Renan Dal Zotto define comissão técnica da seleção masculina de vôlei

Foto: Divulgação/CBV
Foto: Divulgação/CBV

O novo técnico da seleção masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, anunciou a base da nova comissão técnica, para o ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio 2020.

A principal novidade é a entrada do assistente técnico Marcelo.Fronckowiak, que comanda o Canoas (RS), no lugar de Rubinho, braço direito do antigo técnico da seleção.

Renan também convocou o assistente técnico do Rexona-Sesc (RJ) Ricardo Tabach, e o preparador físico Renato Bacchi, ambos já integravam o time campeão olímpico.

A única mudança na comissão técnica confirmada foi elogiada pelo comandante.

”O Fronckowiak já dirigiu times na Europa, liderou um grande projeto com o extinto RJX, sendo campeão da Superliga, tem um histórico vitorioso como atleta e como técnico, é muito estudioso, já demonstrou competência e temos certeza que tem muito a contribuir com a seleção brasileira”, disse Renan.

Os quatro profissionais já se reúnem nesta semana para dar início ao planejamento para a temporada 2017.

O primeiro compromisso da seleção brasileira neste ano será a Liga Mundial, que começa em 2 de junho.

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COB pré-seleciona 20 atletas para Tóquio 2020

Alguns dos jovens selecionados para o projeto "Vivência Rio 2016"
Alguns dos jovens selecionados para o projeto “Vivência Rio 2016” (Foto: COB)

Mesmo antes da Olimpíada do Rio acabar, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) já pensa no futuro.

Prova disso é que 20 atletas de 15 esportes, 11 homens e nove mulheres, de 15 a 24 anos, foram selecionados pela entidade para participar do projeto “Vivência Olímpica Rio 2016”, que visa prepará-los para os Jogos de Tóquio, em 2020.

Os possíveis representantes brasileiros, que nunca participaram do torneio, foram inseridos na rotina dos competidores desta edição para adquirir experiência olímpica e entender melhor como funcionam os bastidores da maior competição esportiva mundial.

Esta é a segunda vez que o projeto é executado pelo COB.

Em Londres, 2012, 16 jovens atletas foram convidados para a ação e, destes, oito se classificaram para o Rio 2016 e quatro ganharam medalhas até o momento: Thiago Braz, ouro no atletismo, Martine Grael, ouro na vela, Felipe Wu, prata no tiro esportivo, e Isaquias Queiroz, prata e bronze na canoagem.

Os eleitos deste ano foram: Beatriz Ferreira, boxe; Emily Figueiredo, levantamento de peso; Joílson Brito, luta greco-romana; Maria Paula Heitmann, natação; Marcelo da Silva, tiro com arco; Gabriel Bastos, vela; Andrea Santos, canoagem; Anderson Ezequiel de Souza, ciclismo BMX; Gabriela Cecchini, esgrima; Ângelo Assumpção e Thaís Fidélis, ginástica artística; Nathália Brigida e Rafael Godoy, judô; Felipe Ribeiro, natação; Edival Pontes, taekwondo; Manoel Messias, triatlo; Eduarda Santos Lisboa e Ana Patrícia Silva Ramos, vôlei de praia.

Os atletas escolhidos participaram de uma seletiva com 60 competidores que possuem histórico de resultados nas categorias de base, em alguns casos na categoria adulta, e com potencial de evolução até os Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

As respectivas confederações de cada modalidade selecionada fizeram a triagem que definiu o seleto grupo.

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Cinco novos esportes entram no programa olímpico de 2020

Surfe (1)

Foi confirmada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), durante o congresso da entidade, realizado na Barra da Tijuca, a inclusão de mais cinco esportes na Olímpiada de Tóquio, no Japão, em 2020: surfe, skate, beisebol/softbol, escalada esportiva e caratê.

Para serem aceitas, as modalidades já haviam passado por duas triagens. Na primeira, realizada no ano passado, oito dos 26 esportes inscritos foram aceitos pelo Comitê Organizador de Tóquio.

Modalidades como xadrez, squash, sumô e boliche, no entanto, ainda ficarão de fora dos Jogos.

O COI explicou que a ideia é dar aos anfitriões dos Jogos a chance de trazer ao ambiente olímpico esportes que sejam mais populares em seus países, com intenção de aumentar a audiência e atrair potenciais patrocinadores e a atenção dos jovens.

De acordo com o Comitê Tóquio 2020, a inclusão das novas modalidades resultará no acréscimo de mais de 400 atletas em 18 disputas por medalhas nos Jogos Olímpicos.

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