Conheça as modalidades olímpicas: vôlei

Vôlei brasileiro saca para manter tradição vencedora (Foto: Getty Images/Elsa)
Vôlei brasileiro saca para manter tradição vencedora (Foto: Getty Images/Elsa)

O vôlei brasileiro é um dos esportes que mais ganham medalhas.

Nos Jogos de 2016, as equipes podem ser tricampeãs olímpicas em casa.

Os diversos títulos, como o bicampeonato olímpico das seleções masculina e feminina de quadra, fez com que a modalidade tenha bastante torcida e seja sempre esperança de medalhas olímpicas.

Em julho deste ano, o Brasil já tem vaga garantida na fase decisiva da Liga Mundial de Vôlei – torneio que conquistou nove vezes.

Por já ter vaga também no Rio-2016, as equipes ficarão de fora da próxima Copa do Mundo.

Hoje, no ranking mundial, o Brasil é líder no masculino e vice-líder no feminino, posições que provavelmente serão perdidas em consequência da ausência já confirmada.

Em 2014, no Campeonato Mundial Masculino, na Polônia, o Brasil chegou a sua quarta final consecutiva, mas não conseguiu defender os títulos conquistados em 2002, 2006 e 2010.

No Mundial Feminino, na Itália, o Brasil conquistou a medalha de bronze ao derrotar a Itália por 3 a 2.

Ambas as seleções foram ouro nos Jogos Olímpicos em Pequim, 2008 e em Londres, 2012.

O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei, Walter Pitombo Laranjeiras, comenta a responsabilidade da modalidade nos Jogos Rio-2016.

“Os holofotes de todo o mundo estarão em nós. A pouco mais de um ano do início dos Jogos, nossas seleções seguem em preparação para que o vôlei, esporte que mais rendeu medalhas ao Brasil em Olimpíadas, perpetue nossa tradição na principal competição do planeta”, diz Laranjeiras.

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Conheça as modalidades olímpicas: ginástica rítmica

Seleção brasileira: três ouros no Pan (Foto: Luiz Pires)
Seleção brasileira: três ouros no Pan (Foto: Luiz Pires)

A seleção de ginástica rítmica tem garantido resultados melhores a cada ano.

Somente em 2014, conquistou as três medalhas de ouro disputadas no Conjunto, no Pré-Pan, em Toronto, e chegou à final dos cinco pares de maças no Internationaux de Thiais, na França.

Além disso, foi a quarta melhor por equipe e esteve em duas finais por aparelhos na Copa do Mundo de Debrecen, na Hungria.

Participou também pela primeira vez de uma etapa de Copa do Mundo da categoria A, em Sttutgart, na Alemanha e do Mundial, onde conquistaram o 15º lugar.

Os jogos olímpicos de 2016 servirão para a ginástica rítmica se redimir, já que em Londres 2012, a modalidade não conseguiu nenhuma medalha.

O resultado é diferente em Pan-Americanos: no de Guadalajara, 2011, a seleção ganhou três ouros, uma prata e três bronzes.

“Temos uma equipe talentosa, que tende a crescer ainda mais. Estamos entre os melhores do mundo e vamos continuar trabalhando forte para o nosso objetivo principal deste ciclo, que são os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro”, afirma Luciana Resende, presidente da Confederação Brasileira de Ginástica.

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Conheça as modalidades olímpicas: futebol

Futebol: prata em Londres, sem ouro em olimpíadas (Foto: Charlie Riedel)
Futebol: prata em Londres, sem ouro em olimpíadas (Foto: Charlie Riedel)

O Brasil é conhecido como país do futebol por ser o único pentacampeão mundial e revelar grandes jogadores.

Porém, quando o assunto é a seleção olímpica, a história é diferente.

O time ganhou cinco medalhas ao longo dos anos, nenhuma dourada.

Das pratas, a primeira veio nos jogos de Los Angeles, 1984, a segunda logo após, em Seul, 1988, e a última recentemente, em Londres, 2012, quando o Brasil perdeu na final para o México por 2×1.

As outras duas são bronzes, provenientes das Olimpíadas de Atlanta, 1996, e Pequim, 2008.

Em 2014, a seleção venceu o Torneio Internacional sub-21 em Wuhan, na China.

O grupo comandado por Alexandre Gallo não agradou ao conquistar, também neste ano, o quarto lugar no Sul-Americano sub-20, mesmo garantindo uma vaga para o Mundial sub-20, que será realizado na Nova Zelândia.

O técnico, porém, acredita que o Brasil já tem uma estrutura para conquistar o ouro inédito em 2016.

“Temos uma base e um grupo de atletas muito forte e igual. É uma equipe boa para iniciar a Olimpíada, mas o futebol brasileiro é muito dinâmico e temos que estar sempre observando e monitorando, pois encontramos muitos bons valores. As escolhas serão uma dor de cabeça muito positiva e acho que formataremos um time muito bom”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: rúgbi

Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)
Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)

Os Jogos Olímpicos de 2016 marcam o retorno do rúgbi, que não fazia parte da competição desde 1924.

A modalidade ainda é pouca conhecida no Brasil, mas, mesmo assim, a seleção vem alcançando resultados expressivos, como a classificação masculina para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, 2015.

Além disso, os “Tupis”, como são chamados, conquistaram uma vaga no torneio qualificatório de Hong Kong, que dá acesso à série mundial de rúgbi.

A seleção feminina também não fica atrás. Conquistou o título da Taça Bronze, realizada no final do ano passado em Dubai, o que garantiu o 9º lugar no ranking mundial do esporte.

Com a volta da modalidade e a Olimpíada realizada em casa, a CBRu Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera fazer uma “participação respeitosa” e atrair atenção do país.

“Precisamos ter os pés no chão, ao pensar em termos de resultados. Não estamos em condições de brigar por uma medalha no Rio 2016. Ganhar um ou dois jogos já será um grande passo. O Brasil tem uma população de 200 milhões de pessoas, marcada pela diversidade de biótipos. Um bom trabalho pode fazer com que o rúgbi cresça muito no país”, afirma Augustin Danza, presidente da CBRu.

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis de mesa

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Hugo Calderano: aposta para 2016 (Foto: CBTM)

Neste ano, no começo de janeiro, a Seleção Brasileira feminina de tênis de mesa encerrou a Copa do Mundo por equipes, em Dubai, nos Emirados Árabes, com um resultado histórico.

Pela primeira vez, a equipe terminou entre as oito melhores da competição.

Depois disso, o país mira os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e, finalmente, em 2016, o Campeonato Mundial de Kuala Lumpur, na Malásia, e, então, o maior dos objetivos: os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

No início de 2014, o principal evento foi o Campeonato Mundial, em Tóquio.

Depois dos resultados obtidos no Japão, o Brasil passou a ser um dos 13 países do mundo com equipes masculina e feminina asseguradas na primeira divisão mundial da modalidade.

Com os Jogos Olímpicos próximos a acontecer, o país pode obter uma inédita medalha.

O presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, pretende, neste ano, ter dois jogadores entre os 50 melhores do ranking.

“Assim ficaremos entre os oito melhores times do mundo. Já temos um (Gustavo Tsuboi, atual 36º) e outros dois estão se aproximando (Hugo Calderano, 78º e Cazuo Matsumoto, 83º). Com isso, na hora do sorteio das chaves, temos boas chances de pegar um caminho mais fácil em 2016 e evitar  um confronto na fase inicial com a China, que domina esse esporte”, explica o dirigente.

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Conheça as modalidades olímpicas: hóquei sobre a grama

Brasil tentará classificação para Olimpíada (Foto: Divulgação/CBHG)
Brasil tentará classificação para Olimpíada (Foto: Divulgação/CBHG)

Mesmo sendo um esporte novo e em desenvolvimento no Brasil, o hóquei sobre a grama vem alcançando resultados inéditos, como a classificação da equipe masculina para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto.

Será a primeira vez que a seleção disputará um Pan por meio de um classificatório, já que, em 2007, foi apenas por ser do país sede.

A equipe precisa garantir, no mínimo, a sexta colocação para conseguir uma vaga na Olimpíada de 2016.

Além disso, o Brasil conseguiu o terceiro lugar no mundial de hóquei sobre a grama, realizado na cidade de Guadalajara, México, em setembro.

Esses resultados positivos deixam o gerente-geral da Confederação Brasileira de Hóquei Sobre Grama, Bruno Patrício, otimista.

“A classificação inédita do Brasil para os Jogos Pan-Americanos premia o esforço e a dedicação dos atletas e da comissão técnica. Agora, vamos nos concentrar no Pan de 2015 para tentarmos conquistar a vaga para os Jogos Olímpicos de 2016. Estamos buscando parceiros para viabilizar a melhor preparação possível para os nossos atletas” afirma.

A equipe feminina não irá disputar as olimpíadas no Rio porque não possui um patamar técnico mínimo que garanta a participação em campeonatos de grande porte.

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Conheça as modalidades olímpicas: canoagem

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Isaquias Queiroz: aposta para o pódio (Foto: Getty Images/Matt King)

Com ótimos resultados em provas que antecedem à Olimpíada, a Canoagem demonstra que é uma das modalidades favoritas para garantir medalhas olímpicas para o Brasil em 2016, em que o pais terá duas modalidades para competições, velocidade e slalom.

Em ambas, a busca de medalha inédita.

O atleta Isaquias Queiroz é uma grande aposta para subir ao pódio.

Ele foi o primeiro brasileiro a conquistar uma medalha no Mundial de Canoagem Velocidade, realizado em Duisburg, na Alemanha, em 2013.

“Em 2014, obtivemos ótimos resultados com Queiroz na categoria de velocidade, como a primeira medalha de ouro, nos Jogos Sul-Americanos”, aponta Iran Schleder, assessor da Confederação Brasileira de Canoagem.

Também neste ano, no Campeonato Pan-Americano de Canoagem Slalom no México, os brasileiros sagraram-se os melhores da América.

O atleta Pedro Henrique Gonçalves foi o melhor da categoria K1 Slalom. Na segunda posição, Ricardo Martins Taques completa o bom resultado do país.

Ana Sátila, que é campeão mundial Júnior de canoagem slalom, foi a melhor C1 Feminino no Pan-Americano e Marina Souza foi bronze no K1.

Os ótimos resultados garantem vagas importantes para o Brasil nos Jogos Pan-americanos de Toronto 2015, no Canadá, que será fundamental na reta final da preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.

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