SPAC recebeu seleção japonesa de rúgbi, antes dos Jogos

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Time japonês: aclimatação no SPAC (Foto: Japan Rugby Football Union)

A seleção japonesa de rúgbi seven usou as instalações do Clube Atlético São Paulo (SPAC) para aclimatação e treinamentos, antes de participar dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro.

Por uma semana, a delegação de mais de 20 pessoas, entre atletas e comissão técnica, fez a preparação no clube que possui muita tradição nesse esporte, pois foi a entidade que introduziu a prática da modalidade no país.

De origem britânica, fundado em 1888, o SPAC teve como associado Charles Miller que, além do futebol, trouxe da Inglaterra para o Brasil o rúgbi (em 1894), hóquei sobre grama, squash e badminton.

Atualmente, o SPAC cedeu cinco atletas (uma no feminino, quatro no masculino) para as seleções que representam as cores brasileiras nos Jogos.

O clube também possui um campo de jogo considerado como um dos melhores do país.

“No aspecto técnico, estreitar relações como o Japão, um país muito bem cotado no cenário mundial, é muito vantajoso para impulsionar ainda mais a prática do rúgbi no SPAC. Esse intercâmbio nos possibilitará observações importantes”, diz Ricardo Amirato, gerente de Esportes do SPAC.

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Clubes de Leitura encerram setembro com novas reuniões

(foto: Shutterstock)

Esta semana os Clubes de Leitura realizarão mais três reuniões, encerrando as atividades do mês de setembro.

No Clube Atlético São Paulo, SPAC, o encontro será em 25/9, às 16h, tendo como tema “Diário da queda”, de Michel Laub.

Em 26/9, duas reuniões estão marcadas: às 15h, no São Paulo Futebol Clube, para análise do livro “Persépolis”, de Marjane Satrapi.

Às 16h, o grupo 2 da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo trocará impressões sobre “Sete anos bons”, de Etgar Keret.

Já existem 15 Clubes de Leitura em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Clubes de Leitura têm cinco reuniões

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Grupos de associados que participam dos Clubes de Leitura têm novas reuniões programadas.

A primeira será realizada em 27/8, com encontro no Clube Paineiras do Morumby. Os leitores abordarão o livro “Palácio de inverno”, de John Boyne, às 16h.

O Clube Atlético São Paulo (SPAC) terá reunião do Clube de Leitura com a discussão da obra “Como Proust pode mudar a sua vida”, de Alain de Botton, às 16h do dia 28/8.

Em 29/8, às 16h, na Associação Brasileira A Hebraica, haverá o debate do livro “Morte em Veneza”, de Thomas Mann.

Também em 29/8, no São Paulo Futebol Clube, o assunto será o livro “De verdade”, de Sándor Márai, às 15h.

Por último, o grupo de leitura do Anhembi Tênis Clube analisará o livro “Três vezes ao amanhecer”, de Alessandro Baricco, no dia 31/8, às 20h.

Existem 16 Clubes de Leitura em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Mediadores de Clubes de Leitura ressaltam prazer pela literatura, proporcionado pela troca de impressões

Clube de leitura_capaMediadores de Clubes de Leitura tiveram encontro na sede do Sindi-Clube, em 20 de agosto. A reunião contou com a presença de Noemi Jaffe, escritora e crítica literária, doutora em literatura brasileira e autora de “Írisz: as orquídeas“.

As fotos do evento já estão disponíveis no Facebook do Sindi-Clube.

Os 18 participantes, vinculados a 16 Clubes de Leitura existentes, são os encarregados de conduzir os encontros mensais em que o livro que todos estão lendo é discutido.

Os Clubes de Leitura são uma ação conjunta do Sindi-Clube com a Editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras.

Em três anos, os Clubes de Leitura implantados obtiveram grande sucesso, com crescente participação de associados de clubes paulistas, que realizaram 247 reuniões e tiveram 13 encontros com autores de livros, como Alexandre Vidal Porto, Joca Reiners Terron, Luiz Ruffato, Luis Trajano, Marçal Aquino e Milton Hatoum.

Noemi: mediadores despertam atenção
Noemi: mediadores despertam atenção

Os autores gostam dessas reuniões com leitores e elogiam o papel do mediador, que conduz os debates sobre as obras, conforme afirma Noemi Jaffe:

“Adorei o encontro, é muito importante que haja mediadores, que despertam o interesse pelos nossos livros e são as pessoas que fazem a ponte entre os autores e os leitores. Então, é muito bom estar perto de pessoas que leem com tanta atenção”.

Janine: Sindi-Clube é grande parceiro
Janine: Sindi-Clube é grande parceiro

Janine Durand, coordenadora dos Clubes de Leitura da Companhia das Letras, ressaltou a importância da reunião dos mediadores, pela troca de experiências que aperfeiçoam o funcionamento dos grupos. Ela elogiou o crescimento da atividade nos clubes.

“O Sindi-Clube é um grande parceiro, que apoia a difusão dessa ideia. A Companhia das Letras faz a curadoria de livros e a formação dos mediadores. Mantemos contato permanente, analisando cada grupo, para pensar na próxima leitura, para que o Clube de Leitura seja permanente e sempre renovado”

O balanço de três anos de atividades demonstra um saldo bem favorável à expansão da cultura: em torno de 260 associados de clubes paulistas participaram dos encontros e 117 títulos de 86 autores de livros foram lidos.

Entre as 187 obras, os dois livros mais discutidos nos Clubes de Leitura foram “As avós”, de Doris Lessing, e Dois Irmãos”, de Milton Hatoum.

Mediadores elogiam

Os mediadores que participaram do encontro apontaram várias razões para gostar dos Clubes de Leitura. Veja a opinião de alguns deles:

Glória Francisca Gonçalves, do Clube Primeiro de Maio
Glória Francisca Gonçalves, do Clube Primeiro de Maio

“A leitura é um ato muito solitário. Você lê, tem a interação com o autor e a percepção individual. Com o Clube de Leitura, a compreensão do livro é ampliada pela troca de opiniões. Você toma conhecimento de outro olhar sobre a obra e descobre algo que ainda não tinha pensado, além de oferecer aos participantes do grupo o seu entendimento. Com isso, as pessoas também ficam mais tolerantes com as diferenças de pensar e de sentir. O clube de leitura também me fez experimentar outros gêneros literários. Eu não teria lido sozinha a maioria dos livros que discuti, como, por exemplo, quadrinhos, que eu nunca pensado como literatura e gostei”.

Gerald Misrahi, do Esporte Clube Pinheiros
Gerald Misrahi, do Esporte Clube Pinheiros

“Eu já lia muito, leio muito mais agora, o Clube de Leitura fez com que eu me disciplinasse na leitura. Eu modero o grupo, as perguntas que eu faço procuram a essência do livro e descobrir o que o escritor quis dizer, passo isso a eles. Eu começo a reunião perguntando “quem não gostou?”. Isso suscita discussão. Também questiono como cada um terminaria de forma diferente o livro, que também gera bons debates. Eu estava acostumado a autores clássicos e da primeira metade do século 20. O clube de leitura me fez ter contato com autores contemporâneos. Agora, eu procuro me atualizar, mais do que fazia antes”.

 

Luciana Gerbovic, do Clube Atlético São Paulo (SPAC)
Luciana Gerbovic, do Clube Atlético São Paulo (SPAC)

“Eu fazia clubes de leitura há muitos anos, mas era o que chamo de clube de leitura privado, com algumas amigas, justamente por essa necessidade de dividir com alguém o que se está lendo, já que a leitura é prazerosa, mas solitária. No Clube de Leitura, foi diferente porque juntaram-se pessoas que não eram íntimas. Isso amplia o nosso olhar para o que a leitura traz de importante para várias pessoas. Cada uma com visão de mundo diferente e história de vida distinta. Então, cada uma lê o livro com esse filtro e o encontro de opiniões gera a empatia de ouvir o outro. Descobri várias coisas novas que não estava acostumada a ler e adorei. Para mim, a grande surpresa foram os quadrinhos e o gênero policial”.
 

Sônia Cintra, do Clube Jundiaiense, de Jundiaí
Sônia Cintra, do Clube Jundiaiense, de Jundiaí

“É sempre muito bom ouvirmos outros pontos de vista e outras interpretações acerca de uma leitura. O grupo de leitura do Jundiaiense é muito diversificado. Lá temos de jovens universitários a pessoas já aposentadas interagindo, cada uma com seu ponto de vista acerca de um determinado assunto. Então, todo mundo aprende e saímos bastante enriquecidos. O Clube de Leitura incentivou a leitura de algumas obras que eu não colocava como prioritárias, que foram lidas em função de recomendações de outros mediadores de outros clubes de leitura, aqui nesses encontros, e que me despertaram interesse”.

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Clubes paulistas obtém 39% das medalhas brasileiras no Pan

medalhasAtletas de seis clubes paulistas participaram da conquista de 55 das 141 medalhas que o Brasil ganhou na 17º edição dos Jogos Pan-Americanos.

O número de 55 medalhas de atletas vinculados a agremiações paulistas corresponde a 39% do que foi obtido pelo país em Toronto.

O Esporte Clube Pinheiros teve 46 atletas que participaram da conquista de 30 medalhas, em oito modalidades: levantamento de peso, natação, polo aquático feminino e masculino, esgrima, basquete, judô e ginástica artística.

O Club Athletico Paulistano associou-se à obtenção de nove medalhas, com oito atletas, em cinco modalidades: canoagem, polo aquático feminino e masculino, e badminton feminino e masculino.

A conquista de outras 12 medalhas foi feita com cinco atletas do Sport Club Corinthians, em natação e futebol.

O SPAC, São Paulo Atletic Clube, com quatro atletas, conseguiu uma medalha, no rúgbi feminino.

A Sociedade Esportiva Palmeiras teve duas medalhas, com um atleta, no tênis de mesa, e o Santos Futebol Clube obteve outra, com um atleta, no futebol.

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Clubes de Leitura têm seis reuniões até o fim de julho

(foto: Shutterstock)

Os grupos de associados que participam dos Clubes de Leitura movimentarão os últimos dias do mês de julho.

No dia 23, haverá encontro às 20h, no Clube Jundiaiense, para comentar o livro “Bonecas Russas”, de Eliana Cardoso.

Já em 25/7, às 16h, o Clube de Leitura da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo se reunirá para debater a obra “Pastoral americana”, do autor Philip Roth.

O Clube Paineiras do Morumby possui dois grupos de Clube de Leitura.

O primeiro discutirá “A festa da insignificância”, de Milan Kundera, em 29/7.

O segundo grupo falará sobre o livro “Nêmesis”, de Philip Roth, no dia 30, às 16h.

Para encerrar o mês, os associados do Clube Atlético São Paulo analisarão “O filho de mil homens”, de Valter Hugo Mãe, em 31/7, às 16h.

Já existem 15 Clubes de Leitura em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Clubes de leitura se reúnem na última semana de fevereiro

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Mais duas reuniões de associados de clubes que participam de Clubes de Leitura serão realizadas na próxima semana.

O Atlético São Paulo (SPAC), em 27 de fevereiro, às 16h, discutirá o livro escolhido “O fio das missangas”, de Mia Couto.

Já no dia 28 de fevereiro, na reunião do São Paulo Futebol Clube, às 15h, o livro “A festa da insignificância”, de Milan Kundera será o assunto.

Existem 15 Clubes de Leitura instalados em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão.

Nesses espaços, grupos de associados se reúnem mensalmente para discutir e trocar ideias sobre os livros que estão lendo.

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