Seleções de rúgbi têm novos técnicos para o próximo ciclo olímpico

img_4071
Rúgbi terá técnicos neozelandeses (Foto: Divulgação CBRu)

Depois de estrear nos Jogos Olímpicos no Rio 2016, as seleções brasileiras de rúgbi terão novos treinadores para o próximo ciclo olímpico, ambos da Nova Zelândia.

O treinador da equipe feminina será Reuben Samuel, ex-assistente técnico da seleção neozelandesa.

Entre os homens, assume o posto de comandante Jacob Mangin, que atua na Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) desde 2013.

O primeiro compromisso de Samuel com as tupis será já em dezembro, em Dubai, na primeira etapa da Série Mundial.

“Estou muito empolgado com essa oportunidade”.

Enquanto Samuel é uma novidade, o novo técnico da seleção masculino já é conhecido no país.

Mangin atua desde 2013 como auxiliar no rúgbi convencional, com 15 atletas, e já teve passagens por clubes brasileiros.

Em 2015, foi eleito o melhor treinador da modalidade no Troféu Rugby Brasil.

“Ambos foram escolhidos depois de um intenso processo seletivo que teve profissionais de todo o mundo participando”, afirmou Agustín Danza, CEO da CBRu.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Desafio Pepac amplia competições para associados de clubes

Desafio PepacO Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac) ganhou novo formato para ampliar a oferta de competições com a participação de associados de clubes: o Desafio Pepac.

Nesse novo modelo de disputa, com intermediação do SINDI-CLUBE, a qualquer momento, uma equipe, ou um jogador praticante de modalidade individual, poderá anunciar que aceita disputas, seja qual for a modalidade – badminton, bocha, polo aquático, esgrima ou outras.

Para dar início ao desafio, é preciso lançá-lo na página do Pepac, no portal do SINDI-CLUBE.

A coordenação irá buscar adversário para que o jogo seja acertado e viabilizado, de acordo com a conveniência dos competidores.

Uma vez marcado, a partida será anunciada e, depois de realizada, o resultado será divulgado, com direito a fotos e registro da partida (placar, escalações dos times). Será oferecido um troféu ao vencedor de cada desafio.

“O Pepac, em 18 anos de realização, tornou-se o maior torneio interclubes do país, nas modalidades de vôlei, futsal e handebol, com realização de torneios longos, durante o ano. Vimos a oportunidade de ampliar o Pepac com essa forma de participação: em um único jogo ou em competições mais curtas, de acordo com o desejo dos participantes. Também é uma alternativa para ampliarmos o leque de modalidades esportivas, pode ser qualquer uma, desde que haja um time ou um competidor disposto a lançar o desafio e que alguém o aceite”, explica o coordenador do Pepac, Reginaldo Teixeira Rosa.

Todas as modalidades

Podem cadastrar-se no Desafio Pepac clubes associados ao SINDI-CLUBE.

O registro é feito na página do Pepac. As equipes que já participam dos torneios de vôlei e futsal também podem oferecer desafios.

“Uma equipe derrotada em uma partida do torneio que é disputado durante o ano pode propor uma revanche, basta que o time adversário apoie, sem que isso interfira na competição. Para clubes que desenvolvem treinamentos de modalidades pouco praticadas, como rúgbi, por exemplo, o Desafio Pepac também será de valia para encontrar adversários e ampliar o contato e o intercâmbio esportivo entre os clubes”, diz Teixeira Rosa.

Na página do Desafio Pepac estão relacionadas 18 modalidades, para as quais podem ser apresentados convites para jogos: badminton, basquete, beach tênis, bocha, esgrima, futebol de campo, futebol de areia, futebol society, futevôlei, futsal, handebol, polo aquático, rúgbi, tênis, tênis de mesa, vôlei de areia, vôlei de quadra e xadrez. Também podem ser feitos desafios para esportes que não estão nessa lista.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: rúgbi

Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)
Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)

Os Jogos Olímpicos de 2016 marcam o retorno do rúgbi, que não fazia parte da competição desde 1924.

A modalidade ainda é pouca conhecida no Brasil, mas, mesmo assim, a seleção vem alcançando resultados expressivos, como a classificação masculina para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, 2015.

Além disso, os “Tupis”, como são chamados, conquistaram uma vaga no torneio qualificatório de Hong Kong, que dá acesso à série mundial de rúgbi.

A seleção feminina também não fica atrás. Conquistou o título da Taça Bronze, realizada no final do ano passado em Dubai, o que garantiu o 9º lugar no ranking mundial do esporte.

Com a volta da modalidade e a Olimpíada realizada em casa, a CBRu Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera fazer uma “participação respeitosa” e atrair atenção do país.

“Precisamos ter os pés no chão, ao pensar em termos de resultados. Não estamos em condições de brigar por uma medalha no Rio 2016. Ganhar um ou dois jogos já será um grande passo. O Brasil tem uma população de 200 milhões de pessoas, marcada pela diversidade de biótipos. Um bom trabalho pode fazer com que o rúgbi cresça muito no país”, afirma Augustin Danza, presidente da CBRu.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.