COB pré-seleciona 20 atletas para Tóquio 2020

Alguns dos jovens selecionados para o projeto "Vivência Rio 2016"
Alguns dos jovens selecionados para o projeto “Vivência Rio 2016” (Foto: COB)

Mesmo antes da Olimpíada do Rio acabar, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) já pensa no futuro.

Prova disso é que 20 atletas de 15 esportes, 11 homens e nove mulheres, de 15 a 24 anos, foram selecionados pela entidade para participar do projeto “Vivência Olímpica Rio 2016”, que visa prepará-los para os Jogos de Tóquio, em 2020.

Os possíveis representantes brasileiros, que nunca participaram do torneio, foram inseridos na rotina dos competidores desta edição para adquirir experiência olímpica e entender melhor como funcionam os bastidores da maior competição esportiva mundial.

Esta é a segunda vez que o projeto é executado pelo COB.

Em Londres, 2012, 16 jovens atletas foram convidados para a ação e, destes, oito se classificaram para o Rio 2016 e quatro ganharam medalhas até o momento: Thiago Braz, ouro no atletismo, Martine Grael, ouro na vela, Felipe Wu, prata no tiro esportivo, e Isaquias Queiroz, prata e bronze na canoagem.

Os eleitos deste ano foram: Beatriz Ferreira, boxe; Emily Figueiredo, levantamento de peso; Joílson Brito, luta greco-romana; Maria Paula Heitmann, natação; Marcelo da Silva, tiro com arco; Gabriel Bastos, vela; Andrea Santos, canoagem; Anderson Ezequiel de Souza, ciclismo BMX; Gabriela Cecchini, esgrima; Ângelo Assumpção e Thaís Fidélis, ginástica artística; Nathália Brigida e Rafael Godoy, judô; Felipe Ribeiro, natação; Edival Pontes, taekwondo; Manoel Messias, triatlo; Eduarda Santos Lisboa e Ana Patrícia Silva Ramos, vôlei de praia.

Os atletas escolhidos participaram de uma seletiva com 60 competidores que possuem histórico de resultados nas categorias de base, em alguns casos na categoria adulta, e com potencial de evolução até os Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

As respectivas confederações de cada modalidade selecionada fizeram a triagem que definiu o seleto grupo.

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Futsal do Pepac ajuda na formação de futuros jogadores

Sub-15 do: Ipê venceu Helvetia por 5x4
Sub-15 do: Ipê venceu Helvetia por 5×4

O futsal do Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes), promovido pelo Sindi-Clube, leva à vida dos jovens o esporte competitivo de forma organizada, com arbitragem da federação.

Participam 1.033 atletas vinculados a 21 clubes da capital e Grande São Paulo. A maioria dos inscritos é constituída por adolescentes, nas categorias sub-9, sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17 masculinas.

Alguns deles têm o primeiro contato com o campeonato e outros já participam há anos.

Por ser um campeonato que se desenvolve ao longo do ano – serão 588 jogos até o início de dezembro – o Pepac auxilia os técnicos das 68 equipes inscritas na formação de jogadores, tanto no âmbito físico quanto psicológico.

O Pepac dá aos jovens a oportunidade de estar em um certame com nível profissional, experimentando a sensação de competir, na busca pelos troféus e medalhas.

Jogo emocionante

O Pepac realiza, em média, 20 jogos de futsal a cada semana, o que dá muita movimentação ao torneio.

JFB_1591 bl Sobrou emoção em uma dessas partidas, a realizada no Clube Esportivo Helvetia, que recebeu o Ipê Clube, na categoria sub-15.

O jogo teve um clima dramático.

Dono da casa, o Helvetia abriu o placar ainda no começo do jogo e logo ampliou para 3 a 0.

Porém, em seguida, teve início a reação do Ipê, que diminuiu o placar desfavorável para 3 a 2, ainda no primeiro tempo.

Na etapa complementar, os lances foram ainda mais empolgantes.

O Helvetia aumentou para 4 a 2, mas o Ipê impôs o empate no último minuto e marcou o gol da virada, estabelecendo 5 a 4, quando faltavam apenas 17’ para o término de uma partida emocionante.

Jogadores e técnico elogiam

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Zaccharias: campeonato excelente

Por proporcionar jogos assim, Gilberto Zaccharias Junior, técnico do Helvetia, elogia o torneio:

“O nosso papel é educar e formar os meninos e o Pepac auxilia nisso. É um campeonato excelente, que entusiasma e estimula atividade física e a prática esportiva”, afirma.

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Gabriel: carreira de jogador

Para os jogadores, o Pepac representa uma boa vitrine, onde podem começar a mostrar que poderão ser futuros craques.

Gabriel Zaccharias, jogador do Helvetia que participa há mais de dois anos do Pepac, a competição é muito bem organizada.

“Quero seguir na carreira de jogador e o Pepac me ajuda muito, pois é conhecido”. Para o garoto, a visibilidade do torneio ajuda em sua projeção para a profissionalização.

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Bruno: intercâmbio entre os clubes

Bruno Arruda, goleiro e capitão do Ipê, considera o intercâmbio técnico entre os clubes o ponto principal.
“Há vários clubes disputando, o que é legal para aperfeiçoar nossa forma de jogar, conhecer outras pessoas e ainda praticar esportes”, diz o jovem que tomou gosto em participar como jogador após entrar para o campeonato realizado pelo Sindi-Clube.

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Programa Sindi-Clube Aprendiz completa 10 anos e ganha ainda mais reconhecimento

Aprendiz

O Programa Sindi-Clube Aprendiz (PSA), único programa de aprendizagem específico para clubes, chega aos dez anos exibindo êxitos que comprovam sua efetividade.

Além de formar jovens para o ingresso no mercado de trabalho clubístico, o PSA obteve o reconhecimento das entidades que deram aos aprendizes a chance do primeiro emprego e também do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Utilizado por 24 clubes, o PSA atendeu, somente em 2014, 350 alunos.

Essas instituições contrataram os jovens, amparados pela aprovação que o programa recebe do MTE.

No ano passado, o Ministério confirmou duas validações do PSA – no Arco Ocupacional (Aprendiz em Atividades Esportivas e Clubísticas) e na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações).

“O Programa atende a todos os parâmetros de avaliação da qualidade técnico-pedagógica estabelecidos pelo Ministério para os cursos de aprendizagem. Essa validação do MTE dá tranquilidade aos clubes para o cumprimento da Lei da Aprendizagem (10.097/00)”, diz o coordenador Programa Sindi-Clube Aprendiz, Reginaldo Teixeira Rosa.

A experiência pioneira do PSA foi classificada como fundamental pela Coordenadora Nacional de Aprendizagem do MTE, Ana Lúcia Alencastro, no desenvolvimento do Jade, Programa Jovem Aprendiz no Desporto do Ministério do Trabalho, lançado no ano passado, com apoio do Sindi-Clube (leia depoimento abaixo).

Aprendizes aprovam programa

Xavier: importância da aprendizagem
Xavier: importância da aprendizagem

Nos últimos dez anos, muitos dos aprendizes formados pelo PSA foram efetivados como empregados pelos clubes e elogiam a formação que receberam.

“Aprendi bastante no Programa, na minha vida pessoal e profissional. Vou me formar neste ano em Educação Física e atualmente sou orientador dos aprendizes do clube. Passo para eles a minha experiência para que saibam o quanto é importante a aprendizagem”, diz Douglas Durval Xavier, que atua no Clube Alto dos Pinheiros.

Oliveira: oportunidade do primeiro emprego
Oliveira: oportunidade do primeiro emprego

Outro jovem que enaltece o PSA é Thiago Pereira de Oliveira, que trabalha na controladoria do Esporte Clube Sírio:

“Participei do programa em 2007, foi uma experiência muito boa, pois recebi uma oportunidade de efetivação no clube. Hoje, pretendo fazer ciências contábeis e seguir carreira. Recomendo o PSA a todos os jovens que queiram adquirir experiência profissional e conseguir o primeiro emprego”, afirma.

A Coordenadora Nacional de Aprendizagem do Ministério do Trabalho e Emprego, Ana Lúcia Alencastro, classifica como fundamental a experiência do Programa Sindi-Clube Aprendiz.

“O Sindi-Clube foi a instituição pioneira em desenvolver e ofertar um Programa de Aprendizagem para o setor clubístico, o Programa Sindi-Clube Aprendiz. Sem dúvida alguma, essa experiência acumulada ao longo de tantos anos, e acompanhada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) por meio da Superintendência em São Paulo, tornou-o parceiro ideal no momento que precedeu o lançamento do Jovem Aprendiz no Desporto – Jade.

Ana Lúcia: experiência fundamental
Ana Lúcia: experiência fundamental

Foi fundamental poder contar com o testemunho de quem já atua e conhece muito bem a organização do trabalho, o ambiente, o ritmo, as necessidades e as novas possibilidades de trajetórias profissionais existentes nos clubes empregadores, mostrando-se sempre disposto a compartilhar tudo isso e colaborar com a consolidação de uma das ações estatais que integram a política em favor da juventude.

O investimento do MTE na pesquisa e sistematização de novos currículos, produção de materiais didáticos e capacitação de educadores para utilização correta da metodologia de formação profissional desenvolvida pelo Laboratório Trabalho & Formação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, visa ampliar essas oportunidades em âmbito nacional, promovendo inserção digna, ativa e promissora a muitos outros adolescentes e jovens brasileiros”.

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