Peso do tênis é fator determinante no gasto de energia da corrida

 

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Turíbio Barros*

 Um dos fatores determinantes do desempenho em uma corrida de média a longa distância é a chamada economia de corrida.

Entende-se por economia de corrida o gasto de energia para correr a uma determinada velocidade.

Fica fácil de entender que o corredor que conseguir ser mais econômico terá um melhor desempenho.

Os fatores determinantes da economia de corrida são vários, sendo que o mais importante deles é a chamada biomecânica de corrida.

Ela estuda a natureza do movimento, possibilitando muitas vezes a correção de erros posturais e explicando a melhor eficiência do movimento de alguns corredores excepcionais.

Na busca do melhor entendimento da influência de diversos fatores envolvidos na economia de corrida, um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, estudou a importância do peso do tênis no gasto energético da corrida.

Em um artigo publicado no “Medicine and Science in Sports and Exercise”, em novembro, os cientistas concluíram que, quanto mais pesado for o tênis, maior o gasto de energia para correr, conclusão que podemos considerar até certo ponto bastante lógica.

O que os pesquisadores calcularam foi a quantificação desse efeito.

Para cada 100 gramas de aumento de peso do calçado, existe um aumento de 1% do gasto de energia para correr, o que significa um efeito bastante significativo, uma vez que a diferença de 300 gramas no peso de calçados de corrida é um fato até comum.

Gastar 3% de energia a mais numa maratona significa uma diferença muito grande, representando certamente um desgaste físico muito maior.

Turíbio Barros: www.drturibio.com
Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina. É membro do American College of Sports Medicine, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva  da Unifesp e fisiologista do São Paulo Futebol Clube e coordenador do Departamento de Fisiologia do Esporte Clube Pinheiros .

 

Desafio Pepac amplia competições para associados de clubes

Desafio PepacO Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac) ganhou novo formato para ampliar a oferta de competições com a participação de associados de clubes: o Desafio Pepac.

Nesse novo modelo de disputa, com intermediação do SINDI-CLUBE, a qualquer momento, uma equipe, ou um jogador praticante de modalidade individual, poderá anunciar que aceita disputas, seja qual for a modalidade – badminton, bocha, polo aquático, esgrima ou outras.

Para dar início ao desafio, é preciso lançá-lo na página do Pepac, no portal do SINDI-CLUBE.

A coordenação irá buscar adversário para que o jogo seja acertado e viabilizado, de acordo com a conveniência dos competidores.

Uma vez marcado, a partida será anunciada e, depois de realizada, o resultado será divulgado, com direito a fotos e registro da partida (placar, escalações dos times). Será oferecido um troféu ao vencedor de cada desafio.

“O Pepac, em 18 anos de realização, tornou-se o maior torneio interclubes do país, nas modalidades de vôlei, futsal e handebol, com realização de torneios longos, durante o ano. Vimos a oportunidade de ampliar o Pepac com essa forma de participação: em um único jogo ou em competições mais curtas, de acordo com o desejo dos participantes. Também é uma alternativa para ampliarmos o leque de modalidades esportivas, pode ser qualquer uma, desde que haja um time ou um competidor disposto a lançar o desafio e que alguém o aceite”, explica o coordenador do Pepac, Reginaldo Teixeira Rosa.

Todas as modalidades

Podem cadastrar-se no Desafio Pepac clubes associados ao SINDI-CLUBE.

O registro é feito na página do Pepac. As equipes que já participam dos torneios de vôlei e futsal também podem oferecer desafios.

“Uma equipe derrotada em uma partida do torneio que é disputado durante o ano pode propor uma revanche, basta que o time adversário apoie, sem que isso interfira na competição. Para clubes que desenvolvem treinamentos de modalidades pouco praticadas, como rúgbi, por exemplo, o Desafio Pepac também será de valia para encontrar adversários e ampliar o contato e o intercâmbio esportivo entre os clubes”, diz Teixeira Rosa.

Na página do Desafio Pepac estão relacionadas 18 modalidades, para as quais podem ser apresentados convites para jogos: badminton, basquete, beach tênis, bocha, esgrima, futebol de campo, futebol de areia, futebol society, futevôlei, futsal, handebol, polo aquático, rúgbi, tênis, tênis de mesa, vôlei de areia, vôlei de quadra e xadrez. Também podem ser feitos desafios para esportes que não estão nessa lista.

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Jornalistas têm cursos sobre vela e tênis

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Ricardo Reis explicou aspectos do tênis aos jornalistas

Vela e tênis abriram, nos dias 1 e 2 respectivamente, os cursos de junho sobre modalidades olímpicas para jornalistas e estudantes de jornalismo.

Promovida pela Universidade SINDI-CLUBE, em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), a série leva aos profissionais da imprensa aspectos táticos, práticos e históricos dos esportes que compõem a grade da maior competição esportiva do mundo.

O vice-presidente da Confederação Brasileira de Vela, John Stuart Bennett, que ministrou a exposição sobre a modalidade, achou a iniciativa uma excelente forma de divulgação.

“É positivo para ambas as partes. Nós, das confederações, difundimos os esportes e os jornalistas absorvem conhecimentos mais específicos e detalhados, que beneficiarão seu trabalho durante a Olimpíada. Pouquíssimas entidades oferecem, atualmente, algo tão enriquecedor. A Universidade SINDI-CLUBE e a Aceesp estão de parabéns”, afirmou.

Ricardo Reis, coordenador do departamento de arbitragem da Confederação Brasileira de Tênis, ressaltou que este contato próximo com a imprensa trará benefícios futuros à modalidade.

“É importante para nós que os jornalistas saibam mais sobre o tênis, pois eles irão transmiti-lo para o público em agosto, quando os Jogos Olímpicos começarem. Acredito que, com os ensinamentos do curso, eles terão mais propriedade e embasamento para comentar e reportar as partidas. Com isso, todos ganham”, concluiu.

Canoagem (7/6) e tiro esportivo (8/6) darão continuidade aos cursos na próxima semana. Interessados em participar devem mandar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br.

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis

Feijão: entre os 100 melhores (Foto: Nestor J. Beremblum)
Feijão: entre os 100 melhores (Foto: Nestor J. Beremblum)

O tênis brasileiro pode garantir uma medalha inédita em 2016.

O melhor desempenho de um atleta nacional em olimpíadas, até hoje, foi o de Fernando Meligeni em Atlanta, 1996, onde perdeu a disputa pela medalha de bronze e ficou com o 4º lugar.

Nem mesmo Gustavo Kuerten, favorito ao ouro em Sidney, 2000, conseguiu uma marca melhor que a de Meligeni.

Já nos Jogos Pan-Americanos, a modalidade ganhou um bronze em Guadalajara, 2011, na dupla mista com Ana Clara Duarte e Rogério Dutra.

No Pan do Rio, 2007, Teliana Pereira levou o bronze na categoria feminina e Flávio Saretta o ouro na masculina.

Com o torneio disputado em seu próprio país, o Brasil ficou em segundo lugar no quadro de medalhas do tênis, perdendo para apenas para a Argentina, que voltou para casa com dois ouros e dois bronzes.

No cenário atual, apesar da escassez de títulos, dois tenistas brasileiros estão entre os 100 melhores do ranking mundial: João Souza, conhecido como Feijão, está em 70º, e Thomaz Belucci, 81º.

A Federação Internacional de Tênis (FIT) garante a participação do Brasil nas cinco chaves (simples masculina, simples feminina, duplas masculinas, duplas femininas e duplas mistas).

Com isso, serão no mínimo quatro tenistas brasileiros, dois homens e duas mulheres. Para os torneios de simples, se classificarão os 56 primeiros do ranking mundial, respeitando o limite de quatro tenistas por país por chave.

A FIT distribuirá mais seis vagas por chave de simples, e a prioridade é para o melhor brasileiro (a) do ranking, caso ele ainda não esteja classificado.

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Curso ensina os cuidados para aumentar a vida útil da quadra de tênis de saibro

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A boa manutenção da quadra de tênis de saibro aumenta sua vida útil.

Para isso, é preciso que os zeladores e funcionários estejam preparados para ter esse cuidado e também para realizar pequenos consertos e reformas.

O curso presencial “Manutenção de quadra de tênis de saibro” traz informações importantes para os profissionais encarregados de manter as quadras em boas condições e de aumentar a sua durabilidade.

Os expositores do curso são Cleidismar Francisco Vaz, consultor técnico e construtor de quadras (parte técnica) e Maurício Lima, profissional de Educação Física, com especialização em Gestão de Instalações Esportivas (parte teórica).

Quando: 17 de março, das 9h às 14h. Mais informações, (11) 5054-5464.

Saiba mais sobre o curso aqui.

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