Conheça as modalidades olímpicas: vela

Martine e Kahena: ouro inédito (Foto: CBVELA)
Martine e Kahena: ouro inédito (Foto: CBVELA)

O Brasil é uma potência na vela.

A prática é a que mais conquistou medalhas olímpicas para o Brasil.

Este ano, Kahena Kunze e Martine Grael, filha do cinco vezes medalhista olímpico Torben Grael, conquistaram ouro inédito na classe 49ER FX do Campeonato Mundial, disputado em Santander, na Espanha, em setembro.

É a primeira vez que uma dupla feminina vence um mundial adulto em uma classe olímpica.

As duas já tinham o melhor resultado do gênero, com o segundo lugar do ano passado, na França.

Também no Mundial, Robert Scheidt foi o melhor brasileiro nas categorias masculinas, terminando na quinta colocação da classe Laser Standard.

No Ranking Mundial, o Brasil continua entre os dez melhores em cinco classes, sendo três no topo.

Também em setembro, no Aquece Rio International Sailing Regatta, primeiro evento teste para as Olimpíadas Rio 2016, em sete dias de competições para as dez classes olímpicas, o Brasil obteve bons resultados, com sete barcos entre o top 10.

O secretário-executivo da Confederação Brasileira de Vela, Ricardo Lobato, está otimista para a Olimpíada Rio 2016:

“Acreditamos que a equipe brasileira de vela terá uma significativa evolução considerando o fato de estarmos em casa e os investimentos que vêm sendo feitos para que os atletas possam alcançar o objetivo maior”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: tiro com arco

Marcus Vinicius - CBTARCO
D’Almeida: esperança de medalha (Foto: CBTARCO)

O atleta brasileiro que promete colocar o tiro com arco em destaque na Olimpíada Rio 2016 tem apenas 16 anos.

 Marcus Vinicius D’Almeida, na primeira semana de setembro, ganhou medalha de prata, após disputar a flecha desempate, na Final da Copa do Mundo da modalidade.

D’Almeida também foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanquim, na China, e tornou-se o mais jovem da história na final de uma Copa.

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(Foto: World Archery)

Em um ano em que não há disputa de campeonato mundial no tiro com arco, a final da Copa do Mundo é a competição mais importante.

No ano passado, no mundial da Turquia, em setembro, a atleta Sarah Nikitin, de 24 anos, ficou em oitavo lugar, com o arco recurvo, resultado inédito que colocou a arqueira entre as melhores do mundo.

Em Londres, o Brasil só foi representado por um atleta, que ficou na 33ª posição.

Os bons resultados deixam otimista Eros Fauni, coordenador técnico da Confederação Brasileira de Tiro com Arco:

“Para a Olimpíada de 2016, a perspectiva é de que, pelo menos, um atleta fique entre os oito melhores colocados. O tiro com arco está evoluindo e nossos atletas têm obtido colocações inéditas”. A primeira participação do Brasil em Olimpíadas foi em 1980, nos Jogos de Moscou.

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Conheça as modalidades olímpicas: judô

Mayra Aguiar, campeã mundial brasileira de judô - CBJ
Mayra Aguiar: campeã mundial (Foto: CBJ)

Nos Jogos de Londres 2012, o judô brasileiro fez a melhor campanha olímpica com três bronzes e um ouro.

Isso deu ao Brasil o sexto lugar no ranking de medalhas na modalidade, superando os resultados de Pequim em 2008, de três medalhas de bronze.

Este ano, na competição individual do Mundial de Judô de Chelyabinsk, na Rússia, em agosto, o Brasil ficou em terceiro lugar no quadro geral, com quatro medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata e duas de bronze.

Destaque para Mayra Aguiar, que entrou para a história do judô brasileiro ao se tornar a primeira judoca com quatro medalhas mundiais.

Além do ouro em Chelyabinsk, ela foi prata no Mundial de Tóquio 2010 e bronze nos Mundiais Paris 2011 e Rio 2013.

Ney Wilson, gestor técnico das equipes adultas da Confederação Brasileira de Judô, diz que a expectativa para o Rio 2016 é superar a quantidade de medalhas conquistadas em Londres, mas pondera:

“É muito difícil fazer uma previsão concreta nesse momento porque não sabemos quem serão os atletas que vão estar nos Jogos do Rio. Hoje, ele pode não estar na equipe principal, mas com bons resultados, pode se classificar. Nosso objetivo é evoluir em relação aos últimos Jogos”, afirma.

O judô chegou ao Brasil em 1922 e manteve uma trajetória de contínuo crescimento de adeptos, até se transformar no esporte que possui uma seleção de atletas respeitada internacionalmente e em uma das modalidades olímpicas mais vitoriosas do país.

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Conheça as modalidades olímpicas: esgrima

Esgrima: boas possibilidades (Foto: Rio 2016)
Esgrima: boas possibilidades

A esgrima brasileira apresentou bom desempenho nos Jogos Sul-Americanos Santiago 2014, ao conquistar duas medalhas de ouro, ambas por equipes.

O Brasil terminou sua participação com a conquista de oito medalhas (4 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze) e com a primeira colocação no quadro geral da modalidade. Foi o melhor resultado da história da esgrima brasileira.

Para 2016, a Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) vê boas possibilidades de medalha na participação nos Jogos Olímpicos do Rio.

Segundo o presidente da CBE, Gerli dos Santos, o Brasil tem asseguradas oito vagas nas disputas, além da possibilidade de outras, oriundas da classificação individual de atletas no ranking da Federação Internacional de Esgrima (FIE).

“Nosso principal objetivo, em 2016, é alcançar o pódio, que será um fato inédito. Estabelecemos parcerias com as principais federações internacionais, como a italiana e a norte-americana, que possibilitam que nossos principais atletas treinem no exterior”, diz Santos.

Entre os atletas que buscam preparação fora do país estão Renzo Agresta (sabre), 26º no ranking da FIE, que treina na Itália, juntamente com Athos Scwantes (espada) e Guilherme Toldo (florete).

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Após resultados de Londres, boxe brasileiro está otimista para Rio 2016

Esquiva Falcão: prata inédita em 2012
Esquiva Falcão: prata inédita em 2012

O Blog do Sindi-Clube informa sobre os preparativos que estão sendo feitos pelas equipes brasileiras que representarão o Brasil nas modalidades que vão disputar a Olimpíada Rio 2016.

Desta vez, vamos saber quais as perspectivas no boxe.

A participação do boxe brasileiro na história dos Jogos Olímpicos registra como primeiro sucesso a medalha de bronze de Servílio de Oliveira, na categoria mosca, em 1968, na Olimpíada do México. Depois disso, passaram-se 44 anos sem conquistas.

Porém, o boxe brasileiro conseguiu uma reviravolta nessa história: subiu três vezes ao pódio e conquistou medalhas com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata), em Londres (2012) e passou a ser uma promessa de sucesso para a Olimpíada de 2016.

Nilton Campos, presidente da Federação Paulista de Boxe, está confiante e espera superar os resultados de Londres.

“Após a surpresa dos resultados obtidos de 2012, com a conquista de três medalhas, há maior entusiasmo e empenho na preparação dos atletas para os Jogos Olímpicos no Rio, em 2016. A Federação Paulista de boxe conta com campeonatos que destacam os melhores atletas do país”.

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