Veja as fotos da palestra do diretor de comunicação dos Jogos Olímpicos

Mario Andrada afirmou que o cronograma está sendo cumprido conforme foi planejado
Mario Andrada sobre o cronograma olímpico

O cronograma dos Jogos Olímpicos está sendo cumprido conforme foi planejado e o evento estará pronto para receber os 25 mil jornalistas credenciados, e outros 8 mil não credenciados, que farão a cobertura das competições a partir de agosto, no Rio de Janeiro.

Foi o que garantiu o diretor de Comunicação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, Mario Andrada e Silva, em palestra realizada nesta quarta-feira (16/3), na Universidade Sindi-Clube.

As fotos estão disponíveis na página do Sindi-Clube no Facebook.

A atividade faz parte da série de cursos sobre modalidades olímpicas oferecida a jornalistas e estudantes de jornalismo pela Universidade Sindi-Clube, em parceria com a Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Saiba mais sobre a palestra aqui.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: futebol feminino

Futebol feminino: grandes conquistas em 2015 (Foto: CBF)
Futebol feminino: grandes conquistas em 2015 (Foto: CBF)

As atletas da seleção brasileira de futebol estão focadas para ganhar o ouro inédito em casa.

Elas chegaram à Granja Comary, no último dia 11, para iniciar a preparação para a Olimpíada do Rio, que ocorrerá em agosto deste ano.

A primeira semana na Granja foi de exames físicos e médicos.

Depois, as jogadoras iniciaram o treinamento em campo, sob o comando de Oswaldo Alvarez, o Vadão.

Depois de um 2014 cheio de derrotas, 2015 foi expressivo para as meninas.

Após garantir a medalha dourada no Pan-Americano de Toronto, em julho, e vencer o hexacampeonato do Torneio Internacional, em dezembro, estão ainda maiores as expectativas de que essa geração alcance o primeiro lugar.

Desde que a versão feminina da modalidade entrou para a grade da competição, em 1996, o Brasil conquistou apenas duas pratas.

Na última edição, realizada em Londres, 2012, as brasileiras foram eliminadas pelo Japão, nas quartas de final.

O próximo compromisso da seleção é a Copa Algarve, em Portugal, no início de março. É o último campeonato preparatório antes dos Jogos Olímpicos.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: nado sincronizado

Nado sincronizado: ajustes para os Jogos (Foto: CBDA)
Nado sincronizado: ajustes para os Jogos (Foto: CBDA)

O nado sincronizado brasileiro pretende conquistar um ouro inédito na próxima Olimpíada, que será realizada no Rio de Janeiro, em 2016.

Porém, os últimos resultados em competições internacionais não foram muito positivos.

No mundial de Kazan, na Rússia, realizado em agosto deste ano, as brasileiras terminaram na décima colocação geral.

Já no Pan-Americano de Toronto, em julho, a seleção conseguiu duas quartas colocações, por dupla e equipe, e não trouxe nenhuma medalha para casa. Essa foi a pior participação do Brasil desde os jogos de Mar del Plata, em 1995.

Mas nem todos os resultados foram negativos esse ano.

Em maio, as meninas ganharam três pratas no Aberto do Japão.

Um pouco antes, em março, a seleção conquistou um ouro no Aberto da Alemanha e um bronze no Aberto da França.

“Estou muito satisfeita com o desempenho do Brasil. Elas fizeram o melhor que podiam e estão progredindo bastante. As atletas são comprometidas e trabalham muito. Nós vamos criar novos ajustes para as nossas rotinas e, com um passo de cada vez, mostrar para os juízes os avanços das apresentações do Brasil”, conclui Julie Sauvè, consultora técnica do nado sincronizado brasileiro.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Simplificando o caminho para formar campeões

shutterstock_222253792

Artigo assinado pelo presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, publicado no Portal do Jornal Folha de São Paulo, em 10 de novembro.

No mês de agosto do próximo ano, receberemos, no Brasil, mais especificamente na cidade do Rio de Janeiro, os Jogos Olímpicos. Milhões de brasileiros estarão presentes para prestigiar e apoiar os nossos atletas –verdadeiros heróis que superam inúmeras dificuldades e realizam feitos excepcionais.

Já são 108 medalhas olímpicas desde o primeiro evento, realizado na Bélgica, no ano de 1920. Certamente, outras virão. Porém, antes do legado que o evento deverá proporcionar à economia e ao orgulho nacional, com ações concretas nas áreas sociais, de inclusão e cultura, devemos falar de outra seara de incentivos ao esporte: os fiscais.

A captação de recursos para projetos na área esportiva passa por uma fase inédita. Nunca houve um volume tão grande de dinheiro disponível para este fim. São aproximadamente R$ 500 milhões disponíveis para que os clubes desenvolvam ações esportivas de diversos tipos.

Vamos fazer as contas: no ano passado, a legislação federal de incentivo ao esporte tornou acessíveis R$ 252 milhões para esses projetos; mais R$ 120 milhões, originados pela Lei Pelé, foram depositados em um fundo administrado pela Confederação Brasileira de Clubes (CBC) que recebe 0,5% da arrecadação de loterias; outros R$ 80 milhões vieram da lei de incentivo do Estado de São Paulo, que destina ao esporte dinheiro gerado pela renúncia fiscal ao ICMS; e há também as verbas disponibilizadas por legislações municipais, como as que destinam ao esporte recursos originados pelo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Estas verbas podem ser usadas totalmente por clubes – maiores formadores de atletas olímpicos – e outras entidades interessadas para concretizar obras e outras iniciativas para a preparação de novos campeões. Mas não é o que acontece. A ausência de informações sobre como funcionam as leis de incentivo ao esporte funcionam como uma barreira que impede a utilização plena desses recursos públicos para o fim a que eles se destinam.

Para que se tenha uma ideia da importância dos clubes para o cenário esportivo mundial, cabe ressaltar que o Brasil ganhou, na última edição dos Jogos Pan-Americanos, disputados em Toronto, no Canadá, 141 medalhas em diversas especialidades, terminando a competição em 3º lugar no quadro geral de medalhas. Do total de atletas agraciados, mais da metade são oriundos de clubes. Mais de 40% dos medalhistas mencionados foram (e são) treinados e preparados em clubes paulistas.

O acesso aos recursos de incentivo ao esporte, vital para oferecer apoio, estrutura e condições materiais aos atletas, exige o cumprimento de condições meticulosas e pormenorizadas. Trata-se de um processo necessário que, executado da maneira adequada, evita erros comuns na fase de sua apresentação, apesar de sua complexidade.

No final, nossos clubes devem se sentir estimulados em buscar com mais frequência esta via de incentivo e apresentar novos pedidos. O Ministério do Esporte tem regras para a concessão do benefício e, para isto, precisa que o interessado comprove a capacidade de executar o projeto esportivo ou paradesportivo. Para tanto, faz questão de que o processo inclua diversas informações e documentos.

A relação é extensa. Entre outras exigências, o processo deve apresentar as características, propriedades e habilidades de quem se candidata a participar, além dos currículos de seus membros e outros envolvidos no trabalho. O portfólio deve conter fotos, reportagens, publicações e endereços de sites; o proponente precisa comprovar eventos realizados.

Parcerias com entidades que possuam experiência na execução de projetos semelhantes ou com o órgão controlador da modalidade esportiva devem ser citadas, bem como a comprovação de capacidade técnica e operacional em determinada modalidade, que não evidencia essa competência para outros esportes, necessariamente.

O Sindicato dos Clubes do Estado de São Paulo (Sindi-Clube) vem realizando um árduo trabalho para simplificar o caminho que deve levar a novos campeões, com encontros regulares a fim de explicar todos os detalhes sobre a viabilização da captação de verbas públicas para o esporte e consultoria especializada a projetos incentivados.

Depois de anos de expectativa do setor esportivo pela criação de condições favoráveis para seu futuro, nos moldes do que é a Lei Rouanet para a cultura, chegamos a diversas legislações de incentivo ao esporte. Os clubes, qualquer que seja o seu tamanho, têm agora ao seu dispor uma fonte de recursos que nunca deve ser ignorada e podem estimular profundamente o crescimento das suas atividades.

A boa notícia é que estamos atentos, encorajando os clubes esportivos a desempenhar cada vez mais seu papel histórico de grandes formadores de atletas para o Brasil e oferecendo a estrutura da entidade para ajudar nossos associados a ter sucesso em seus pleitos nos órgãos públicos.

E que venham as medalhas!

Cezar Roberto Leão Granieri
Presidente do Sindi-Clube

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: basquete

Basquete: mais uma medalha de ouro no Pan (Foto: Brasil2016.gov)
Basquete: mais uma medalha de ouro no Pan (Foto: Brasil2016.gov)

O basquete brasileiro voltou do Pan-Americano de Toronto, realizado em julho, com apenas um ouro, conquistado pela equipe masculina, em uma final eletrizante contra os donos da casa, garantindo a quarta medalha dourada nas últimas cinco edições do Pan.

Além da satisfação de derrubar o favoritismo dos canadenses, os brasileiros conquistaram o topo do pódio, invictos, cinco partidas sem perder, e tiveram o cestinha da competição, Vitor Benite, com 18,2 pontos de média.

Em contrapartida, o time feminino foi eliminado nas semifinais pelas anfitriãs e também perdeu a medalha de bronze para Cuba.

As brasileiras voltaram para casa com o 4º lugar, sem nenhuma medalha, pela primeira vez nos últimos 16 anos.

Agora, ambas as equipes estão focadas em melhorar o desempenho para a Olimpíada do ano que vem, em casa, e conquistar o ouro inédito da modalidade em Jogos Olímpicos.

Em toda a história da competição, o Brasil conquistou cinco medalhas: três bronzes com a seleção masculina e uma prata e um bronze com a feminina.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: ginástica rítmica

Ginástica rítmica: cinco ouros seguidos no Pan (Foto: CBG)
Ginástica rítmica: cinco ouros seguidos no Pan (Foto: CBG)

A equipe brasileira de ginástica rítmica fez uma ótima apresentação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Ao todo, foram cinco medalhas conquistadas – dois ouros, uma prata e dois bronzes.

O Brasil tornou-se pentacampeão, com cinco títulos seguidos da modalidade em Pan.

Depois de um título no geral por equipes, com nota final 30,233, as ginastas subiram ao pódio para receber o ouro na apresentação das fitas.

Com grande diferença de pontuação, o Brasil somou 15,000 pontos, deixando a prata para os Estados Unidos, com 13,382.

As meninas também faturaram uma prata na final com arcos e maças, somando 14,692 pontos.  Ficaram atrás dos Estados Unidos, com 14.983, enquanto Canadá conquistou o bronze, com 13.709.

No individual, Angélica Kvieczynski garantiu dois bronzes, um na prova de fita e outra no arco.

A equipe brasileira já pensa no Mundial da Alemanha, que será disputado em Stuttgart, de 7 a 13 de setembro.

Elas representam grande expectativa de medalhas também nas Olímpiadas Rio 2016.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: luta olímpica

Joice: medalha de ouro inédita
Joice: medalha de ouro inédita

O ano de 2015 começou bem para a seleção de luta olímpica: Joice Silva conquistou um ouro inédito no Pan-Americano Sênior da modalidade, realizado em abril, no Chile.

Ela foi eleita a melhor atleta feminina da competição pelos jurados. As brasileiras ainda garantiram dois bronzes, com Giullia Penalber e Aline Silva.

A equipe masculina também trouxe medalhas para o Brasil: Davi Albino faturou uma prata e Gil Leon um bronze.

No total foram seis medalhas para a seleção e nove vagas asseguradas para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, em julho.

Além disso, pela primeira vez na história, um atleta brasileiro conseguiu integrar o ranking dos 20 melhores atletas do mundo: Davi Albino está em 20º lugar.

No ano passado, os lutadores nacionais ganharam oito medalhas, dois ouros, uma prata e cinco bronzes, nos Jogos Sul-Americanos.

Esses resultados mostram a evolução da modalidade e deixam o Presidente da Confederação Brasileira de Lutas Associadas, Pedro Gama Filho, otimista para 2016.

“Sabíamos que chegaríamos a 2016 com chances de brigar por medalha. Atingimos um nível competitivo que nos permite pensar em pódio nessa modalidade. Temos mais recursos e oportunidades do que nos ciclos anteriores e mais apoio do Ministério do Esporte e COB, além da vantagem de lutarmos em casa”, afirma Gama Filho.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: ciclismo BMX

Ciclistas brasileiros buscam mais participação
Ciclistas brasileiros buscam mais participação

Por ser país sede dos Jogos 2016, a seleção brasileira já tem um posto garantido no ciclismo BMX olímpico masculino e feminino, mas as equipes buscam mais participação e melhores colocações.

Nesta temporada de 2015, na segunda etapa da Copa do Mundo de BMX, na Holanda, o piloto brasileiro Renato Rezende terminou em sexto lugar.

Com o resultado, somou pontos importantes para o Brasil nos rankings mundial e classificatório para a Olimpíada.

O rendimento é o melhor do país neste ano.

Na primeira etapa da Copa, na Inglaterra, os atletas brasileiros não passaram das quartas de final. Priscilla Carnaval é atual campeã brasileira, terceira da América do Sul e 19ª no ranking mundial.

Ela está em condições de representar o país nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e em 2016. Será a segunda participação de uma brasileira na modalidade.

A terceira e próxima etapa da Copa do Mundo de BMX será em Engelholm, na Suécia, nos dias 15 e 16 de agosto. Ao todo, são cinco etapas.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: saltos ornamentais

Saltos ornamentais: patamar inédito (Foto: Satiro Sodré)
Saltos ornamentais: patamar inédito (Foto: Satiro Sodré)

Os atletas brasileiros de saltos ornamentais conquistaram três medalhas de bronze no Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos, realizado em novembro de 2014, na Venezuela.

O Brasil participou do torneio com Ian Matos, Ingrid Oliveira, Luiz Felipe Outerelo e Tammy Galera. Todos conquistaram medalhas.

O país ficou com o quarto lugar, com 30 pontos somados.

Eleito o melhor atleta dos saltos ornamentais do país em 2014, César Castro ganhou o título do trampolim de 3 m masculino no Troféu Brasil, disputado no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, no final de novembro.

O salto ornamental tem novos nomes surgindo.

Ingrid Oliveira cada vez mais se consolida internacionalmente.

Foi medalha de bronze na seletiva mundial para os Jogos Olímpicos da Juventude, realizada no México. Nos Jogos Olímpicos de Nanquim ela foi quinta colocada na plataforma de 10m.

Isaac Souza Filho, foi quarto colocado no trampolim de um metro, no Mundial Júnior de Penza, na Rússia.

O presidente da Confederação Brasileira Desportos Aquáticos (CBDA) tem grandes expectativas para os Jogos Rio 2016.

“Os atletas, clubes, técnicos, CBDA, COB, Ministério do Esporte, Correios e demais patrocinadores, têm se unido em torno do objetivo de colocar o país num patamar inédito nas nossas modalidades. Temos chances reais de fazer um excelente mundial ano que vem e uma Olimpíada inesquecível”, diz Coaracy Nunes Filho.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Conheça as modalidades olímpicas: rúgbi

Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)
Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)

Os Jogos Olímpicos de 2016 marcam o retorno do rúgbi, que não fazia parte da competição desde 1924.

A modalidade ainda é pouca conhecida no Brasil, mas, mesmo assim, a seleção vem alcançando resultados expressivos, como a classificação masculina para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, 2015.

Além disso, os “Tupis”, como são chamados, conquistaram uma vaga no torneio qualificatório de Hong Kong, que dá acesso à série mundial de rúgbi.

A seleção feminina também não fica atrás. Conquistou o título da Taça Bronze, realizada no final do ano passado em Dubai, o que garantiu o 9º lugar no ranking mundial do esporte.

Com a volta da modalidade e a Olimpíada realizada em casa, a CBRu Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera fazer uma “participação respeitosa” e atrair atenção do país.

“Precisamos ter os pés no chão, ao pensar em termos de resultados. Não estamos em condições de brigar por uma medalha no Rio 2016. Ganhar um ou dois jogos já será um grande passo. O Brasil tem uma população de 200 milhões de pessoas, marcada pela diversidade de biótipos. Um bom trabalho pode fazer com que o rúgbi cresça muito no país”, afirma Augustin Danza, presidente da CBRu.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.