Consultoria oferece soluções criativas para espaços de lazer com crianças

shutterstock_123166408_PO SINDI-CLUBE acrescentou mais um benefício ao leque de serviços que disponibiliza apoio em áreas estratégicas dos clubes: a consultoria de brinquedoteca.

O atendimento oferece aos profissionais que atuam nos espaços lúdicos e de lazer, soluções criativas e melhoria nas práticas desenvolvidas com crianças.

A consultora é Silvia Queiroz, professora, membro da Associação Brasileira de Brinquedotecas e artista plástica especializada em arteterapia.

São dadas orientações para organizar ações em ambientes de brincar, com o desenvolvimento de atividades e a utilização de diversos tipos de brinquedos e novas modalidades de brincadeiras que entretêm os pequenos.

“O objetivo é proporcionar a profissionais, como professores e recreacionistas de clubes, uma variedade de técnicas nas quais as crianças são estimuladas a interagir umas com as outras e experimentar diferentes maneiras de se comunicar com criatividade”, diz Silvia.

O diretor-executivo do SINDI-CLUBE, Cláudio Lauletta, diz que o novo serviço atende a uma necessidade importante.

“Todos os clubes querem dar atenção especial aos seus mais jovens associados, propiciar a eles um local impregnado de inventividade e afeto, para que a criança se sinta esperada e bem-vinda. A consultora é altamente especializada e muito bem preparada para dar instruções para que isso aconteça”.

Normas de segurança

A Consultoria de Brinquedoteca também aconselha sobre os brinquedos que deverão ser utilizados, de acordo com as faixas etárias atendidas, bem como recomenda medidas que protegem a permanência de crianças nas brinquedotecas.

“Respondemos às dúvidas sobre o funcionamento e a prática de atividades recreativas no dia a dia. Quanto às normas de segurança, é importante que os brinquedistas fiquem atentos às tomadas, pois representam um grande perigo para as crianças. Os funcionários devem preocupar-se com a faixa etária, se os brinquedos estão adequados aos pequenos. Também com objetos pontiagudos, produzidos com materiais tóxicos e prejudiciais ou muito pequenos, que as crianças possam engolir.  Vale ressaltar também que utensílios de apoio, como tesouras e colas, devem estar apenas ao alcance de adultos”, explica Silvia.

Perguntas devem ser encaminhadas pelo e-mail consultoriadebrinquedoteca@sindiclubesp.com.br.

Acesse as consultorias

O SINDI-CLUBE propicia também consultorias gratuitas para as áreas jurídica, marketing e projetos incentivados. Para fazer contato com os consultores, acesse o portal do SINDI-CLUBE, na seção Consultorias.

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Gestão do serviço de segurança nos clubes exige cautela

segurança nos clubesA Consultoria Sindi-Clube chama a atenção para as exigências dos órgãos públicos e as implicações legais que devem ser observados pelos clubes na gestão dos serviços de segurança própria, que são regidos pela Lei Federal 7.102/83, cujos controle e fiscalização são feitos pelo Departamento de Polícia Federal.

É necessário requerer Autorização de Funcionamento da delegacia regional da Polícia Federal para o clube criar um departamento de segurança, oficialmente conhecido como serviço orgânico de segurança, que mantém em seu quadro funcionários no exercício da atividade de vigilante, armado ou desarmado.

Sem essa permissão, a atividade é considerada ilegal e os responsáveis responderão civil e penalmente, na ocorrência de qualquer evento danoso ocorrido pelo exercício irregular da função.

Para obter a Autorização de Funcionamento, os clubes devem protocolar requerimento à superintendência regional da Polícia Federal, solicitando vistoria e concessão de Alvará para Funcionamento de Serviço Orgânico de Segurança.

Junto, devem ser anexadas cópias dos documentos do responsável pelo setor e também dos vigilantes, com comprovação de que eles concluíram o curso de formação.

No caso de vigilantes que estejam desempenhando a função e que não tenham o certificado de conclusão do curso de formação, os clubes terão um ano para providenciar a instrução devida. Isso será verificado na revisão do alvará de funcionamento.

Entre outras exigências, é pedido na concessão da Autorização de Funcionamento o memorial descritivo dos uniformes, relação das armas com cópias dos respectivos registros e da munição, por calibre.

Não possuindo armas ou munições, o clube deve apresentar declaração neste sentido.

Os clubes que mantenham serviços de vigilância em outras instalações precisam encaminhar processos separados.

Cautela com a segurança contratada

A Consultoria Sindi-Clube ressalta que o clube deve observar as mesmas exigências descritas acima ao contratar serviço de segurança.

Seja para trabalho permanente ou ocasional como, por exemplo, em um evento musical.

Deve-se exigir da empresa de segurança contratada que comprove estar de posse da Autorização de Funcionamento expedida pela Polícia Federal.

Da mesma forma, verificar a regularidade para desempenho de função dos vigilantes contratados.

Tudo isso é necessário, pois o clube contratante poderá responder civil e penalmente, a incidentes que ocorram no período de trabalho ou durante os eventos, caso os vigilantes estejam no exercício ilegal da profissão.

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Carnaval bem organizado e sem multas, em três passos

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A maior festa popular do país, neste ano, começa no sábado de 6 de fevereiro, quando o Carnaval dá seus primeiros gritos de alegria.

A comemoração pode render aos clubes a oportunidade de organizar bailes de carnaval que despertem o interesse do público formado também pelos convidados, que poderão se tornar um possível novo associado.

Para que essa ocasião favorável não se transforme em transtorno financeiro gerado por multas, a Consultoria Jurídica do Sindi-Clube observa que o baile de carnaval bem planejado será uma importante fonte de recursos, desde que observadas as posturas administrativas e legais, para que não ocorram as multas que nenhum clube quer em sua planilha de custos. Desde já, o clube deve seguir o roteiro abaixo, organizado em três passos principais, abaixo.

1º PASSO, OS ALVARÁS

 É variável o tempo de concessão dos alvarás necessários para o baile de carnaval e que podem demandar vistorias. Checar se o clube já possui essas licenças e sua validade deve ser a primeira providência do administrador. Acompanhe o que deve ser observado:

Prefeitura e bombeiros: o alvará de funcionamento da prefeitura que o clube já tem precisa estar em conformidade com o projeto de construção registrado no ‘habite-se’ do imóvel. O alvará do Corpo de Bombeiros deve ser logo providenciado, pois, assim, eventuais pendências encontradas na vistoria poderão ser resolvidas em tempo.

Bares e restaurantes: sejam próprios ou terceirizados, esses estabelecimentos que vão atender os foliões necessitam de alvará da vigilância sanitária para funcionar.

Menores: a permanência de menores nos bailes de carnaval depende de alvará concedido ao clube pelo juizado da Vara da Infância de Juventude, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

2º PASSO, SEGURO E SEGURANÇA

Devem ser verificados:

Contratação de seguro: a lei estadual 11.265 obriga a contratação de seguro para a realização do baile de carnaval. A apólice cobre acidente pessoais, coletivos e sinistros. Sem esse seguro, na eventualidade de um imprevisto, o clube e seus dirigentes serão responsabilizados pelos danos que causarem a terceiros.

Brigada de incêndio: o decreto paulista 46.076/01 impõe a presença da brigada compostas por pessoas treinadas e qualificadas ou, então, contratada de empresa credenciada.

Desfibrilador: a lei estadual 12.736/07 obriga que o salão do baile tenha um desfibrilador à disposição, com operadores treinados e atualizados com as novas técnicas de ressuscitação.

Segurança: o clube pode usar segurança própria ou contratar o serviço para os bailes. Nos dois casos, é necessário o registro na Polícia Federal.

3º PASSO, OBSERVE A LEGISLAÇÃO

Depois de cuidar dos alvarás e da segurança, é hora de observar a ampla legislação que alcança os bailes de carnaval.

Meia entrada: ao calcular a receita que o carnaval vai gerar, o clube deve levar em conta a legislação que obriga a concessão do meio ingresso. Terão acesso ao baile pagando metade do valor da entrada estudantes (lei estadual 7844/92), professores da rede estadual (lei 10.858/01) e idosos com mais de 60 anos (lei 10.741/03).

Músicos: o clube é obrigado a exigir da banda contratada o recolhimento da taxa destinada à Ordem dos Músicos. A fiscalização multa o contratante, na falta desse pagamento. Os músicos também devem apresentar a carteira de identificação profissional.

Direito autoral: os direitos autorais das músicas executadas no baile de carnaval devem constituir um item principal da planilha de custos do evento. É recomendável que o clube procure o Ecad para negociar um acordo para o pagamento.

Impostos: o arrecadado em eventos abertos ao público, como o baile de carnaval é uma receita não própria dos clubes e, por isso, sobre esse valor incide ISS e Cofins.

Menores e bebida: recente lei estadual (14.592/11) proíbe totalmente a venda de bebidas alcoólicas a menores e aplica multas altíssimas aos infratores. Saliente-se que a autuação contra o clube pode ser feita mesmo que o menor flagrado com bebida esteja acompanhado dos pais.

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Conheça o convênio que previne afogamentos em piscinas de clubes

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As crianças são as maiores vítimas de afogamentos em piscinas, pois 53% de todos os registros de óbitos ocorrem na faixa de 1 a 9 anos de idade.

Esse dado faz parte de um levantamento realizado por David Szpilman, diretor-médico da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), entidade com a qual a Universidade Sindi-Clube firmou convênio de cooperação.

Szpilman: crianças são as maiores vítimas
Szpilman: crianças são as maiores vítimas

Pelo acordo com a Sobrasa, entidade sem fins lucrativos que se dedica a prevenir afogamentos e divulgar as melhores técnicas de salvamento, os clubes associados ao Sindi-Clube poderão receber certificados de piscinas mais seguras.

“Os clubes terão que cumprir medidas de seguranças que serão vistoriadas pela Sobrasa, antes de conceder a certificação”, explica Szpilman.

As exigências da Sobrasa são as que os clubes, normalmente, já cumprem em suas piscinas, tais como:

  • Local adequado para as crianças no parque aquático, sendo que as menores de 10 anos só podem frequentar o local acompanhadas por um responsável.
  • Acesso restrito à área das piscinas, totalmente cercada com barras não escaláveis, de altura mínima de 1,20 metro, com portão autotravante.
  • Guarda-vidas presentes durante todo o tempo de funcionamento das piscinas.
  • Sistema de aspiração com dois ralos, ligados o tempo todo, para não causar vácuo, e grade para evitar aspiração de cabelos e cordões.
  • Capacitação do pessoal envolvido na área aquática em curso de emergências aquáticas.

Cursos de emergências aquáticas

A capacitação para emergências aquáticas é gratuita e pode ser feita online, pelo site da Sobrasa (www.sobrasa.org).

São dois cursos básicos: um para o profissional guarda-vidas e outro para quem não é guarda-vidas, totalmente online, que oferece noções para reação em casos de acidente.

O curso para guarda-vidas tem duração de 52 horas, ministrado metade online e a outra parte no clube, por um profissional da Sobrasa.

Para os guarda-vidas já em atuação, existe a opção de um workshop seguido de prova de proficiência.

Os clubes associados ao Sindi-Clube têm 20% de desconto para a certificação de piscina mais segura, que tem o custo de quatro salários mínimos.

Amadeu: piscina mais segura
Amadeu: piscina mais segura

“Com o cumprimento dessas medidas, o clube terá uma piscina muito mais segura, poderá receber a certificação da Sobrasa e contar com respaldo legal, em caso de sinistro”, diz o diretor da Sobrasa, Regis Amadeu.

A qualificação da segurança da piscina, por meio da certificação da Sobrasa, poderá ser divulgada aos associados do clube por meio de banner concedido pela entidade certificadora.

“O clube é um multiplicador da informação da prevenção ao afogamento e um meio dessa mensagem de segurança atingir também as piscinas residenciais dos associados”, explica Szpilman.

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Todo cuidado é pouco com as piscinas dos clubes

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As piscinas estão entre os locais mais procurados pelos associados nos clubes.

Seu funcionamento envolve várias questões jurídicas e operacionais que o administrador não pode ignorar, como as normas de segurança para uso do equipamento.

O curso “Segurança em piscinas” vai instruir dirigentes, gerentes, supervisores e zeladores de clubes sobre o regulamento que garante o bom uso dos parques aquáticos e que deve ser monitorado.

O instrutor é Nilson Maierá, engenheiro químico, consultor da área de piscinas da Universidade Sindi-Clube.

Quando: 13 de abril, das 9h às 13h.

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