Conheça as modalidades olímpicas: tiro esportivo

Rippel e Almeida: ouro no Pan (Foto: CBTE)
Rippel e Almeida: ouro no Pan (Foto: CBTE)

Com participação brilhante, o tiro esportivo brasileiro terminou o Pan-Americano de Toronto com ótimas conquistas.

Os brasileiros trouxeram para casa quatro medalhas (três de ouro e uma prata). Essa foi a melhor participação do tiro esportivo brasileiro em edições da competição.

Na categoria pistola de 50m, Júlio Almeida levou o ouro.

Felipe Wu, categoria pistola de ar, também garantiu a medalha dourada para o Brasil e é um dos favoritos a subir ao pódio na Rio 2016.

Já na carabina deitado de 50m, Cássio Rippel também ficou com o ouro.

Ele é o atual recordista da categoria, com 207.7 pontos. Em setembro, Rippel juntou-se ao grupo dos únicos cinco atletas no mundo que superaram a marca de 630 pontos em provas oficiais. Ele pontuou 630,6.

A medalha de prata no Pan de Toronto veio com o atirador Emerson Duarte, na prova da pistola tiro rápido 25m.

E não para por ai: com os resultados obtidos, foram conquistadas três vagas para os Jogos Olímpicos Rio 2016 – os atletas que conquistaram o ouro no Pan  têm participação garantida ano que vem.

A um ano do início da competição, dez vagas olímpicas estão confirmadas, seis em provas masculinas e quatro em femininas.

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Conheça as modalidades olímpicas: luta olímpica

Joice: medalha de ouro inédita
Joice: medalha de ouro inédita

O ano de 2015 começou bem para a seleção de luta olímpica: Joice Silva conquistou um ouro inédito no Pan-Americano Sênior da modalidade, realizado em abril, no Chile.

Ela foi eleita a melhor atleta feminina da competição pelos jurados. As brasileiras ainda garantiram dois bronzes, com Giullia Penalber e Aline Silva.

A equipe masculina também trouxe medalhas para o Brasil: Davi Albino faturou uma prata e Gil Leon um bronze.

No total foram seis medalhas para a seleção e nove vagas asseguradas para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, em julho.

Além disso, pela primeira vez na história, um atleta brasileiro conseguiu integrar o ranking dos 20 melhores atletas do mundo: Davi Albino está em 20º lugar.

No ano passado, os lutadores nacionais ganharam oito medalhas, dois ouros, uma prata e cinco bronzes, nos Jogos Sul-Americanos.

Esses resultados mostram a evolução da modalidade e deixam o Presidente da Confederação Brasileira de Lutas Associadas, Pedro Gama Filho, otimista para 2016.

“Sabíamos que chegaríamos a 2016 com chances de brigar por medalha. Atingimos um nível competitivo que nos permite pensar em pódio nessa modalidade. Temos mais recursos e oportunidades do que nos ciclos anteriores e mais apoio do Ministério do Esporte e COB, além da vantagem de lutarmos em casa”, afirma Gama Filho.

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Conheça as modalidades olímpicas: remo

Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)
Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)

A Olimpíada de 2016 é esperança de medalha para o remo brasileiro que, nos últimos 20 anos, não obteve desempenho satisfatório.

A última vez que atletas nacionais ficaram perto de um lugar no pódio foi em Los Angeles, 1984, com o quarto lugar.

A expectativa por resultados melhores no Rio aumentou após a seleção brasileira garantir 10 vagas para o Pan-Americano de Toronto, que começará em julho deste ano.

Na última edição do Pan, em Guadalajara, 2011, o Brasil conquistou uma prata no feminino com Fabiana Beltrame, principal atleta do remo, e uma no masculino com a dupla João Borges e Alex Mestre.

Outro resultado importante foi o alcançado no Campeonato Mundial de Remo da Holanda, ano passado: quarto e quinto lugares nas finais B e D do Four Skiff Peso-Leve e do Double Skiff Peso-Leve masculinos.

O técnico da seleção, Júlio Soares, planeja elevar o nível do remo nacional nos próximos Jogos Olímpicos.

“O remo brasileiro está tanto tempo sem identidade que precisamos criar um modelo no país, como fizeram o vôlei e o handebol. Temos as ferramentas para construir melhores posições, basta acreditar para que isso aconteça”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: canoagem

Canoagem: objetivo é conseguir mais vagas olímpicas
Canoagem: objetivo é conseguir mais vagas olímpicas

A Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) assinou contrato com a GE Brasil para o desenvolvimento de um software que irá monitorar o desempenho dos atletas e das canoas nos treinamentos.

Com isso, a modalidade ganha um aliado tecnológico que irá fornecer resultados em tempo real à comissão técnica.

Haverá sensores, como GPS, giroscópio, acelerômetro e magnetômetro instalados nas canoas.

Serão medidas a intensidade das remadas, a velocidade e a direção das embarcações.

As informações serão transmitidas para um sistema central que cruzará todos os dados automaticamente.

O técnico da Seleção Brasileira, o espanhol Jesus Morlán, poderá visualizá-los por meio de um tablet.

O treinador, que completou dois anos no cargo, chegou aos Brasil com fama de durão.

Já pode comemorar a conquista da confiança dos comandados, que elogiam sua atuação.

Morlán foi eleito o melhor técnico de esportes individuais pelo Comitê Olímpico do Brasil no ano passado e diz não gostar de improvisações.

No currículo, são nada menos que cinco láureas olímpicas (quatro pratas e um ouro) e dez em Mundiais.

Ele diz esperar que o trabalho duro resulte no maior número possível de vagas olímpicas para o Brasil.

O país já tem uma garantida, por ser sede, mas buscará três no Mundial de Milão (ITA), em agosto deste ano.

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Conheça as modalidades olímpicas: ginástica rítmica

Seleção brasileira: três ouros no Pan (Foto: Luiz Pires)
Seleção brasileira: três ouros no Pan (Foto: Luiz Pires)

A seleção de ginástica rítmica tem garantido resultados melhores a cada ano.

Somente em 2014, conquistou as três medalhas de ouro disputadas no Conjunto, no Pré-Pan, em Toronto, e chegou à final dos cinco pares de maças no Internationaux de Thiais, na França.

Além disso, foi a quarta melhor por equipe e esteve em duas finais por aparelhos na Copa do Mundo de Debrecen, na Hungria.

Participou também pela primeira vez de uma etapa de Copa do Mundo da categoria A, em Sttutgart, na Alemanha e do Mundial, onde conquistaram o 15º lugar.

Os jogos olímpicos de 2016 servirão para a ginástica rítmica se redimir, já que em Londres 2012, a modalidade não conseguiu nenhuma medalha.

O resultado é diferente em Pan-Americanos: no de Guadalajara, 2011, a seleção ganhou três ouros, uma prata e três bronzes.

“Temos uma equipe talentosa, que tende a crescer ainda mais. Estamos entre os melhores do mundo e vamos continuar trabalhando forte para o nosso objetivo principal deste ciclo, que são os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro”, afirma Luciana Resende, presidente da Confederação Brasileira de Ginástica.

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Conheça as modalidades olímpicas: basquete

Basquete brasileiro ainda procura o melhor caminho (Foto: Christian Petersen/Getty Images)
Basquete brasileiro ainda procura o melhor caminho (Foto: Christian Petersen/Getty Images)

O basquete brasileiro ainda continua com um gostinho de “quero mais” em Olimpíadas.

O Brasil possui em toda sua história cinco medalhas: são três bronzes com a seleção masculina (Londres/1948, Roma/1960 e Tóquio/1964) e duas com a equipe feminina, uma prata (Atlanta/1996) e um bronze (Austrália/2000).

O ano passado começou com a possibilidade de o Brasil sequer disputar a Copa do Mundo de basquete masculino.

O convite veio, mas o time não atuou bem, caiu diante da Sérvia, nas quartas.

O sexto lugar foi o melhor resultado brasileiro em mundiais, desde o quinto lugar em 1990.

A seleção feminina venceu apenas um jogo, perdeu três e fechou o Campeonato Mundial na 11ª posição.

A boa notícia para elas foi o 15º título sul-americano seguido.

O diretor executivo de Esportes do COB, Marcus Vinicius Freire, acredita que o treinamento das equipes é fundamental para se obter bons resultados nos Jogos do Rio 2016.

“A preparação comportamental dos atletas e dos próprios treinadores é um ponto de atenção tão importante quanto à preparação técnica, tática e física de cada atleta. Devemos ficar atentos a todos os detalhes do planejamento que poderão fazer a diferença em 2016 e, com isso, aumentar as vantagens de competir em casa e diminuir as desvantagens que esse fato carreta”, explicou Freire.

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Conheça as modalidades olímpicas: hóquei sobre a grama

Brasil tentará classificação para Olimpíada (Foto: Divulgação/CBHG)
Brasil tentará classificação para Olimpíada (Foto: Divulgação/CBHG)

Mesmo sendo um esporte novo e em desenvolvimento no Brasil, o hóquei sobre a grama vem alcançando resultados inéditos, como a classificação da equipe masculina para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto.

Será a primeira vez que a seleção disputará um Pan por meio de um classificatório, já que, em 2007, foi apenas por ser do país sede.

A equipe precisa garantir, no mínimo, a sexta colocação para conseguir uma vaga na Olimpíada de 2016.

Além disso, o Brasil conseguiu o terceiro lugar no mundial de hóquei sobre a grama, realizado na cidade de Guadalajara, México, em setembro.

Esses resultados positivos deixam o gerente-geral da Confederação Brasileira de Hóquei Sobre Grama, Bruno Patrício, otimista.

“A classificação inédita do Brasil para os Jogos Pan-Americanos premia o esforço e a dedicação dos atletas e da comissão técnica. Agora, vamos nos concentrar no Pan de 2015 para tentarmos conquistar a vaga para os Jogos Olímpicos de 2016. Estamos buscando parceiros para viabilizar a melhor preparação possível para os nossos atletas” afirma.

A equipe feminina não irá disputar as olimpíadas no Rio porque não possui um patamar técnico mínimo que garanta a participação em campeonatos de grande porte.

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Conheça as modalidades olímpicas: vela

Martine e Kahena: ouro inédito (Foto: CBVELA)
Martine e Kahena: ouro inédito (Foto: CBVELA)

O Brasil é uma potência na vela.

A prática é a que mais conquistou medalhas olímpicas para o Brasil.

Este ano, Kahena Kunze e Martine Grael, filha do cinco vezes medalhista olímpico Torben Grael, conquistaram ouro inédito na classe 49ER FX do Campeonato Mundial, disputado em Santander, na Espanha, em setembro.

É a primeira vez que uma dupla feminina vence um mundial adulto em uma classe olímpica.

As duas já tinham o melhor resultado do gênero, com o segundo lugar do ano passado, na França.

Também no Mundial, Robert Scheidt foi o melhor brasileiro nas categorias masculinas, terminando na quinta colocação da classe Laser Standard.

No Ranking Mundial, o Brasil continua entre os dez melhores em cinco classes, sendo três no topo.

Também em setembro, no Aquece Rio International Sailing Regatta, primeiro evento teste para as Olimpíadas Rio 2016, em sete dias de competições para as dez classes olímpicas, o Brasil obteve bons resultados, com sete barcos entre o top 10.

O secretário-executivo da Confederação Brasileira de Vela, Ricardo Lobato, está otimista para a Olimpíada Rio 2016:

“Acreditamos que a equipe brasileira de vela terá uma significativa evolução considerando o fato de estarmos em casa e os investimentos que vêm sendo feitos para que os atletas possam alcançar o objetivo maior”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: judô

Mayra Aguiar, campeã mundial brasileira de judô - CBJ
Mayra Aguiar: campeã mundial (Foto: CBJ)

Nos Jogos de Londres 2012, o judô brasileiro fez a melhor campanha olímpica com três bronzes e um ouro.

Isso deu ao Brasil o sexto lugar no ranking de medalhas na modalidade, superando os resultados de Pequim em 2008, de três medalhas de bronze.

Este ano, na competição individual do Mundial de Judô de Chelyabinsk, na Rússia, em agosto, o Brasil ficou em terceiro lugar no quadro geral, com quatro medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata e duas de bronze.

Destaque para Mayra Aguiar, que entrou para a história do judô brasileiro ao se tornar a primeira judoca com quatro medalhas mundiais.

Além do ouro em Chelyabinsk, ela foi prata no Mundial de Tóquio 2010 e bronze nos Mundiais Paris 2011 e Rio 2013.

Ney Wilson, gestor técnico das equipes adultas da Confederação Brasileira de Judô, diz que a expectativa para o Rio 2016 é superar a quantidade de medalhas conquistadas em Londres, mas pondera:

“É muito difícil fazer uma previsão concreta nesse momento porque não sabemos quem serão os atletas que vão estar nos Jogos do Rio. Hoje, ele pode não estar na equipe principal, mas com bons resultados, pode se classificar. Nosso objetivo é evoluir em relação aos últimos Jogos”, afirma.

O judô chegou ao Brasil em 1922 e manteve uma trajetória de contínuo crescimento de adeptos, até se transformar no esporte que possui uma seleção de atletas respeitada internacionalmente e em uma das modalidades olímpicas mais vitoriosas do país.

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