Alphaville Tênis Clube recebe o Circuito de Corais

CORALO Circuito SINDI-CLUBE de Corais segue pelos clubes paulistas e, no próximo domingo (28/8), ás 11h30, a apresentação será no Alphaville Tênis Clube.

O repertório é diverso, para agradar todos os gostos: MPB, pop internacional, clássicos, entre outros.

Além do anfitrião, subirão ao palco os corais do Centro Cultural de Campo Limpo Paulista, Clube Alto dos Pinheiros e Clube Paineiras do Morumby.

A entrada é franca e o programa é ótimo para quem deseja começar o domingo com música de qualidade e muita cultura.

O Alphaville Tênis Clube está localizado na Alameda Mamoré, nº 10, Alphaville, Barueri

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Penha vence Paineiras, no vôlei máster do Pepac

14051808_830756343727643_3711564762851417291_nOs jogos da fase classificatória do Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes), que segue até outubro, continuam.

No último sábado, 20/8, as duas melhores equipes da categoria E, chave 2, do vôlei máster se enfrentaram e o Clube Esportivo da Penha venceu o Clube Paineiras do Morumby, em casa, por três sets a zero.

As fotos da partida estão disponíveis na página do SINDI-CLUBE no Facebook.

Gianoni: benefícios para a saúde
Gianoni: benefícios para a saúde

Mesmo triste com a derrota do Paineiras, a atleta Maria Ângela Gianoni ressalta que o torneio traz muitos benefícios para a vida das jogadoras que participam dele.

“Além de aprimorar o condicionamento e o preparo físico, disputar o Pepac também melhora a saúde mental, pois temos motivações novas a cada partida e em cada fase do campeonato. A rotina de treinos, dedicação e convivência com as parceiras de equipe são muito bacanas”, conta Maria Ângela.

Mordenti: diversão e novas amizades
Mordenti: diversão e novas amizades

Já Maria Emília Mordenti, do Penha, conta que, em seu primeiro ano de participação, as impressões sobre o Pepac são as melhores.

“É tudo muito bem organizado e as equipes são niveladas. Isso nos estimula a melhorar a cada dia. Competir nesse torneio é uma delícia, os jogos são muito legais, conhecemos outros clubes e criamos novas amizades, que é a parte mais divertida”, afirma a atleta.

Carro-chefe do Pepac

O voleibol máster tem o maior número de participantes do Pepac.

São 1.437 atletas, de 109 equipes vindas de 34 clubes.

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Nado sincronizado do Japão retornará ao Paineiras, antes dos Jogos

Treino da seleção japonesa na piscina do Paineiras
Treino da seleção japonesa na piscina do Paineiras

As atletas do nado sincronizado do Japão retornam às piscinas do Clube Paineiras do Morumby no início de agosto, dias antes de iniciarem a disputa dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro.

Na primeira passagem, de 20 a 27 de fevereiro, as nadadoras se deram bem. Depois dos treinamentos realizados no Paineiras, as japonesas obtiveram a classificação no torneio pré-olímpico.

Dell’Aquila
Dell’Aquila

Entrevistado pela Revista dos Clubes, o presidente do Paineiras, Daniel Fausto Dell’Aquila, ressalta a disciplina e a dinâmica dos treinamentos das visitantes, que foram observadas de perto pelo corpo técnico do clube e também pelos associados que puderam conviver com as atletas olímpicas. Acompanhe a entrevista:

Como foram os treinamentos que a seleção de nado sincronizado do Japão fez na piscina olímpica do Paineiras, antes da disputa do torneio pré-olímpico, em março?

Daniel Fausto Dell’Aquila: Foram muito proveitosos, a dinâmica criada com a participação de nosso corpo técnico e nossas atletas gerou uma motivação diferente que pôde ser sentida pelas manifestações de toda a equipe japonesa. Foram vários elogios pelo acolhimento. Eu, como atleta de judô, tive várias participações internacionais e sei que o rendimento aumenta muito quando se tem um ambiente favorável. Principalmente quando se está fora do país. Prova disso foi a classificação da seleção japonesa para a Olimpíada e o interesse em retornarem antes dos Jogos, em agosto, para novos treinamentos, nas mesmas condições.

Qual a impressão que as japonesas causaram nos técnicos do Paineiras, o que pôde ser observado?

Daniel Fausto Dell’Aquila: Nossas técnicas e atletas ficaram impressionadas com a disciplina e o foco nos treinamentos. Foram observadas novas formas e dinâmicas de preparação. Deverão aplicá-las na proporção que couberem, afinal, esse era nosso maior objetivo nessa parceria. O mais interessante, porém, foi a participação dos associados que assistiram aos treinamentos, em busca de fotos e autógrafos. Muitos, inclusive, falavam japonês, o que ajudou muito na geração do clima agradável.

O Paineiras tem uma equipe de alto nível em nado sincronizado, que representará o Brasil nos Jogos do Rio. O que esse contato poderá trazer de benefícios para o desenvolvimento desse esporte no clube e para as atletas que estarão na Olimpíada? (FALTOU COLOCAR BOLD)

Daniel Fausto Dell’Aquila: Todo intercâmbio é bom para melhora de desempenho. Como já disse antes, esse era o nosso maior interesse, ao trazermos a seleção japonesa. Teremos duas atletas na próxima olimpíada, Sabrine Lowy e Lara Teixeira. Certamente, todo esse nosso envolvimento com o nado sincronizado motiva e gera novas expectativas, além do benefício direto que é o ganho técnico com a observação de centros mais avançados .

Quantas pessoas da delegação japonesa voltarão a usar a estrutura do Paineiras, entre atletas, técnicos e preparadores físicos, e em qual período?

Daniel Fausto Dell’Aquila: Estamos agora acertando detalhes para o retorno da seleção japonesa em agosto, entre os dias 6 e10. Elas virão para abertura dos Jogos, em 5 de agosto, e depois ficam no clube até a véspera das competições do nado sincronizado. A delegação deverá ser composta por aproximadamente 15 pessoas.

O clube receberá do comitê olímpico japonês uma compensação financeira pelo uso das instalações. Qual será a destinação dessa receita extra obtida para a cessão das instalações?

Daniel Fausto Dell’Aquila: Obviamente, há uma compensação financeira, mas isso não tem importância, perto dos benefícios técnicos que teremos para nossas equipes e corpo profissional. Todos os recursos extras obtidos serão destinados para o esporte do clube.

O que os associados do Paineiras ganharão com o contato feito com as atletas olímpicos?

Daniel Fausto Dell’Aquila: Além de conviver com os atletas olímpicos, é sempre prazeroso assistir a atividades com esportistas de alto desempenho. O contato direto com uma cultura tão tradicional também é muito positivo. Acreditamos que a mídia espontânea gerada por esse intercâmbio agrega valor à marca do clube e beneficia diretamente o associado.

Como o senhor vê os clubes no contexto dos esportes olímpicos?

Daniel Fausto Dell’Aquila: Está claro que os clubes do Brasil são os grandes responsáveis pela formação e existência das equipes olímpicas. Mesmo que não invistam diretamente no alto rendimento, levam a cultura através de suas escolas de esportes e atividades recreativas e de lazer. Essas entidades são muito importantes para nossa sociedade ao disseminar todos os benefícios de bem-estar, gerados pela pratica de atividade física.

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Beach tennis, um esporte para todos, empolga associados de clubes

shutterstock_239097094 blCom expansão crescente, depois de invadir as praias de todo o mundo com enorme sucesso, o beach tennis também empolga nos clubes de São Paulo, que vêm dedicando mais espaços aos praticantes dessa nova opção de lazer. Clube Esperia, São Paulo Futebol Clube, Club Athletico Paulistano e Clube Paineiras do Morumby são algumas das agremiações que têm o novo esporte.

Surgida na Itália na década de 1980, a modalidade, que mistura regras de tênis de quadra com a habilidade do vôlei de praia, chegou ao Brasil pelo Rio de Janeiro.

Fábio Nutini, associado do Esperia que conheceu a prática nas praias cariocas e foi um dos primeiros a introduzi-la em São Paulo, aponta o principal apelo do beach tennis para os associados de clubes.

“É um esporte democrático. Com um mínimo de habilidade, consegue-se rapidamente jogar bem, mesmo quem nunca praticou nada. Temos aqui no clube atletas sem histórico no esporte e que já disputam até torneios de beach tennis”, explica Nutini.

Interesse crescente

Fábio Gonçalves, também associado do Esperia e diretor de beach tennis da Federação Paulista de Tênis, diz que a entidade constata o crescimento no número de adeptos.

Gonçalves: beach tennis envolve a família
Gonçalves: beach tennis envolve a família

“Em menos de um ano, temos cerca de mil praticantes cadastrados e, em média, dois campeonatos por mês, que valem pontos para o nosso ranking. A razão do sucesso do beach tennis, além de ser fácil de praticar, é por também envolver a família. Jogam marido, mulher e filhos e essa aproximação desperta mais interesse. Começamos no Esperia dividindo horário com outras modalidades. Agora, temos duas quadras próprias”, afirma.

Os fundamentos do beach tennis são mais fáceis e não dependem de técnica apurada, como no tênis.

Com isso, não há tanta diferença de níveis entre os competidores. Além disso, os jogos são rápidos, ninguém espera muito para jogar.

Carlos Alberto Vasques Pizzotti, diretor de beach tennis do São Paulo Futebol Clube, conta que os associados impulsionaram a criação de quadras.

“Aderimos ao beach tennis há um ano e meio. Hoje, o São Paulo tem oito quadras exclusivas e aulas duas vezes por semana com Thales Santos, atleta top 10 do mundo, na modalidade. Vemos que a família encontrou uma forma de aproximação. Não há restrição de idade para se jogar. Recentemente, tivemos o primeiro torneio infanto-juvenil de beach tennis”, afirma.

Crianças também praticam beach tennis
Crianças também praticam beach tennis

O Clube Paineiras do Morumby também oferece aulas de beach tennis aos associados.

“A procura tem sido alta, depois que adaptamos uma quadra para a implantação do beach tennis. Para atender ao interesse, a ideia é incluir mais um dia da semana nas aulas”, diz Marcos Mirabelli, coordenador de esportes e lazer do Paineiras.

“Quando fizemos a reforma de quadras de areia, adequamos à prática, pois sempre procuramos aproveitar novidades para oferecer aos associados. O beach tennis faz sucesso porque é um esporte recreativo. Recentemente, participamos de um torneio, em Santos”, afirma Charles Eide Júnior, gerente de esportes do Club Athetico Paulistano.

Raquete e bolinha

IMG_1496 blogDepois do saque, o objetivo do beach tennis é devolver ao adversário a bola recebida, sem que ela toque no chão.

O piso de areia para os jogos de simples precisam ter 16 metros de comprimento por 5 metros de largura. Para duplas, 16 por 8.

A altura da  rede que divide a quadra deve ter 1,70 metro de altura.

Na bolinha, a pressão é 50% da utilizada no tênis, para diminuir a velocidade do jogo.

A raquete tem, no máximo, 55 centímetros de comprimento, por 30 centímetros de largura.

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Clubes de leitura têm reuniões para a próxima semana

ilustração livroSete reuniões de grupos de associados que participam dos Clubes de Leitura estão programadas para a próxima semana.

Na quarta-feira, 18/11, no segundo aniversário do Clube de Leitura do Anhembi Tênis Clube, serão discutidos os livros “A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves” e “Não há nada lá”, de Joca Reiners, às 20h, com a presença do autor.

No mesmo dia, às 15h, o grupo 2 do Clube Paineiras do Morumby irá debater a obra “Tudo o que tenho levo comigo”, de Herta Müller.

Na quinta-feira, 19/11, três reuniões.

O Clube de Leitura do Círculo Militar de São Paulo fará análise do livro “Flores Artificiais”, de Luiz Ruffato, às 19h30.

No Clube Alto dos Pinheiros o livro em pauta será “A caixa preta”, de Amós Oz, às 15h.

E às 20h, a obra “Pauliceia dilacerada”, de Mário Chamie será discutida no Clube Jundiaiense.

O Clube de Leitura do Esporte Clube Pinheiros terá dois encontros no sábado, 21/11, para analisar o livro “O palácio de inverno”, de John Boyne.

O grupo 1 será às 10h, e o grupo 2, às 14h.

Os Clubes de Leitura são uma iniciativa feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Clubes de Leitura têm cinco reuniões

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Grupos de associados que participam dos Clubes de Leitura têm novas reuniões programadas.

A primeira será realizada em 27/8, com encontro no Clube Paineiras do Morumby. Os leitores abordarão o livro “Palácio de inverno”, de John Boyne, às 16h.

O Clube Atlético São Paulo (SPAC) terá reunião do Clube de Leitura com a discussão da obra “Como Proust pode mudar a sua vida”, de Alain de Botton, às 16h do dia 28/8.

Em 29/8, às 16h, na Associação Brasileira A Hebraica, haverá o debate do livro “Morte em Veneza”, de Thomas Mann.

Também em 29/8, no São Paulo Futebol Clube, o assunto será o livro “De verdade”, de Sándor Márai, às 15h.

Por último, o grupo de leitura do Anhembi Tênis Clube analisará o livro “Três vezes ao amanhecer”, de Alessandro Baricco, no dia 31/8, às 20h.

Existem 16 Clubes de Leitura em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

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Clubes de leitura têm reunião na próxima semana

(foto: Shutterstock)

Mais sete reuniões de grupos de associados de clubes que se interessam por literatura serão realizadas na próxima semana.

Na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, o livro escolhido para discussão é “A maçã envenenada”, de Michel Laub, em encontro marcado para 15/8, às 16h.

Também em 15/8, o Esporte Clube Pinheiros irá analisar “A festa da insignificância”, de Milan Kundera, em dois horários, grupo 1 às 10h e grupo 2 às 14h.

O Clube Paineiras do Morumby reúne os leitores para a discussão de “A arte de ouvir o coração”, de Jan Philipp Sendker, às 15h do dia 19/8.

Em 20/8, serão realizados três encontros de clubes de leitura.

O Círculo Militar de São Paulo analisará o “Coronel Chabert”, de Honoré de Balzac, às 19h30.

“Antologia lírica”, de Paulo Bonfim, será comentado no Clube de Leitura do Clube Jundiaiense, às 20h.

E, no Club Athletico Paulistano, o livro escolhido para análise é “Bonecas russas”, de Eliana Cardoso, às 20h.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

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Clubes de Leitura têm seis reuniões até o fim de julho

(foto: Shutterstock)

Os grupos de associados que participam dos Clubes de Leitura movimentarão os últimos dias do mês de julho.

No dia 23, haverá encontro às 20h, no Clube Jundiaiense, para comentar o livro “Bonecas Russas”, de Eliana Cardoso.

Já em 25/7, às 16h, o Clube de Leitura da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo se reunirá para debater a obra “Pastoral americana”, do autor Philip Roth.

O Clube Paineiras do Morumby possui dois grupos de Clube de Leitura.

O primeiro discutirá “A festa da insignificância”, de Milan Kundera, em 29/7.

O segundo grupo falará sobre o livro “Nêmesis”, de Philip Roth, no dia 30, às 16h.

Para encerrar o mês, os associados do Clube Atlético São Paulo analisarão “O filho de mil homens”, de Valter Hugo Mãe, em 31/7, às 16h.

Já existem 15 Clubes de Leitura em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

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