Prorrogadas inscrições nos Jogos Escolares

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O SINDI-CLUBE apoia a realização dos Jogos Escolares do Estado de São Paulo e alerta que o prazo para inscrições para a categoria infantil foi prorrogado para 14 de outubro, em sete modalidades: judô, ginástica rítmica, luta olímpica, ciclismo, natação, vôlei de praia, tênis de mesa e xadrez.

Os Jogos Escolares são uma ótima opção para treinadores e professores de clubes para que, por meio das escolas em que estudam os associados, movimentem os jovens atletas, incentivando sua inscrição na competição.

Os Jogos serão realizados nas cidades de São Caetano do Sul e Santos, entre os dias 16 e 21 de outubro.

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Desafio Pepac amplia competições para associados de clubes

Desafio PepacO Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac) ganhou novo formato para ampliar a oferta de competições com a participação de associados de clubes: o Desafio Pepac.

Nesse novo modelo de disputa, com intermediação do SINDI-CLUBE, a qualquer momento, uma equipe, ou um jogador praticante de modalidade individual, poderá anunciar que aceita disputas, seja qual for a modalidade – badminton, bocha, polo aquático, esgrima ou outras.

Para dar início ao desafio, é preciso lançá-lo na página do Pepac, no portal do SINDI-CLUBE.

A coordenação irá buscar adversário para que o jogo seja acertado e viabilizado, de acordo com a conveniência dos competidores.

Uma vez marcado, a partida será anunciada e, depois de realizada, o resultado será divulgado, com direito a fotos e registro da partida (placar, escalações dos times). Será oferecido um troféu ao vencedor de cada desafio.

“O Pepac, em 18 anos de realização, tornou-se o maior torneio interclubes do país, nas modalidades de vôlei, futsal e handebol, com realização de torneios longos, durante o ano. Vimos a oportunidade de ampliar o Pepac com essa forma de participação: em um único jogo ou em competições mais curtas, de acordo com o desejo dos participantes. Também é uma alternativa para ampliarmos o leque de modalidades esportivas, pode ser qualquer uma, desde que haja um time ou um competidor disposto a lançar o desafio e que alguém o aceite”, explica o coordenador do Pepac, Reginaldo Teixeira Rosa.

Todas as modalidades

Podem cadastrar-se no Desafio Pepac clubes associados ao SINDI-CLUBE.

O registro é feito na página do Pepac. As equipes que já participam dos torneios de vôlei e futsal também podem oferecer desafios.

“Uma equipe derrotada em uma partida do torneio que é disputado durante o ano pode propor uma revanche, basta que o time adversário apoie, sem que isso interfira na competição. Para clubes que desenvolvem treinamentos de modalidades pouco praticadas, como rúgbi, por exemplo, o Desafio Pepac também será de valia para encontrar adversários e ampliar o contato e o intercâmbio esportivo entre os clubes”, diz Teixeira Rosa.

Na página do Desafio Pepac estão relacionadas 18 modalidades, para as quais podem ser apresentados convites para jogos: badminton, basquete, beach tênis, bocha, esgrima, futebol de campo, futebol de areia, futebol society, futevôlei, futsal, handebol, polo aquático, rúgbi, tênis, tênis de mesa, vôlei de areia, vôlei de quadra e xadrez. Também podem ser feitos desafios para esportes que não estão nessa lista.

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Atletas ensinam prática a jornalistas em curso sobre tênis de mesa

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Azevedo introduz a modalidade aos jornalistas presentes

A série de cursos gratuitos para jornalistas sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade SINDI-CLUBE em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), teve continuidade nesta quarta-feira (11/05).

Os profissionais da imprensa e os convidados, além de obterem conhecimentos sobre aspectos técnicos do esporte, também puderam testar sua habilidade, praticando tênis de mesa com a atleta olímpica Lígia Silva.

O presidente da CBTM (Confederação Brasileira de Tênis de Mesa), Alaor Gaspar Azevedo, falou sobre os projetos da federação, curiosidades e regras do esporte.

Interação com os presentes

O grande momento da exposição foi o contato que os jornalistas tiveram com a modalidade, em uma mesa de jogo montada para o encontro.

A atleta brasileira Lígia Silva, que esteve nos jogos de Sidney (2000), Atenas (2004) e Londres (2012), comandou a clínica e interagiu com os participantes,

Ela elogiou a iniciativa do SINDI-CLUBE.

“Todo jornalista tem que saber sobre as modalidades da Olimpíada. Como o tênis de mesa não é um esporte muito divulgado, esses cursos irão proporcionar mais conhecimento a eles sobre a modalidade”, comentou.

Confira o bate bola dos jornalistas com a atleta:

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis de mesa

Brasil: equipe masculina é ouro (Foto: Divulgação Brasil 2016)
Brasil: equipe masculina é ouro (Foto: Divulgação Brasil 2016)

A campanha do tênis de mesa foi significativa e satisfatória nos Jogos Pan-Americanos 2015, no Canadá.

Na disputa por equipes, os brasileiros conquistaram duas medalhas.

O masculino levou o ouro. Com equipe formada por Hugo Calderano, Thiago Monteiro e Gustavo Tsuboi, o resultado garantiu ao Brasil o tricampeonato.

Pela primeira vez, a equipe feminina obteve a medalha de prata, com equipe composta por Gui Lin, Karoline Kumahara e Ligia Silva, e Hugo Hoyama no comando.

Na decisão, os Estados Unidos levaram a melhor com 3 a 0 sobre o Brasil.

Outro ouro para o Brasil veio em final brasileira, no individual masculino: Hugo Calderano derrotou Gustavo Tsuboi por 4 a 3.

A medalha foi ainda mais especial, já que, na equipe, o atleta é o segundo que não é asiático naturalizado a se tornar campeão individual do Pan, o primeiro foi Hoyama, em 1995. O resultado garantiu uma vaga olímpica para 2016 ao jovem atleta.

Já no feminino, foram duas medalhas.

Uma prata, com Lin Gui, que, no entanto, não lhe garante a vaga olímpica, e um bronze, com Caroline Kumahara.

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis de mesa

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Hugo Calderano: aposta para 2016 (Foto: CBTM)

Neste ano, no começo de janeiro, a Seleção Brasileira feminina de tênis de mesa encerrou a Copa do Mundo por equipes, em Dubai, nos Emirados Árabes, com um resultado histórico.

Pela primeira vez, a equipe terminou entre as oito melhores da competição.

Depois disso, o país mira os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e, finalmente, em 2016, o Campeonato Mundial de Kuala Lumpur, na Malásia, e, então, o maior dos objetivos: os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

No início de 2014, o principal evento foi o Campeonato Mundial, em Tóquio.

Depois dos resultados obtidos no Japão, o Brasil passou a ser um dos 13 países do mundo com equipes masculina e feminina asseguradas na primeira divisão mundial da modalidade.

Com os Jogos Olímpicos próximos a acontecer, o país pode obter uma inédita medalha.

O presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, pretende, neste ano, ter dois jogadores entre os 50 melhores do ranking.

“Assim ficaremos entre os oito melhores times do mundo. Já temos um (Gustavo Tsuboi, atual 36º) e outros dois estão se aproximando (Hugo Calderano, 78º e Cazuo Matsumoto, 83º). Com isso, na hora do sorteio das chaves, temos boas chances de pegar um caminho mais fácil em 2016 e evitar  um confronto na fase inicial com a China, que domina esse esporte”, explica o dirigente.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: tênis de mesa

David Freitas ACTM-CE e João Paulo Lauriano ACTM-CE TENIS DE MESA

O tênis de mesa é um dos mais tradicionais esportes paraolímpicos, disputado desde os Jogos de Roma tanto no masculino quanto no feminino.

A modalidade esteve presente em todas as edições dos Jogos Paraolímpicos.

A história do tênis de mesa no Brasil se confunde com a do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), pois a modalidade começou com a fundação do Comitê, em 1995. O país é representado nos Jogos Paraolímpicos desde Atlanta (1996).

Os atletas são divididos em 11 classes distintas.

Mais uma vez, segue a lógica de que quanto maior o número da classe, menor é o comprometimento físico-motor do atleta.

A classificação é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, sua força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete.

No tênis de mesa participam atletas do sexo masculino e feminino com paralisia cerebral, amputados e cadeirantes.

As competições são divididas entre atletas andantes e cadeirantes.

Os jogos podem ser individuais, em duplas ou por equipes.

As partidas consistem em uma melhor de cinco sets, sendo que cada um deles é disputado até que um dos jogadores atinja 11 pontos.

Em caso de empate em 10 a 10, vence quem primeiro abrir dois pontos de vantagem.

A raquete pode ser amarrada na mão do atleta para facilitar o jogo.

Nos Jogos Parapan-Americanos do Rio de Janeiro em 2007, o Brasil foi campeão geral da modalidade com 26 medalhas, sendo 11 de ouro, sete de prata e oito de bronze.

A instituição responsável pela modalidade é a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF).

No Brasil, a modalidade é organizada pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).

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