35% dos atletas paraolímpicos brasileiros sofreram acidentes

Landgraf: do futebol para a vela adaptada (Foto: CPB)
Landgraf: do futebol para a vela adaptada (Foto: CPB)

Dos 285 atletas brasileiros convocados para a Paraolimpíada do Rio, 101 são vítimas de acidentes, ou seja, mais de 35% do total.

Segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro, 49 são vítimas de casualidades no trânsito (carro, moto ou atropelamento), 12 têm sequelas por arma de fogo, nove ficaram paralisados após acidentes aquáticos (mar ou piscina) e seis por alguma ocorrência no trabalho.

Há também vítimas de quedas, ataques de cachorros ou até mesmo por incidentes em competições esportivas.

Apesar da alta porcentagem, a maior parte dos esportistas paraolímpicos já nasceu com deficiência.

Oitenta e nove deles vieram ao mundo com problemas congênitos que causaram cegueira ou má formação de membros.

A delegação também é composta por 67 atletas que ficaram com sequelas de doenças graves, como a poliomielite, por exemplo, que afetou 13 destes. Outros 28 tiveram paralisia cerebral por causa de complicações no parto.

Entre os acidentados, um dos casos mais conhecidos é o do ex-goleiro do São Paulo Futebol Clube, Bruno Landgraf, que, atualmente, pratica vela adaptada.

Landgraf chegou a vestir a camisa das categorias de base da seleção brasileira de futebol e era considerado uma grande promessa do tricolor paulista.

Em 2006, o jogador bateu o carro e teve um deslocamento na coluna que o deixou tetraplégico. Dez anos após o acidente, Bruno disputará sua segunda Paraolimpíada e buscará a medalha inédita.

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COB pré-seleciona 20 atletas para Tóquio 2020

Alguns dos jovens selecionados para o projeto "Vivência Rio 2016"
Alguns dos jovens selecionados para o projeto “Vivência Rio 2016” (Foto: COB)

Mesmo antes da Olimpíada do Rio acabar, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) já pensa no futuro.

Prova disso é que 20 atletas de 15 esportes, 11 homens e nove mulheres, de 15 a 24 anos, foram selecionados pela entidade para participar do projeto “Vivência Olímpica Rio 2016”, que visa prepará-los para os Jogos de Tóquio, em 2020.

Os possíveis representantes brasileiros, que nunca participaram do torneio, foram inseridos na rotina dos competidores desta edição para adquirir experiência olímpica e entender melhor como funcionam os bastidores da maior competição esportiva mundial.

Esta é a segunda vez que o projeto é executado pelo COB.

Em Londres, 2012, 16 jovens atletas foram convidados para a ação e, destes, oito se classificaram para o Rio 2016 e quatro ganharam medalhas até o momento: Thiago Braz, ouro no atletismo, Martine Grael, ouro na vela, Felipe Wu, prata no tiro esportivo, e Isaquias Queiroz, prata e bronze na canoagem.

Os eleitos deste ano foram: Beatriz Ferreira, boxe; Emily Figueiredo, levantamento de peso; Joílson Brito, luta greco-romana; Maria Paula Heitmann, natação; Marcelo da Silva, tiro com arco; Gabriel Bastos, vela; Andrea Santos, canoagem; Anderson Ezequiel de Souza, ciclismo BMX; Gabriela Cecchini, esgrima; Ângelo Assumpção e Thaís Fidélis, ginástica artística; Nathália Brigida e Rafael Godoy, judô; Felipe Ribeiro, natação; Edival Pontes, taekwondo; Manoel Messias, triatlo; Eduarda Santos Lisboa e Ana Patrícia Silva Ramos, vôlei de praia.

Os atletas escolhidos participaram de uma seletiva com 60 competidores que possuem histórico de resultados nas categorias de base, em alguns casos na categoria adulta, e com potencial de evolução até os Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

As respectivas confederações de cada modalidade selecionada fizeram a triagem que definiu o seleto grupo.

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84% dos atletas olímpicos brasileiros são formados por clubes, aponta estudo da CBC

shutterstock_67832353Um levantamento feito pela Confederação Brasileira de Clubes (CBC) aponta que dos 465 atletas que representam o Brasil na Olimpíada, 390 foram formados e treinam em clubes brasileiros – esse número equivale a 84% do total.

Esse resultado expressivo decorre da estrutura de qualidade oferecida pelas agremiações aos seus associados, que permite o desenvolvimento da prática esportiva.

Ao todo, 135 clubes brasileiros possuem representantes nos Jogos do Rio.

O Esporte Clube Pinheiros, com 62 atletas, o Minas Tênis Clube, com 15, e o Clube de Regatas do Flamengo, com 11, são as agremiações que mais formaram esportistas neste ciclo olímpico.

Outras 62 entidades (confederações, escolas, academias, ONGs e universidades) complementam o trabalho dos clubes de revelar atletas de alto rendimento.

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Cursos gratuitos da Universidade SINDI-CLUBE expõem 33 modalidades olímpicas e recebem elogios

Jornalistas elogiam cursos
Jornalistas elogiam cursos

Nada menos do que 33 modalidades olímpicas foram expostas para jornalistas e estudantes de jornalismo, em seus aspectos táticos e técnicos, nos cursos gratuitos que a Universidade SINDI-CLUBE apresentou de março a julho.

A ação foi feita em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), com apoio de federações e confederações esportivas, que enviaram dirigentes e técnicos para as apresentações.

A recepção por parte dos profissionais de mídia foi muito boa, pelo caráter informativo e esclarecedor das palestras.

As apresentações presenciais, feitas no auditório da Universidade, também tiveram transmissão via internet.

Foram explicados prática, regras, histórico, curiosidades, entre outros aspectos, de 33 esportes olímpicos: badminton, tiro com arco, ginástica artística feminina, remo, hóquei sobre a grama, taekwondo, levantamento de peso, nado sincronizado, saltos ornamentais, polo aquático, natação, maratonas aquáticas, luta greco-romana, luta estilo livre, basquete, atletismo, pentatlo moderno, esgrima, handebol, triatlo, golfe, judô, tênis de mesa, vela, tênis, tiro esportivo, ciclismo bmx, rúgbi, vôlei, vôlei de praia, canoagem slalom, canoagem velocidade e ciclismo de mountain bike.

O presidente do SINDI-CLUBE, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, ressaltou a utilidade dos cursos.

“Foi uma contribuição importante para que os profissionais encarregados de divulgar e ampliar o interesse pelo esporte transmitam com mais propriedade todas as emoções que os Jogos Olímpicos vão proporcionar à população”, disse.

Jornalistas elogiam

O jornalista Reinaldo Leiva Santos enalteceu a iniciativa de promover esportes pouco conhecidos pela imprensa.

“Em um país em que só o futebol tem espaço, ter tamanha informação técnica sobre outras modalidades é extremamente louvável e favorece nosso trabalho. Os conteúdos das apresentações foram ótimos. Estarei nos Jogos Olímpicos do Rio para acompanhar o tênis. Tudo que aprendi aqui, dessa e de muitas outras modalidades, será de grande utilidade. Inclusive, levarei os materiais fornecidos, para ter uma base teórica. Muito além da profissão, levarei todos esses conteúdos para a vida, pois sou um grande amante de esportes”, disse.

Mauricio Sabará Markiewicz acompanhou todas as apresentações feitas.

“A organização dos cursos foi excelente. Os palestrantes foram muito bem escolhidos, eram dinâmicos e didáticos, ao mesmo tempo. Não deixaram dúvidas sobre as modalidades apresentadas. Uma iniciativa como essa deveria ser adotada por muitas outras entidades e instituições, pois valoriza todos os esportes igualmente e diminui essa disparidade que existe na cultura esportiva brasileira. Gostei muito de todos os cursos. Se pudesse dar uma nota geral, seria 10. O SINDI-CLUBE está de parabéns”, afirmou.

Manuais à disposição

Para colocar à disposição os conteúdos expostos, a Universidade SINDI-CLUBE, juntamente com as federações e confederações, elaborou manuais, que podem ser acessados na Biblioteca Virtual do portal do SINDI-CLUBE.

Já estão à disposição compilações das modalidades de badminton, ginástica artística, handebol, hóquei sobre a grama, judô, levantamento peso, luta olímpica, maratonas aquáticas, natação, nado sincronizado, pentatlo moderno, saltos ornamentais, tiro com arco, tiro esportivo e triatlo.

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“O COB trabalha pela transformação do Brasil em uma potência esportiva”

Fotos: Wander Roberto/ COB
Fotos: Wander Roberto/ COB

O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, foi entrevistado pela Revista dos Clubes, antes da abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Dirigente de longa carreira presidiu, também, a Confederação Brasileira de Voleibol, e, como jogador de vôlei, disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio 1964. Nuzman faz um balanço do trabalho no comando da candidatura do Rio, iniciado em 2009, que obteve o direito de montar a primeira Olimpíada na América do Sul. Frente ao feito, o presidente do COB não tem dúvidas em prever que, na abertura dos Jogos, irá sentir uma das maiores emoções da sua trajetória, como atleta e dirigente. Acompanhem.

Qual será a sensação do presidente do COB, quando o Time Brasil entrar no Maracanã para a cerimônia de abertura dos primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul?

Carlos Arthur Nuzman: Certamente, viverei um momento mágico e inesquecível. Será a concretização de um sonho, que acalentei durante longo tempo. Foram muitos anos de trabalho duro e extrema dedicação, que culminaram na realização do maior evento esportivo do mundo, pela primeira vez, no Brasil e na América do Sul. Dificilmente teremos outra oportunidade como essa e devemos celebrar intensamente. Após uma vida inteira dedicada ao esporte, essa será uma das maiores emoções da minha trajetória, como atleta e dirigente.

O COB colocou em prática um minucioso planejamento para os Jogos. Qual o balanço que se pode fazer? Os objetivos foram alcançados?

Nuzman: Estabelecemos um plano estratégico detalhado, em 2009, e tudo correu conforme planejado. Estamos proporcionando aos nossos atletas a melhor preparação de todos os tempos, e o resultado dos últimos três anos demonstram que o esporte brasileiro segue progredindo. Entre 2013 e 2015, o esporte olímpico brasileiro registrou uma evolução significativa, em relação ao mesmo período do ciclo olímpico anterior, com inúmeras conquistas em nível mundial.  Outro ponto positivo é o aumento do número de modalidades que chegaram aos pódios mundiais. Nos últimos três anos, o Brasil aumentou o leque de modalidades medalhistas, alcançando as primeiras colocações em 15 delas, o que vem ao encontro dos objetivos traçados no Planejamento Estratégico do COB, cuja meta é chegar, nos Jogos Olímpicos Rio 2016, entre os dez primeiros países no quadro total de medalhas.

Além de ficar entre os dez maiores medalhistas, o Brasil terá conseguido dar alicerces para que o país se mantenha nessa posição nos Jogos subsequentes? 

Nuzman: Os Jogos Olímpicos Rio 2016 são uma oportunidade única de desenvolvermos o esporte brasileiro e deixarmos uma semente plantada para o futuro. O COB trabalha pela transformação e manutenção do Brasil em uma potência esportiva. Uma boa participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016 é parte fundamental para esse projeto. Esperamos, com os resultados de nossos atletas, inspirar futuras gerações a se iniciarem na prática esportiva. Para o COB, ser uma potência olímpica significa estar entre o Top 10 pelo número total de medalhas e conquistar o pódio em mais de dez modalidades nos Jogos Olímpicos. Alguns países conquistam várias medalhas em apenas uma modalidade, ou seja, eles são potência nessa modalidade específica, mas não no todo. É importante que tenhamos uma abrangência maior de modalidades medalhistas para que as conquistas sejam sustentáveis em longo prazo.

Atrapalhou, de alguma forma, a crise financeira que atingiu o país, no momento bem próximo da reta final para a Olimpíada?

A desvalorização do real encareceu um pouco a reta final da preparação. No entanto, posso garantir que o planejamento traçado em 2009 foi executado em sua plenitude, sem nenhum prejuízo aos nossos atletas.

O COB preocupou-se em monitorar permanentemente os resultados dos principais atletas do país e de seus concorrentes. Esse mapa estratégico e outras sistematizações serão transformados em conhecimento para ser aplicado de forma constante?

Nuzman: Sim. Esse é mais um legado que os Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão. O modelo de gestão, criado para enfrentar o grande desafio de preparar os atletas para competir em casa, gerou processos que seguirão sendo utilizados nos próximos ciclos olímpicos. Todo o conhecimento adquirido pelo COB está sendo replicado para as confederações, clubes e instituições. Por meio do Instituto Olímpico Brasileiro, que é o braço de educação do COB, formamos centenas de novos gestores e aperfeiçoamos dezenas de treinadores, aptos a continuar permanentemente o processo de qualificação do nosso esporte.

Pode-se dizer que, hoje, o atleta brasileiro tem, no mínimo, a mesma condição que o estrangeiro concorrente dele?

Nuzman: Atualmente, o atleta brasileiro de alto rendimento tem as mesmas condições de treinamento das grandes potências esportivas. Esse ciclo foi o melhor da história olímpica, em termos de preparação. A estratégia do COB envolveu diversos investimentos, de forma a atender todos os detalhes da preparação, em diversas áreas como: Ciências do Esporte, intercâmbio de treinamentos e competições, capacitação de gestores e treinadores, apoio às equipes multidisciplinares, compras de equipamentos, gerenciamento do CT Time Brasil, entre outros.

Modalidades pouco tradicionais, como canoagem, handebol, polo aquático e tiro esportivo, desenvolveram-se nesse ciclo olímpico. Essa diversificação vai continuar no país?

Nuzman: O nosso objetivo é aprimorar o planejamento e continuar ampliando o leque de investimentos, para que cada vez mais modalidades possam despontar no cenário mundial.

Nuzman C - Wander Roberto  Acervo COBComo o senhor analisa o alinhamento havido entre os agentes do esporte no país – Ministérios, confederações e patrocinadores – para a realização dos Jogos?

Nuzman: A maior vitória que o Rio 2016 trouxe ao esporte nacional foi o alinhamento de todos os agentes do esporte em um mesmo objetivo. Então, temos, além do Comitê Olímpico do Brasil, os Ministérios do Esporte, da Defesa, da Educação, da Ciência e Tecnologia, confederações, clubes, associações e patrocinadores, trabalhando juntos para o desenvolvimento do esporte olímpico. Além disso, já está em execução um plano 20/24, para o pós-2016, com diversas ações de busca de talentos e incentivo a atletas em formação.

O senhor acredita que esse engajamento dos agentes do esporte teria sido obtido sem que o país fosse sede olímpica? Como manter e transformar esse avanço em legado efetivo e transformador?

Nuzman: Mesmo antes da escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica, o esporte brasileiro já dava clara demonstração de caminhar rumo à plena profissionalização. Os resultados em Jogos Olímpicos e Pan-Americanos nas últimas décadas comprovam essa evolução. Além disso, realizamos os Jogos Sul-Americanos em 2002 e os Jogos Pan-Americanos Rio 2007, trazendo gestão e investimentos ao esporte brasileiro e mostrando à comunidade esportiva internacional a nossa capacidade de organização. Porém, não há dúvidas de que o trabalho feito na candidatura, e a realização dos Jogos Rio 2016, mudam definitivamente o patamar do esporte brasileiro.

Como o COB se prepara para o próximo ciclo olímpico, visando Tóquio 2020?

Nuzman: Estamos trabalhando para tornar e manter o país uma potência olímpica, tanto que já estamos mirando em Tóquio 2020 e nos Jogos Olímpicos de 2024. A base está sendo formada, principalmente no que se refere a recursos humanos. Criamos o Instituto Olímpico Brasileiro, voltado para os três pilares que julgamos fundamentais na formação de recursos humanos: treinadores, gestores e atletas. A Academia Brasileira de Treinadores, chancelada pelo Comitê Olímpico Internacional, pelo Conselho Federal de Educação Física e pelo próprio COB, já está em sua terceira turma de treinadores. O Curso Avançado de Gestão Esportiva, CAGE, voltado para as confederações, clubes, Forças Armadas, etc, formou mais de 200 gestores, em um curso de 13 meses, de alta qualidade. Temos um programa de transição de carreira, do qual já participaram 35 atletas, dentre eles Fabi (vôlei), Emanuel e Adriana Behar (vôlei de praia) e Hugo Hoyama (tênis de mesa), Maurren Maggi (atletismo), para citar alguns nomes. São esportistas que contribuíram com suas excelentes performances para o esporte brasileiro e continuarão ajudando o esporte no Brasil. Também realizamos um projeto chamado Vivência Olímpica, que ajuda jovens atletas a passarem pela experiência olímpica. Em Londres 2012, levamos 16 jovens para ver de perto como é uma edição de Jogos Olímpicos, entre eles nomes hoje consagrados como Isaquias Queiroz, Martine Grael, Rebeca Andrade e Thiago Monteiro. Repetiremos essa experiência nos Jogos Rio 2016, dessa vez de olho em Tóquio 2020, com 20 jovens atletas que ainda serão selecionados em conjunto com as Confederações Brasileiras Olímpicas.

Como o senhor vê a evolução da atuação dos clubes na formação de atletas olímpicos?

Nuzman: Os clubes são peças fundamentais na estrutura esportiva do país e trabalhamos conjuntamente na preparação dos atletas para o Rio 2016. Cada vez mais estreitamos os laços com a Confederação Brasileira de Clubes. Percebemos que os clubes formadores estão se profissionalizando e melhorando suas estruturas e instalações. Isso é de suma importância para o desenvolvimento do nosso sistema esportivo. Temos que continuar trabalhando em um planejamento conjunto para que a base seja cada vez maior, e o alto rendimento possa colher os frutos desse trabalho fantástico que os clubes fazem no Brasil.

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Brasil ganha Grand Prix de vôlei e firma-se como favorito

Seleção feminina: mais um título
Seleção feminina: mais um título

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu, no último domingo (10/7), pela décima-primeira vez, o Grand Prix de vôlei, disputado em Bangcoc, Tailândia.

Essa é principal competição que antecede os Jogos Olímpicos.

Na decisão, a equipe bateu os Estados Unidos, líder do ranking mundial, por 3 sets a 2. Com o resultado, o time do técnico José Roberto Guimarães aumentou a diferença no número de conquistas em relação à seleção americana, segunda colocada, com seis títulos.

No total, o Brasil fez 11 partidas, sendo superado em apenas duas, ambas na fase de classificação do torneio. Na fase final, não sofreu nenhuma derrota.

Outro ponto positivo: três atletas brasileiras entraram na seleção do torneio.

A ponteira Natália foi eleita a melhor jogadora do Grand Prix. A central Thaísa e a oposta Sheilla também estiveram entre as melhores.

Bicampeã olímpica, a seleção feminina, com o título, firmou ainda mais o rótulo de favorita para vencer também os Jogos Rio 2016, que começam no dia 5 de agosto.

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Fabiana Murer bate recorde e lidera ranking mundial

Fabiana: favorita ao pódio (Foto: CBAt)
Fabiana: favorita ao pódio (Foto: CBAt)

Durante o Troféu Brasil, em 3/7, Fabiana Murer bateu o recorde sul-americano de salto com vara ao atingir a marca de 4,87m.

Esse resultado, que foi o melhor de sua carreira, credencia a atleta de 35 anos como uma das favoritas ao pódio olímpico da modalidade.

Ela já havia alcançado 4,85m três vezes – em 2010, 2011 e 2015.

A menos de 30 dias da Olimpíada, Fabiana assume a liderança do ranking mundial de salto com vara, seguida pela grega Ekateríni Stefanídi (4,86m), a cubana Yarisley Silva (4,84m), as norte-americanas Sandi Morris (4,83m) e Jennifer Suhr (4,82m) e a neozelandesa Eliza McCartney (4,80m).

A atleta, que buscará uma medalha inédita nos Jogos Olímpicos, em agosto próximo, ainda disputará duas etapas da Diamond League este mês: Mônaco, no dia 15, e Londres, 23.

Depois, ela retorna ao Brasil para finalizar a preparação para a maior competição esportiva mundial.

Além de Murer, a Confederação Brasileira de Atletismo divulgou outros 65 nomes que formarão a maior delegação da história da modalidade – superando os 47 que foram para Atlanta, em 1996. Ao todo, serão 36 homens e 30 mulheres.

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Felipe Wu conquista o ouro na Copa do Mundo de tiro esportivo

Wu (centro): vitória no circuito mundial (Foto: ISSF/Divulgação)
Wu (centro): vitória no circuito mundial (Foto: ISSF/Divulgação)

O brasileiro Felipe Wu ganhou, no último sábado (25/6), o título da prova de pistola de 10m na etapa de Baku (Azerbaijão) do Circuito Mundial, último grande evento antes da Olimpíada do Rio de Janeiro.

Para vencer a competição, Wu teve de se recuperar nas eliminatórias, quando ficou em sétimo lugar com 580 pontos, a um de não passar para a decisão.

A medalha de prata foi para o indiano Jitu Rai, enquanto o bronze foi conquistado pelo atual campeão olímpico da prova, o coreano  Jing Jong-oh. Julio Almeida, outro brasileiro na competição, terminou em quarto.

Mesmo tendo ficado de fora do evento-teste, disputado no Rio de Janeiro, essa foi a segunda medalha de ouro do brasileiro, no ano.

Em março, Felipe obteve o título na Tailândia, o que fez com que pulasse para a primeira posição do ranking, na época.

Com esse resultado, Felipe Wu  classificou-se para participar da Grande Final ISSF, que será disputada na cidade de Bologna, Itália, no mês de outubro.

A prova da pistola de 10m é logo no primeiro dia dos Jogos, em 6 de agosto.

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Brasil vence Pan-Americano de handebol

Seleção comemora titulo no Pan-Americano (Foto: CBHb)
Seleção comemora titulo no Pan-Americano (Foto: CBHb)

A seleção brasileira sagrou-se campeã do Pan-Americano de Handebol.

A vitória sobre o Chile, por 28 a 24, coroou a excelente campanha da equipe masculina, que encerrou o torneio sem nenhuma derrota.

Apesar de marcar presença nas últimas oito finais, é a terceira vez que o Brasil conquista o Pan. Em 2010, 2012 e 2014, perdeu o ouro para a Argentina.

A seleção verde e amarela ainda enfrentará a Dinamarca, em dois amistosos, antes da Olimpíada. Por ser país-sede, o Brasil pôde escolher sua chave para a primeira fase dos Jogos.

O time masculino integra o grupo B, que ainda conta com Alemanha, Egito, Eslovênia, Polônia e Suécia. Já o grupo A é composto por Argentina, Croácia, Dinamarca, França, Qatar e Tunísia.

Desde que o handebol masculino entrou de vez para a grade olímpica, em 1972, todas as medalhas foram para seleções europeias – a única exceção foi a prata da Coréia, em 1988.

A meta do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) é alcançar o pódio inédito e ser o segundo país de outro continente a bater a hegemonia da Europa.

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Vôlei encerra série de cursos sobre modalidades em junho

Trade fala sobre a gestão adotada pela CBV
Trade fala sobre a gestão adotada pela CBV

Mais uma etapa de cursos sobre modalidades olímpicas, para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo, encerrou-se, nesta quarta-feira (22/6).

O vôlei, um dos esportes nacionais que mais conquistam medalhas em Olimpíadas, fechou com chave de ouro as exposições programadas para o mês de junho.

Ricardo Trade, diretor executivo da Confederação Brasileira de Vôlei, e Roberto Falcão, gerente de comunicação da entidade, foram os palestrantes do dia.

Durante a apresentação eles explicaram a história do vôlei brasileiro, além de mencionar a gestão adotada pela CBV para os Jogos Olímpicos.

Um ponto importante, ressaltado por Falcão, foi como será a relação entre imprensa e confederações/atletas, na época da maior competição esportiva mundial.

O presidente da Federação Paulista de Volleyball, Renato Pera, enalteceu a iniciativa da Universidade Sindi-Clube e da Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) de promover os esportes em um ano olímpico.

“É uma experiência ímpar, onde modalidades menos difundidas tiveram visibilidade. Esperamos ter contribuído grandemente, com as informações e conhecimentos passados para o trabalho dos profissionais da mídia durante a Olimpíada”, conclui.

Tricampeonato

No vôlei, tanto a seleção feminina quanto a masculina tentarão conquistar o tricampeonato olímpico em casa.

Ambas garantiram o ouro em Pequim, 2008, e Londres, 2012.

Na primeira fase, as mulheres enfrentarão Camarões, Argentina, Japão, Coreia do Sul e Rússia.

Já os homens terão pela frente Estados Unidos, Itália, Canadá, França e México.

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