Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Perrone: capitão e melhor do mundo (Foto: Satiro Sodre/SSPress)
Perrone: capitão e melhor do mundo (Foto: Satiro Sodre/SSPress)

Há mais de 20 anos o polo aquático masculino do Brasil não participa de olimpíadas.

E, mesmo assim, a equipe tem a possibilidade de conseguir uma medalha no Rio-2016.

Uma mostra dessa expectativa positiva já foi dada na abertura dos Jogos Pan-Americanos do Canadá – a seleção obteve uma vitória sobre os donos da casa, por 11 a 9.

Na última quarta-feira (8/7), a seleção encerrou a campanha na primeira fase em Toronto com a vitória brasileira sobre o México por 22 a 8, que garantiu a primeira colocação do grupo e lugar nas semifinais do Pan.

A renovada equipe brasileira segue a disputa de Toronto com moral elevado.

O Brasil teve grande evolução graças à chegada do técnico croata tetracampeão olímpico Ratko Rudic e de alguns jogadores que já atuaram por outras seleções, mas têm algum parentesco com o Brasil.

É o que acontece com jogadores como o capitão Felipe Perrone, considerado o melhor jogador do mundo, Ives Alonso, Paulo Salemi e Adria Delgado.

O caso mais atípico é do croata Josip Vrlic, que não tem parentesco com o Brasil.

Equipe brasileira visa medalha inédita (Foto: Satiro Sodre/SSPress)
Equipe brasileira visa medalha inédita (Foto: Satiro Sodre/SSPress)

A vinda de jogadores do exterior tem histórias distintas.

Felipe Perrone é carioca, deixou o país para jogar na Europa aos 17 anos e disputou duas Olimpíadas pela Espanha. Foi repatriado no fim de 2013.

Adrian Delgado (nascido no Brasil e cresceu na Espanha), Paulo Salemi (italiano de mãe brasileira) e Ives Alonso (cubano casado com brasileira) tinham por direito a nacionalidade.

Já o croata Josip Vrlic  foi naturalizado.

O último ouro do Brasil no Pan foi em 1963, e a última participação olímpica em 1984.

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