Felipe Wu conquista o ouro na Copa do Mundo de tiro esportivo

Wu (centro): vitória no circuito mundial (Foto: ISSF/Divulgação)
Wu (centro): vitória no circuito mundial (Foto: ISSF/Divulgação)

O brasileiro Felipe Wu ganhou, no último sábado (25/6), o título da prova de pistola de 10m na etapa de Baku (Azerbaijão) do Circuito Mundial, último grande evento antes da Olimpíada do Rio de Janeiro.

Para vencer a competição, Wu teve de se recuperar nas eliminatórias, quando ficou em sétimo lugar com 580 pontos, a um de não passar para a decisão.

A medalha de prata foi para o indiano Jitu Rai, enquanto o bronze foi conquistado pelo atual campeão olímpico da prova, o coreano  Jing Jong-oh. Julio Almeida, outro brasileiro na competição, terminou em quarto.

Mesmo tendo ficado de fora do evento-teste, disputado no Rio de Janeiro, essa foi a segunda medalha de ouro do brasileiro, no ano.

Em março, Felipe obteve o título na Tailândia, o que fez com que pulasse para a primeira posição do ranking, na época.

Com esse resultado, Felipe Wu  classificou-se para participar da Grande Final ISSF, que será disputada na cidade de Bologna, Itália, no mês de outubro.

A prova da pistola de 10m é logo no primeiro dia dos Jogos, em 6 de agosto.

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Tiro esportivo e ciclismo BMX são temas de cursos sobre modalidades olímpicas

Paulo Peres fala sobre o ciclismo BMX na Olimpíada.
Paulo Peres fala sobre o ciclismo BMX na Olimpíada

A Universidade SINDI-CLUBE realizou, em parceria com a Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), mais dois cursos sobre modalidades olímpicas: tiro esportivo (8/6) e ciclismo BMX (9/6).

Jornalistas receberam, presencialmente e via internet, informações sobre aspectos técnicos, práticos e históricos dos esportes que estarão em disputa na Olimpíada do Rio de Janeiro.

Ricardo Brenck, vice-presidente e diretor técnico da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, elogiou a iniciativa das entidades de promover modalidades menos conhecidas.

“É uma ótima oportunidade de falar mais sobre o tiro esportivo, que tem uma divulgação muito limitada na mídia. Existem muitos detalhes do esporte que são desconhecidos pela imprensa. Passar esse tipo de informação, em um ano olímpico, é de extrema importância para nós. Parabéns ao SINDI-CLUBE”, afirmou.

Paulo Peres, ex-atleta e Diretor de BMX da Federação Paulista de Ciclismo, também ressaltou a importância do curso.

“Os cursos facilitarão o trabalho da mídia durante os Jogos Olímpicos, pois os jornalistas terão mais informações para falar sobre as modalidades. O BMX é novo na grade, chega à sua terceira edição, então, quanto mais pudermos disseminar a cultura desse esporte, melhor será”, concluiu.

A série de exposições, que teve início em março, ainda está com inscrições abertas.

Interessados devem mandar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br ou, para mais informações, acessar o portal do SINDI-CLUBE.

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Conheça as modalidades olímpicas: tiro esportivo

Rippel e Almeida: ouro no Pan (Foto: CBTE)
Rippel e Almeida: ouro no Pan (Foto: CBTE)

Com participação brilhante, o tiro esportivo brasileiro terminou o Pan-Americano de Toronto com ótimas conquistas.

Os brasileiros trouxeram para casa quatro medalhas (três de ouro e uma prata). Essa foi a melhor participação do tiro esportivo brasileiro em edições da competição.

Na categoria pistola de 50m, Júlio Almeida levou o ouro.

Felipe Wu, categoria pistola de ar, também garantiu a medalha dourada para o Brasil e é um dos favoritos a subir ao pódio na Rio 2016.

Já na carabina deitado de 50m, Cássio Rippel também ficou com o ouro.

Ele é o atual recordista da categoria, com 207.7 pontos. Em setembro, Rippel juntou-se ao grupo dos únicos cinco atletas no mundo que superaram a marca de 630 pontos em provas oficiais. Ele pontuou 630,6.

A medalha de prata no Pan de Toronto veio com o atirador Emerson Duarte, na prova da pistola tiro rápido 25m.

E não para por ai: com os resultados obtidos, foram conquistadas três vagas para os Jogos Olímpicos Rio 2016 – os atletas que conquistaram o ouro no Pan  têm participação garantida ano que vem.

A um ano do início da competição, dez vagas olímpicas estão confirmadas, seis em provas masculinas e quatro em femininas.

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Conheça as modalidades olímpicas: tiro esportivo

Equipe brasileira comemora o bronze no Mundial (Foto: CBTE)
Equipe brasileira comemora o bronze no Mundial (Foto: CBTE)

O campeonato mundial de tiro esportivo definiu em setembro os primeiros classificados da modalidade para as Olimpíadas do Rio 2016.

A competição foi disputada em Granada, na Espanha.

A equipe do Brasil formada pelos atletas Emerson Duarte, Julio Almeida e José Carlos Lengo Batista conquistou no Mundial a medalha de bronze na prova de Pistola 25m Fogo Central.

O Brasil esteve muito perto de uma medalha histórica.

O atleta do tiro ao prato, Rodrigo Bastos, da modalidade fossa olímpica, ficou em quinto lugar no Campeonato. Melhor colocação de um brasileiro na história da modalidade.

País-sede, o Brasil tem nove lugares garantidos: cinco em provas masculinas e quatro em femininas.

A significativa conquista brasileira foi há quase 100 anos, em 1920, na Antuérpia, Bélgica, quando o país conquistou três medalhas, um ouro, uma prata e um bronze, primeiras olímpicas da história do país.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, Frederico José Pereira da Costa, a modalidade tem grandes chances de obter, em 2016, seus melhores resultados:

“Nossos atletas estão em franca evolução e, nos últimos anos, têm assegurado participação em finais nas grandes competições mundiais e poderão se destacar em pelo menos seis modalidades. Em Londres, tivemos apenas dois atletas competindo, o que diminuiu consideravelmente nossas possibilidades de pódio”, afirma.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: tiro esportivo

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No Brasil, o tiro esportivo começou a ser praticado em 1997, no Centro de Reabilitação da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Em 2002, o Comitê Paraolímpico Brasileiro investiu na modalidade para aumentar o número de praticantes.

A iniciativa deu resultado e, já no ano seguinte, o trio brasileiro formado por Carlos Strub, Cillas Viana e Walter Calixto conquistou uma medalha de bronze na disputa por equipes no Aberto de Apeldoorn, na Holanda.

As regras das competições têm apenas algumas adaptações.

Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir nas classes SH1 (deficiência baixa, sem necessidade de apoiar a arma) e SH2 (deficiência mais aguda, com necessidade de apoio para a arma).

Deficientes visuais competem na classe SH3.

O Brasil ainda não tem medalhas na modalidade em Jogos Paraolímpicos.

Nas últimas duas edições dos Jogos, em Pequim, em 2008, e Londres, em 2012, o país teve um representante nas disputas: Carlos Garletti. Primeiro brasileiro a disputar uma edição dos Jogos no tiro esportivo.

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