Presidente do Sindi-Clube é entrevistado na Rádio CBN e fala da importância dos clubes na formação de atletas

O presidente do Sindi-Clube, Paulo Movizzo foi entrevistado na Rádio CBN.

Movizzo: clubes revelam talentos para o esporte
Movizzo: clubes revelam talentos para o esporte

Movizzo falou sobre a importância dos clubes na formação de atletas de alto desempenho e que promovem o esporte no Brasil.

O dirigente também contou sobre a assessoria do Sindi-Clube às agremiações para a captação de recursos das leis de Incentivo ao esporte.

O presidente do Sindi-Clube ressaltou os programas de formação desenvolvidos pelos clubes, como as escolas de esportes.

Ouça abaixo a entrevista completa concedida no último dia 5/3.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.03

Presidente, você sabia?

presidentevc

Senhores Presidentes, confiram nesta seção vários aspectos relevantes que cercam o dia a dia dos clubes.

Os itens abaixo tratam de importantes questões sobre a rotina dos clubes, nas áreas jurídica, formação esportiva e marketing.

Então, Presidente, você sabia?

Que o clube deve fazer constar no estatuto todos os tipos de vínculos com o sócio titular que podem determinar quem são os dependentes?

Que os estatutos sociais podem mencionar como dependentes aqueles assim definidos nas legislações do Imposto de Renda e da Previdência Social?

Que antes de adotar o arquivamento de dados de associados em sistemas informatizados, antes anotados em livros, é necessária previsão no estatuto social, respaldada por resolução da diretoria?

Que o prazo para apresentação de projetos que pleiteiam recursos da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte (LPIE) foi prorrogado para 31 de janeiro?

Que a LPIE concede crédito correspondente ao valor do ICMS destinado pelos contribuintes a projetos esportivos credenciados pela Secretaria Estadual de Esportes?

Que cada clube pode apresentar até três projetos para análise, limitados a 69 mil Ufesps (cerca de R$ 1,3 milhão) e que, em 2015, a renúncia fiscal do Estado para a LPIE fim foi de R$ 81 milhões?

Que possuir um bom plano de marketing com ações estratégicas interessa ao clube, independente do porte, pois traz resultados positivos e agrega valor à instituição?

Que a pesquisa de opinião, atrelada ao plano de marketing dos clubes, traz informações valiosas sobre hábitos de consumo, opiniões, necessidades dos associados e, além disto, contribui para o planejamento estratégico, criando um marco no sucesso da gestão?

Que o clube é um poderoso canal de comunicação segmentado que interage diretamente com um público selecionado e que o Sindi-Clube oferece consultoria gratuita (consultoriademarketing@sindiclubesp.com.br) para a formulação de planos de marketing para clubes?

Se, depois da leitura dessas perguntas, o presidente mostrou-se inteirado de todas essas questões, parabéns!

Porém, em caso de dúvida, procure esclarecimentos do Sindi-ClubeClube, sempre a postos para orientá-lo: (11) 5054-5464 ou juridico@sindiclubesp.com.br

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

“Ciclo olímpico será critério para distribuição de recursos da Lei Pelé”

Há pouco menos de dois anos, a CBC (Confederação Brasileira de Clubes), legalmente habilitada pela Lei Pelé, deu início ao repasse aos clubes de recursos para a formação de atletas olímpicos e paraolímpicos e também estabeleceu um novo marco para o desenvolvimento do esporte brasileiro.

Desde então, a CBC publicou cinco editais chamando clubes para a apresentação de projetos que pleiteiam os cerca de R$ 4 milhões, transferidos mensalmente pelo Ministério do Esporte à CBC, correspondentes a 0,5% do arrecadado com loterias.

Cruz: política bem estruturada para o esporte
Cruz: política bem estruturada para o esporte

Até aqui, nos quatro primeiros editais, a entidade já fez fluir mais de R$ 30 milhões, com a assinatura de 32 convênios celebrados para projetos de formação de atletas de 29 clubes.

Para avaliar o que já foi realizado e projetar como a CBC pretende orientar os próximos chamamentos, a Revista dos Clubes entrevistou Fernando Cruz, vice-presidente de Formação da CBC, que preside a comissão técnica que examina as propostas apresentadas pelos clubes que buscam os recursos.

Cruz se diz satisfeito com o aumento gradativo de entidades que se tornam elegíveis para receber as verbas da Lei Pelé e anuncia que a CBC estuda a possibilidade de o próximo edital prever a utilização da Lei Pelé para remunerar comissões técnicas pelo prazo de 48 meses, já com vistas à formação de atletas para o próximo ciclo olímpico, 2016/2020. Acompanhe a entrevista exclusiva.

A CBC tem recebido retorno dos clubes quanto à forma dos editais de convocação de projetos feitos até agora?

Fernando Cruz: Fizemos, no Rio de Janeiro, em setembro, o primeiro fórum de presidentes de clubes em que foi discutido e avaliado o caminho percorrido, que é novo para os clubes e para nós. Posteriormente, com o Seminário do Esporte, realizado em 9 e 10 de dezembro, continuamos a avaliar as dificuldade que os clubes tiveram para cumprir o requerido nos editais. Desses contatos saíram novas ideias e sugestões que vão orientar o próximo edital, de número seis, previsto para o início de 2016.

Qual foi o principal pedido apresentado nesse seminário?

Fernando Cruz: O Seminário reuniu os 29 clubes formadores que já apresentaram projetos. O principal pedido foi no sentido de se utilizar os recursos da Lei Pelé para remuneração do pessoal das comissões técnicas responsáveis pela formação de atletas. A CBC, agora, vai analisar a viabilidade técnica e os aspectos jurídicos dessa demanda. A isso se junta nosso desejo de, em 2016, trabalhar com ciclos olímpicos.

A CBC pretende orientar a destinação dos recursos com vistas à Olimpíada de 2020?

Fernando Cruz: Sim. O conceito do ciclo olímpico é mais lógico, pois respeita o que o clube enfrenta na prática da formação do atleta. Havendo a possibilidade legal, faremos o próximo edital para projetos que prevejam o pagamento de comissões técnicas, com o prazo de 48 meses. Isso vai permitir aos clubes desenvolver trabalhos com começo, meio e fim, com treinadores fixos. Assim, a entidade formadora terá como se programar para participar de competições, estabelecer metas ano a ano, com indicadores de desempenho mais seguros para avaliar a sua formação. De pouco adianta receber recursos pontuais, sem levar em consideração o ciclo olímpico.

Qual a avaliação do critério utilizado pela CBC na formulação dos editais de convocação de projetos realizados até aqui?

Fernando Cruz: Os dois primeiros editais feitos pela CBC foram para projetos que previssem a aquisição de materiais e equipamentos esportivos. Como ainda não havia um diagnóstico completo da situação da demanda dos clubes, oferecemos a eles a oportunidade de se reequiparem. Isso também serviu, de certa forma, para identificar necessidades. Em seguida, no terceiro edital, passamos a incentivar os clubes a cada vez mais participarem de competições nacionais, para melhorar a formação e o desempenho dos atletas. Os projetos aprovados foram para bancar custos de deslocamentos, taxas, passagens, uniformes. Esses projetos foram ainda mais complexos. Ao contrário da aquisição de materiais e equipamentos, que não têm prazos de utilização, uma competição tem data marcada, é inadiável, e não espera o processo de liberação de recursos. Depois, voltamos a convocar projetos para compra de materiais e equipamentos. Até 31 de dezembro de 2015, deveremos completar a celebração de convênios com os clubes que vão receber recursos desse primeiro ciclo de cinco editais já concluídos. Temos a expectativa de simplificar esse processo, que ainda é muito burocrático e engessado. Se ainda não temos a agilidade desejada, estamos com a cautela necessária para esse início de caminho. Nossa expectativa é de que estamos construindo uma política bem estruturada para o esporte nacional, que não vai se esgotar; terá prosseguimento após a Olimpíada.

Visite o portal do Sindi-Clube e curta nossa página no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Clubes procuram apoio de consultoria do Sindi-Clube para desenvolver projetos com leis de incentivo

pag12

A consultoria instituída pelo Sindi-Clube que oferece suporte para a correta apresentação de projetos esportivos incentivados com verbas públicas tem recebido várias consultas de gestores e dirigentes de clubes.

A repercussão tem sido muito boa, o novo serviço comandado pelo consultor especializado Ricardo Paolucci é elogiado por quem procurou informações e esclarecimentos.

As leis de incentivo se apresentam como uma alternativa aos cortes de patrocínio provocados pela retração econômica.

Em 2014, houve um volume de quase R$ 500 milhões em recursos à disposição dos clubes para desenvolver projetos esportivos, montante que não existia antes.

Dos R$ 500 milhões disponíveis para financiar projetos, R$ 252 milhões foram destinados ao esporte pela lei de incentivo federal no ano passado, somados aos R$ 120 milhões da Lei Pelé depositados em 2014 em um fundo resultante de transferência de 0,5% do arrecadado com loterias, mais os R$ 80 milhões da lei paulista de incentivo, dinheiro originado da renúncia fiscal do ICMS.

  O objetivo da nova consultoria é instruir gestores de clubes para que não cometam erros que levam à rejeição das propostas.

Paolucci, nos contatos com representantes de clubes, explica que, além de entregar documentação completa e mostrar que não possui pendências fiscais, os clubes precisam conhecer as condições específicas para a obtenção de verbas públicas, que exigem planilhas detalhadas. Imprecisões nesse processo levam à recusa da proposta pelos órgãos do governo.

Clubes recomendam

Representantes de clubes que procuraram a consultoria para projetos incentivados não somente elogiaram o serviço como também o recomendaram.

Entre eles está Roberto José Carlini, gerente administrativo do Grêmio União São Roquense, interessado em desenvolver atividades esportivas no clube.

“No contato que fiz, agendei uma visita do consultor Paolucci. Estará presente nessa reunião um representante do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque, entidade que também está interessada na obtenção de recursos incentivados. No nosso clube, pretendemos desenvolver a escola de esportes que atende a várias faixas etárias e também temos um projeto para o futebol. Essa consultoria é uma ferramenta importante para os clubes encontrarem o melhor caminho para aproveitar os recursos públicos”, afirma Carlini.

A dúvida apresentada à consultoria pelo coordenador de esportes da Associação Esportiva Mocoquense, Flávio Campos, referiu-se aos recursos da lei estadual de incentivo ao esporte.

“Tínhamos algumas dúvidas quanto à apresentação do projeto para obter recursos da lei estadual e todas foram esclarecidas pelo consultor. Pretendemos desenvolver mais projetos e contamos com o suporte dessa consultoria, que eu recomendo aos clubes”, diz.

Ricardo Amirato, gerente de esportes do Clube Atlético São Paulo, SPAC, participou de uma expoisção do consultor Paolucci.

“Achei a palestra muito boa e esclarecedora, pois tirou muitas dúvidas. Atualmente, o clube não tem nenhum projeto, mas em um futuro próximo as explicações poderão ser uteis, pois as condições são vantajosas. Recomendo a consultoria para qualquer pessoa interessada em projetos de incentivados”, afirma.

Consultas por e-mail

Para ter acesso à consultoria, o clube associado ao Sindi-Clube deve encaminhar suas dúvidas para o e-mail: projetosincentivados@sindiclubesp.com.br.

Ricardo Paolucci atua como gestor esportivo especializado em projetos incentivados desde 2008, ministra cursos e palestras em todo o país sobre o tema e também é instrutor da Universidade Sindi-Clube.

Foi premiado pela CBC como Gestor Esportivo do Ano, em 2009, e já obteve aprovação para mais de 40 projetos incentivados, que representam R$ 100 milhões em recursos.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Diretor-executivo do Sindi-Clube é entrevistado pela rádio CBN sobre o “Encontro com dirigentes” realizado em Santos

IMG_8675

O diretor-executivo do Sindi-Clube, Cláudio Lauletta, concedeu entrevista à Rádio CBN e falou sobre o “Encontro com Dirigentes” realizado em Santos.

Lauletta destacou o volume de quase R$ 500 milhões em recursos à disposição dos clubes para desenvolver projetos esportivos, por meio das leis de incentivo.

Ouça a entrevista na íntegra:

Palestra da Universidade Sindi-Clube explica as leis de incentivo ao esporte

shutterstock_144640304_PA palestra presencial da Universidade Sindi-Clube “Lei de Incentivo ao Esporte, o ciclo de vida de um projeto” apresenta procedimentos e técnicas necessários para elaborar projetos para se obter recursos de incentivos fiscais dos governos federal e estadual.

Também informa sobre como prestar contas dos recursos recebidos.

O palestrante é Ricardo Paolucci, consultor especializado em projetos incentivados do Sindi-Clube.

Haverá transmissão via internet.

Quando: 29 de abril, das 10h às 12h.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.

 

Conheça as leis de incentivo que podem ser usadas para desenvolver o esporte

post leis de incentivo bA busca de fontes de receitas para tocar projetos esportivos tem sido continuamente facilitada pela edição de leis de incentivo que proporcionam recursos do governo para esse fim.

O estímulo fiscal ao esporte é uma realidade e representa uma ótima oportunidade para os clubes ampliarem suas atividades esportivas ou mesmo introduzir práticas.

Para esclarecimentos sobre essas possibilidades, o Sindi-Clube passou a oferecer uma nova consultoria voltada para projetos incentivados.

Existem, atualmente, as leis de incentivo federal, estadual e, em algumas cidades, legislações municipais que favorecem o esporte.

A última medida do governo para fomentar a prática esportiva foram os repasses de recursos de loterias, por meio da Lei Pelé.

A Consultoria Sindi-Clube tem orientado os clubes paulistas sobre essas legislações.

Confira um resumo das características de cada uma dessas possibilidades de financiamento de projetos esportivos com recursos públicos.

Lei Pelé

Os clubes podem apresentar projetos e obter recursos transferidos pela Lei Pelé (9615/98), regulamentada pelo Decreto nº 7894, de 9 de abril de 2013. Valores correspondentes a 0,5% do arrecadado com loterias são destinados à Confederação Brasileira de Clubes (CBC) e formam um fundo.

A CBC, por meio de editais de chamamento, convoca os clubes a apresentar projetos de formação esportiva e paraesportiva.

É preciso cumprir uma série de exigências legais, entre elas incluir em seu estatuto social as novas condições impostas pela Lei nº 12.868, de 15 de outubro de 2013, que alterou a Lei Pelé.

No portal do Sindi-Clube há disponível um modelo de estatuto que incorpora as novas condições exigidas.

Além dessa adequação, o clube deverá estar associado à CBC e ter regularidade fiscal nos âmbitos federal, estadual e municipal.

Após análise, os projetos aprovados recebem o valor correspondente ao projeto, que é descentralizado da verba provisionada no fundo.

Lei de incentivo federal

A lei de incentivo federal (11.438 de 2006) permite às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real deduzir 1% do imposto devido e às pessoas físicas a dedução de 6% do imposto devido na Declaração de Ajuste Anual, a título de patrocínio ou doação em favor de projetos esportivos e paraesportivos para as áreas de esporte educacional, de participação e de rendimento, que podem ser encaminhados diretamente ao Ministério do Esporte, a qualquer tempo.

A Consultoria Sindi-Clube recomenda que, previamente, o clube obtenha o compromisso da empresa de que irá investir a parcela do imposto de renda no projeto esportivo.

Com esse comprometimento, o clube ganha prioridade na análise do projeto.

Outra fonte substancial de captação de recursos é a pessoa do associado, que, mediante opção perante a Receita Federal, poderá destinar até 6% do seu imposto de renda a pagar ao projeto esportivo do clube.

Para captar recursos, é necessário que o clube tenha o estatuto com as mesmas adaptações exigidas pela Lei Pelé (veja acima).

Lei paulista de incentivo

A lei estadual de incentivo (Decreto nº 55.636, de 2010) concede crédito outorgado correspondente ao valor do ICMS destinado pelos respectivos contribuintes a projetos esportivos credenciados pela Secretaria de Esporte do Estado de São Paulo.

Cada clube pode apresentar até três projetos para análise, até o limite de 61 mil Ufesps (cerca de R$ 1,3 milhão).

O universo de doadores é o dos contribuintes do ICMS, tributo de onde serão gerados os créditos outorgados pela lei estadual.

Os projetos apresentados devem ter como alvo as áreas de formação esportiva e de rendimento, esporte de participação.

São beneficiados ainda projetos das áreas de gestão e desenvolvimento esportivo e de infraestrutura, estes voltados para a construção e reforma de instalações, desde que situados em espaços públicos.

Essa última possibilidade é interessante para clubes alocados em áreas públicas.

Na capital, há ainda a lei paulistana em que os interessados devem buscar patrocinadores para seus projetos esportivos, que poderão ser pessoas físicas ou jurídicas, contribuintes do ISS ou IPTU.

Porém, já aprovada, essa lei ainda aguarda regulamentação.

Visite o portal do Sindi-Clube e saiba mais de assuntos que interessam ao seu clube.