Brasil vence Pan-Americano de handebol

Seleção comemora titulo no Pan-Americano (Foto: CBHb)
Seleção comemora titulo no Pan-Americano (Foto: CBHb)

A seleção brasileira sagrou-se campeã do Pan-Americano de Handebol.

A vitória sobre o Chile, por 28 a 24, coroou a excelente campanha da equipe masculina, que encerrou o torneio sem nenhuma derrota.

Apesar de marcar presença nas últimas oito finais, é a terceira vez que o Brasil conquista o Pan. Em 2010, 2012 e 2014, perdeu o ouro para a Argentina.

A seleção verde e amarela ainda enfrentará a Dinamarca, em dois amistosos, antes da Olimpíada. Por ser país-sede, o Brasil pôde escolher sua chave para a primeira fase dos Jogos.

O time masculino integra o grupo B, que ainda conta com Alemanha, Egito, Eslovênia, Polônia e Suécia. Já o grupo A é composto por Argentina, Croácia, Dinamarca, França, Qatar e Tunísia.

Desde que o handebol masculino entrou de vez para a grade olímpica, em 1972, todas as medalhas foram para seleções europeias – a única exceção foi a prata da Coréia, em 1988.

A meta do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) é alcançar o pódio inédito e ser o segundo país de outro continente a bater a hegemonia da Europa.

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Manoel dos Santos, medalhista histórico, rememora ouro perdido em Roma

Manoel: medalha heroica
Manoel: medalha heroica

Manoel dos Santos cumpriu uma prova quase perfeita na disputa dos 100 metros livre na piscina do Stadio del Nuoto, nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960.

Uma conquista que poderia ter sido o ouro.

Mesmo tendo cometido uma imprecisão, a medalha de bronze que lhe coube foi recebida no Brasil como uma conquista heroica.

Todo o reconhecimento, porém, não foi suficiente para fazer desaparecer a sensação de frustração, que permanece até hoje, na véspera dos Jogos do Rio de Janeiro.

“Não gosto muito de Olimpíada, pois, em 1960, me preparei muito para ganhar. Tinha certeza do meu potencial e saí de Roma com o bronze”, diz Manoel. A convicção de que alcançaria o ouro estava escorada em fatos. Em 1958, no sul-americano, ele já havia conseguido o terceiro melhor tempo do mundo. “Mesmo assim, não mereci acompanhamento especial da confederação de natação, visando a Olimpíada, dali a dois anos”, conta.

A preparação foi feita de forma autônoma, pelo próprio Manoel.

As dificuldades foram imensas.

Não havia piscinas de água aquecida.

“Quando a temperatura caía muito, eu ia treinar no Clube Internacional de Regatas, em Santos, que ficava acima dos 20ºC. Meu treinamento e competições, no ano da olimpíada, foram feitos em piscinas de 25 metros, diferentes das de 50 metros, como as que eu iria encontrar em Roma. Além disso, 15 dias antes de chegar lá, fomos obrigados a participar dos Jogos Luso-Brasileiros, em Lisboa, em piscina de água gelada. Pedi dispensa, mas me obrigaram a competir. Peguei uma amidalite desgraçada. Saí de lá sob efeito de antibióticos, com eliminatórias dos 100m livre pela frente. Consegui classificação para a final, em sexto lugar. Havia oito lugares, quase que não entro”, relembra.

A virada errada

Em 27 de agosto de 1960, dia da final, Manoel teve que administrar a pressão de ser único finalista brasileiro na natação.

Sobre ele estavam depositadas todas as esperanças. Ele conta o que ocorreu, após uma largada fortíssima.

“Quando caí na água, na baliza 2, fiz o bloqueio de respiração e, uns 15 metros depois, quando olhei, vi que estava bem à frente. Não esperava estar tão à frente, antes da metade da prova. Fiquei em dúvida se eu havia queimado a largada. Com isso, perdi a concentração, fiz uma virada errada e perdi a vantagem. Acabei ultrapassado por três nadadores. Mesmo assim, ainda consegui passar por eles. Porém, não aguentei e, nos últimos metros, o australiano (John Devitt) e o americano (Lance Larson) acabaram vencendo, na batida de mão”, conta.

Manoel ficou em terceiro, com 55s4, com apenas dois décimos de segundo a mais.

Recorde mundial

Salto para a¬ quebra do recorde mundial
Manoel salta para bater marca mundial; novo recorde durou três anos

“A minha frustração se justificava, tanto é que, um ano depois, eu fiz 53s6 e consegui quebrar o recorde, um segundo e meio abaixo do marca mundial e olímpica. Não se consegue baixar mais de um segundo, em um ano. Esse segundo e meio que baixei corresponde ao tempo que perdi naquela virada errada de um ano antes, em Roma”, explica.

A marca mundial foi vencida no Clube de Regatas Guanabara, no Rio de Janeiro.

Foi um feito extraordinário. O recorde mundial de Manoel durou três anos. Como recorde brasileiro e sul-americano, os 53s6 permaneceram quase onze anos sem serem superados.

Minoru Hirano

Manoel credita a glória alcançada ao apoio recebido de seu treinador, Minoru Hirano.

Anos antes, em 1949, Hirano tinha sido intérprete para a equipe japonesa dos “Peixes Voadores” que visitava o Brasil, depois de se apresentarem nos Estados Unidos e terem vencido quase todas as provas contra os competidores americanos.

“Hirano fez amizade com a equipe técnica, começou a se corresponder com os japoneses e foi obtendo informações importantes sobre metodologias. Isso foi utilizado na montagem do meu treinamento. Era algo completamente diferente. Hirano dizia, principalmente, que eu devia me harmonizar com a água e não brigar com ela. Não era pra eu bater pernas seguidamente. Tinha que bater e parar, bater e parar. Em cada 25 metros, eu dava 16 braçadas, com o treinamento, caíram para 11. Era uma coordenação difícil, mas que fazia diferença. Devo muito ao Hirano pela evolução que eu tive”.

Reconhecimento

Desde 1960, Manoel dos Santos é reconhecido como um dos maiores nomes da natação mundial.

Ele lembra de uma primeira manifestação de respeito pela conquista do bronze, feita ainda em Roma.

“Depois da prova, fui jantar e, no mesmo momento, Wilma Rudolph estava saindo do restaurante. Ela veio até mim e me cumprimentou pela conquista. Depois é que descobri que se tratava da corredora norte-americana que havia ganhado três medalhas de ouro naquela olimpíada, e se consagrado como a maior velocista do planeta, oito anos depois de se livrar da poliomielite. Aí percebi que eu havia entrado no clube seleto dos medalhistas olímpicos”, lembra.

Em uma época em que o esporte nem de longe contava com o apoio que é dado hoje, Manoel interrompeu a carreira de herói olímpico, aos 22 anos.

“Resolvi parar. Quando queria ir ao cinema com a namorada, precisava pedir dinheiro para o meu pai. Era chato. Naquele tempo do amadorismo, eu não tinha como ganhar dinheiro com a natação”, explica.

Hoje, Manoel é dono de duas escolas de sucesso, que se dedicam à iniciação de natação.

“Nessa atividade de ensinar, ganho uma nova medalha cada vez que uma criança aprende a nadar”, diz.

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Aline Silva é ouro e Brasil ganha três medalhas em torneio de Luta Olímpica, na Itália

Aline Silva vence venezuelana. (Foto: Divulgação/ CBLA)
Aline Silva vence venezuelana e leva ouro (Foto: Divulgação/ CBLA)

O aquecimento da luta olímpica brasileira para a Olimpíada Rio 2016 já começou. O Brasil conquistou, no último sábado (28), quatro medalhas no Torneio Internacional de Sassari de Luta Olímpica, disputado na Itália. O destaque foi a paulistana Aline Silva, da categoria até 75kg, que venceu a venezuelana Leonor Jarami por 3 a 2, garantindo o primeiro lugar do pódio.

Na mesma competição, Laís Nunes, que havia começado muito bem a prova, garantiu a prata no peso até 63kg. Entre os homens, o armênio Eduard Soghomonyan, que briga na justiça pelo processo de naturalização, foi o melhor do país. Ele terminou em segundo na categoria até 130kg do estilo greco-romano.

Para fechar, Davi Albino foi bronze nos 98kg. Joice Silva e Gilda Oliveira, nas categorias 58 e 69kg, respectivamente, não avançaram em suas chaves.

Nos Jogos Rio 2016, os atletas brasileiros que já estão garantidos são Antoine Jaoude, de até 130kg, Joice Silva, na categoria até 58kg, Laís Nunes, até 63kg, Gilda de Oliveira, de até 69kg e Aline Silva, até 75kg.

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Brasil domina Copa do Mundo de Ginástica

Daniele: destaque na Copa (Foto: Paulo Pinto/CBG)
Daniele: destaque na Copa (Foto: Paulo Pinto/CBG)

Os ginastas brasileiros dominaram, no último fim de semana, a etapa paulista da Copa do Mundo de Ginástica.

Com seis ouros, quatro pratas e três bronzes, o Brasil ficou com a primeira colocação geral do torneio.

Esse resultado deixou a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) otimista para a Olimpíada do Rio, em agosto próximo.

O destaque da competição foi Daniele Hypolito, com três medalhas douradas.

A atleta garantiu o primeiro lugar no salto, solo e trave e foi ovacionada pelo público presente no Ginásio do Ibirapuera.

Outro que caiu nas graças da torcida foi Arthur Zanetti, que conquistou ouro nas argolas.

Atual campeão olímpico da categoria e favorito para a próxima edição, o ginasta manteve a média dos quatro últimos campeonatos e fez 15,800 pontos, suficientes para torna-lo bicampeão.

As demais medalhas vieram com Sérgio Sasaki, um ouro e duas pratas, Arthur Nory, um ouro, Rebeca Andrade, uma prata e um bronze, Diego Hypolito, uma prata, Francisco Barreto e Carolyne Pedroum, com um bronze para cada.

O ótimo desempenho em solo nacional fez com que o Brasil ultrapassasse potências da modalidade, como Japão, Alemanha e Finlândia.

A competição é considerada um aquecimento para a Olimpíada e contou com atletas renomados de vários países.

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Esgrima define lista de atletas olímpicos

Esgrima quer medalha inédita (Foto: Divulgação/COB)
Esgrima quer medalha inédita (Foto: Divulgação/COB)

Já estão definidos os treze esgrimistas que representarão o Brasil na Olimpíada do Rio, em agosto.

Dez deles são de clubes paulistas. Com oito vagas asseguradas por ser país-sede e outras cinco garantidas pelo ranking mundial, a esgrima nacional terá sua maior delegação na história dos Jogos.

A lista conta com os brasileiros Renzo Agresta (Esporte Clube Pinheiros), Guilherme Toldo (Grêmio Náutico União), Henrique Marques (Esporte Clube Pinheiros), Nicolas Ferreira (Esporte Clube Pinheiros), Athos Schwantes (Academia Mestre Kato), Guilherme Melaragno (Esporte Clube Pinheiros), Rayssa Costa (Esporte Clube Pinheiros), Taís Rochel (Esporte Clube Pinheiros) e Bia Bulcão (Esporte Clube Pinheiros).

O francês Ghislain Perrier (Esporte Clube Pinheiros), a espanhola Marta Baeza (Club Athletico Paulistano), a italiana Nathalie Moellhausen (Esporte Clube Pinheiros) e a húngara Emese Takacs (Clube Militar do Rio) complementam o plantel.

Os quatro se naturalizaram para disputar a competição.

A Confederação Brasileira de Esgrima espera conquistar, pelo menos, uma medalha olímpica e alcançar um feito inédito, já que os esgrimistas brasileiros nunca subiram ao pódio.

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Vanderlei Cordeiro de Lima aposta em brasileiros e não tem mágoa de Atenas 2004

Vanderlei: medalha Pierre de Coubertin pelo espírito olímpico (Foto: Adrian Dennis/Getty Images)
Vanderlei: medalha Pierre de Coubertin pelo espírito olímpico (Foto: Adrian Dennis/Getty Images)

Vanderlei Cordeiro de Lima esteve bem perto de inscrever seu nome na galeria dos grandes campeões da prova nobre dos Jogos Olímpicos, a maratona.

O palco era, simplesmente, a capital grega, Atenas, em 2004.

Após ter percorrido 35 dos 42 quilômetros previstos, o brasileiro liderava a corrida, quando se deu a cena impensável: Vanderlei foi atacado pelo ex-padre irlandês Cornelius Horan (veja abaixo).

O desequilibrado invadiu a pista e o jogou para fora, muito perto da conquista da medalha de ouro.

Ajudado por torcedores, seguiu correndo, mas o incidente o desconcentrou e fez com que fosse ultrapassado nos quilômetros finais por dois competidores.

Restou-lhe a medalha de bronze, que foi comemorada como se tivesse conseguido o ouro: Vanderlei não lamentou a agressão, entrou no estádio fazendo corações para a torcida, festejando ter completado a prova.

Pelo alto grau de esportividade e o espírito olímpico demonstrado, o atleta brasileiro recebeu a medalha Pierre de Coubertin, a maior distinção concedida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e tornou-se o único latino-americano a receber a outorga.

Entrevistado pela Revista dos Clubes, Vanderlei relembra o fato e também fala das chances do Brasil novamente subir ao pódio, nos Jogos do Rio de Janeiro.

Solonei da Rocha já está classificado para disputar os Jogos Olímpicos do Rio. Ele é a grande esperança brasileira de medalha na maratona?

Vanderlei: O Solonei está muito focado, vai chegar aos Jogos no auge de sua forma física e mental. Ele tem uma trajetória de vida muito inspiradora, é um guerreiro, vai à busca de uma medalha. O Brasil terá ainda mais dois atletas (classificados por índice), acostumados com o clima e apoiados pela torcida. Estarei torcendo para que um brasileiro suba ao pódio, no Rio de Janeiro.

Hoje, o que você sente ao recordar 29 de agosto de 2004?

Vanderlei: Participar dos Jogos Olímpicos de Atenas foi a realização de um grande sonho, resultado de muito esforço, treinos e privações que fazem parte da rotina de atletas profissionais. Eu sonhava em participar dos Jogos Olímpicos. Foi uma grande alegria poder representar o Brasil e estar em contato com atletas do mundo todo. Participar das olimpíadas anteriores (Atlanta e Sydney) me deu experiência e motivação para chegar a Atenas. Para mim, a Olimpíada não ficou marcada pelo episódio do manifestante irlandês e, sim, pela conquista da medalha, que era meu sonho. Eu já o perdoei pelo que fez. Batalhei muito para chegar lá e nada iria me impedir de terminar a prova. Fico feliz de ter atingido meu objetivo.

Qual o significado de ser o único brasileiro a receber a medalha Pierre de Coubertin do COI?

Vanderlei: Sinto-me um atleta realizado por ter participado e ganhado a medalha em Jogos Olímpicos. Receber a medalha Pierre de Coubertin do COI foi uma grande satisfação e reconhecimento. Fico feliz de saber que servi de exemplo para muitas pessoas. É um orgulho enorme ter essa medalha.

Como esse episódio influenciou a sua carreira?

Vanderlei: Acho que minha determinação e força de vontade inspiraram muitas pessoas, fico muito satisfeito com isso. Eu soube aproveitar bem a única oportunidade que tive na vida, que foi o atletismo. O segredo é acreditar no sonho e não desistir nunca. Outro bom exemplo que quero dar aos brasileiros é o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima (IVCL), que tem sede em Campinas. Essa é a realização de outro sonho meu: oferecer para jovens de baixa renda condições de acesso à educação e cultura. Além de selecionar talentos, o IVCL tem como missão contribuir para a ampla formação de crianças, utilizando o esporte como meio para crescimento e desenvolvimento individual e coletivo.

O irlandês maluco

Olimpíada de Atenas: Vanderlei é atacado quando liderava a maratona (Foto: AFP/Getty Images)
Olimpíada de Atenas: Vanderlei é atacado quando liderava a maratona (Foto: AFP/Getty Images)

Antes de se atracar com Vanderlei Cordeiro de Lima, Cornelius Horan, vestido com os trajes irlandeses que usaria depois, em Atenas, entrou correndo na pista do Grande Prêmio de Silverstone de Fórmula 1, em 2003, com os carros a 280 km/h, empunhando um cartaz que ordenava: “Leiam a bíblia!”.

Ficou preso por dois meses. Pouco antes da Olimpíada, em 2004, Horan repetiu o desatino ao invadir o Derby de Epsom, tradicional corrida de cavalos da Inglaterra.

Por ter empurrado Vanderlei, o ex-padre, expulso da Igreja Católica inglesa, foi condenado a um ano de prisão e multa de 3 mil euros.

Horan fez algumas aulas de português para pedir desculpas ao atleta brasileiro. Vanderlei o perdoou, mas eles nunca conversaram.

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Conheça as modalidades olímpicas: judô

Sarah Menezes: ouro em Londres. (Foto: CBJ)
Sarah Menezes: ouro em Londres. (Foto: CBJ)

A judoca Sarah Menezes conquistou, no início do mês, uma medalha de bronze no Grand Slam de Tóquio.

O resultado a fez ultrapassar Nathalia Brígida no ranking geral da modalidade, por uma diferença de 100 pontos, e a tornou a brasileira com melhor classificação.

Sarah foi responsável pela primeira medalha de ouro do Brasil na Olimpíada de Londres, em 2012, e conduziu o judô nacional à melhor campanha na história da competição – foram um ouro e três bronzes que deixaram a seleção na 6º colocação geral do esporte.

Presente logo nos primeiros dias de competição dos Jogos Olímpicos do Rio, o judô é uma das maiores esperanças de medalhas do Brasil.

Os resultados recentes foram tão positivos que a modalidade está entre as dez mais procuradas para compra de ingressos.

No Pan de Toronto, realizado em julho deste ano, a seleção trouxe para casa 13 medalhas: cinco ouros, duas pratas e seis bronzes.

Além disso, no ano passado, os atletas brasileiros ficaram em terceiro lugar no quadro de medalhas do Mundial de Judô de Chelyabinsk, realizado na Rússia, com uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronze.

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Sindi-Clube faz convênio com a Federação de Handebol para desenvolver a prática da modalidade nos clubes

Atletas e técnicos receberam homenagem do Sindi-Clube e da Federação
Atletas e técnicos receberam homenagem do Sindi-Clube e da Federação

O Sindi-Clube e a Federação Paulista de Handebol fizeram convênio de cooperação para impulsionar a prática da modalidade nos clubes paulistas.

O lançamento do acordo foi anunciado em um concorrido evento que reuniu mais de 100 pessoas, entre dirigentes, jogadores e integrantes da comissão técnica das seleções brasileiras, masculina e feminina, que conquistaram medalhas de ouro no Pan-Americano de Toronto.

Os atletas e técnicos receberam homenagem das entidades.

Veja as fotos do evento no Facebook do Sindi-Clube.

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Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)
Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)

O boxe brasileiro começou o ano de 2015 com pé direito.

A modalidade, assim como em 2013, conquistou diversas medalhas até agora.

Só no mês de junho foram três de ouro, duas de prata e três de bronze obtidas na classificatória para o Pan-Americano.

Serão oito atletas representando o país nos jogos que ocorrerão no próximo mês, em Toronto, no Canadá.

Além disso, a seleção terminou o Torneio Centenário, realizado em maio no Chile, no primeiro lugar por equipes.

Foram dois ouros, uma prata e um bronze.

Já no Torneio Internacional Cheo Aponte de Porto Rico, em abril, os brasileiros ficaram na segunda posição por equipes e trouxeram nove medalhas para casa: três de ouro, quatro de prata e duas de bronze.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos sem medalhas em Olimpíadas e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata).

Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, os atletas obtiveram sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

O presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro José da Silva, traça objetivos.

“Nossa meta é ajudar o Comitê Olímpico Brasileiro a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma.

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Futsal terá festival de 20 jogos decisivos em busca de troféus do Pepac

IMG_2051Nada menos do que 20 jogos decisivos serão disputados neste sábado para indicar as equipes campeãs da modalidade de futsal do Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes), série ouro e prata.

O festival de partidas que promete muita emoção começa às 9 horas da manhã, no Nippon Country Club (Estrada dos Vados, 260, Bairro dos Fontes, Arujá, SP).

O torneio, iniciado em março, chega ao fim, depois de 562 jogos disputados.

Participaram 1.261 atletas de 20 clubes, divididos em 65 equipes, inscritos em cinco categorias.

Além do futsal, o Pepac, que é o maior torneio interclubes do país, também desenvolve competições de handebol e vôlei, para associados de 54 clubes da capital, Grande São Paulo e interior.

O blog do Sindi-Clube fará a cobertura deste evento imperdível.

Veja a tabela de jogos do Futsal clicando aqui.

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