Conheça as modalidades olímpicas: natação

Ouro no Mundial: Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira Foto: Satiro Sodré
Ouro no Mundial: Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira
Foto: Satiro Sodré

A menos de dois anos dos Jogos Olímpicos, a natação brasileira mostra que poderá ter um bom desempenho em casa.

Só neste mês, conquistou sete ouros no Mundial de Natação em piscina curta de Doha, no Catar, e terminou em primeiro lugar na classificação geral – passando os Estados Unidos.

No total foram dez medalhas: uma prata e dois bronzes, fora os ouros.

A equipe, cheia de novos talentos, teve participação superior a do Mundial de Dubai, em 2010, em que conquistou oito, sendo apenas três de ouro.

Isso aumentou ainda mais as expectativas de resultados em 2016, já que a brilhante participação consolidou o Brasil como uma potência mundial na modalidade.

Nas olimpíadas de Londres, 2012, o desempenho foi bem diferente – a delegação trouxe apenas duas medalhas para casa, uma prata e um bronze.

Já nos Jogos Pan-americanos de 2011, realizados em Guadalajara, foi um festival de conquistas: 25 medalhas, sendo dez douradas, nove prateadas e seis bronzes.

“As últimas medalhas conquistadas pelos atletas brasileiros vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução” afirma o Presidente da Confederação Brasileira Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho.

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Conheça as modalidades olímpicas: vôlei de praia

Juliana e Maria Elisa: título no Circuito Mundial (Foto: CBV/Divulgação)
Juliana e Maria Elisa: título no Circuito Mundial
(Foto: CBV/Divulgação)

O vôlei de praia brasileiro é reconhecido mundialmente pelos títulos conquistados, que tornaram o país um dos principais na modalidade.

Só neste mês, as duplas que representam a seleção conquistaram quatro medalhas no Sul-Americano do Equador, sendo um ouro e uma prata para a equipe feminina e um ouro e um bronze para a masculina.

Além disso, a dupla Juliana e Maria Elisa faturou o título do Circuito Mundial de Vôlei de Praia.

Na última olimpíada, realizada em Londres, 2012, o Brasil ficou em terceiro lugar no ranking desse esporte, com uma prata no masculino e um bronze no feminino.

Já no Pan-Americano de Guadalajara, 2011, conseguiu o primeiro lugar, com ouro para ambas as equipes.

Desde que o vôlei de praia entrou para o programa de competições das olimpíadas, em 1996, o Brasil sempre esteve presente entre as duplas premiadas, o que justifica o constante favoritismo durante os jogos.

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Conheça as modalidades olímpicas: nado sincronizado

Brasileiras comemoram bronze no último Pan-Americano  (Foto: CBDA)
Brasileiras comemoram bronze no último Pan-Americano
(Foto: CBDA)

O nado sincronizado brasileiro esteve presente em praticamente todas as edições olímpicas em que a modalidade foi disputada, mas sem conseguir medalhas.

A seleção oscilou entre 15ª e 12ª colocação.

Os resultados positivos obtidos este ano, porém, trazem a esperança da medalha inédita em 2016.

No Campeonato Sul-Americano, realizado em outubro, na Argentina, o Brasil teve atuação perfeita e conquistou o ouro em todos os títulos disputados: solo, dueto, equipe rotina técnica e rotina livre combinada.

Este resultado garantiu a presença das meninas no Pan-Americano de 2015, em Toronto.

No último Pan, na cidade de Guadalajara, no México, em 2011, as brasileiras trouxeram para casa dois bronzes.

Também em outubro, a seleção disputou a copa do mundo de nado sincronizado em Quebéc, no Canadá, e ficou em quinto lugar na rotina livre combinada – melhor resultado do país na história da competição.

“Nós sabemos do nosso favoritismo, mas os resultados deste sul-americano superaram as nossas expectativas. Temos mais um ano e meio de treinamento para alcançar o maior objetivo, que é representar muito bem o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016. As medalhas conquistadas pelas atletas brasileiras vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução” afirma o Presidente da Confederação Brasileira Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho.

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Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Boxe brasileiro conquistou ótimos resultados internacionais (Foto: CBB)
Boxe brasileiro conquistou ótimos resultados internacionais (Foto: CBB)

As conquistas do boxe brasileiro em torneios de grande importância tornaram-se comuns nos últimos anos.

Só nos últimos dois meses, a seleção ganhou quatro ouros em expressivos campeonatos europeus: dois no Tammer Tournament, na Finlândia, e outros dois no Leszek Drogsz Memorial, na Polônia.

Ainda em 2014, o Festival Olímpico Pan-Americano de Guadalajara, no México, garantiu a Joedison Texeira e Myke Carvalho mais duas medalhas douradas para a coleção brasileira.

No último mundial, realizado em outubro de 2013, no Cazaquistão, a seleção trouxe para casa uma prata e um bronze.

Além disso, no mesmo ano, a delegação brasileira foi campeã do Continental Pan-Americano de Boxe, com oito medalhas.

“Nossa meta é ajudar o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma Mauro Silva, Presidente da Confederação Brasileira de Boxe.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata). Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, o Brasil obteve sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

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Conheça as modalidades olímpicas: luta olímpica

Aline Silva: conquistando medalhas (Foto: CBLA)
Aline Silva: conquistando medalhas (Foto: CBLA)

A seleção de luta olímpica brasileira não possui bons resultados em Olimpíadas.

Apenas cinco atletas, três homens e duas mulheres, participaram de cinco edições anteriores, sem a conquista de medalhas.

Porém, há esperança.

O ano de 2014 foi de muitos resultados expressivos.

Nos Jogos Sul-Americanos de Santiago, no Chile, o Brasil ganhou oito medalhas: dois ouros e uma prata para a equipe feminina e cinco bronzes para a masculina.

Na classificação final, a luta feminina terminou em primeiro lugar no ranking por países, entre mulheres.

No ranking da Luta Olímpica Mundial, a melhor colocada brasileira é Aline Silva, em sétimo lugar.

Ela conquistou medalhas em todos os torneios que disputou este ano, incluindo o ouro no Sul-Americano e prata inédita no Mundial do Uzbequistão.

Outras brasileiras que aparecem no ranking mundial são Joice Silva, em nono lugar, e Lais Nunes, décimo-sexto.

“Sabíamos que chegaríamos a 2016 com chances de brigar por medalha. Atingimos um nível competitivo no feminino que nos permite pensar em pódio nessa modalidade. Hoje, temos mais recursos e oportunidades do que nos ciclos anteriores e mais apoio do Ministério do Esporte e COB, além da vantagem de lutarmos em casa”, afirma Pedro Gama Filho, presidente da Confederação Brasileira de Lutas Associadas.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: vela

Vela: Brasil estará na próxima Paraolimpíada (Foto: CBP)
Vela: Brasil estará na próxima Paraolimpíada (Foto: CBP)

A vela adaptada para as paraolimpíadas apareceu pela primeira vez em uma edição dos Jogos Paraolímpicos em 1996, em Atlanta (EUA), porém, apenas como exibição. Só em Sydney, na Austrália, quatro anos depois, passou a valer medalhas para os competidores, com disputas individuais.

No Brasil, a vela adaptada começou a se desenvolver em 1999. No ano seguinte, a Federação Brasileira de Vela e Motor criou a Coordenação de Vela Adaptada para desenvolver atividades da modalidade em todo o país.

O Brasil participou pela primeira vez na edição dos Jogos em Pequim, 2008. E em Londres, 2012, voltou a ter velejadores.

Pessoas com deficiência locomotora ou visual podem competir na modalidade.

Três tipos de barco são utilizados nas competições: classe 2.4mR, tripulado por um único atleta; classe Sonar, com três velejadores; e o SKUD-18, para dois tripulantes paraplégicos, sendo obrigatoriamente um deles do sexo feminino.

As regatas são disputadas em percursos sinalizados com boias para que o atleta mostre todo seu conhecimento de velejador.

Uma competição é composta por várias regatas, e o vencedor será aquele que tiver melhor resultado, após a somatória de todas as regatas.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: paratriatlo

Roberto Carlos Silva competirá em 2016
Roberto Carlos Silva competirá em 2016

Novidade para os Jogos Paraolímpicos do Rio, em 2016, o paratriatlo vem crescendo desde 1989, ano da disputa do primeiro campeonato mundial da modalidade, realizado em Avignon, na França.

As competições são compostas por um percurso de 750 metros de natação, 20 quilômetros de ciclismo e cinco quilômetros de corrida, distância conhecida como Sprint Triatlo.

Podem competir atletas com diferentes tipos de deficiência, como amputados, cadeirantes, deficientes visuais, paraplégicos e paralisia cerebral, entre outros.

A modalidade permite o uso de equipamentos específicos, definidos de acordo com a deficiência do atleta.

Cadeirantes e paraplégicos podem usar uma bicicleta chamada handcycle, em que os atletas utilizam as mãos para impulsionar os pedais.

Além disso, os atletas com estas deficiências motoras realizam o trajeto da corrida com o uso de uma cadeira de rodas.

No percurso do ciclismo, os atletas com deficiências visuais utilizam o tandem, uma bicicleta com dois assentos que permite que um guia auxilie o atleta.

Na natação, o tapper, um bastão com ponta de espuma, serve para avisar os deficientes visuais de que o fim do trajeto se aproxima.

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