Conheça as modalidades olímpicas: vela

Martine e Kahena: três pódios em 2015
Martine e Kahena: três pódios em 2015 (Foto: OnEdition)

A vela já rendeu muitas medalhas para o Brasil em olimpíadas.

A pouco mais de um ano dos Jogos Olímpicos Rio-2016, a modalidade vem garantindo seu espaço.

No início de junho, as velejadoras brasileiras, Martine Grael e Kahena Kunze conquistam ouro pela classe 49erFX, na terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, em Weymouth, na Inglaterra.

Dupla campeã mundial garantida em 2016 (Foto: CBVELA)
Dupla campeã mundial garantida em 2016 (Foto: CBVela)

Essa foi a terceira participação das atuais campeãs mundiais nesta temporada da Copa e o terceiro pódio.

Na etapa de Miami, nos Estados Unidos, a dupla conquistou a medalha de bronze e, em Hyères, na França, a medalha de prata.

Em março, a Confederação Brasileira de Vela anunciou os primeiros atletas brasileiros confirmados para o Rio-2016.

Cinco das dez classes olímpicas já tem representantes definidos. São elas: 470 feminina, com a dupla Fernanda Oliveira e Ana Barbachan; 49erFX, com Martine Grael e Kahena Kunze; Finn, com o campeão mundial de 2011 Jorginho Zarif; e as duas classes RS:X, com Ricardo Winicki e Patrícia Freitas.

Uma das classes mais tradicionais da vela em olimpíadas, a Star, não será disputada em 2016. Em 2011, o conselho da Federação Internacional de Vela (ISAF) decidiu tirar a classe dos Jogos do Rio.

O Brasil conquistou seis medalhas olímpicas na Star: duas de ouro, uma de prata de e três de bronze.

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Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)
Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)

O boxe brasileiro começou o ano de 2015 com pé direito.

A modalidade, assim como em 2013, conquistou diversas medalhas até agora.

Só no mês de junho foram três de ouro, duas de prata e três de bronze obtidas na classificatória para o Pan-Americano.

Serão oito atletas representando o país nos jogos que ocorrerão no próximo mês, em Toronto, no Canadá.

Além disso, a seleção terminou o Torneio Centenário, realizado em maio no Chile, no primeiro lugar por equipes.

Foram dois ouros, uma prata e um bronze.

Já no Torneio Internacional Cheo Aponte de Porto Rico, em abril, os brasileiros ficaram na segunda posição por equipes e trouxeram nove medalhas para casa: três de ouro, quatro de prata e duas de bronze.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos sem medalhas em Olimpíadas e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata).

Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, os atletas obtiveram sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

O presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro José da Silva, traça objetivos.

“Nossa meta é ajudar o Comitê Olímpico Brasileiro a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: handebol feminino

Jaqueline Anastácio: melhor armadora esquerda do Pan de Havana (Foto: CBHb)
Jaqueline Anastácio: melhor armadora esquerda do Pan de Havana (Foto: CBHb)

A seleção feminina de handebol chegou a uma vitória brilhante no final de maio.

O Brasil bateu Cuba e faturou o título do Pan-Americano Feminino de forma invicta.

A equipe se sagrou campeã pela nona vez. Esse é o terceiro título seguido.

Comandada pelo técnico dinamarquês Marten Soubak, a equipe canarinho venceu Cuba por 26 a 22, na capital Havana, casa das adversárias.

Além do título, três atletas brasileiras receberam o prêmio de melhor jogadora da posição. Jéssica Oliveira foi considerada a melhor goleira, Jaqueline Anastácio a melhor armadora esquerda e Samira Rocha a melhor ponta esquerda.

Pan de Toronto

O título foi conquistado em momento de reta final de preparação aos Jogos Pan-Americanos de Toronto, que será realizado no Canadá entre os dias 10 e 26 de julho.

O maior desafio da temporada da modalidade é o Mundial da Dinamarca, a ser disputado no fim do ano.

O handebol acredita em possibilidade de um pódio olímpico em casa, nos Jogos Rio 2016.

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Conheça as modalidades olímpicas: pentatlo moderno

Yane: principal atleta do pentatlo (Foto: CBPM)
Yane: principal atleta do pentatlo (Foto: CBPM)

O pentatlo moderno brasileiro alavancou uma onda de resultados positivos nos últimos anos: Yane Marques, principal atleta da modalidade, conquistou pela quinta vez um ouro no Pan-Americano de Pentatlo Moderno, realizado em julho do ano passado na Cidade do México.

A atleta já havia garantido uma medalha dourada em março, nos Jogos Sul-Americanos de Santiago.

Além dela, Felipe Nascimento também ganhou um ouro, Danilo Fagundes prata e Priscila Oliveira bronze.

No revezamento de duplas, Felipe e Priscila encerraram a competição com outra prata para o Brasil.

Yane ganhou bronze em Londres, 2012 e foi responsável pela primeira medalha olímpica brasileira no esporte.

Ela também obteve uma prata no Pan de Guadalajara, 2011, a única conquistada pelo pentatlo nesta edição.

Esses feitos deixam o presidente da Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno, Helio Meirelles, otimista para 2016.

“As perspectivas ultrapassam as expectativas, em relação à possibilidade de medalhas. Após o bronze inédito de Yane, a modalidade passou a receber ainda mais atenção do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico Brasileiro. Isso faz com que o pentatlo moderno brasileiro visualize um futuro promissor, não só para 2016, como também para os próximos ciclos olímpicos”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis de mesa

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Hugo Calderano: aposta para 2016 (Foto: CBTM)

Neste ano, no começo de janeiro, a Seleção Brasileira feminina de tênis de mesa encerrou a Copa do Mundo por equipes, em Dubai, nos Emirados Árabes, com um resultado histórico.

Pela primeira vez, a equipe terminou entre as oito melhores da competição.

Depois disso, o país mira os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e, finalmente, em 2016, o Campeonato Mundial de Kuala Lumpur, na Malásia, e, então, o maior dos objetivos: os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

No início de 2014, o principal evento foi o Campeonato Mundial, em Tóquio.

Depois dos resultados obtidos no Japão, o Brasil passou a ser um dos 13 países do mundo com equipes masculina e feminina asseguradas na primeira divisão mundial da modalidade.

Com os Jogos Olímpicos próximos a acontecer, o país pode obter uma inédita medalha.

O presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, pretende, neste ano, ter dois jogadores entre os 50 melhores do ranking.

“Assim ficaremos entre os oito melhores times do mundo. Já temos um (Gustavo Tsuboi, atual 36º) e outros dois estão se aproximando (Hugo Calderano, 78º e Cazuo Matsumoto, 83º). Com isso, na hora do sorteio das chaves, temos boas chances de pegar um caminho mais fácil em 2016 e evitar  um confronto na fase inicial com a China, que domina esse esporte”, explica o dirigente.

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Conheça as modalidades olímpicas: handebol

Brasil x Guatemala - Foto Santiago RussoPhoto&Grafia
Handebol brasileiro: desempenho superior em 2014 (Foto: Santiago RussoPhoto&Grafia)

A cada ano, o Handebol ganha mais evidência, com os bons resultados de recentes conquistas, não só nas categorias adultas, mas também nas de futuras gerações para a modalidade.

O ano de 2014 foi um período repleto de vitórias.

Nas competições oficiais houve a conquista das duas medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Chile, e a prata pela equipe masculina no Pan-Americano do Uruguai.

No masculino, o Brasil foi o segundo colocado do Torneio Internacional Memorial Domingos Barcenas, em Córdoba, na Espanha.

Em outubro, em São Bernardo do Campo (SP), o time foi campeão do Torneio Quatro Nações.

A seleção feminina começou o ano com duas vitórias em amistosos, em São Bernardo do Campo (SP).

Já em outubro, a seleção integrou o seleto grupo que disputou a Golden League, na Dinamarca, e ficou com o quarto lugar.

No handebol de areia, o domínio seguiu verde e amarelo.

As duas Seleções começaram o ano com uma dobradinha no lugar mais alto do pódio do Pan-Americano, no Paraguai, e, em julho, nas areias de Recife (PE), garantiram mais uma vez o ouro feminino e masculino do Campeonato Mundial.

Nos Jogos Olímpicos da Juventude, o Brasil foi quarto colocado no feminino e quinto no masculino.

Hoje, o handebol enxerga grandes possibilidades de um pódio olímpico em casa, nos Jogos Rio 2016.

O presidente da Confederação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira, acredita que todas essas conquistas demonstram que o handebol brasileiro está no caminho certo.

“Estamos muito felizes com todas as conquistas que estamos tendo. Tivemos um crescimento em todas as categorias nos dois naipes. Temos uma alegria muito grande e expectativas extremamente positivas. Tenho certeza que vamos continuar mostrando a força do handebol brasileiro”, diz Oliveira.

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Conheça as modalidades olímpicas: tiro esportivo

Equipe brasileira comemora o bronze no Mundial (Foto: CBTE)
Equipe brasileira comemora o bronze no Mundial (Foto: CBTE)

O campeonato mundial de tiro esportivo definiu em setembro os primeiros classificados da modalidade para as Olimpíadas do Rio 2016.

A competição foi disputada em Granada, na Espanha.

A equipe do Brasil formada pelos atletas Emerson Duarte, Julio Almeida e José Carlos Lengo Batista conquistou no Mundial a medalha de bronze na prova de Pistola 25m Fogo Central.

O Brasil esteve muito perto de uma medalha histórica.

O atleta do tiro ao prato, Rodrigo Bastos, da modalidade fossa olímpica, ficou em quinto lugar no Campeonato. Melhor colocação de um brasileiro na história da modalidade.

País-sede, o Brasil tem nove lugares garantidos: cinco em provas masculinas e quatro em femininas.

A significativa conquista brasileira foi há quase 100 anos, em 1920, na Antuérpia, Bélgica, quando o país conquistou três medalhas, um ouro, uma prata e um bronze, primeiras olímpicas da história do país.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, Frederico José Pereira da Costa, a modalidade tem grandes chances de obter, em 2016, seus melhores resultados:

“Nossos atletas estão em franca evolução e, nos últimos anos, têm assegurado participação em finais nas grandes competições mundiais e poderão se destacar em pelo menos seis modalidades. Em Londres, tivemos apenas dois atletas competindo, o que diminuiu consideravelmente nossas possibilidades de pódio”, afirma.

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Recursos na nova Lei Pelé: R$ 148 milhões esperam projetos esportivos dos clubes

shutterstock_888770Há um volume de R$ 148 milhões para ser destinado ao desenvolvimento de modalidades olímpicas e paraolímpicas e os clubes já podem apresentar projetos e obter esses recursos para a formação de atletas.

A verba a ser transferida está prevista na Lei Pelé (9615/98), regulamentada pelo Decreto nº 7894, em 9 de abril de 2013.

Desde então, mensalmente, recursos correspondentes a 0,5% do arrecadado com loterias foram destinados à Confederação Brasileira de Clubes (CBC), entidade legalmente encarregada de receber e analisar as propostas, para posterior liberação de valores para o desenvolvimento de projetos de formação esportiva.

Os repasses mensais das loterias ficaram acumulados desde abril último, à espera da publicação de instruções normativas e portarias por parte do governo, o que já ocorreu.

A CBC publicou os dois primeiros editais de chamamento de projetos.

Nessas convocações, 29 clubes que apresentaram propostas de formação de atletas foram chamados pela CBC, sendo 11 deles paulistas.

Além dos R$ 148 milhões acumulados, prevê-se repasse mensal das loterias de R$ 4 milhões.

Como se habilitar

Para conseguir ter um projeto de formação beneficiado, o clube deve aguardar os próximos editais de chamamento que especificam o valor e a destinação dos recursos.

Para pleitear o incentivo, o clube precisa incluir em seu estatuto social as novas condições impostas pela Lei nº 12.868, de 15 de outubro de 2013, que alterou a Lei Pelé.

No portal do Sindi-Clube (www.sindiclubesp.com.br) há disponível um modelo de estatuto que incorpora as novas condições exigidas, entre elas: mandato de dirigentes de quatro anos, no máximo, com uma reeleição, não remuneração de dirigentes, existência e autonomia do Conselho Fiscal e alternância nos cargos de direção.

Além dessa adequação, o clube deverá estar previamente registrado no cadastro da CBC e ter regularidade fiscal nos âmbitos federal, estadual e municipal.

Uma vez credenciado, o clube poderá responder aos chamamentos de projetos e formalizar convênio com a CBC.

Nesse convênio, será incluído o plano detalhado do trabalho de formação de atletas para o qual se destinam os recursos.

A prestação de contas das verbas utilizadas será baseada na regulamentação do Tribunal de Contas da União, por se tratar de verba pública, com observância da Lei das Licitações.

Para mais informações, consulte o Regulamento de Descentralização de Recursos no site da CBC.

Acompanhe no post de amanhã (5/9), entrevista com o presidente da CBC, Jair Alfredo Pereira, que exalta os benefícios trazidos pela nova Lei Pelé para o esporte desenvolvido pelos clubes.

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Conheça as modalidades olímpicas: taekwondo

Taekwondo: Brasil busca primeira medalha
Taekwondo: Brasil busca primeira medalha

Na última Olimpíada, em Londres, o Brasil conseguiu seu melhor resultado no taekwondo com Diogo Silva, que terminou em quinto lugar, na categoria até 68 quilos.

O presidente da Confederação Brasileira de Taekwondo, Carlos Fernandes, acredita que a renovação mesclada à experiência abre boas perspectivas para os Jogos Olímpicos de 2016:

“Embora sem conseguir medalhas em Londres, as nossas perspectivas são muito boas, pois acreditamos que a renovação da equipe continuará a dar resultados e que o fato de lutarmos em casa também contribuirá para isso. Temos uma equipe de jovens talentos que começou agora a disputar no cenário internacional, ganhando experiência para chegarem ao Rio bem fortes. Estou certo de que, se tudo continuar no rumo que estamos tomando, com este misto de renovação e experiência,  iremos ter medalhas para o taekwondo brasileiro”, diz Fernandes.

O taekwondo foi disputado como esporte de exibição nos Jogos de Seul, em 1988, e nos de Barcelona, em 1992.

A estreia oficial foi na edição de Sydney 2000. As disputas são feitas em um tatame sintético, em combates com três rounds de dois minutos cada, com um minuto de descanso entre os rounds.

Além do uniforme branco, os participantes usam protetores de cabeça e tronco, um de cada cor: vermelho e azul.

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