Conheça as modalidades olímpicas: levantamento de peso

Reis: favoritismo confirmado no Pan (Foto: COB)
Reis: favoritismo confirmado no Pan
(Foto: COB)

O levantamento de peso fez boa campanha nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, com direito a recorde e medalhas.

O atleta Fernando Reis trouxe o ouro para o Brasil. Ele confirmou seu favoritismo ao levantar 192 kg e derrubar o recorde de 180 kg.

Na sequência, também deixou para trás o antigo recorde de 225 kg na disputa do arremesso e passou para 235 kg.

No total, ele alcançou a soma de 427 kg, superando os 410 kg.

Os recordes anteriores já pertenciam ao atleta, que atingiu as marcas há quatro anos, nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Ainda no masculino, Mateus Felipe Gregório obteve o resultado de 377 kg, sendo 175 kg no arranque e 202 kg no arremesso, e conquistou a medalha de prata na categoria até 105 kg.

As atletas femininas também subiram ao pódio. Bruna Piloto, na categoria até 63 kg, perdeu a chance de faturar a prata por 1 kg e garantiu o bronze.

Totalizou 202 kg com 90 kg no arranque e 112 kg no arremesso.

Com a medalha, a brasileira fez história ao ser a primeira mulher do país a subir em um pódio pan-americano na modalidade.

Jaqueline Ferreira, na categoria até 76 kg, faturou o segundo bronze. Ao todo ela levantou 230 kg, 105 kg na arrancada e 125 kg no arremesso.

A modalidade é uma das apoiadas pelo governo federal e começa a ganhar favoritismo do público.

A inédita medalha olímpica do Brasil pode chegar nos Jogos Rio-2016.

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Conheça as modalidades olímpicas: vôlei

Seleção masculina: prata no Pan. (Foto: CBV)
Seleção masculina: prata no Pan. (Foto: CBV)

O Brasil fechou os Jogos Pan-Americanos com duas pratas no vôlei.

A seleção feminina perdeu a final para os Estados Unidos por três sets a zero e não conseguiu conquistar o tão sonhado bicampeonato.

Ao todo, as mulheres já conquistaram quatro ouros, três pratas e dois bronzes na história da competição.

Os homens também ficaram com a prata, ao serem derrotados pela Argentina no tie-break. A derrota por 3 a 2 acabou com a esperança brasileira de faturar a medalha dourada pela terceira vez seguida.

Essa foi a 15º medalha da seleção masculina em Pan-Americanos. A equipe brasileira já havia conquistado quatro ouros, seis pratas e quatro bronzes em edições anteriores.

O vôlei brasileiro é uma das modalidades que mais ganham medalhas para o país. As duas seleções foram ouro nos Jogos Olímpicos em Pequim, 2008 e em Londres, 2012, e defenderão o tricampeonato olímpico em casa.

Hoje, no ranking mundial, o Brasil é líder no masculino e vice-líder no feminino.

Os diversos títulos não só enalteceram o vôlei, mas também aumentaram o número de torcedores e fizeram com que ambas as equipes sejam sempre esperança de conquistas.

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Presidente do Sindi-Clube ressalta resultados no Pan-Americano e espera bom desempenho do país nos Jogos de 2016

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Betinho e Márcia Dutra

O presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, em entrevista concedida ao programa “Repórter São Paulo”, falou sobre os resultados conseguidos pelo Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, que permitem antever boa participação do país nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Veja a entrevista feita pela jornalista Marcia Dutra aqui.

 

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Conheça as modalidades olímpicas: ginástica rítmica

Ginástica rítmica: cinco ouros seguidos no Pan (Foto: CBG)
Ginástica rítmica: cinco ouros seguidos no Pan (Foto: CBG)

A equipe brasileira de ginástica rítmica fez uma ótima apresentação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Ao todo, foram cinco medalhas conquistadas – dois ouros, uma prata e dois bronzes.

O Brasil tornou-se pentacampeão, com cinco títulos seguidos da modalidade em Pan.

Depois de um título no geral por equipes, com nota final 30,233, as ginastas subiram ao pódio para receber o ouro na apresentação das fitas.

Com grande diferença de pontuação, o Brasil somou 15,000 pontos, deixando a prata para os Estados Unidos, com 13,382.

As meninas também faturaram uma prata na final com arcos e maças, somando 14,692 pontos.  Ficaram atrás dos Estados Unidos, com 14.983, enquanto Canadá conquistou o bronze, com 13.709.

No individual, Angélica Kvieczynski garantiu dois bronzes, um na prova de fita e outra no arco.

A equipe brasileira já pensa no Mundial da Alemanha, que será disputado em Stuttgart, de 7 a 13 de setembro.

Elas representam grande expectativa de medalhas também nas Olímpiadas Rio 2016.

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Clubes paulistas obtém 39% das medalhas brasileiras no Pan

medalhasAtletas de seis clubes paulistas participaram da conquista de 55 das 141 medalhas que o Brasil ganhou na 17º edição dos Jogos Pan-Americanos.

O número de 55 medalhas de atletas vinculados a agremiações paulistas corresponde a 39% do que foi obtido pelo país em Toronto.

O Esporte Clube Pinheiros teve 46 atletas que participaram da conquista de 30 medalhas, em oito modalidades: levantamento de peso, natação, polo aquático feminino e masculino, esgrima, basquete, judô e ginástica artística.

O Club Athletico Paulistano associou-se à obtenção de nove medalhas, com oito atletas, em cinco modalidades: canoagem, polo aquático feminino e masculino, e badminton feminino e masculino.

A conquista de outras 12 medalhas foi feita com cinco atletas do Sport Club Corinthians, em natação e futebol.

O SPAC, São Paulo Atletic Clube, com quatro atletas, conseguiu uma medalha, no rúgbi feminino.

A Sociedade Esportiva Palmeiras teve duas medalhas, com um atleta, no tênis de mesa, e o Santos Futebol Clube obteve outra, com um atleta, no futebol.

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Conheça as modalidades olímpicas: natação

Thiago Pereira: título de Mister Pan. (Foto: AP Photo/ Divulgação)
Thiago Pereira: título de Mister Pan. (Foto: AP Photo/ Divulgação)

A natação brasileira fez história nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Com 26 medalhas – uma a mais que na edição anterior – e a segunda colocação geral na modalidade, perdendo apenas para os Estados Unidos, os atletas brasileiros retornam com dez ouros, seis pratas e dez bronzes.

Além disso, a equipe verde e amarela alcançou marcas inéditas durante a competição.

Thiago Pereira ultrapassou o cubano Erick López Ríos, ao conquistar a 23ª medalha no Pan, e garantiu o título de Mister Pan.

O recorde anterior era de 22 medalhas. Pereira agora possui 15 ouros, quatro pratas e quatro bronzes.

Etiene Medeiros ganhou o primeiro ouro feminino na natação do Brasil em Jogos Pan-Americanos. A medalha veio na prova de 100 metros costas, na qual a brasileira deixou duas norte-americanas para trás. Há pouco tempo, Etiene venceu também a primeira medalha de ouro brasileira feminina na natação em Mundiais.

Em dezembro do ano passado, a delegação conquistou dez medalhas no Mundial de Natação em piscina curta de Doha, no Catar, e terminou em primeiro lugar na classificação geral, passando os Estados Unidos.

Sete delas eram de ouro. Esses resultados deixam a equipe esperançosa para os Jogos Rio 2016, já que em Londres, 2012, o Brasil voltou com apenas uma prata e um bronze.

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Conheça as modalidades olímpicas: judô

Camilo: tricampeão pan-americano
Camilo: tricampeão pan-americano

O judô brasileiro encerrou a participação no Pan-Americano de Toronto com 13 medalhas: cinco ouros, duas pratas e seis bronzes.

O destaque da modalidade na competição foi Tiago Camilo que conquistou a medalha de ouro na categoria até 90kg e repetiu o feito de 2007 e 2011.

O tricampeão pan-americano venceu o cubano Asley Gonzalez, campeão mundial em 2013, no Rio de Janeiro, e prata nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

Os resultados positivos são comuns para os judocas brasileiros.

A modalidade, que é uma das mais vitoriosas do país, ficou em terceiro lugar no quadro de medalhas do Mundial de Judô de Chelyabinsk, realizado ano passado na Rússia, com uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronze.

Mayra Aguiar, campeã mundial, entrou para a história do judô nacional ao conquistar o ouro e se tornar a primeira com quatro medalhas mundiais.

Além disso, em Londres 2012, a seleção ficou em sexto lugar no ranking de medalhas do judô, com um ouro e três bronzes – a melhor campanha olímpica da história do Brasil na competição.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: ciclismo

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Brasil compete no ciclismo paraolímpico desde 1992

O ciclismo paraolímpico começou na década de 80, quando somente deficientes visuais competiam.

A Paraolimpíada de Nova Iorque, em 1984, marcou por ser a primeira com atletas paralisados cerebrais, amputados e deficientes visuais.

A partir de Atlanta, em 1996, cada tipo de deficiência passou a ser avaliado de forma específica.

O Brasil estreou nos Jogos Paraolímpicos, em Barcelona (1992), com Rivaldo Gonçalves Martins.

Dois anos depois, na Bélgica, o mesmo ciclista, amputado da perna com prótese, conquistou o título de campeão mundial na prova de contra-relógio.

Competem deficientes visuais, paralisados cerebrais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos.

A modalidade pode ser praticada de forma individual ou em equipe.

As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo, com pequenas alterações relativas à segurança e classificação dos atletas.

As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão.

O ciclista cego compete em uma bicicleta dupla, com um guia no banco da frente, para dar a direção.

Para os cadeirantes, a bicicleta é “pedalada” com as mãos.

As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: remo

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O remo adaptado está no Programa Paraolímpico desde os Jogos de Pequim, em 2008.

No Brasil, a prática teve o início nos anos 80, no Rio de Janeiro, quando foi iniciado um programa de reabilitação para pessoas com deficiência física, mental e auditiva, utilizando a modalidade como ferramenta.

Porém, somente em 2005, depois dos dois mundiais, é que a Confederação Brasileira de Remo reativou o departamento de remo adaptável.

O termo “adaptado” quer dizer que o equipamento é modificado para a prática do esporte e não propriamente “adaptado” a cada atleta.

Na modalidade, todas as classes têm provas em percursos de 1.000 metros e os atletas são divididos entre aqueles fazem a propulsão só com os braços, com os braços e tronco e também os que utilizam braços, tronco e pernas.

Em duas edições com a presença do remo nos Jogos Paraolímpicos, o Brasil ganhou uma medalha de bronze no skiff duplo misto, classe TA, com Elton Santana e Josiane Lima.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: goalball

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O goalball é uma das poucas modalidades não adaptadas de outro esporte e sim desenvolvidas exclusivamente para pessoas com deficiência – neste caso, a visual.

Baseado nas percepções tátil e auditiva, o jogo é praticado em silêncio para que os atletas consigam perceber os sons que a bola emite.

A quadra tem as mesmas dimensões da de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento).

As partidas duram 20 minutos, com dois tempos de 10.

Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas.

De cada lado da quadra tem um gol com nove metros de largura e 1,2 de altura.

Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores.

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Equipe feminina em Londres: medalha de prata (Foto: CPB)

As partidas são disputadas em dois tempos de 12 minutos, com três de intervalo.

Quando uma equipe abre dez gols de vantagem, o confronto é encerrado imediatamente, independente do tempo da partida.

A modalidade foi introduzida no Brasil em 1985.

Em Pequim, 2008, a seleção masculina estreou em uma Paraolimpíada.

Nos Jogos de Londres, em 2012, o Brasil contou também com a presença da equipe feminina que conquistou uma medalha de prata, superando as expectativas.

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