Conheça as modalidades olímpicas: tiro com arco

Marcus Vinicius: promessa para 2016
Marcus Vinicius: promessa para 2016

Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015, no Canadá, o Brasil quebrou jejum de 32 anos ao ganhar medalha no tiro com arco.

Na competição masculina, a equipe brasileira conquistou o bronze ao derrotar Cuba por 5 a 3.

Os atletas que trouxeram a medalha foram Daniel Rezende Xavier, Bernardo Oliveira e Marcus Vinícius D’Almeida, revelação de apenas 17 anos.

Marcus Vinícius é promessa de medalha nas Olimpíadas Rio-2016. No final de julho, terminou em quinto no Mundial de Copenhagen, na Dinamarca.

O jovem arqueiro já havia conquistado uma prata no Mundial de Tiro com Arco, na Suíça, em 2014.

O Brasil não ganhava medalha no tiro com arco desde o Pan de Caracas, em 1983.Já no feminino, as brasileiras não passaram das quartas de final por equipes.

Pelo torneio individual, Ane Marcelle dos Santos, Larissa Feitosa e Sarah Nikitin foram eliminadas nas oitavas de final.

Com atuais conquistas, a modalidade busca mais popularidade e boa divulgação em 2016.

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Clubes investem em piscina com tecnologia que será usada na Olimpíada Rio-2016

As piscinas Myrtha estão instaladas em várias partes do mundo: Leisure Center, Marion (Austrália)
As piscinas Myrtha estão instaladas em várias partes do mundo: Leisure Center, Marion (Austrália)

Agremiações como o Esporte Clube Pinheiros, que já inaugurou seu conjunto aquático, e Clube de Regatas Flamengo, que prepara a implantação, estão entre as entidades que investiram na construção de piscinas da marca italiana Myrtha, consideradas as mais modernas do mundo, do mesmo modelo utilizado em campeonatos mundiais e em Jogos Olímpicos.

O Pinheiros construiu a piscina com recursos provindos de convênio com o Ministério do Esporte.

O Flamengo contou com verba da Lei Pelé.

Club Natació Catalunya, Barcelona (Espanha)
Club Natació Catalunya, Barcelona (Espanha)

A modernização da piscina olímpica do Pinheiros foi desenvolvida em aço inox, revestida com uma membrana de PVC e sistema de transbordamento contínuo.

Com isso, o modelo garante condições de uma piscina rápida e eficiente para os usuários de todas as raias.

O ex-nadador e medalhista olímpico Gustavo Borges, divulgador da marca Myrtha no Brasil, aponta a rapidez na instalação como um dos importantes benefícios para o clube.

“A principal diferença que se verifica em relação às piscinas de alto rendimento existentes nos clubes, construídas décadas atrás, é na infraestrutura. A implantação da Myrtha é feita com muita praticidade, rapidamente. Dependendo da obra civil, a construção e entrega da nova piscina pode ser feita em até três meses”, afirma.

Tecnologia de ponta

As piscinas Myrtha utilizam tecnologia de ponta. Um software específico, com um sistema de jateamento (entrada de água na piscina), permite ao nadador utilizar a piscina, mesmo com as bombas ligadas, com garantia de nenhuma interferência na prática da natação.

O sistema também apresenta uma homogeneização perfeita, não deixando zonas mortas em relação à circulação da água.

Aquaniene Rowing Club, Roma (itália)
Aquaniene Rowing Club, Roma (itália)

A nova piscina do Pinheiros tem um sistema de filtração que não utiliza o ralo do fundo para captação de água.

A piscina transborda continuamente; a água vai para um tanque onde é feita a filtração e retorna renovada à piscina.

O sistema de filtragem de alto desempenho garante, ainda, uma economia de 80% de água, já que não gera retrolavagem.

Na prática, representa uma economia diária de 10.000 litros de água, por dia de uso, beneficiando também o meio ambiente.

Outro benefício é a garantia mínima de 10 anos, contra quaisquer problemas.

Nos Jogos Olímpicos de 2016, tanto a piscina de competição, como a de aquecimento, serão da marca Myrtha.

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Conheça as modalidades olímpicas: remo

Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)
Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)

A Olimpíada de 2016 é esperança de medalha para o remo brasileiro que, nos últimos 20 anos, não obteve desempenho satisfatório.

A última vez que atletas nacionais ficaram perto de um lugar no pódio foi em Los Angeles, 1984, com o quarto lugar.

A expectativa por resultados melhores no Rio aumentou após a seleção brasileira garantir 10 vagas para o Pan-Americano de Toronto, que começará em julho deste ano.

Na última edição do Pan, em Guadalajara, 2011, o Brasil conquistou uma prata no feminino com Fabiana Beltrame, principal atleta do remo, e uma no masculino com a dupla João Borges e Alex Mestre.

Outro resultado importante foi o alcançado no Campeonato Mundial de Remo da Holanda, ano passado: quarto e quinto lugares nas finais B e D do Four Skiff Peso-Leve e do Double Skiff Peso-Leve masculinos.

O técnico da seleção, Júlio Soares, planeja elevar o nível do remo nacional nos próximos Jogos Olímpicos.

“O remo brasileiro está tanto tempo sem identidade que precisamos criar um modelo no país, como fizeram o vôlei e o handebol. Temos as ferramentas para construir melhores posições, basta acreditar para que isso aconteça”, afirma.

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Banco Central lança conjunto de moedas comemorativas dos Jogos Rio 2016

Moeda de Ouro – 100 Metros Rasos (Divulgação/Banco Central)
Moeda de Ouro – 100 Metros Rasos (Divulgação/Banco Central)

O Banco Central lança hoje (17/4), no Rio de Janeiro, o segundo conjunto de nove moedas comemorativas do programa numismático dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016.

As moedas são uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum.

Ao todo, o programa inclui 36 moedas, que serão lançadas até 2016.

A moeda de ouro, que tem valor de face de R$ 10 e preço de venda de R$1.180, homenageia o Cristo Redentor e o Salto com Vara, um dos esportes que representam o lema olímpico “Citius, Altius, Fortius” – mais rápido, mais alto, mais forte.

Moeda de Prata - Corrida no Aterro do Flamengo/ Arcos da Lapa (Divulgação/Banco Central)
Moeda de Prata – Corrida no Aterro do Flamengo/ Arcos da Lapa (Divulgação/Banco Central)

As moedas de prata, valor de face de R$ 5 (preço de venda R$195), homenageiam o Rio de Janeiro.

Os anversos, com paisagens conhecidas pelo carioca para prática de esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia.

Os reversos, com aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil.

As moedas comuns, de R$ 1 (preço de venda 13), tem como destaque os esportes Olímpicos e Paraolímpicos.

Moeda de 1 real Comemorativa - Atletismo (Divulgação/Banco Central)
Moeda de 1 real Comemorativa – Atletismo (Divulgação/Banco Central)

Produzidas pela Casa da Moeda, os projetos foram desenvolvidos em conjunto com as equipes do Banco Central, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016.

As moedas de R$ 1 entram em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção.

Todas as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil.

Também estarão à venda em algumas agências do Banco do Brasil.

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Conheça as modalidades olímpicas: canoagem

Canoagem: objetivo é conseguir mais vagas olímpicas
Canoagem: objetivo é conseguir mais vagas olímpicas

A Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) assinou contrato com a GE Brasil para o desenvolvimento de um software que irá monitorar o desempenho dos atletas e das canoas nos treinamentos.

Com isso, a modalidade ganha um aliado tecnológico que irá fornecer resultados em tempo real à comissão técnica.

Haverá sensores, como GPS, giroscópio, acelerômetro e magnetômetro instalados nas canoas.

Serão medidas a intensidade das remadas, a velocidade e a direção das embarcações.

As informações serão transmitidas para um sistema central que cruzará todos os dados automaticamente.

O técnico da Seleção Brasileira, o espanhol Jesus Morlán, poderá visualizá-los por meio de um tablet.

O treinador, que completou dois anos no cargo, chegou aos Brasil com fama de durão.

Já pode comemorar a conquista da confiança dos comandados, que elogiam sua atuação.

Morlán foi eleito o melhor técnico de esportes individuais pelo Comitê Olímpico do Brasil no ano passado e diz não gostar de improvisações.

No currículo, são nada menos que cinco láureas olímpicas (quatro pratas e um ouro) e dez em Mundiais.

Ele diz esperar que o trabalho duro resulte no maior número possível de vagas olímpicas para o Brasil.

O país já tem uma garantida, por ser sede, mas buscará três no Mundial de Milão (ITA), em agosto deste ano.

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Conheça as modalidades olímpicas: vôlei

Vôlei brasileiro saca para manter tradição vencedora (Foto: Getty Images/Elsa)
Vôlei brasileiro saca para manter tradição vencedora (Foto: Getty Images/Elsa)

O vôlei brasileiro é um dos esportes que mais ganham medalhas.

Nos Jogos de 2016, as equipes podem ser tricampeãs olímpicas em casa.

Os diversos títulos, como o bicampeonato olímpico das seleções masculina e feminina de quadra, fez com que a modalidade tenha bastante torcida e seja sempre esperança de medalhas olímpicas.

Em julho deste ano, o Brasil já tem vaga garantida na fase decisiva da Liga Mundial de Vôlei – torneio que conquistou nove vezes.

Por já ter vaga também no Rio-2016, as equipes ficarão de fora da próxima Copa do Mundo.

Hoje, no ranking mundial, o Brasil é líder no masculino e vice-líder no feminino, posições que provavelmente serão perdidas em consequência da ausência já confirmada.

Em 2014, no Campeonato Mundial Masculino, na Polônia, o Brasil chegou a sua quarta final consecutiva, mas não conseguiu defender os títulos conquistados em 2002, 2006 e 2010.

No Mundial Feminino, na Itália, o Brasil conquistou a medalha de bronze ao derrotar a Itália por 3 a 2.

Ambas as seleções foram ouro nos Jogos Olímpicos em Pequim, 2008 e em Londres, 2012.

O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei, Walter Pitombo Laranjeiras, comenta a responsabilidade da modalidade nos Jogos Rio-2016.

“Os holofotes de todo o mundo estarão em nós. A pouco mais de um ano do início dos Jogos, nossas seleções seguem em preparação para que o vôlei, esporte que mais rendeu medalhas ao Brasil em Olimpíadas, perpetue nossa tradição na principal competição do planeta”, diz Laranjeiras.

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Conheça as modalidades olímpicas: basquete

Basquete brasileiro ainda procura o melhor caminho (Foto: Christian Petersen/Getty Images)
Basquete brasileiro ainda procura o melhor caminho (Foto: Christian Petersen/Getty Images)

O basquete brasileiro ainda continua com um gostinho de “quero mais” em Olimpíadas.

O Brasil possui em toda sua história cinco medalhas: são três bronzes com a seleção masculina (Londres/1948, Roma/1960 e Tóquio/1964) e duas com a equipe feminina, uma prata (Atlanta/1996) e um bronze (Austrália/2000).

O ano passado começou com a possibilidade de o Brasil sequer disputar a Copa do Mundo de basquete masculino.

O convite veio, mas o time não atuou bem, caiu diante da Sérvia, nas quartas.

O sexto lugar foi o melhor resultado brasileiro em mundiais, desde o quinto lugar em 1990.

A seleção feminina venceu apenas um jogo, perdeu três e fechou o Campeonato Mundial na 11ª posição.

A boa notícia para elas foi o 15º título sul-americano seguido.

O diretor executivo de Esportes do COB, Marcus Vinicius Freire, acredita que o treinamento das equipes é fundamental para se obter bons resultados nos Jogos do Rio 2016.

“A preparação comportamental dos atletas e dos próprios treinadores é um ponto de atenção tão importante quanto à preparação técnica, tática e física de cada atleta. Devemos ficar atentos a todos os detalhes do planejamento que poderão fazer a diferença em 2016 e, com isso, aumentar as vantagens de competir em casa e diminuir as desvantagens que esse fato carreta”, explicou Freire.

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Conheça as modalidades olímpicas: futebol

Futebol: prata em Londres, sem ouro em olimpíadas (Foto: Charlie Riedel)
Futebol: prata em Londres, sem ouro em olimpíadas (Foto: Charlie Riedel)

O Brasil é conhecido como país do futebol por ser o único pentacampeão mundial e revelar grandes jogadores.

Porém, quando o assunto é a seleção olímpica, a história é diferente.

O time ganhou cinco medalhas ao longo dos anos, nenhuma dourada.

Das pratas, a primeira veio nos jogos de Los Angeles, 1984, a segunda logo após, em Seul, 1988, e a última recentemente, em Londres, 2012, quando o Brasil perdeu na final para o México por 2×1.

As outras duas são bronzes, provenientes das Olimpíadas de Atlanta, 1996, e Pequim, 2008.

Em 2014, a seleção venceu o Torneio Internacional sub-21 em Wuhan, na China.

O grupo comandado por Alexandre Gallo não agradou ao conquistar, também neste ano, o quarto lugar no Sul-Americano sub-20, mesmo garantindo uma vaga para o Mundial sub-20, que será realizado na Nova Zelândia.

O técnico, porém, acredita que o Brasil já tem uma estrutura para conquistar o ouro inédito em 2016.

“Temos uma base e um grupo de atletas muito forte e igual. É uma equipe boa para iniciar a Olimpíada, mas o futebol brasileiro é muito dinâmico e temos que estar sempre observando e monitorando, pois encontramos muitos bons valores. As escolhas serão uma dor de cabeça muito positiva e acho que formataremos um time muito bom”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: hóquei sobre a grama

Brasil tentará classificação para Olimpíada (Foto: Divulgação/CBHG)
Brasil tentará classificação para Olimpíada (Foto: Divulgação/CBHG)

Mesmo sendo um esporte novo e em desenvolvimento no Brasil, o hóquei sobre a grama vem alcançando resultados inéditos, como a classificação da equipe masculina para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto.

Será a primeira vez que a seleção disputará um Pan por meio de um classificatório, já que, em 2007, foi apenas por ser do país sede.

A equipe precisa garantir, no mínimo, a sexta colocação para conseguir uma vaga na Olimpíada de 2016.

Além disso, o Brasil conseguiu o terceiro lugar no mundial de hóquei sobre a grama, realizado na cidade de Guadalajara, México, em setembro.

Esses resultados positivos deixam o gerente-geral da Confederação Brasileira de Hóquei Sobre Grama, Bruno Patrício, otimista.

“A classificação inédita do Brasil para os Jogos Pan-Americanos premia o esforço e a dedicação dos atletas e da comissão técnica. Agora, vamos nos concentrar no Pan de 2015 para tentarmos conquistar a vaga para os Jogos Olímpicos de 2016. Estamos buscando parceiros para viabilizar a melhor preparação possível para os nossos atletas” afirma.

A equipe feminina não irá disputar as olimpíadas no Rio porque não possui um patamar técnico mínimo que garanta a participação em campeonatos de grande porte.

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Conheça as modalidades olímpicas: natação

Ouro no Mundial: Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira Foto: Satiro Sodré
Ouro no Mundial: Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira
Foto: Satiro Sodré

A menos de dois anos dos Jogos Olímpicos, a natação brasileira mostra que poderá ter um bom desempenho em casa.

Só neste mês, conquistou sete ouros no Mundial de Natação em piscina curta de Doha, no Catar, e terminou em primeiro lugar na classificação geral – passando os Estados Unidos.

No total foram dez medalhas: uma prata e dois bronzes, fora os ouros.

A equipe, cheia de novos talentos, teve participação superior a do Mundial de Dubai, em 2010, em que conquistou oito, sendo apenas três de ouro.

Isso aumentou ainda mais as expectativas de resultados em 2016, já que a brilhante participação consolidou o Brasil como uma potência mundial na modalidade.

Nas olimpíadas de Londres, 2012, o desempenho foi bem diferente – a delegação trouxe apenas duas medalhas para casa, uma prata e um bronze.

Já nos Jogos Pan-americanos de 2011, realizados em Guadalajara, foi um festival de conquistas: 25 medalhas, sendo dez douradas, nove prateadas e seis bronzes.

“As últimas medalhas conquistadas pelos atletas brasileiros vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução” afirma o Presidente da Confederação Brasileira Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho.

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