COI aprova programação para Tóquio 2020, com novas modalidades

Foto: Divulgação
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O Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovou, na última semana, na Suíça, a programação de eventos para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

As principais mudanças em ralação a última edição dos Jogos são a inclusão do Basquete 3×3 e do BMX Freestyle, o aumento da participação feminina e novas competições mistas, como o revezamento 4x400m no atletismo, o revezamento 4x100m medley na natação, além das disputas de equipes mistas no judô.

A decisão marca um importante passo na evolução do programa olímpico, igualando os gêneros e rejuvenescendo a competição.

“Os novos eventos que aprovamos hoje, junto com os cinco novos esportes que foram adicionados ano passado, representam uma mudança gradual no programa olímpico. Estou muito feliz que os Jogos Olímpicos de Tóquio serão mais jovens, urbanos e com mais mulheres”, disse o presidente do COI, Thomas Bach.

Com a definição do COI, a Olimpíada de Tóquio terá a maior representatividade feminina na história dos Jogos.

O Basquete 3×3 fez parte, com sucesso, dos Jogos Olímpicos da Juventude Cingapura 2010 e Nanquim 2014.

A próxima edição, em Buenos Aires 2018, já contará também com o BMX Freestyle.

Em agosto de 2016, o COI admitiu por unanimidade a entrada do surfe, skate, escalada, beisebol/softbol e karatê como esportes olímpicos, que fez com que aumentasse o número de eventos olímpicos que era de 306 e subiu para 321.

Se forem incluídas as medalhas distribuídas para as modalidades que começarão a ser disputadas em Tóquio o número de eventos sobe para 339.

Confira a lista das mudanças para Tóquio 2020.

  • Atletismo: inclusão do revezamento 4x400m (misto).
  • Basquete: inclusão do 3×3 (masculino e feminino).
  • Boxe: mudança de dois eventos masculinos por dois femininos.
  • Canoagem: mudança de três eventos masculinos por três femininos.
  • Ciclismo BMX: inclusão do Freestyle (masculino e feminino).
  • Ciclismo Pista: inclusão do Madison (masculino e feminino).
  • Esgrima: inclusão da disputa por equipe (masculino e feminino).
  • Judô: inclusão da disputa por equipes (mista).
  • Natação: inclusão dos 800m (masculino), 1.500m (feminino) e revezamento 4x100m medley (misto).
  • Remo: mudança de um evento masculino por um feminino.
  • Vela: mudança de uma categoria mista.
  • Tiro com Arco: inclusão da disputa por equipes (mista).
  • Tiro Esportivo: mudança de três eventos masculinos para eventos mistos.
  • Tênis de Mesa: inclusão das duplas mistas.
  • Triatlo: inclusão do revezamento por equipes (misto).
  • Levantamento de Peso: redução de uma categoria masculina.

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COB pré-seleciona 20 atletas para Tóquio 2020

Alguns dos jovens selecionados para o projeto "Vivência Rio 2016"
Alguns dos jovens selecionados para o projeto “Vivência Rio 2016” (Foto: COB)

Mesmo antes da Olimpíada do Rio acabar, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) já pensa no futuro.

Prova disso é que 20 atletas de 15 esportes, 11 homens e nove mulheres, de 15 a 24 anos, foram selecionados pela entidade para participar do projeto “Vivência Olímpica Rio 2016”, que visa prepará-los para os Jogos de Tóquio, em 2020.

Os possíveis representantes brasileiros, que nunca participaram do torneio, foram inseridos na rotina dos competidores desta edição para adquirir experiência olímpica e entender melhor como funcionam os bastidores da maior competição esportiva mundial.

Esta é a segunda vez que o projeto é executado pelo COB.

Em Londres, 2012, 16 jovens atletas foram convidados para a ação e, destes, oito se classificaram para o Rio 2016 e quatro ganharam medalhas até o momento: Thiago Braz, ouro no atletismo, Martine Grael, ouro na vela, Felipe Wu, prata no tiro esportivo, e Isaquias Queiroz, prata e bronze na canoagem.

Os eleitos deste ano foram: Beatriz Ferreira, boxe; Emily Figueiredo, levantamento de peso; Joílson Brito, luta greco-romana; Maria Paula Heitmann, natação; Marcelo da Silva, tiro com arco; Gabriel Bastos, vela; Andrea Santos, canoagem; Anderson Ezequiel de Souza, ciclismo BMX; Gabriela Cecchini, esgrima; Ângelo Assumpção e Thaís Fidélis, ginástica artística; Nathália Brigida e Rafael Godoy, judô; Felipe Ribeiro, natação; Edival Pontes, taekwondo; Manoel Messias, triatlo; Eduarda Santos Lisboa e Ana Patrícia Silva Ramos, vôlei de praia.

Os atletas escolhidos participaram de uma seletiva com 60 competidores que possuem histórico de resultados nas categorias de base, em alguns casos na categoria adulta, e com potencial de evolução até os Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

As respectivas confederações de cada modalidade selecionada fizeram a triagem que definiu o seleto grupo.

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Seminário de Esportes oferece oportunidade para aprimorar conhecimentos

BannerSeminarioEsportes2016_INSCRIÇÔES ABERTASA Universidade SINDI-CLUBE realizará, no dia 3 de outubro, em dois períodos, a 4ª edição do Seminário de Esportes, com conteúdo relevante para profissionais desse importante setor dos clubes, que reúne gestores e educadores físicos.
Eles terão a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos e trocar experiências, em um dia repleto de várias atividades.
Outro tema dirigido ao gestor, “Conheça seu público, melhore sua gestão com a criação de novos serviços”, vai tratar da oferta com base nas necessidades da demanda dos diversos públicos, para a geração de projetos específicos e diferenciados que atendam à expectativa.
Já os educadores físicos terão explicações sobre assuntos importantes da natação, que abordam aspectos profissionais, pedagógicos e também a transição do formativo para o competitivo.
Além disso, um workshop sobre desenvolvimento Infantil irá fundamentar a prática pedagógica dos professores de Educação Física nas escolas de esportes.
Ainda haverá o tema preparação física na formação de 11 a 17 anos, exposição que oferecerá novas soluções em relação ao treinamento físico dessa faixa etária, assunto útil para todos os participantes do evento.
É fácil inscrever-se
Conhecer em detalhes toda a programação e participar do Seminário de Esportes é rápido e fácil, basta acessar o site do evento.
As inscrições vão até 2 de setembro. O Seminário será desenvolvido no Ginásio de Esportes do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul.
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Pepac é tema de novo vídeo da TV SINDI-CLUBE

TV SindiClube_sem fundoO presidente do SINDI-CLUBE, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, comenta sobre o Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac).

O Pepac, este ano, chega à 18º edição como o maior torneio interclubes do Brasil, além de ser uma forma de incentivo à pratica de participação de esportes nos clubes.

Saiba mais, assista ao vídeo:

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Menos de um quarto da população brasileira pratica exercícios suficientes para ter uma vida ativa

(foto: shutterstock)
(foto: shutterstock)

Nabil Ghorayeb*

Para manter a luta contra o sedentarismo, vamos aos fatos. Recentemente, o Ministério do Esporte divulgou uma pesquisa que concluiu que pouco mais de 42% da população brasileira é sedentária.

O estudo contínuo do IBGE, conhecido como Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), mostra um dado ainda mais grave: apenas 27,1% dos homens com mais de 18 anos praticavam o nível recomendado de atividade física no lazer, enquanto nas mulheres este percentual ainda foi pior, de 18,4%.

Ou seja, os sedentários eram 72,9 % dos homens e 81,6% das mulheres.

A média brasileira de ativos foi de apenas 22,5%, incluindo a área urbana e rural do país. Ou seja, 77,5% da população não praticam o nível recomendado de atividade física no lazer.

O porcentual de adultos que praticam o nível recomendado de atividade física no tempo livre tende a diminuir com o aumento da idade.

Isto pode ser observado nas proporções dos grupos de idade de 18 a 24 anos, em que 35,3% praticavam o nível recomendado de atividade física no lazer.

Dentre os adultos de 25 a 39 anos de idade a proporção foi de 25,5%.

Na faixa de 40 a 59 anos, esse porcentual foi de 18,3%, enquanto que, no grupo de mais de 60 anos, 13,6%.

A prática recomendada de atividade física no tempo livre cresce com o nível de instrução.

A PNAD divulgou que os idosos estão vivendo mais no Brasil.

Em 2013, dos 201,5 milhões de habitantes, cerca de 26,1 milhões eram pessoas acima dos 60 anos.

Para especialistas, o bom humor e a prática de atividades físicas contribuem para a longevidade.

prática regular de exercícios físicos ou esportes é considerada como fator de proteção à saúde das pessoas.

As oportunidades para indivíduos adultos serem fisicamente ativos podem ser classificadas em quatro domínios: no lazer (tempo livre), no trabalho, no deslocamento e no âmbito das atividades domésticas.

O nível recomendado de atividade física no lazer é de, pelo menos, 150 minutos semanais de atividade física de intensidade leve e moderada ou de, pelo menos, 75 minutos de atividade física de intensidade vigorosa.

Alguns exemplos de atividades físicas de intensidade leve ou moderada são: a caminhada, musculação, hidroginástica, dança e ginástica em geral.

Como exemplos de intensidade vigorosa há a corrida, os esportes coletivos no geral, ginástica aeróbica, entre outras atividades que aumentem a frequência cardíaca muito além dos níveis de repouso.

Para a OMS – Organização Mundial da Saúde, ser ativo é: praticar futebol, basquete, ginástica aeróbica, corrida (inclusive em esteira) ou tênis durante pelo menos três dias por semana, com duração diária de 20 minutos ou mais; ou caminhada ou outra modalidade de exercício físico ou esporte durante pelo menos cinco dias por semana, com duração diária de 30 minutos ou mais.

Vamos mudar as estatísticas, faça um sedentário do seu circulo familiar ou de amizades abandonar essa “prática” tão ruim para a saúde e longevidade, o convença-o a ser ativo, gradualmente e sem interrupções.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista  em  Cardiologia  e Medicina do Esporte e mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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Como o clube pode oferecer esportes radicais sem correr o risco de responsabilização com acidentes

shutterstock_115507858Os esportes de aventura ou radicais, como surf, arvorismo, rapel, voo livre, ganham cada vez mais adeptos e muitos clubes dedicam-se a algum tipo dessas modalidades, sendo que a mais comum é o skate.

Essas práticas esportivas têm em comum causar emoções, a chamada aceleração da adrenalina nos participantes.

Essa sensação é obtida sob condições de risco calculado, em manobras arrojadas que exigem habilidades para desafios extremos.

A Consultoria Sindi-Clube chama a atenção para os cuidados que devem ser observados pelos clubes que têm prática de esportes radicais, para evitar penalidades administrativas e, na ocorrência de acidentes com lesões, a responsabilização da associação e pessoal dos dirigentes.

Todos os espaços utilizados pelos associados no clube devem ser regulamentados, mais ainda uma área dedicada a um esporte radical, que oferece riscos aos participantes.

A Consultoria orienta para que o clube, primeiramente, pesquise para saber se há no seu município lei e posturas que regulem a prática.

Em São Paulo, por exemplo, há a lei 14.139, de 24 de março de 2006, que estabelece regras para os esportes radicais e de aventura.

As normas exigem locais apropriados, equipamentos em perfeitas condições de uso, contratação de seguro de vida e de acidentes pessoais em favor dos praticantes, termo de responsabilidade dos pais, se o praticante for menor de 18 anos, além de atendimento médico de emergência.

À primeira vista, pode parecer que a legislação é proibitiva aos esportes radicais nos clubes, mas não é assim.

Uma modalidade com o skate, por exemplo, pode ser a porta de entrada de adeptos que vão rejuvenescer o corpo associativo e o clube pode se preparar para ter uma experiência positiva com isso.

Os clubes, normalmente, já possuem atendimento regular para cobrir a exigência de socorro médico de emergência para eventuais acidentes como os que podem ser causados pelos esportes radicais, em observância à lei 14.139.

Além disso, todo clube deve ter um contrato de seguro para as atividades que desenvolve.

É importante fazer constar no contrato que há a prática de esporte radical.

Equipamentos apropriados

Resolvidos esses pontos, restam os cuidados com equipamentos do espaço que o clube vai oferecer aos associados para que a atividade seja bem sucedida.

A construção de uma pista de skate, por exemplo, deverá levar em conta os princípios que atendam às recomendações de entidades especializadas, como a Confederação Brasileira de Esportes Radicais, que vão indicar as dimensões e inclinações corretas, além do tipo de material a ser utilizado na pista.

Deverá haver a recomendação do clube para que os usuários utilizem equipamentos com certificação de qualidade.

Dessa forma, o clube que regulamenta o uso da pista e fiscaliza a utilização de equipamentos seguros para a proteção do esportista ficará livre de culpa objetiva, em caso de acidentes com os associados.

Caso contrário, a ocorrência poderá resultar em responsabilização penal (crime de lesão corporal) e civil (reparação de tratamentos médicos e danos morais) do dirigente do clube.

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Pegue leve nos primeiros treinos do verão para não ‘ferver’ o organismo

shutterstock_107813660Por Gustavo Luz*

É verão e a tendência é que a temperatura média das próximas semanas aumente.

Independentemente das preferências pessoais por distâncias e ritmos, alguns ajustes e estratégias podem alavancar a sua performance.

O corpo humano é uma máquina de calor: aproximadamente 70% de toda a energia gasta na sua corrida em dias quentes  é destinada a manter a temperatura interna do corpo estável.

Ou seja, você, literalmente, gasta energia para não ferver.

Isso mesmo, apenas 30% do total da energia gasta com a corrida te leva do ponto de largada ao ponto de chegada.

E isso nos dá uma noção da importância de manter o corpo apto a se resfriar.

Alguns ajustes nos próximos treinos podem tornar essa transição para os dias mais quentes um pouco mais suaves para os corredores.

Na prática, você pode ajudar o seu corpo nessa tarefa bebendo mais água nos treinos, colocando algumas caminhadas na sua corrida, aumentando o intervalo entre as séries de velocidade (os “tiros”), fracionando os treinos mais longos com pequenos intervalos a cada 15 ou 20 minutos (intervalo de tempo suficiente para beber água e repor as energias sem pressa), e antecipando em alguns minutos a reposição energética (com gel, bebidas esportivas ou que preferir).

Essas estratégias têm o objetivo de deixar o seu treino menos intenso e mais confortável.

Ser mais conservador nessa transição para o verão não vai fazer com que você perca condicionamento, pelo contrário, ajudará o seu corpo na adaptação às mudanças de temperatura de uma forma mais saudável e menos desgastante.

Aos poucos o seu ritmo confortável vai ficando mais eficiente e você vai calibrando os seus treinos mais intensos.

*Gustavo Luz Távora, educador físico, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 15 anos. Diretor técnico da G-Luz Top Team, vive atento a tudo que se refere a fisiologia do exercício. Também fala com o conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Conheça as modalidades olímpicas: luta olímpica

Aline Silva: conquistando medalhas (Foto: CBLA)
Aline Silva: conquistando medalhas (Foto: CBLA)

A seleção de luta olímpica brasileira não possui bons resultados em Olimpíadas.

Apenas cinco atletas, três homens e duas mulheres, participaram de cinco edições anteriores, sem a conquista de medalhas.

Porém, há esperança.

O ano de 2014 foi de muitos resultados expressivos.

Nos Jogos Sul-Americanos de Santiago, no Chile, o Brasil ganhou oito medalhas: dois ouros e uma prata para a equipe feminina e cinco bronzes para a masculina.

Na classificação final, a luta feminina terminou em primeiro lugar no ranking por países, entre mulheres.

No ranking da Luta Olímpica Mundial, a melhor colocada brasileira é Aline Silva, em sétimo lugar.

Ela conquistou medalhas em todos os torneios que disputou este ano, incluindo o ouro no Sul-Americano e prata inédita no Mundial do Uzbequistão.

Outras brasileiras que aparecem no ranking mundial são Joice Silva, em nono lugar, e Lais Nunes, décimo-sexto.

“Sabíamos que chegaríamos a 2016 com chances de brigar por medalha. Atingimos um nível competitivo no feminino que nos permite pensar em pódio nessa modalidade. Hoje, temos mais recursos e oportunidades do que nos ciclos anteriores e mais apoio do Ministério do Esporte e COB, além da vantagem de lutarmos em casa”, afirma Pedro Gama Filho, presidente da Confederação Brasileira de Lutas Associadas.

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Cuidado, praticar exercício gripado pode gerar dor muscular, anemia e até arritmias

ATLETA GRIPADO

Nabil Ghorayeb*

Seguindo um treinamento à risca, o atleta está preparado para a competição, porém não é invencível para muitas doenças.

Num inverno, mesmo não tão rigoroso, o atleta deve manter-se resguardado, principalmente das viroses, como o resfriado comum e a gripe.

Com frequência, as pessoas acreditam não ser esses males nenhum empecilho ao seu desempenho físico, muitas achando que, suando, vão melhorar mais rapidamente da leve doença.

E por aí vão muitas crendices populares.

Na verdade, é um conceito errado e perigoso.

O esportista com alguma virose não deve participar, em hipótese alguma, de provas esportivas ou atividades físicas.

Além de estar com sua condição física rebaixada, corre o risco de ter complicações no organismo, de dores, distensões musculares e anemia, até as importantes arritmias cardíacas.

Sabemos pela fisiologia que o excesso de exercício físico (muitas horas por dia) tende a diminuir a imunidade do atleta, isto é, a resistência geral deste organismo.

Por isso, a recomendação de acompanhamento médico para evitar estes quadros de debilidade com os exageros de treinamento.

É comum atletas terem infecções ou outras lesões justamente antes das competições.

A melhor forma de preveni-las é através de boa reeducação alimentar e um ritmo de treinamento orientado por especialistas (em geral, professores de educação física ou técnicos diplomados), com uma avaliação médica especializada previamente.

O medo de ser cortado da equipe, ou mesmo a frustração de estar fora de uma competição, leva inúmeros atletas a esconderem uma virose, arriscando-se a desenvolver problemas muito mais sérios como inflamações da tireoide ou dos pulmões ou da garganta e até do coração.

Atletas foram excluídos do grupo porque estavam com arritmias cardíacas e outras alterações do miocárdio, porém, numa análise mais acurada, verificou-se que tinham tido uma infecção viral das suas vias aéreas (garganta e/ou pulmões) dias antes, fato que não revelaram aos seus médicos.

Vale a pena relembrar que infecções virais, na maior parte das vezes aparentemente simples, não devem ser ignoradas pelos esportistas, nem pelos seus médicos.

Aguardar a cura total é o recomendado sempre.

O reinício das atividades físicas deve ser gradativo e sem pressa, mesmo para atletas profissionais.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte, mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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Seminário de Esportes recebe inscrições até 19 de setembro


SeminárioBanner_site_insc até19setTerminam em 19 de setembro as inscrições para o Seminário de Esportes.

A Universidade Sindi-Clube colocou no ar um site totalmente dedicado ao evento.

Ao acessar a página, além da inscrição online, gerentes, coordenadores, professores e instrutores de esportes terão acesso à programação do Seminário, que será realizado em 6 de outubro.

No site também há a apresentação dos palestrantes.

Além de conteúdo para gestores de esportes, o Seminário traz como principal novidade workshops voltados a profissionais que atuam nas várias modalidades esportivas nos clubes.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 5054-5464, 2218-0005, 2218-0422 ou pelo e-mail seminariodeesportes2014@gova.com.br.

Programa do Seminário 

Atividades da manhã

Tema 1, para gestores: “Desenvolvimento de competências“ (palestra e workshop).

Tema 2, para gestores: “Gestão estratégica em áreas de esporte de clubes – reposicionando a área de esporte do clube” (palestra e mesa-redonda).

Tema 3, para profissionais que atuam nas várias modalidades esportivas nos clubes: “Treinamento funcional” (workshop)

Atividades da tarde

Tema 1, para gestores – continuação: “Desenvolvimento de competências“ (workshop).

Tema 2, para gestores – continuação: “Gestão estratégica em áreas de esporte de clubes – reposicionando a área de esporte do clube”  (oficina).

Tema 4, para coordenadores e profissionais que atuam nas várias modalidades formativas nos clubes: “Implantação e desenvolvimento de modalidades esportivas em clubes sociais” (workshop).

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