SPAC recebeu seleção japonesa de rúgbi, antes dos Jogos

A19I0275-1024x683
Time japonês: aclimatação no SPAC (Foto: Japan Rugby Football Union)

A seleção japonesa de rúgbi seven usou as instalações do Clube Atlético São Paulo (SPAC) para aclimatação e treinamentos, antes de participar dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro.

Por uma semana, a delegação de mais de 20 pessoas, entre atletas e comissão técnica, fez a preparação no clube que possui muita tradição nesse esporte, pois foi a entidade que introduziu a prática da modalidade no país.

De origem britânica, fundado em 1888, o SPAC teve como associado Charles Miller que, além do futebol, trouxe da Inglaterra para o Brasil o rúgbi (em 1894), hóquei sobre grama, squash e badminton.

Atualmente, o SPAC cedeu cinco atletas (uma no feminino, quatro no masculino) para as seleções que representam as cores brasileiras nos Jogos.

O clube também possui um campo de jogo considerado como um dos melhores do país.

“No aspecto técnico, estreitar relações como o Japão, um país muito bem cotado no cenário mundial, é muito vantajoso para impulsionar ainda mais a prática do rúgbi no SPAC. Esse intercâmbio nos possibilitará observações importantes”, diz Ricardo Amirato, gerente de Esportes do SPAC.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube. 

 

Jornalistas aprendem sobre rugby, em curso da Universidade SINDI-CLUBE

Duarte explica regras do rugby aos jornalistas
Duarte explica regras do rugby aos jornalistas

Nesta terça-feira (21/6) jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo tiveram mais um curso sobre modalidades olímpicas, promovido pela Universidade SINDI-CLUBE em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

O rugby, tema da exposição, foi trazido para o Brasil no século 19 e, assim como o futebol, teve como percursor Charles Miller.

Bernardo Duarte, diretor de torneios da Confederação Brasileira de Rugby, destacou durante a apresentação os aspectos táticos e práticos da modalidade, além de curiosidades.

Duarte elogiou a oportunidade de interagir com profissionais da imprensa.

“O rugby, apesar de ser entusiasmante, é pouco conhecido pelo público brasileiro. É essencial para nós ter a chance de explicá-lo para os jornalistas, aqueles que transmitem os esportes para a população. A dinâmica pôde tirar dúvidas específicas. Ver o interesse em saber mais sobre a modalidade nos deixou muito satisfeitos”, concluiu.

A série de cursos sobre modalidades olímpicas prossegue até julho.

Interessados devem enviar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: rúgbi

Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)
Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)

Os Jogos Olímpicos de 2016 marcam o retorno do rúgbi, que não fazia parte da competição desde 1924.

A modalidade ainda é pouca conhecida no Brasil, mas, mesmo assim, a seleção vem alcançando resultados expressivos, como a classificação masculina para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, 2015.

Além disso, os “Tupis”, como são chamados, conquistaram uma vaga no torneio qualificatório de Hong Kong, que dá acesso à série mundial de rúgbi.

A seleção feminina também não fica atrás. Conquistou o título da Taça Bronze, realizada no final do ano passado em Dubai, o que garantiu o 9º lugar no ranking mundial do esporte.

Com a volta da modalidade e a Olimpíada realizada em casa, a CBRu Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera fazer uma “participação respeitosa” e atrair atenção do país.

“Precisamos ter os pés no chão, ao pensar em termos de resultados. Não estamos em condições de brigar por uma medalha no Rio 2016. Ganhar um ou dois jogos já será um grande passo. O Brasil tem uma população de 200 milhões de pessoas, marcada pela diversidade de biótipos. Um bom trabalho pode fazer com que o rúgbi cresça muito no país”, afirma Augustin Danza, presidente da CBRu.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades paraolímpicas: rúgbi em cadeira de rodas

82821300_10 Getty Images
Rúgbi em cadeira de rodas: Brasil sem tradição (Foto: Rio 2016)

O rúgbi em cadeira de rodas foi criado na década de 70, em Winnipeg, Canadá.

No entanto, a modalidade só foi incluída nos Jogos Paraolímpicos de Atlanta, em 1996, como esporte de demonstração.

A estreia oficial ocorreu quatro anos depois, em Sydney (2000).

O Brasil ainda não tem tradição no rúgbi em cadeira de rodas, nunca participou dos Jogos.

As equipes mais fortes do esporte são o Canadá e os Estados Unidos, os primeiros a praticar e difundir a modalidade.

São quatro atletas em cada equipe, que contam ainda com 8 reservas cada.

O objetivo do rúgbi é marcar o gol, que é delimitado por dois cones verticais na linha de fundo da quadra.

Entretanto, é preciso cruzar a linha adversária com as duas rodas da cadeira.

O curioso do rúgbi em cadeira de rodas é que ele não é dividido por gênero.

Homens e mulheres jogam juntos em uma categoria mista.

Estão aptos a disputar a modalidade atletas que sejam comprovadamente tetraplégicos, que são divididos em classes de acordo com a habilidade funcional.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.