Futebol de campo retorna ao Pepac em 2016

Futebol 12016 começou cheio de novidades no maior torneio interclubes do Brasil – o Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes).

Após nove anos, o futebol de campo volta a integrar a grade de modalidades do campeonato, ao lado de vôlei, handebol e futsal.

O esporte será divido em quatro categorias masculinas: principal (a partir de 18 anos), 35+ (acima de 35), 45+ (acima de 45) e 55+ (acima de 55).

Os jogadores que ainda não tem idade suficiente, mas completam 35, 45 ou 55 anos em 2016, também podem participar do torneio.

A reunião para apresentação do campeonato aos representantes dos clubes está marcada para 19/3, às 13h, na sede do Sindi-Clube (Avenida Indianópolis, 628).

Interessados podem se inscrever no portal da entidade ou, para mais informações, entrar em contato via e-mail: pepac@sindiclubesp.com.br.

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Futebol olímpico fará amistosos

Futebol busca sonhado ouro (Foto: CBF)
Futebol busca sonhado ouro (Foto: CBF)

A seleção masculina de futebol marcou dois amistosos para o fim de março. Os jogos servirão como preparação para a Olimpíada do Rio. O Brasil busca o primeiro ouro na modalidade.

A primeira partida será contra a Nigéria, no dia 24, no Espírito Santo.

Já no dia 27, o adversário será a África do Sul, em Maceió.

Estes serão os últimos testes antes de Dunga definir, em maio, a equipe que participará da maior competição esportiva mundial.

As recentes goleadas do Brasil em amistosos deixaram a comissão técnica de Dunga animada.

Depois do bronze no Pan-Americano de Toronto 2015, no qual a seleção caiu diante do Uruguai e ficou com a terceira colocação, há esperança de que a torcida seja o fator crucial que trará o tão sonhado ouro olímpico.

Na última edição dos Jogos Olímpicos, disputados em Londres 2012, o Brasil quase alcançou o feito inédito, mas perdeu a final para o México e trouxe a prata para casa.

A equipe contará com dois jovens que estão entre os 500 melhores jogadores do mundo, segundo a revista “World Soccer”: Gabriel Barbosa, do Santos, e Gabriel Jesus, do Palmeiras.

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Conheça as modalidades olímpicas: futebol

Seleção feminina: ouro no futebol (Foto: CBF divulgação)
Seleção feminina: ouro no futebol (Foto: CBF divulgação)

O futebol brasileiro encerrou a participação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto com um ouro e um bronze.

A seleção masculina, conhecida por suas grandes conquistas, ficou apenas com o bronze.

Após um início empolgante na competição, a equipe perdeu de virada para o Uruguai por 2×1 na semifinal.

Na disputa pelo bronze, o Brasil perdia o jogo para o Panamá, por 1×0, até os 30 minutos do primeiro tempo, mas com um pênalti conseguiu levar a partida para a prorrogação.

A partida acabou em 3×1 para a equipe verde e amarela, garantindo a medalha.

O ouro veio com as mulheres, que tiveram atuação impecável no Pan.

Com placares como 7×1, em cima do Equador, e 4×2, no México, a seleção chegou à final contra a Colômbia. Invictas, as atletas golearam mais uma vez, com direito a gol olímpico de Maurine, e derrotaram o time adversário por 4×0, conquistando o tri em Pan-Americanos.

O retorno de um título em competição internacional pode ser a volta do Brasil entre os melhores da modalidade, já que as expectativas de ouro na Olimpíada do Rio, 2016, cresceram após o Pan.

Nas últimas edições, a seleção feminina ganhou duas pratas, em Pequim e Atenas, além de ter sido vice-campeã do mundo em 2007.

Já a masculina levou a prata em Londres e bronze em Pequim.

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Medida provisória renegocia dívida dos clubes

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A medida provisória (MP) 671 do governo que trata da renegociação das dívidas dos clubes de futebol com a União também incluiu em seus dispositivos todos os demais clubes que não têm a prática futebolística.

A MP estabelece que as primeiras 36 parcelas do refinanciamento custarão entre 2% e 6% da receita do clube.

O restante deverá ser quitado em 120 ou 204 meses.

Os clubes ficarão obrigados a uma série de exigências, entre elas publicar demonstrações contábeis padronizadas e auditadas por empresas independentes e pagar em dia todas as contribuições previdenciárias.

Há também sanções – os clubes que desrespeitarem as regras poderão ser rebaixados de divisão e todos os que praticarem gestão temerária serão responsabilizados.

Publicada em 20 de março e em vigor por 120 dias, a MP passou à análise de uma comissão especial formada por deputados e senadores.

Se houver modificações, o texto passará a tramitar no Congresso como Projeto de Lei de Conversão (PLV).

Um parecer da Consultoria Sindi-Clube com as condições de adesão exigidas pela MP pode ser consultado no portal da entidade na seção Jurídico / MP dívida dos clubes.

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Conheça as modalidades olímpicas: futebol

Futebol: prata em Londres, sem ouro em olimpíadas (Foto: Charlie Riedel)
Futebol: prata em Londres, sem ouro em olimpíadas (Foto: Charlie Riedel)

O Brasil é conhecido como país do futebol por ser o único pentacampeão mundial e revelar grandes jogadores.

Porém, quando o assunto é a seleção olímpica, a história é diferente.

O time ganhou cinco medalhas ao longo dos anos, nenhuma dourada.

Das pratas, a primeira veio nos jogos de Los Angeles, 1984, a segunda logo após, em Seul, 1988, e a última recentemente, em Londres, 2012, quando o Brasil perdeu na final para o México por 2×1.

As outras duas são bronzes, provenientes das Olimpíadas de Atlanta, 1996, e Pequim, 2008.

Em 2014, a seleção venceu o Torneio Internacional sub-21 em Wuhan, na China.

O grupo comandado por Alexandre Gallo não agradou ao conquistar, também neste ano, o quarto lugar no Sul-Americano sub-20, mesmo garantindo uma vaga para o Mundial sub-20, que será realizado na Nova Zelândia.

O técnico, porém, acredita que o Brasil já tem uma estrutura para conquistar o ouro inédito em 2016.

“Temos uma base e um grupo de atletas muito forte e igual. É uma equipe boa para iniciar a Olimpíada, mas o futebol brasileiro é muito dinâmico e temos que estar sempre observando e monitorando, pois encontramos muitos bons valores. As escolhas serão uma dor de cabeça muito positiva e acho que formataremos um time muito bom”, afirma.

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“Clubes precisam voltar a ser protagonistas para fortalecer o futebol”

Pode-se dizer que Luiz Carlos Granieri é um homem com clube nas veias.

O vice-presidente do Sindi-Clube para Relações com o Esporte Profissional mostra trajetória marcada pelo associativismo.

Ele tem atuação em quatro clubes paulistanos.

Sindiclube - 12/07/10 - Foto: Miguel Schincariol/Perspectiva
Luiz Carlos Granieri

“Sempre fui apaixonado por esportes, especialmente o futebol. Levado pelo meu pai, desde criança estou na Sociedade Esportiva Palmeiras, meu clube do coração. Também sou sócio vitalício do Esporte Clube Pinheiros, da mesma forma que sou ligado à Associação Cristão de Moços, em que sou conselheiro, além de militar no Rotary Club”, explica Granieri.

No Palmeiras, Granieri é um dos 15 integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) e conselheiro vitalício.

Tanta atividade em clubes é explicada pela crença de Granieri na importância dos clubes para a sociedade.

“É uma forma muito positiva de as pessoas se organizarem para levar à frente diferentes e importantes ações de desenvolvimento, como a que beneficia o esporte, por exemplo. A história dos mais de 60 clubes centenários paulistas comprova isso”, explica Granieri, muito envolvido nas comemorações do Palmeiras, que, neste mês, ingressa no grupo das agremiações com mais de cem anos de fundação.

Granieri considera que o esporte profissional, notadamente o futebol, vive um momento de profunda reflexão, depois da campanha decepcionante da Copa do Mundo.

“O vexame foi o ponto culminante dos efeitos negativos da Antiga Lei Pelé que extinguiu a lei do passe e permitiu que o futebol passasse a ser dominado por empresários. Com isso, os clubes deixaram de investir na formação de jogadores, foram transformados em vitrine e ficaram fora de todas as decisões sobre a carreira do futebolista, que se transformou em mercadoria. O resultado foi visto na Copa e se reflete no endividamento dos clubes de futebol”, diz.

O vice-presidente do Sindi-Clube deposita esperança na discussão na Câmara Federal do projeto da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte.

“Um projeto eficaz para as dívidas do futebol brasileiro precisará contar com substanciais mudanças que devolvam aos clubes o protagonismo na formação de atletas”, afirma Granieri.

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Muito além do futebol, Copa se insere na consolidação do esporte no país

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O Brasil vive as emoções de sediar a Copa do Mundo, mas por trás da euforia com os jogos das seleções há o desenvolvimento de uma série de ações e programas que vão transformar o país numa potência esportiva, muito além do futebol, na chamada “década do esporte”.

Esse período, marcado pela realização aqui dos mais importantes eventos internacionais – Jogos Militares (2011), Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014), Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (2016) e a Universíade (2019) – será uma década nunca vista para o esporte do país.

Granieri: década do esporte favorece os clubes
Granieri: década do esporte favorece os clubes

 “Os clubes, que são os grandes especialistas em atividades esportivas e de lazer, têm muito a se beneficiar com essa onda de entusiasmo com o esporte que toma conta da população. Por isso, os dirigentes devem estar preparados para atender mais demandas de seus associados por serviços voltados às atividades físicas, pois há anos ocorre em todo o país uma bem estruturada política de fortalecimento do esporte, que terá prosseguimento, mesmo após a década do esporte. Os clubes irão cada vez mais ampliar suas atividades e se fortalecer com isso”, diz o presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri.

Essa impressão do presidente do Sindi-Clube, de que o esporte brasileiro experimenta um período de transformação, é validada por Ricardo Leyser, Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento, do Ministério do Esporte, entrevistado pela Revista dos Clubes.

Leyser explica como foi feita a estratégia do governo para estruturar e consolidar o esporte no país. Leyser chama a atenção dos clubes para as oportunidades que os grandes eventos trazem.

Quais os efeitos positivos que o esporte brasileiro já verifica no momento em que se chega à Copa, um dos eventos que marcam a “década do esporte” no país?

Ricardo Leyser: A realização de grandes eventos esportivos no Brasil vem numa trajetória ascendente, desde os Jogos Pan-Americanos de 2007, em seguida os Jogos Mundiais Militares de 2011, a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos de 2016 e a Universíade em 2019. Essa escalada é parte de uma estratégia de governo para consolidar o país no cenário esportivo e econômico mundial. As ações e os investimentos para a Copa e o Rio 2016 vão deixar para os brasileiros um Brasil mais desenvolvido no esporte e em outros setores. Os investimentos em Saúde e Educação mais que dobraram entre 2007 e 2013. Somente em 2013, os orçamentos das áreas de Saúde e Educação, somados, são de R$ 177 bilhões, ao passo que o orçamento do Ministério do Esporte, embora crescente a cada ano, é de aproximadamente 1% desse total. O esporte tem potencial para crescer muito, não só em termos de orçamento governamental, mas em importância na vida das pessoas, na imagem do país, no incremento da cadeia produtiva. Os grandes eventos trazem à tona as oportunidades que o esporte oferece e que muitas vezes passam invisíveis na rotina dos cidadãos.

Os investimentos feitos beneficiam apenas o esporte de alto rendimento?

Leyser: clubes podem assumir maior protagonismo
Leyser: clubes podem assumir maior protagonismo

 Ricardo Leyser: Os investimentos beneficiam todo o esporte, desde a base até a ponta do alto rendimento. Os recursos aportados na ponta se espraiam pelas categorias de base, porque os atletas convivem nos mesmos centros de treinamento, recebem orientação dos mesmos profissionais. Isso provoca crescimento técnico dos novatos e, consequentemente, melhora o desempenho da modalidade. O governo federal, com recursos do PAC 2, está fazendo um programa de construção e cobertura de 10 mil quadras em escolas em todo o país. Evidentemente que o público principal são os alunos, mas as atividades esportivas nessas escolas beneficiam toda a comunidade. Outro programa, o Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), soma R$ 967 milhões para construir 285 unidades em 263 municípios brasileiros. Cada CIE irá desenvolver até 13 modalidades olímpicas, seis paraolímpicas e uma não olímpica. É indiscutível que isso melhora a vida das pessoas da região.

Como o senhor vê os clubes nesse processo de transformação do esporte do país?

Ricardo Leyser: Os clubes são o grande celeiro de talentos do esporte brasileiro. É neles que as crianças tomam gosto pelo esporte, conhecem as regras, aprendem disciplina. Os clubes têm papel de destaque no cenário esportivo, mas podem assumir maior protagonismo e direcionar mais sua atuação. Penso que, aqueles com vocação e interesse em formar atletas, podem focar em algumas modalidades, reduzindo o leque, para garantir amplo alcance dos projetos e fortalecimento de modalidades olímpicas e paraolímpicas nas quais o Brasil já tem tradição. Se cada um assumir uma fatia de modalidades, em poucos anos isso poderá fazer bastante diferença no desempenho do país nas grandes competições internacionais. Na Rede Nacional de Treinamento que estamos estruturando, os clubes têm importância como centro local de iniciação ao esporte e polo de desenvolvimento e preparação de atletas. Queremos fortalecer o papel dos clubes no sistema esportivo brasileiro.

Como os clubes que não são formadores de atletas de alto rendimento podem se beneficiar?

Leyser: clubes têm a função da lapidar talentos
Leyser: clubes têm a função da lapidar talentos

 Ricardo Leyser: A maioria dos clubes brasileiros forma atleta, ainda que esta não seja a sua principal vocação e ainda que o atleta formado não chegue à seleção principal nem dispute Jogos Olímpicos. Mas independentemente de formar atleta, os clubes devem se voltar para o incremento da atividade física, a oferta de espaço para crianças e jovens terem contato recreativo com as modalidades, realização de competições lúdicas e outras atividades fora da alta performance. Acredito, entretanto, que os clubes podem compatibilizar as atividades de esporte como lazer e qualidade de vida com o esporte competitivo, mesmo que no nível da iniciação e do desenvolvimento de base. Ou seja, os clubes não precisam necessariamente mirar no atleta olímpico. Eles podem contribuir com a grandeza do esporte brasileiro cumprindo a função de identificar e lapidar talentos.

Qual será o principal legado da década do esporte?

Ricardo Leyser: O ministro Aldo Rebelo e a presidenta Dilma sempre estiveram determinados a fazer com que os Jogos Olímpicos de 2016 beneficiem todo o Brasil, não apenas a cidade do Rio de Janeiro. E estamos trabalhando para isso. Integramos o Programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, ao Programa Mais Educação, do Ministério da Educação, e, assim, chegamos a 4,3 milhões de alunos beneficiados em 2013, em 26 mil escolas. Em 2013, lançamos o Programa Atleta na Escola, que começou pelo atletismo e neste ano agregou judô, vôlei e dez modalidades paraolímpicas. Nossa meta é chegar, neste ano, a 40 mil escolas em todo o país. Estruturamos a Rede Nacional de Treinamento, que vai interligar e alinhar Centros de Treinamento nacionais, regionais e locais, preparando atletas desde a base até a ponta. Em 2013, o governo federal iniciou o Plano Brasil Medalhas 2016, um aporte adicional de R$ 1 bilhão para incrementar 21 modalidades olímpicas e 15 paraolímpicas. Nossa meta é projetar o país entre as maiores potências esportivas. A julgar pelos resultados obtidos, essa meta irá se concretizar. O ano passado foi brilhante para o esporte brasileiro. Nossos atletas conquistaram 27 medalhas em provas “olímpicas” disputadas em campeonatos mundiais ou equivalentes, um resultado histórico. Antes, o melhor desempenho pós-ano olímpico havia sido em 2005, depois dos Jogos de Atenas, quando nossas equipes obtiveram 11 medalhas.  Com os Comitês Olímpico e Paraolímpico, estabelecemos metas de desempenho, uma novidade no país. Além disso, há um esforço do Ministério para melhorar a gestão do esporte brasileiro. Queremos que um novo modelo de governança surja como um dos legados dos Jogos Rio 2016. Como se vê, nosso plano de legado ocorre em várias frentes, desde o fortalecimento do esporte olímpico, passando pela ampliação da prática esportiva até a formação de base para garantir a sustentabilidade do crescimento que vem ocorrendo nos últimos anos.

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Curso da Universidade Sindi-Clube ensina os cuidados preventivos para o gramado de futebol

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Um dos espaços mais disputados pelos associados nos clubes, o campo de futebol, merece atenção especial dos administradores quanto à manutenção.

O curso presencial da Universidade Sindi-Clube “Manutenção preventiva e corretiva de campo de futebol com grama natural” oferece informações atualizadas para a correta conservação da cancha.

O curso é destinado a gerentes, zeladores e funcionários que lidam com a preservação da área gramada.

Os expositores são Fabio Augusto Peres Câmara, engenheiro agrônomo responsável por projetos e construções de gramados de arenas para a Copa 2014, diretor da Worldsports Gramados, e Maurício Lima, profissional de Educação Física especializado em Gestão de Instalações Esportivas, gerente de Esportes do Esporte Clube Sírio.

Quando: 7 de abril, das 9h às 14h, e 14 de abril, das 9h às 13h.

Saiba mais sobre o curso aqui.

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