Gestores de esporte podem participar de pesquisa que vai levantar competências da função

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Gestores de esportes de clubes podem participar da pesquisa que vai identificar competências próprias da função que desenvolvem nos clubes.

O conceito de competências, amplamente utilizado na gestão de pessoas em empresas para definir perfis profissionais, ainda é pouco utilizado como ferramenta no âmbito da administração esportiva para contratação e desenvolvimento de colaboradores.

Os resultados da pesquisa serão apresentados e discutidos no Seminário de Esportes, que será realizado pela Universidade Sindi-Clube em 6 de outubro, em palestra de Ari Mello, um dos expositores do evento.

Para participar, o gestor deve entrar no site do evento (www.sindiclubesp.com.br/seminário2014) e preencher o formulário do levantamento. Para a tabulação dos resultados, somente os questionários com respostas completas é que serão considerados.

O Seminário, dedicado a coordenadores, professores e instrutores de esportes, será apresentado nos formatos de palestras, mesa-redonda, oficina e workshops.

No site, também é possível conhecer os palestrantes e o programa do evento. Visite!

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Conheça as modalidades paraolímpicas: paracanoagem

 

Fernando Fernandes: tetracampeão mundial
Fernando Fernandes: tetracampeão mundial

A paracanoagem é umas das novidades no programa oficial dos Jogos Paraolímpicos do Rio, em 2016.

O primeiro mundial da modalidade foi disputado em 2010, em Poznan, na Polônia.

No Brasil, o grande destaque individual é o paulista Fernando Fernandes, tetracampeão mundial na paracanoagem.

A equipe brasileira fará sua estreia nos Jogos Paraolímpicos do Rio, em 2016.

As disputas são muito semelhantes às da canoagem olímpica.

As embarcações recebem adaptações de acordo com a deficiência dos competidores.

Os barcos utilizados nas provas são os caiaques e as canoas havaianas.

Competem na modalidade apenas atletas com deficiências físico-motoras.

Todas as provas têm um percurso de 200 metros de extensão, em linha reta, e podem ser disputadas por homens e mulheres, em embarcações individuais ou por ambos, em barcos mistos.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: tiro com arco

Modalidade está na Paraolimpíada desde a primeira edição. (Crédito: CPB)
Modalidade está na Paraolimpíada desde a primeira edição. (Foto: CPB)

O tiro com arco é uma das mais tradicionais modalidades dos Jogos Paraolímpicos e esteve presente em todas as edições, a começar de Roma, em 1960.

Desde o início, as provas eram disputadas por homens e mulheres.

Além das provas individuais, a modalidade ainda conta com a disputa por equipes.

Competem tetraplégicos, paraplégicos e pessoas com mobilidade limitada nos membros inferiores.

As regras da modalidade são quase as mesmas das adotadas pela Federação Internacional de Tiro com Arco.

Uma distância de 70 metros separa os atletas do alvo, que mede 1,22 metro de diâmetro, sendo formado por dez círculos concêntricos.

O mais externo vale um ponto. A partir daí, quanto mais próxima do círculo central estiver a flecha, maior a pontuação obtida.

O formato de disputa do tiro com arco é chamado de round olímpico.

Um total de 96 arqueiros – 64 homens e 32 mulheres – participam da competição, tanto no individual como por equipe.

O Brasil ainda não obteve conquistas de medalhas nessa modalidade paraolímpica.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: tênis de mesa

David Freitas ACTM-CE e João Paulo Lauriano ACTM-CE TENIS DE MESA

O tênis de mesa é um dos mais tradicionais esportes paraolímpicos, disputado desde os Jogos de Roma tanto no masculino quanto no feminino.

A modalidade esteve presente em todas as edições dos Jogos Paraolímpicos.

A história do tênis de mesa no Brasil se confunde com a do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), pois a modalidade começou com a fundação do Comitê, em 1995. O país é representado nos Jogos Paraolímpicos desde Atlanta (1996).

Os atletas são divididos em 11 classes distintas.

Mais uma vez, segue a lógica de que quanto maior o número da classe, menor é o comprometimento físico-motor do atleta.

A classificação é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, sua força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete.

No tênis de mesa participam atletas do sexo masculino e feminino com paralisia cerebral, amputados e cadeirantes.

As competições são divididas entre atletas andantes e cadeirantes.

Os jogos podem ser individuais, em duplas ou por equipes.

As partidas consistem em uma melhor de cinco sets, sendo que cada um deles é disputado até que um dos jogadores atinja 11 pontos.

Em caso de empate em 10 a 10, vence quem primeiro abrir dois pontos de vantagem.

A raquete pode ser amarrada na mão do atleta para facilitar o jogo.

Nos Jogos Parapan-Americanos do Rio de Janeiro em 2007, o Brasil foi campeão geral da modalidade com 26 medalhas, sendo 11 de ouro, sete de prata e oito de bronze.

A instituição responsável pela modalidade é a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF).

No Brasil, a modalidade é organizada pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).

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Idosos devem praticar atividades físicas de forma moderada

esporte idosoPor Nabil Ghorayeb*

Notícias recentes nos informam que, nos últimos anos, ocorreu um aumento marcante de frequentadores de corridas de rua e de academias com mais de 60 anos.

O que está acontecendo?

Sem dúvida, a influência da mídia valorizando os eventos esportivos e a visível melhora da qualidade de vida dos esportistas fizeram com que muitas pessoas decidissem se movimentar.

No Brasil, idosos são aqueles com mais de 60 anos e no resto do mundo, os com mais de 65 anos.

Para colocar os idosos nos exercícios, deve-se insistir bastante, é preciso fazer uma avaliação médica especializada (cardiologia e esporte) para detectar possíveis doenças comuns nessa idade e depois começar com orientação de um profissional de educação física, obedecendo aos limites detectados pelo médico.

As recomendações internacionais e brasileiras sugerem a intensidade moderada e o volume de três a quatro vezes semanais, com duração de 60 minutos.

Caso o objetivo seja esportivo, comunique seu médico.

Nas disputas mais inocentes é que acontecem as lesões mais sérias.

Antes do exercício, é importante o aquecimento por 15 minutos.

Durante o exercício, procure manter a pulsação ao redor do valor 195 menos a sua idade ou, então, naquele limite baseado no teste ergométrico.

Terminada a prática, faça 15 a 20 minutos de caminhadas lentas (para esfriar: deve parar de suar) e se hidrate com água ou sucos naturais.

Isotônico, só se tiver perdido mais de 1,5 kg ou tiver passado de duas horas de exercícios intensos.

Aliás, pergunte ao seu médico se pode tomá-los, pois há contraindicações para hipertensos, diabéticos e grávidas.

Para exercícios de força, tenha muita calma e evite querer superar limites.

Lembre-se de que temos limitações naturais acima de 50 anos.

O consumo de suplementos e hormônios deve ser evitado.

Quanto à alimentação, deve ser leve e fracionada pelo dia em seis vezes iguais.

As modalidades esportivas ou de exercícios mais recomendadas são as que não têm choques corporais, de preferência a corrida de rua, associando fortalecimento muscular durante duas vezes por semana.

Para praticar outros esportes como futebol, vôlei e basquete, converse com seu médico para obter a liberação.

Retire o idoso da poltrona da frente da televisão e coloque-o, ao menos, para caminhar um pouco todos os dias.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte, mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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Cresce a participação no handebol do Pepac

Além de times femininos, três equipes masculinas participarão do Pepac
Além de times femininos, três equipes masculinas participarão do Pepac

A disputa do campeonato de handebol do Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes) deste ano promete ser mais quente, pelo crescimento do número de equipes e atletas.

Em 2013, o torneio teve cinco equipes. Neste ano, serão 11 times, sendo três deles masculinos, categoria que não havia no ano passado.

O total de inscritos deverá chegar a 220 atletas, número bem superior ao de 2013, de 120 jogadores.

Os jogos do handebol do Pepac começam em maio.

Somente na primeira fase, classificatória, serão realizadas 32 partidas.

A tabela de jogos pode ser consultada aqui.

Clubes participantes: AABB-SP, Alphaville Tênis Clubes, Clube Atlético Juventus (estreante), Clube Esportivo da Penha e São Paulo Futebol Clube.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: goalball

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O goalball é uma das poucas modalidades não adaptadas de outro esporte e sim desenvolvidas exclusivamente para pessoas com deficiência – neste caso, a visual.

Baseado nas percepções tátil e auditiva, o jogo é praticado em silêncio para que os atletas consigam perceber os sons que a bola emite.

A quadra tem as mesmas dimensões da de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento).

As partidas duram 20 minutos, com dois tempos de 10.

Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas.

De cada lado da quadra tem um gol com nove metros de largura e 1,2 de altura.

Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores.

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Equipe feminina em Londres: medalha de prata (Foto: CPB)

As partidas são disputadas em dois tempos de 12 minutos, com três de intervalo.

Quando uma equipe abre dez gols de vantagem, o confronto é encerrado imediatamente, independente do tempo da partida.

A modalidade foi introduzida no Brasil em 1985.

Em Pequim, 2008, a seleção masculina estreou em uma Paraolimpíada.

Nos Jogos de Londres, em 2012, o Brasil contou também com a presença da equipe feminina que conquistou uma medalha de prata, superando as expectativas.

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Universidade Sindi-Clube oferece curso de formação para instrutores de aprendizagem em esportes

Sindiclube - 10/05/2010 - Foto: RUBENS CHIRI/PERSPECTIVA

O curso presencial da Universidade Sindi-Clube “Capacitação de orientadores de aprendizagem do Programa Sindi-Clube Aprendiz” forma instrutores do Programa que dá cumprimento à Lei do Aprendiz, que obriga os clubes a terem cotas de 5% a15% dos funcionários compostas por aprendizes.

O curso é dirigido a profissionais das áreas esportiva, administrativa, educacional, de saúde e sociocultural.

O Programa Sindi-Clube Aprendiz é o único curso do país validado pelo Ministério do Trabalho e Emprego no Cadastro Nacional de Aprendizagem. Exposição dos consultores especializados do Sindi-Clube Reginaldo Teixeira Rosa e Valter Piccino.

Quando: 28 de abril, das 9h às 18h.

Saiba mais sobre o curso aqui.

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Conheça as principais leis que alcançam os clubes

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Por desenvolverem muitas atividades, os clubes estão sujeitos a uma quantidade de leis maior do que a que atinge outros segmentos, como indústria, comércio e prestação de serviços.

Os clubes, por oferecerem atividades físicas, cursos, eventos esportivos e sociais, possuírem áreas de alimentação em forma de autogestão ou terceirizada, além de práticas esportivas profissionais e não profissionais, ficam subordinados a uma infinidade de leis.

“A isso se acrescentam mais obrigações legais para os clubes que desenvolvem projetos de formação esportiva e que devem observar as rigorosas regras das leis de incentivos fiscais das áreas federal, estadual e municipal, com a devida fiscalização feita pelos respectivos tribunais de contas”, diz o consultor jurídico do Sindi-Clube, Valter Piccino.

Para orientar como o administrador deve proceder nesse verdadeiro cipoal de leis, Piccino fez um levantamento da legislação que rege os clubes, dividindo a abrangência por áreas. Acompanhe abaixo.

ADMINISTRAÇÃO

Estatuto social

O Estatuto Social e alterações posteriores, atas  e regimentos internos, elaborados à luz da Lei nº. 10.406 de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), devem ser registrados no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Caso o clube mantenha sedes em outros municípios, deverá promover iguais registros.

Instalação e funcionamento

São necessárias as licenças da Prefeitura, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e alvará do Juizado da Vara da Infância e da Juventude para permanência de menores.

Receita Federal e Previdência Social

O clube deve se inscrever no Cadastro Geral de Pessoas Jurídicas (CNPJ) para cada uma de suas sedes.

Inscrição Estadual

A inscrição é necessária para a exploração por conta própria de bares, lanchonetes e restaurantes, sendo esse o único tipo de comércio admitido para os clubes.

Inscrição Municipal

Inscrição no cadastro de contribuintes mobiliários, para recolhimento do ISS sobre atividades não isentas (verificar tributação na Secretaria da Receita Municipal). Os eventos abertos ao público em geral (para não associados) sofrem essa tributação.

Serviços de segurança

Se o clube tiver segurança própria, o serviço deve ser registrado na Polícia Federal, com base na Lei nº 7.102/83, alterada pela Lei nº 8.863/94 e pela Lei nº 9.017/95.

Estacionamentos

Inscrição na Prefeitura, com observância da Lei Complementar 116/03 (Imposto sobre Serviços), se o clube explorar por conta própria esse serviço.

ESPORTES

Abrangem as atividades formativas em diversas modalidades, que envolvam monitores, professores, estagiários, viagens e serviços de arbitragem: Lei nº 9.615/98, Lei geral do Desporto; Lei n. 9.696/98 (que cria a profissão de Educação Física), Consolidação das Leis do Trabalho, Convenção Coletiva de Trabalho e legislação complementar, tais como Lei nº 605/49, Decreto nº 27.048/49. O clube deverá celebrar contrato de prestação de serviços para formação esportiva. A associação deverá estar inscrita no Confef, via CREF, e indicar profissional de educação responsável pelas atividades desportivas.

Atividades competitivas em diversas modalidades, que envolvam técnicos, estagiários, viagens, serviços de arbitragem, atletas não profissionais e associados militantes são regidas pela seguinte legislação: Lei n. 9.615/98, Lei geral do Desporto; Lei n. 9.696/98 (que cria a profissão de Educação Física), Consolidação das Leis do Trabalho, Convenção Coletiva de Trabalho e legislação complementar, tais como Lei nº 605/49, Decreto nº 27.048/49. Código Brasileiro de Justiça e Disciplina, Resolução CNE nº 1, de 23/12/ 2003, Decreto nº 5.342, de 14/1/ 2005, que regulamenta a Lei nº 10.891/04, que institui a Bolsa-Atleta. Deve ser celebrado contrato de prática esportiva não profissional com outorga ou não de incentivos materiais. O clube deverá estar inscrito no Confef, via CREF, e indicar profissional de educação responsável pelas atividades desportivas.

Eventos esportivos em diversas modalidades

Devem ser observadas: Lei Complementar 116/03 – Imposto sobre Serviços, Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069/90, Acessibilidade Deficientes Físicos, Lei nº 10.098/00.

SOCIOCULTURAL

Cursos oferecidos pelo clube, com a participação de instrutores, técnicos, monitores, professores e aprendizes: devem ser direcionados exclusivamente para associados, conforme Art. 53 da Lei nº 10.406/02 (Código Civil).

Eventos sociais como festas, shows, que envolvam músicos artistas, etc.: licença do Ecad, Lei nº 9.610/98 (direitos autorais); Lei nº 3.857/60, Ordem dos Músicos; Lei Complementar 116/03, Imposto sobre Serviços; Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069/90, Acessibilidade Deficientes Físicos, Lei nº 10.098/00; Seguro de Acidentes Pessoais, Lei nº 11.265/02.

PISCINAS

Construção, Uso e Funcionamento: licença de produtos químicos explosivos, Lei nº 10.357 de 27 de dezembro de 2001, normatizada pela Portaria 1.274, de 26 de agosto de 2003, do Ministro de Estado da Justiça; licença da Vigilância Sanitária.

Depois de relacionar todas essas leis que regem os clubes, o consultor Valter Piccino frisa a importância do estatuto social e dos regimentos internos.

“Além de estarem regidos por leis específicas (entre elas o Código Civil e a Constituição), o estatuto e os regimentos trazem a manifestação da vontade do quadro associativo e preservam a cultura e a tradição dos longos anos de existência do clube”, afirma.

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