Clubes de leitura de março se encerram nesta semana

“A Estepe”, de Anton Tchekhov, noClub Athletico Paulistano (Foto: Companhia das letras)
“A Metamorfose”, de Franz Kafka, na AABB-SP (Foto: Companhia das letras)

O Clube de Leitura segue movimentando os clubes que divulgam literatura aos associados.

No fim deste mês, serão três encontros.

No Club Athletico Paulistano, em 30/3, o livro “A Estepe”, de Anton Tchekhov, será discutido às 19h30, com mediação de Carlos Eduardo Cornacchione.

Em 31/3, mais duas reuniões.

“A hora da estrela”, obra de Clarice Lispector, terá discussão coordenada por Luciana Gerbovic, às 16h.

A Associação Atlética Banco do Brasil (AABB-SP), encerra a programação do Clube de leitura deste mês.

Às 18h30, o livro “A metamorfose”, de Franz Kafka, terá debate mediado por Ana Maria Peres.

O Blog do Sindi-Clube divulga semanalmente a programação dos Clubes de Leitura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Poesia vencedora do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes entorta palavras, sem perder o lirismo

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Foto: br.pinterest.compin362117626264239983

O Blog do SINDI-CLUBE divulga o texto da poesia vencedora do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes, que também recebeu trabalhos de crônica e conto de associados de clubes.

O concurso é uma das ações do convênio entre o SINDI-CLUBE e a FENACLUBES (Federação Nacional dos Clubes).

O júri que examinou os trabalhos foi composto por Anna Maria Martins e Mafra Carbonieri, da Academia Paulista de Letras (APL), e Joaquim Maria Botelho, da União Brasileira de Escritores.

A poesia vencedora é “Peoma troto”, de Luciano Martins Costa, associado do Club Athletico Paulistano.

Em seu parecer, a comissão julgadora da observou:

“O primeiro lugar é de Luciano Martins Costa. Ele entortou o poema até no título. O que deveria ser um ‘Poema torto’, virou ‘Peoma troto’, sem esconder o lirismo inteligente e o envolvimento com o leitor: ‘Agora resta apenas a palavra/ esse artifício/ que nos faz humanos…”

Peoma troto

 Luciano Martins Costa

Agora resta apenas a palavra

– esse artifício

que nos faz humanos.

Então, como quem lavra

a terra ressecada,

busco um sentido

para aqueles planos.

Mas a palavra, essa ilusória

forma de não se dizer,

aogra se amoitna.

Etnão do nada cira ourta históira

emablhara lertas,

e mal dimissulada

a vdia se afomina

Pios sem vcoê o furuto

é o prepicício

de ancsetrais acranos.

Em voã me arrago ao seugro

da escirta ridmata

como um andítoto

de ourtos desneagnos.

E nesess pnesamnetos vaogs

da mnete otbusa

borta o peoma troto.

A iulsão me amina e aafgo

– inulitmente –

a chnace de qeu o amor

noã estjea mroto.

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Vencedores do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes

Foto: shutterstock
Foto: shutterstock

Saiu o resultado do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes que recebeu a inscrição de 220 textos de poesia, crônica e conto de associados de clubes de todo o país.

Antes restrito a São Paulo, o concurso é uma das ações do convênio entre o SINDI-CLUBE e a FENACLUBES (Federação Nacional dos Clubes).

Neste ano, a participação cresceu 78%, em relação ao verificado em 2015 (veja os vencedores abaixo).

O júri que examinou os trabalhos foi composto por Anna Maria Martins e Mafra Carbonieri, da Academia Paulista de Letras (APL), e Joaquim Maria Botelho , da União Brasileira de Escritores.

Em seu parecer, a comissão julgadora observou que os concorrentes revelaram “sensibilidade, bom nível de observação e criação, cultura, faculdade crítica e senso estético”.

Os melhores colocados de cada gênero – poesia, crônica e conto – receberão prêmios de R$ 1.200, R$ 600 e R$ 300. A data da premiação será confirmada proximamente.

Houve presença destacada dos escritores do Club Athletico Paulistano, que conseguiram os três primeiros lugares dos gêneros em disputa, além de obter dois segundos lugares e, ainda, duas menções honrosas.

Nesta primeira edição nacional do Prêmio, representantes da Bahia e de Minas Gerais classificaram-se entre os melhores (veja quadro).

“Foi gratificante ver como os clubes se interessaram pelo concurso e produziram conteúdo de alta qualidade. A opinião é de quem realmente entende do assunto, a Academia Paulista de Letras. O que nos surpreendeu muito foi a boa participação de clubes filiados à FENACLUBES, possível graças à parceria com o SINDI-CLUBE, que estendeu essa oportunidade aos clubes de todo o Brasil. Quem ganha é a cultura, pois, dessa forma, muitos talentos são revelados”, afirma o presidente da FENACLUBES, Arialdo Boscolo.

O presidente do SINDI-CLUBE, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, destacou o alcance do Prêmio.

“O concurso ganhou dimensão nacional, ampliou a sua representatividade, por meio do convênio com a FENACLUBES. A participação de escritores associados de outros estados aumentou também a importância cultural desse prêmio. Vamos ampliar isso ainda mais nas próximas edições”, afirmou.

Trechos das obras vencedoras

Os três vencedores em poesia, crônica e conto são associados do Club Athletico Paulistano. A comissão julgadora da APL escolheu “Peoma troto”, de Luciano Martins Costa, como a poesia vencedora e destacou a inventividade do autor: “Ele entortou o poema até no título. O que deveria ser um Poema torto, virou Peoma troto, sem esconder o lirismo inteligente e o envolvimento com o leitor.

Trecho: “Agora resta apenas a palavra/ esse artifício/ que nos faz humanos. / Então, como quem lavra / a terra ressecada, / busco um sentido / para aqueles planos”.

Helena de Queiroz Telles Arrobas Martins, usou o tema político e ficou com o primeiro lugar em crônica, com “A engrenagem”. O júri ressaltou: “O estilo é contido, sóbrio e não se perde na adjetivação inoperante. E, sem dúvida nenhuma, convoca a nossa indignação ante as engrenagens do poder paralelo”.

Trecho: “A engrenagem girou, até que chegou a minha vez. Entre quatro paredes e claro como a luz do sol, o intermediário começou por elogiar o meu estagnado projeto. E logo revelou a que tinha vindo”.

Danielle Martins Cardoso foi a vencedora na categoria conto, com “Tempo de Viração”. A comissão julgadora fez elogios ao seu estilo: “Ela caracteriza com segurança as personagens e relaciona os impulsos psicológicos com veracidade e rigor. É uma escritora, de quem se espera – para a literatura – uma contribuição sólida e pessoal”.

Trecho: “Ainda em jejum, pensa em descascar o aipim colhido de véspera. Cresceu vendo o pai cozinhar a raiz, nela misturar farinha, ovo e cheiro verde, entornar óleo na frigideira e despejar na fritura gordas colheres. Depois, dividir as porções com o filho, galinhas e cães”.

Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes

Poesia, crônica e conto

Vencedores:

Poesia

1º lugar: Luciano Martins Costa (Club Athletico Paulistano), com “Peoma troto”.
2º lugar: Vicente Rággio (Club Athletico Paulistano), com “O criador e a criatura”.
3º lugar: Magnos Castanheira (Clube Esperia), com “Paisagens”.

Menções honrosas: Wilson Victor Lourenço (AABB), “Alazão do tempo”; e Beatriz Magalhães dos Santos Antunes (Associação Esportiva Mocoquense),  “A culpa não é da vítima”.

Crônica

1º lugar: Heloísa de Queiroz Telles Arrobas Martins (Club Athletico Paulistano), com “A engrenagem”.

2º lugar:  Silvia Regina Angerami (Anhembi Tênis Clube), com “Chove”

3º lugar: Maria do Socorro Alagia Vaz Leandro (Yacht Clube da Bahia), com “Sobre a coragem de mudar”.

Menções honrosas: Guilherme Hernandez Filho (Club Athletico Paulistano), “O vinho e eu”; e Celene de Fátima Oliveira (Associação Esportiva Mocoquense), “O busão e seu convite à intolerância humana”.

Conto

1º lugar: Danielle Martins Cardoso (Club Athletico Paulistano), com “Tempo de viração”.

2º lugar:  Giselda Penteado Di Guglielmo (Club Athletico Paulistano), com “Joaquim Maria”.

3º lugar:  Alice Silva de Castilho (Mackenzie Esporte Clube, de Belo Horizonte), com “O meu mal de Parkinson”.

Menções honrosas: Edileuza Bezerra de Lima Longo (Clube Paineiras do Morumby), Mentiras ao tempo; e Agda Del Cioppo (Club Athletico Paulistano), “Crack”.

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Paulistano vence Pinheiros no vôlei menores do Pepac

14068182_835192199950724_7668037632558379816_nO Club Athletico Paulistano venceu, fora de casa, na última sexta-feira (26/8), o Esporte Clube Pinheiros por três sets a zero.

As fotos do jogo estão disponíveis na página do SINDI-CLUBE no Facebook.

O confronto, válido pela categoria infanto-juvenil do vôlei menores do Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes), é um dos mais tradicionais entre clubes paulistas.

Denise Diniz, técnica do Paulistano, comenta o peso histórico da partida e exalta o resultado de sua equipe.

Diniz: ótimo campeonato
Diniz: ótimo campeonato

“São dois times que já se enfrentaram diversas vezes ao longo dos anos e que sempre querem ganhar uma da outra. Isso é uma motivação a mais e torna a disputa mais interessante, tanto para quem joga quanto para quem assiste. Vencer um clássico é sensacional e aumenta a confiança das meninas”, comenta Denise.

A técnica ainda elogia o torneio.

“O Pepac é a melhor coisa que já inventaram. A organização, a quantidade de equipes, o nível técnico… Tudo é muito bom e faz com que queiramos continuar jogando. Já disputamos muitos outros campeonatos, mas as atletas não tinham tanta paixão quanto têm por esse”, afirma.

Van Der Meer: benefícios para as atletas
Van Der Meer: benefícios para as atletas

Já Diogo Van Der Meer, treinador do Pinheiros, ressalta os benefícios do torneio para as jovens.

“É importante para a vida, tanto pessoal como de atleta, pois dá estabilidade, confiança, maturidade, faz sentir a pressão do jogo, entre muitas outras coisas que só um campeonato como este proporciona”, destaca.

Van Der Meer também avaliou o desempenho de seu time durante o jogo.

“Tivemos o mesmo volume de jogo do Paulistano, tanto que os sets foram bem parelhos, mas faltou um pouco mais de cabeça e concentração às meninas. Fica o aprendizado”, conclui.

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Beach tennis, um esporte para todos, empolga associados de clubes

shutterstock_239097094 blCom expansão crescente, depois de invadir as praias de todo o mundo com enorme sucesso, o beach tennis também empolga nos clubes de São Paulo, que vêm dedicando mais espaços aos praticantes dessa nova opção de lazer. Clube Esperia, São Paulo Futebol Clube, Club Athletico Paulistano e Clube Paineiras do Morumby são algumas das agremiações que têm o novo esporte.

Surgida na Itália na década de 1980, a modalidade, que mistura regras de tênis de quadra com a habilidade do vôlei de praia, chegou ao Brasil pelo Rio de Janeiro.

Fábio Nutini, associado do Esperia que conheceu a prática nas praias cariocas e foi um dos primeiros a introduzi-la em São Paulo, aponta o principal apelo do beach tennis para os associados de clubes.

“É um esporte democrático. Com um mínimo de habilidade, consegue-se rapidamente jogar bem, mesmo quem nunca praticou nada. Temos aqui no clube atletas sem histórico no esporte e que já disputam até torneios de beach tennis”, explica Nutini.

Interesse crescente

Fábio Gonçalves, também associado do Esperia e diretor de beach tennis da Federação Paulista de Tênis, diz que a entidade constata o crescimento no número de adeptos.

Gonçalves: beach tennis envolve a família
Gonçalves: beach tennis envolve a família

“Em menos de um ano, temos cerca de mil praticantes cadastrados e, em média, dois campeonatos por mês, que valem pontos para o nosso ranking. A razão do sucesso do beach tennis, além de ser fácil de praticar, é por também envolver a família. Jogam marido, mulher e filhos e essa aproximação desperta mais interesse. Começamos no Esperia dividindo horário com outras modalidades. Agora, temos duas quadras próprias”, afirma.

Os fundamentos do beach tennis são mais fáceis e não dependem de técnica apurada, como no tênis.

Com isso, não há tanta diferença de níveis entre os competidores. Além disso, os jogos são rápidos, ninguém espera muito para jogar.

Carlos Alberto Vasques Pizzotti, diretor de beach tennis do São Paulo Futebol Clube, conta que os associados impulsionaram a criação de quadras.

“Aderimos ao beach tennis há um ano e meio. Hoje, o São Paulo tem oito quadras exclusivas e aulas duas vezes por semana com Thales Santos, atleta top 10 do mundo, na modalidade. Vemos que a família encontrou uma forma de aproximação. Não há restrição de idade para se jogar. Recentemente, tivemos o primeiro torneio infanto-juvenil de beach tennis”, afirma.

Crianças também praticam beach tennis
Crianças também praticam beach tennis

O Clube Paineiras do Morumby também oferece aulas de beach tennis aos associados.

“A procura tem sido alta, depois que adaptamos uma quadra para a implantação do beach tennis. Para atender ao interesse, a ideia é incluir mais um dia da semana nas aulas”, diz Marcos Mirabelli, coordenador de esportes e lazer do Paineiras.

“Quando fizemos a reforma de quadras de areia, adequamos à prática, pois sempre procuramos aproveitar novidades para oferecer aos associados. O beach tennis faz sucesso porque é um esporte recreativo. Recentemente, participamos de um torneio, em Santos”, afirma Charles Eide Júnior, gerente de esportes do Club Athetico Paulistano.

Raquete e bolinha

IMG_1496 blogDepois do saque, o objetivo do beach tennis é devolver ao adversário a bola recebida, sem que ela toque no chão.

O piso de areia para os jogos de simples precisam ter 16 metros de comprimento por 5 metros de largura. Para duplas, 16 por 8.

A altura da  rede que divide a quadra deve ter 1,70 metro de altura.

Na bolinha, a pressão é 50% da utilizada no tênis, para diminuir a velocidade do jogo.

A raquete tem, no máximo, 55 centímetros de comprimento, por 30 centímetros de largura.

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Veja fotos da premiação do Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura

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Os associados de clubes vencedores da quinta edição do Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura receberam suas premiações em 23 de novembro, em evento realizado no Club Athelico Paulistano.

As fotos já estão disponíveis na página do Sindi-Clube no Facebook.

Os textos de poesia, crônica e conto foram analisados pelo júri formado por integrantes da Academia Paulista de Letras (APL), que escolheu os melhores trabalhos – três de cada gênero literário e quatro menções honrosas.

O Paulistano destacou-se, conquistando sete dos 13 prêmios atribuídos.

O concurso recebeu 123 contribuições de 29 clubes localizados em 13 cidades paulistas.

“Essa participação representa um crescimento de 66% no número de inscrições e recorde absoluto em relação aos anos anteriores. Temos certeza de que, em 2016, continuaremos a ampliar espaços como este do Prêmio Literário, que revela e divulga talentos da arte de escrever, estimula a cultura e aproxima as pessoas”, afirmou o presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, ao discursar no evento.

Associados de clubes vencedores

Poesia

Primeiro lugar: Lisa Kahuna  (Club Athletico Paulistano), com “On”.

Segundo lugar: Vicente Rággio (Club Athletico Paulistano), com “Diário de uma menina boliviana”.

Terceiro lugar: Caroline Isadora Martins (Associação Esportiva Mocoquense), com “Não chores”.

Menção honrosa: Maria Antonieta de Souza (Club Athletico Paulistano), com “Panteão dos versos”.

Crônica

Primeiro lugar: Durval Nicolau Tabach (Esporte Clube Sírio), com “Manifestação de policiais”.

Segundo lugar: Marcelo Francisco Pimentel (Círculo Militar de São Paulo), com “Hoje vi um amigo”.

Terceiro lugar: Diovana Teresa Testa (Associação Esportiva Mocoquense), com “O desenho das nuvens”.

Menção honrosa: Virgílio Franceschi Neto (Clube Caiçara de Jaú), com “Os rumos e a bola”.

Conto

Primeiro lugar: Cláudio Fernando Mahler (Club Athletico Paulistano), com “Garrafas ao mar”.

Segundo lugar: Maria Lúcia Passos (Club Athletico Paulistano), com “A mulher e o visitante”.

Terceiro lugar: Heloisa Silveira Barros (Club Athletico Paulistano), com “Por extenso”.

Menções honrosas: Maria Helena Vieira (Club Athletico Paulistano), com “O Unicórnio”, e Hans Freudenthal (Club Athletico Paulistano), com “Cheiro de enxofre”.

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Clubes de leitura têm reunião na próxima semana

(foto: Shutterstock)

Mais sete reuniões de grupos de associados de clubes que se interessam por literatura serão realizadas na próxima semana.

Na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, o livro escolhido para discussão é “A maçã envenenada”, de Michel Laub, em encontro marcado para 15/8, às 16h.

Também em 15/8, o Esporte Clube Pinheiros irá analisar “A festa da insignificância”, de Milan Kundera, em dois horários, grupo 1 às 10h e grupo 2 às 14h.

O Clube Paineiras do Morumby reúne os leitores para a discussão de “A arte de ouvir o coração”, de Jan Philipp Sendker, às 15h do dia 19/8.

Em 20/8, serão realizados três encontros de clubes de leitura.

O Círculo Militar de São Paulo analisará o “Coronel Chabert”, de Honoré de Balzac, às 19h30.

“Antologia lírica”, de Paulo Bonfim, será comentado no Clube de Leitura do Clube Jundiaiense, às 20h.

E, no Club Athletico Paulistano, o livro escolhido para análise é “Bonecas russas”, de Eliana Cardoso, às 20h.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Clubes de Leitura têm três reuniões na primeira semana de agosto

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Três clubes de leitura realizarão encontros na primeira semana de agosto.

O início das reuniões de grupos de associados está marcado para o dia 3/8, no Anhembi Tênis Clube.

Os leitores discutirão o livro “Funny Girl”, de Nick Hornby, às 20h.

No Primeiro de Maio Futebol Clube, serão analisados “Sejamos todos feministas” e “Meio sol amarelo”, ambos de Chimamanda Ngozi Adichie, em 6/8, às 19h30.

Já em 7/8, às 19h30, o Alphaville Tênis Clube discute “O fio das missangas”, de Mia Couto.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

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