Remo abre a segunda semana de cursos para jornalistas sobre modalidades olímpicas

Lemos: divulgação do esporte
Lemos: divulgação do esporte

A série de cursos para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), continua.

O remo abriu, nesta terça (8/3), a segunda semana de exposições.

Tanto os presentes quanto os que assistiram a transmissão via internet acompanharam um pouco da história do esporte, sua prática, regras e desempenho em competições internacionais como as Olimpíadas.

O diretor técnico da Federação Paulista de Remo, Acácio Roberto Lemos, exalta a iniciativa inédita do Sindi-Clube.

”Temos necessidade não só de divulgar o remo, mas de trocar informações com aqueles que as transmitem para o público. Como treinador, conheço a modalidade e não sei exatamente o que os profissionais da mídia precisam saber para reportar melhor o esporte. Essa interação auxilia nisso”, afirma.

Santos: informações fundamentais
Santos: informações fundamentais

O jornalista Marcos dos Santos, da Rede Record, agradece à entidade pela oportunidade de aperfeiçoar seus conhecimentos.

“É fantástica a ideia de reunir várias pessoas em um lugar e trazer o maior número possível de informações sobre modalidades com pouca visibilidade nos veículos midiáticos. Será fundamental para nós”, ressalta.

Na história das Olimpíadas, o melhor resultado do remo foi em Los Angeles, 1984, com o quarto lugar.

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Conheça as modalidades olímpicas: remo

Fabiana: em busca da medalha olímpica (Foto: Washington Alves/Exemplus/COB)
Fabiana: em busca da medalha olímpica (Foto: Washington Alves/Exemplus/COB)

O remo brasileiro não tem conseguido resultados satisfatórios neste ano.

Para a Olimpíada Rio 2016, o Brasil, por ser sede, tem duas vagas garantidas na modalidade, no single skiff masculino e feminino.

A esperança por outras vagas ficou estremecida após os resultados obtidos nos Jogos Pan-Americanos de Toronto e outras competições importantes.

Em setembro, no Campeonato Mundial de Remo, na França, dos 129 barcos classificados para os Jogos, apenas dois são da América Latina, e ambos de Cuba. Fabiana Beltrame ficou em quarto lugar e saiu sem medalha em sua última participação no Campeonato.

Fabiana é favorita a conseguir medalha Olímpica. Apesar de não quebrar o jejum de ouro do remo no Pan 2015, subiu ao pódio e garantiu a prata, no single skiff peso leve.

Mesmo não sendo sua especialidade, a catarinense deve competir pelo Brasil no single skiff, já que é a única vaga certa.

Em março do ano que vem, haverá o Pré-Olímpico da América Latina no Chile, distribuindo seis vagas no double skiff, metade para o feminino e metade para o masculino. Ainda em 2016, haverá também o Pré-Olímpico de repescagem mundial para outras provas.

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Conheça as modalidades olímpicas: remo

Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)
Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)

A Olimpíada de 2016 é esperança de medalha para o remo brasileiro que, nos últimos 20 anos, não obteve desempenho satisfatório.

A última vez que atletas nacionais ficaram perto de um lugar no pódio foi em Los Angeles, 1984, com o quarto lugar.

A expectativa por resultados melhores no Rio aumentou após a seleção brasileira garantir 10 vagas para o Pan-Americano de Toronto, que começará em julho deste ano.

Na última edição do Pan, em Guadalajara, 2011, o Brasil conquistou uma prata no feminino com Fabiana Beltrame, principal atleta do remo, e uma no masculino com a dupla João Borges e Alex Mestre.

Outro resultado importante foi o alcançado no Campeonato Mundial de Remo da Holanda, ano passado: quarto e quinto lugares nas finais B e D do Four Skiff Peso-Leve e do Double Skiff Peso-Leve masculinos.

O técnico da seleção, Júlio Soares, planeja elevar o nível do remo nacional nos próximos Jogos Olímpicos.

“O remo brasileiro está tanto tempo sem identidade que precisamos criar um modelo no país, como fizeram o vôlei e o handebol. Temos as ferramentas para construir melhores posições, basta acreditar para que isso aconteça”, afirma.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: remo

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O remo adaptado está no Programa Paraolímpico desde os Jogos de Pequim, em 2008.

No Brasil, a prática teve o início nos anos 80, no Rio de Janeiro, quando foi iniciado um programa de reabilitação para pessoas com deficiência física, mental e auditiva, utilizando a modalidade como ferramenta.

Porém, somente em 2005, depois dos dois mundiais, é que a Confederação Brasileira de Remo reativou o departamento de remo adaptável.

O termo “adaptado” quer dizer que o equipamento é modificado para a prática do esporte e não propriamente “adaptado” a cada atleta.

Na modalidade, todas as classes têm provas em percursos de 1.000 metros e os atletas são divididos entre aqueles fazem a propulsão só com os braços, com os braços e tronco e também os que utilizam braços, tronco e pernas.

Em duas edições com a presença do remo nos Jogos Paraolímpicos, o Brasil ganhou uma medalha de bronze no skiff duplo misto, classe TA, com Elton Santana e Josiane Lima.

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