Desafio Pepac amplia competições para associados de clubes

Desafio PepacO Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac) ganhou novo formato para ampliar a oferta de competições com a participação de associados de clubes: o Desafio Pepac.

Nesse novo modelo de disputa, com intermediação do SINDI-CLUBE, a qualquer momento, uma equipe, ou um jogador praticante de modalidade individual, poderá anunciar que aceita disputas, seja qual for a modalidade – badminton, bocha, polo aquático, esgrima ou outras.

Para dar início ao desafio, é preciso lançá-lo na página do Pepac, no portal do SINDI-CLUBE.

A coordenação irá buscar adversário para que o jogo seja acertado e viabilizado, de acordo com a conveniência dos competidores.

Uma vez marcado, a partida será anunciada e, depois de realizada, o resultado será divulgado, com direito a fotos e registro da partida (placar, escalações dos times). Será oferecido um troféu ao vencedor de cada desafio.

“O Pepac, em 18 anos de realização, tornou-se o maior torneio interclubes do país, nas modalidades de vôlei, futsal e handebol, com realização de torneios longos, durante o ano. Vimos a oportunidade de ampliar o Pepac com essa forma de participação: em um único jogo ou em competições mais curtas, de acordo com o desejo dos participantes. Também é uma alternativa para ampliarmos o leque de modalidades esportivas, pode ser qualquer uma, desde que haja um time ou um competidor disposto a lançar o desafio e que alguém o aceite”, explica o coordenador do Pepac, Reginaldo Teixeira Rosa.

Todas as modalidades

Podem cadastrar-se no Desafio Pepac clubes associados ao SINDI-CLUBE.

O registro é feito na página do Pepac. As equipes que já participam dos torneios de vôlei e futsal também podem oferecer desafios.

“Uma equipe derrotada em uma partida do torneio que é disputado durante o ano pode propor uma revanche, basta que o time adversário apoie, sem que isso interfira na competição. Para clubes que desenvolvem treinamentos de modalidades pouco praticadas, como rúgbi, por exemplo, o Desafio Pepac também será de valia para encontrar adversários e ampliar o contato e o intercâmbio esportivo entre os clubes”, diz Teixeira Rosa.

Na página do Desafio Pepac estão relacionadas 18 modalidades, para as quais podem ser apresentados convites para jogos: badminton, basquete, beach tênis, bocha, esgrima, futebol de campo, futebol de areia, futebol society, futevôlei, futsal, handebol, polo aquático, rúgbi, tênis, tênis de mesa, vôlei de areia, vôlei de quadra e xadrez. Também podem ser feitos desafios para esportes que não estão nessa lista.

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Curso explica esportes aquáticos para jornalistas e estudantes de jornalismo

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Ana Paula Oliveira expõe sobre nado sincronizado e saltos ornamentais

Os esportes aquáticos atraíram jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo para o auditório do Sindi-Clube, nesta terça-feira (22/3).

Nado sincronizado, saltos ornamentais e polo aquático deram continuidade à série de cursos sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Os expositores Ana Paula Oliveira, supervisora de nado sincronizado e saltos ornamentais da Federação Aquática Paulista, e Erik Seegerer, ex-atleta e supervisor de polo aquático da Federação Aquática Paulista, explicaram não só a prática e a história dos esportes, mas também curiosidades e episódios marcantes do Brasil em competições.

Ana Paula ressaltou que a quantidade de informações, fornecidas através da iniciativa da Universidade Sindi-Clube, auxiliará na divulgação de modalidades menos mencionadas pela mídia.

“Agora os profissionais da imprensa terão mais propriedade para abordar os esportes aquáticos. É importante, em uma Olimpíada, transmitir e reportar os acontecimentos de forma coesa, com conteúdo, e isso só é possível quando a pessoa sabe o que está acontecendo ali. Por isso, a exposição é fundamental”, afirmou.

Raíssa Fernandes, recém-formada em jornalismo, compareceu ao curso para aperfeiçoar seus conhecimentos.

“Tenho interesse na área esportiva, mas sabia muito pouco de alguns esportes. A oportunidade que o Sindi-Clube deu é maravilhosa e agregará muito, tanto ao currículo quanto à vida. É sempre bom buscarmos novas aprendizagens, principalmente com os Jogos Olímpicos se aproximando”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Time masculino: prata no Pan (Foto: Brasil2016.gov.br)
Time masculino: prata no Pan (Foto: Brasil2016.gov.br)

O polo aquático brasileiro encerrou o Pan-Americano de Toronto, realizado em julho deste ano, no Canadá, com uma prata e um bronze.

A prata foi conquistada pelo time masculino, após a derrota para os Estados Unidos na final, em disputa acirrada, vencida pelos norte-americanos por 11 a 9.

Já a equipe feminina garantiu o bronze ao vencer a seleção de Cuba por 9 a 6. Essa é a quarta medalha de bronze das mulheres do polo aquático em Pan-Americanos. Pouco antes de começar esta competição, o Brasil já mostrava o seu potencial de medalhas em competições internacionais.

Os homens conquistaram um bronze inédito na Liga Mundial da modalidade, realizada em Bergamo, na Itália.

Ambas as equipes têm vaga garantida nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, pelo fato de o Brasil ser país sede.

Com as conquistas recentes e a grande quantidade de jogadores naturalizados para defender as cores verde e amarela, as equipes estão confiantes e treinam intensamente para conquistar medalhas no ano que vem.

Para a equipe masculina, a vaga é ainda mais importante, já que a última vez que disputaram uma Olimpíada foi em 1984.

Para garantir um retorno vitorioso, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) contratou o técnico croata Ratko Rudic, que já foi campeão olímpico.

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Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Perrone: capitão e melhor do mundo (Foto: Satiro Sodre/SSPress)
Perrone: capitão e melhor do mundo (Foto: Satiro Sodre/SSPress)

Há mais de 20 anos o polo aquático masculino do Brasil não participa de olimpíadas.

E, mesmo assim, a equipe tem a possibilidade de conseguir uma medalha no Rio-2016.

Uma mostra dessa expectativa positiva já foi dada na abertura dos Jogos Pan-Americanos do Canadá – a seleção obteve uma vitória sobre os donos da casa, por 11 a 9.

Na última quarta-feira (8/7), a seleção encerrou a campanha na primeira fase em Toronto com a vitória brasileira sobre o México por 22 a 8, que garantiu a primeira colocação do grupo e lugar nas semifinais do Pan.

A renovada equipe brasileira segue a disputa de Toronto com moral elevado.

O Brasil teve grande evolução graças à chegada do técnico croata tetracampeão olímpico Ratko Rudic e de alguns jogadores que já atuaram por outras seleções, mas têm algum parentesco com o Brasil.

É o que acontece com jogadores como o capitão Felipe Perrone, considerado o melhor jogador do mundo, Ives Alonso, Paulo Salemi e Adria Delgado.

O caso mais atípico é do croata Josip Vrlic, que não tem parentesco com o Brasil.

Equipe brasileira visa medalha inédita (Foto: Satiro Sodre/SSPress)
Equipe brasileira visa medalha inédita (Foto: Satiro Sodre/SSPress)

A vinda de jogadores do exterior tem histórias distintas.

Felipe Perrone é carioca, deixou o país para jogar na Europa aos 17 anos e disputou duas Olimpíadas pela Espanha. Foi repatriado no fim de 2013.

Adrian Delgado (nascido no Brasil e cresceu na Espanha), Paulo Salemi (italiano de mãe brasileira) e Ives Alonso (cubano casado com brasileira) tinham por direito a nacionalidade.

Já o croata Josip Vrlic  foi naturalizado.

O último ouro do Brasil no Pan foi em 1963, e a última participação olímpica em 1984.

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Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Polo aquático: classificação garantida para o Pan (Foto: Satiro Sodré/CBDA)
Polo aquático: classificação garantida para o Pan (Foto: Satiro Sodré/CBDA)

A Olimpíada Rio 2016 terá a estreia olímpica da equipe feminina do Brasil de polo aquático.

Por ser país sede, as seleções masculina e feminina do Brasil já têm vagas confirmadas.

No Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos, realizado em Mar del Plata, na Argentina, o Brasil garantiu sua posição de grande potência sul-americana nos esportes aquáticos e conquistou o título de campeão em todas as competições.

Ao todo o Brasil obteve 57 medalhas, sendo 28 de ouro, 18 de prata e 11 de bronze.

Marina Zablith e Felipe Perrone ganharam o Prêmio Señor de Sipan oferecido para os melhores atletas.

As equipes brasileiras do polo aquático classificaram-se para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá, com as medalhas de ouro conquistadas nas categorias masculino e feminino.

O presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes Filho, vê nessas conquistas fatores que permitem acreditar em boa campanha brasileira em 2016:

“Os resultados deste sul-americano superaram as nossas expectativas. Nosso projeto conta com mais um ano e meio de treinamento para alcançar o maior objetivo, que é representar muito bem o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016. As medalhas conquistadas vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução”, afirmou.

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