Pepac atinge quase 300 jogos e 3.200 atletas inscritos, em dois meses de competição

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O Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac), o maior torneio interclubes do país, organizado pelo Sindi-Clube desde 1999, registrou até este mês, 297 jogos (109 futsal e 188 vôlei), e segue até dezembro, com grandes emoções.

Marcas expressivas marcaram os dois primeiros meses de disputa.

Até o momento, são 3.212 atletas inscritos em 232 equipes, de 47 clubes.

Foram 768 gols marcados no futsal e 642 sets disputados no vôlei.

Ainda serão realizadas mais 1.332 partidas, na fase classificatória, e o número aumenta após a definição dos jogos finais.

Assim como em 2016, a 19ª edição do Pepac conta com duas modalidades – vôlei e futsal – e 18 categorias diferentes, em diversas faixas etárias, no feminino e masculino.

Clique aqui e saiba mais sobre os clubes participantes.

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Vôlei do Pepac começou, serão 1.500 jogos até o fim do ano!

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O Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac), maior torneio interclubes do país, teve início na última segunda-feira (27/3), novamente, com números grandiosos.

A 19ª edição do torneio de vôlei terá a participação de 2.500 associados de clubes, que vão disputar 1500 jogos.

A modalidade tem 13 categorias, estão inscritos atletas do sub-12 ao máster, acima de 30 anos.

O jogo de abertura foi entre o mandante Clube Paineiras do Morumby 2 e Ipê Clube, com vitória do visitante, por 3 sets a 2.

Ainda nesta semana, serão realizadas mais 14 partidas.

O blog do Sindi-Clube irá acompanhar a partida do vôlei máster E2, em que o Clube Esperia recebe o Ribeirão Pires Futebol Clube 1, neste sábado (1/4), às 9h.

Acesse a tabela de jogos no portal do Sindi-Clube.

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O Pepac vai começar! Futsal inicia os jogos, neste fim de semana

SÃO CAETANO DO SUL - SP - 09/04/2011 - FUTSAL FEMININO NO CLUBE ABREV - FOTO FERNANDO DANTAS

O Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac), maior torneio interclubes do país, inicia seus jogos na modalidade futsal, neste fim de semana.

Os confrontos retornam após três meses de descanso.

Nesse período, foram realizados dois Congressos Técnicos da modalidade que definiram as equipes participantes, tabelas de jogos, regras administrativas, regulamento e outros assuntos.

A primeira rodada começa hoje (17/3), às 19h, com a partida entre Clube Aquático do Bosque x Alphaville Tênis Clube e se estende até a próxima quinta-feira, com mais 5 jogos.

O número de clubes inscritos chega a 21, superando o registrado no ano passado.

O Blog do Sindi-Clube irá acompanhar a partida do sub-17 em que o Açaí recebe o Tênis Clube, domingo (19/3), às 9h.

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84% dos atletas olímpicos brasileiros são formados por clubes, aponta estudo da CBC

shutterstock_67832353Um levantamento feito pela Confederação Brasileira de Clubes (CBC) aponta que dos 465 atletas que representam o Brasil na Olimpíada, 390 foram formados e treinam em clubes brasileiros – esse número equivale a 84% do total.

Esse resultado expressivo decorre da estrutura de qualidade oferecida pelas agremiações aos seus associados, que permite o desenvolvimento da prática esportiva.

Ao todo, 135 clubes brasileiros possuem representantes nos Jogos do Rio.

O Esporte Clube Pinheiros, com 62 atletas, o Minas Tênis Clube, com 15, e o Clube de Regatas do Flamengo, com 11, são as agremiações que mais formaram esportistas neste ciclo olímpico.

Outras 62 entidades (confederações, escolas, academias, ONGs e universidades) complementam o trabalho dos clubes de revelar atletas de alto rendimento.

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Regimentos internos: importantes por determinar o funcionamento de tudo nos clubes

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O conjunto de regras regimentais em atividades de convívio, como pingue-pongue, boliche e pebolim, entre outras,  deve ser amplamente divulgado aos associados do clube

A Consultoria Sindi-Clube recebe frequentes indagações que tratam das atividades dos associados em espaços fechados dos clubes, como as áreas destinadas ao carteado (buraco, tranca, jogos sociais), sinuca, salão de jogos infantis (pingue-pongue, pebolim, carambola), saunas, boliche, entre outros.

As respostas para as questões que envolvem o dia a dia do associado nesses locais devem estar sempre contidas nos regimentos internos de cada um deles.

Os regimentos são importantes porque indicam regras para o uso e funcionamento do clube.

Dessa forma, ampliam a ação do estatuto da associação, que remete às disposições dos regimentos.

O regimento é importante, pois, ao organizar regras, transfere para o associado a responsabilidade em casos de inobservância das normas, o que vai caracterizar infração disciplinar e a punição prevista no estatuto.

Não há limites para o estabelecimento de regimentos, que podem ser criados de acordo com as características de cada clube.

O conjunto pode chegar a 20 regimentos, desde os regimentos da assembleia-geral, dos conselhos, de admissão de associados, até o uso de espaços comuns.

O regimento do salão de jogos deve esclarecer os tipos de jogos permitidos, para vedar a prática de jogos de azar, por exemplo.

O do salão de jogos infantis determina o tempo de uso e se o espaço necessita de funcionário para gerenciar o uso.

Além de instituir regimentos para todas as áreas, o clube deve preocupar-se também em expor o regulamento de forma bem visível.

Não adianta a prescrição das normas ficar escondida atrás das portas dos locais, mas sim bem visível.

Essa exposição ajuda a formar a cultura regimental e, por conseguinte, facilita a vida dos associados e a administração do clube.

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Conheça as modalidades olímpicas: ciclismo de pista

Monteiro: boa participação na Omnium, Mundial da França (Foto: CBC Divulgação)
Monteiro: boa participação na Omnium, Mundial da França (Foto: CBC Divulgação)

O grande desafio deste ano para o ciclismo de pista será os Jogos Pan-Americanos de Toronto, entre 10 e 26 de julho, no Canadá, no qual o Brasil tem 11 vagas garantidas. Nas competições que antecedem a Olimpíada, a equipe brasileira conseguiu bons resultados.

Na Copa do Mundo 2014/2015, em janeiro, os ciclistas disputaram três etapas, sendo a primeira em Guadalajara, seguida por Londres e Cali, na Colômbia.

Na última etapa, o brasileiro Gideoni Monteiro, na prova Omnium, terminou a competição na 15ª colocação geral, alcançando um resultado inédito para o Brasil.

Em fevereiro, a equipe de velocidade garantiu, pela primeira vez, participação no Mundial de Ciclismo de Pista 2015, na França.

Gideoni Monteiro conquistou a 17ª posição na prova de 1Km Contra-Relógio, 19ª posição na Flying Lap e 13º na Prova Por Pontos, finalizando a Omnium na 15ª colocação geral.

Em 2014, no Campeonato Pan-Americano, no México, além da medalha de bronze conquistada pelos atletas Kacio Freitas, Flávio Cipriano e Diefferson Borges, na prova de Velocidade por Equipes, o Brasil voltou a subir ao pódio com a ciclista Gabriela Yumi, que garantiu a prata na prova Keirin.

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Pepac 2015 realiza os primeiros congressos técnicos

Vôlei terá duas reuniões técnicas
Vôlei terá duas reuniões técnicas

O Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes) realiza na próxima semana congressos técnicos que vão definir, entre outros itens, calendário e regras dos jogos que terão início em abril.

As reuniões serão feitas na sede do Sindi-Clube

Em 6 de fevereiro, às 16h, haverá o encontro dos técnicos da modalidade de futsal.

No dia seguinte (7/2), a modalidade de vôlei vai ter duas reuniões: às 14h, com coordenadores das categorias adulto e máster e, em seguida, às 16h, os preparadores da categoria menores definem formas de disputa do torneio.

Os técnicos de handebol têm programado seu congresso para 28 de fevereiro, às 13h30.

A expectativa para o Pepac 2015 é de crescimento no número de clubes, atletas inscritos e de jogos.

Em 2014, de abril a dezembro, participaram da competição 54 clubes, 241 equipes, 3.723 atletas, que realizaram 2.115 jogos, no maior torneio interclubes do país.

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Conheça as modalidades olímpicas: triatlo

Brasil espera melhores resultados em 2016 (Foto: Rio 2016)
Brasil espera melhores resultados em 2016 (Foto: Rio 2016)

O diretor técnico da Confederação Brasileira de Triatlo, Marco Antônio La Porta Júnior, está otimista com as chances da modalidade nos Jogos Olímpicos de 2016.

“O primeiro objetivo é a classificação dos atletas. Como país sede, temos garantidas uma vaga no masculino e outra vaga no feminino. A nossa meta realista é ter quatro atletas largando, sendo dois no masculino e dois no feminino. Se os resultados forem melhores durante a classificação podemos ter até seis atletas, mas é um plano muito mais ousado. A segunda frente está no trabalho para que cheguemos em 2016 com pelo menos dois atletas em condições de disputar as primeiras colocações. Eles são Reinaldo Colucci e Pâmella Oliveira, que vêm obtendo resultados que os credenciam a bons resultados em 2016.”

Uma prova de triatlo, seja ela masculina ou feminina, combina natação, ciclismo e corrida, nesta ordem.

Os participantes têm de cumprir todo o percurso e o primeiro a terminar leva a medalha de ouro.

Eles não descansam sequer um minuto. As transições entre a natação e o ciclismo, e entre o ciclismo e a corrida, fazem parte da contagem do tempo.

As provas olímpicas de triatlo são disputadas usando padrões internacionais de distância, ou seja, 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida.

Em Londres, as equipes brasileiras ficaram longe do pódio.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: paraciclismo de estrada

Paraciclismo: pioneiro nos Jogos (Foto: CPB)
Paraciclismo: pioneiro nos Jogos (Foto: CPB)

O paraciclismo de estrada foi esporte pioneiro no programa dos Jogos Paraolímpicos.

Desde a edição de 1984, realizada nas cidades de Stoke Mandeville, na Inglaterra, e Nova Iorque, nos Estados Unidos, participantes testam seu desempenho em provas contrarrelógio e resistência.

As provas de estrada são disputadas no masculino e no feminino, por todas as classes funcionais.

Os equipamentos são adequados de acordo com a necessidade de cada atleta.

Há provas para atletas com deficiência visual, que utilizam bicicletas com um ciclista sem deficiência atuando como piloto, e amputados que usam equipamentos com próteses ou adaptações específicas para o acionamento de câmbios e freios.

Pessoas com tetra e paraplegia competem com handbikes, que são impulsionadas com as mãos.

Para os ciclistas com paralisia cerebral, são usados triciclos com duas rodas atrás.

A dinâmica das provas é parecida com a do ciclismo olímpico, as distâncias mínimas e máximas para as provas variam em função de cada classe.

O Brasil, nos Jogos Parapan-Americanos de Mar del Plata (2003), conseguiu duas medalhas de ouro com Rivaldo Martins, que participou das disputas de contrarrelógio e estrada.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: tiro esportivo

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No Brasil, o tiro esportivo começou a ser praticado em 1997, no Centro de Reabilitação da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Em 2002, o Comitê Paraolímpico Brasileiro investiu na modalidade para aumentar o número de praticantes.

A iniciativa deu resultado e, já no ano seguinte, o trio brasileiro formado por Carlos Strub, Cillas Viana e Walter Calixto conquistou uma medalha de bronze na disputa por equipes no Aberto de Apeldoorn, na Holanda.

As regras das competições têm apenas algumas adaptações.

Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir nas classes SH1 (deficiência baixa, sem necessidade de apoiar a arma) e SH2 (deficiência mais aguda, com necessidade de apoio para a arma).

Deficientes visuais competem na classe SH3.

O Brasil ainda não tem medalhas na modalidade em Jogos Paraolímpicos.

Nas últimas duas edições dos Jogos, em Pequim, em 2008, e Londres, em 2012, o país teve um representante nas disputas: Carlos Garletti. Primeiro brasileiro a disputar uma edição dos Jogos no tiro esportivo.

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