Golfe é tema de curso na Universidade SINDI-CLUBE

Padula demonstra prática do golfe aos jornalistas
Padula demonstra prática do golfe aos jornalistas

O golfe deu continuação, nesta terça-feira (26/4), à série de cursos sobre modalidades olímpicas para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo, promovida pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Na apresentação, Antônio Carlos Padula, presidente da Federação Paulista de Golfe, e Henrique Freut, dá área de comunicação, explicaram os aspectos técnicos da modalidade, falaram sobre os principais atletas brasileiros e suas chances na Olimpíada, além dos projetos da Federação em todo o estado.

Padula ressaltou a importância do contato com os profissionais da mídia, à véspera da maior competição esportiva mundial.

“A iniciativa é maravilhosa, um canal de aproximação. Os jornalistas são formadores de opinião. Portanto, explicar os termos técnicos do golfe de forma mais didática é essencial para que eles possam compreender melhor e, consequentemente, transmitir informações de forma coerente ao público”, afirmou.

As inscrições para as próximas modalidades estão abertas.

Os interessados devem mandar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br com nome completo, e-mail, empresa ou faculdade e telefone.

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Conheça as modalidades olímpicas: golfe

Luciane Lee: ouro nos Jogos Militares (Foto: Felipe Barra/CBG)
Luciane Lee: ouro nos Jogos Militares (Foto: Felipe Barra/CBG)

Depois de mais de um século ausente, o golfe volta a ser um esporte olímpico nos Jogos do Rio, em 2016: as únicas vezes em que a modalidade entrou para o programa da competição foram em Paris, 1900, e St Louis, 1904.

Das quatro medalhas de ouro que foram distribuídas em Olimpíadas até hoje, três são dos Estados Unidos.

O Brasil tem duas vagas garantidas, uma no feminino e outra no masculino, por ser país sede.

Apesar de pouco conhecido, são 25 mil praticantes nacionais do esporte, sendo 10 mil profissionalizados.

O presidente da Confederação Brasileira de Golfe, Paulo Cezar Pacheco, estáotimista quanto à popularização da modalidade.

“O golfe não é mais elitizado do que o tênis, por exemplo. É muito praticado no mundo. A Olimpíada deve desmistificar isso e trazer ainda mais público para nosso esporte”, ressalta Pacheco.

A seleção brasileira entrou para a história ao conquistar os primeiros ouros de uma disputa de golfe nos Jogos Mundiais Militares, realizado no mês passado em Mungyeong, na Coréia.

Foram três medalhas no total: um ouro no masculino, com Lucas Lee, outro no feminino, com Luciane Lee, e uma prata na disputa masculina por equipes.

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