competição – o primeiro no Rio, em 2007, e o segundo em Guadalajara, 2011 – a seleção chegou ao Canadá com a meta de conseguir garantir pelo menos uma medalha, mas surpreendeu até mesmo sua comissão técnica ao garantir duas pratas e um bronze.

As duas pratas vieram nas duplas, uma na feminina e outra na masculina.

As irmãs Lohaynny e Luana Vicente perderam a final para as competidoras americanas, e conquistaram a primeira prata.

A outra veio com Daniel Paiola e Hugo Arthuso, também derrotados pelos americanos. Além disso, Lohaynny e Alex Tjong trouxeram mais um bronze para casa nas duplas mistas. Agora, o país possui, ao todo, cinco medalhas na mais importante competição das Américas.

Os ótimos resultados empolgaram os atletas para a Olimpíada do ano que vem, no Rio, já que é a primeira vez que o Brasil participará da disputa de badminton  no torneio, por ser país-sede.

Dois atletas nacionais terão direito às vagas nas chaves individuais – uma no feminino e outra no masculino. Elas serão dadas aos brasileiros que estiverem mais bem posicionados no ranking mundial.

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis de mesa

Brasil: equipe masculina é ouro (Foto: Divulgação Brasil 2016)
Brasil: equipe masculina é ouro (Foto: Divulgação Brasil 2016)

A campanha do tênis de mesa foi significativa e satisfatória nos Jogos Pan-Americanos 2015, no Canadá.

Na disputa por equipes, os brasileiros conquistaram duas medalhas.

O masculino levou o ouro. Com equipe formada por Hugo Calderano, Thiago Monteiro e Gustavo Tsuboi, o resultado garantiu ao Brasil o tricampeonato.

Pela primeira vez, a equipe feminina obteve a medalha de prata, com equipe composta por Gui Lin, Karoline Kumahara e Ligia Silva, e Hugo Hoyama no comando.

Na decisão, os Estados Unidos levaram a melhor com 3 a 0 sobre o Brasil.

Outro ouro para o Brasil veio em final brasileira, no individual masculino: Hugo Calderano derrotou Gustavo Tsuboi por 4 a 3.

A medalha foi ainda mais especial, já que, na equipe, o atleta é o segundo que não é asiático naturalizado a se tornar campeão individual do Pan, o primeiro foi Hoyama, em 1995. O resultado garantiu uma vaga olímpica para 2016 ao jovem atleta.

Já no feminino, foram duas medalhas.

Uma prata, com Lin Gui, que, no entanto, não lhe garante a vaga olímpica, e um bronze, com Caroline Kumahara.

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Conheça as modalidades olímpicas: basquete

Basquete: mais uma medalha de ouro no Pan (Foto: Brasil2016.gov)
Basquete: mais uma medalha de ouro no Pan (Foto: Brasil2016.gov)

O basquete brasileiro voltou do Pan-Americano de Toronto, realizado em julho, com apenas um ouro, conquistado pela equipe masculina, em uma final eletrizante contra os donos da casa, garantindo a quarta medalha dourada nas últimas cinco edições do Pan.

Além da satisfação de derrubar o favoritismo dos canadenses, os brasileiros conquistaram o topo do pódio, invictos, cinco partidas sem perder, e tiveram o cestinha da competição, Vitor Benite, com 18,2 pontos de média.

Em contrapartida, o time feminino foi eliminado nas semifinais pelas anfitriãs e também perdeu a medalha de bronze para Cuba.

As brasileiras voltaram para casa com o 4º lugar, sem nenhuma medalha, pela primeira vez nos últimos 16 anos.

Agora, ambas as equipes estão focadas em melhorar o desempenho para a Olimpíada do ano que vem, em casa, e conquistar o ouro inédito da modalidade em Jogos Olímpicos.

Em toda a história da competição, o Brasil conquistou cinco medalhas: três bronzes com a seleção masculina e uma prata e um bronze com a feminina.

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Conheça as modalidades olímpicas: vôlei

Seleção masculina: prata no Pan. (Foto: CBV)
Seleção masculina: prata no Pan. (Foto: CBV)

O Brasil fechou os Jogos Pan-Americanos com duas pratas no vôlei.

A seleção feminina perdeu a final para os Estados Unidos por três sets a zero e não conseguiu conquistar o tão sonhado bicampeonato.

Ao todo, as mulheres já conquistaram quatro ouros, três pratas e dois bronzes na história da competição.

Os homens também ficaram com a prata, ao serem derrotados pela Argentina no tie-break. A derrota por 3 a 2 acabou com a esperança brasileira de faturar a medalha dourada pela terceira vez seguida.

Essa foi a 15º medalha da seleção masculina em Pan-Americanos. A equipe brasileira já havia conquistado quatro ouros, seis pratas e quatro bronzes em edições anteriores.

O vôlei brasileiro é uma das modalidades que mais ganham medalhas para o país. As duas seleções foram ouro nos Jogos Olímpicos em Pequim, 2008 e em Londres, 2012, e defenderão o tricampeonato olímpico em casa.

Hoje, no ranking mundial, o Brasil é líder no masculino e vice-líder no feminino.

Os diversos títulos não só enalteceram o vôlei, mas também aumentaram o número de torcedores e fizeram com que ambas as equipes sejam sempre esperança de conquistas.

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Conheça as modalidades olímpicas: ginástica rítmica

Ginástica rítmica: cinco ouros seguidos no Pan (Foto: CBG)
Ginástica rítmica: cinco ouros seguidos no Pan (Foto: CBG)

A equipe brasileira de ginástica rítmica fez uma ótima apresentação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Ao todo, foram cinco medalhas conquistadas – dois ouros, uma prata e dois bronzes.

O Brasil tornou-se pentacampeão, com cinco títulos seguidos da modalidade em Pan.

Depois de um título no geral por equipes, com nota final 30,233, as ginastas subiram ao pódio para receber o ouro na apresentação das fitas.

Com grande diferença de pontuação, o Brasil somou 15,000 pontos, deixando a prata para os Estados Unidos, com 13,382.

As meninas também faturaram uma prata na final com arcos e maças, somando 14,692 pontos.  Ficaram atrás dos Estados Unidos, com 14.983, enquanto Canadá conquistou o bronze, com 13.709.

No individual, Angélica Kvieczynski garantiu dois bronzes, um na prova de fita e outra no arco.

A equipe brasileira já pensa no Mundial da Alemanha, que será disputado em Stuttgart, de 7 a 13 de setembro.

Elas representam grande expectativa de medalhas também nas Olímpiadas Rio 2016.

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Clubes paulistas obtém 39% das medalhas brasileiras no Pan

medalhasAtletas de seis clubes paulistas participaram da conquista de 55 das 141 medalhas que o Brasil ganhou na 17º edição dos Jogos Pan-Americanos.

O número de 55 medalhas de atletas vinculados a agremiações paulistas corresponde a 39% do que foi obtido pelo país em Toronto.

O Esporte Clube Pinheiros teve 46 atletas que participaram da conquista de 30 medalhas, em oito modalidades: levantamento de peso, natação, polo aquático feminino e masculino, esgrima, basquete, judô e ginástica artística.

O Club Athletico Paulistano associou-se à obtenção de nove medalhas, com oito atletas, em cinco modalidades: canoagem, polo aquático feminino e masculino, e badminton feminino e masculino.

A conquista de outras 12 medalhas foi feita com cinco atletas do Sport Club Corinthians, em natação e futebol.

O SPAC, São Paulo Atletic Clube, com quatro atletas, conseguiu uma medalha, no rúgbi feminino.

A Sociedade Esportiva Palmeiras teve duas medalhas, com um atleta, no tênis de mesa, e o Santos Futebol Clube obteve outra, com um atleta, no futebol.

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Conheça as modalidades olímpicas: natação

Thiago Pereira: título de Mister Pan. (Foto: AP Photo/ Divulgação)
Thiago Pereira: título de Mister Pan. (Foto: AP Photo/ Divulgação)

A natação brasileira fez história nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Com 26 medalhas – uma a mais que na edição anterior – e a segunda colocação geral na modalidade, perdendo apenas para os Estados Unidos, os atletas brasileiros retornam com dez ouros, seis pratas e dez bronzes.

Além disso, a equipe verde e amarela alcançou marcas inéditas durante a competição.

Thiago Pereira ultrapassou o cubano Erick López Ríos, ao conquistar a 23ª medalha no Pan, e garantiu o título de Mister Pan.

O recorde anterior era de 22 medalhas. Pereira agora possui 15 ouros, quatro pratas e quatro bronzes.

Etiene Medeiros ganhou o primeiro ouro feminino na natação do Brasil em Jogos Pan-Americanos. A medalha veio na prova de 100 metros costas, na qual a brasileira deixou duas norte-americanas para trás. Há pouco tempo, Etiene venceu também a primeira medalha de ouro brasileira feminina na natação em Mundiais.

Em dezembro do ano passado, a delegação conquistou dez medalhas no Mundial de Natação em piscina curta de Doha, no Catar, e terminou em primeiro lugar na classificação geral, passando os Estados Unidos.

Sete delas eram de ouro. Esses resultados deixam a equipe esperançosa para os Jogos Rio 2016, já que em Londres, 2012, o Brasil voltou com apenas uma prata e um bronze.

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Conheça as modalidades olímpicas: saltos ornamentais

Giovanna e Ingrid: prata na plataforma 10 metros
Giovanna e Ingrid: prata na plataforma 10 metros

A campanha dos saltos ornamentais nos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015 terminou em 13 de julho, no Canadá.

Apesar de garantirem apenas uma medalha, os atletas brasileiros fizeram boa apresentação como resultado geral e aumentam as expectativas por medalhas em casa, nos Jogos Rio-2016.

No sincronizado plataforma de 10 metros, Ingrid de Oliveira e Giovanna Pedroso garantiram a prata, com 291,36 pontos.

A dupla brasileira cometeu falhas no último salto e não conseguiu superar as canadenses Meaghan Benfeito e Roseline Filion, ouro com 316.89 pontos.

Também no sincronizado, trampolim de 3 metros, os resultados se igualaram no feminino e masculino, as duplas ficaram na quarta colocação, com os atletas Juliana Veloso e Tammy Galera, e César Castro e Ian Matos.

Nos saltos individuais, trampolim de 3 metros, o brasileiro Cesar Castro ficou na quarta colocação masculina. Juliana Veloso ficou em sexto, no feminino.

O Pan-Americano Toronto-2015 é qualificatório para os Jogos Rio-2016.

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