Atletas ensinam prática a jornalistas em curso sobre tênis de mesa

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Azevedo introduz a modalidade aos jornalistas presentes

A série de cursos gratuitos para jornalistas sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade SINDI-CLUBE em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), teve continuidade nesta quarta-feira (11/05).

Os profissionais da imprensa e os convidados, além de obterem conhecimentos sobre aspectos técnicos do esporte, também puderam testar sua habilidade, praticando tênis de mesa com a atleta olímpica Lígia Silva.

O presidente da CBTM (Confederação Brasileira de Tênis de Mesa), Alaor Gaspar Azevedo, falou sobre os projetos da federação, curiosidades e regras do esporte.

Interação com os presentes

O grande momento da exposição foi o contato que os jornalistas tiveram com a modalidade, em uma mesa de jogo montada para o encontro.

A atleta brasileira Lígia Silva, que esteve nos jogos de Sidney (2000), Atenas (2004) e Londres (2012), comandou a clínica e interagiu com os participantes,

Ela elogiou a iniciativa do SINDI-CLUBE.

“Todo jornalista tem que saber sobre as modalidades da Olimpíada. Como o tênis de mesa não é um esporte muito divulgado, esses cursos irão proporcionar mais conhecimento a eles sobre a modalidade”, comentou.

Confira o bate bola dos jornalistas com a atleta:

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Treino ou descanso? Saiba o que é melhor antes de disputar competições de corrida

shutterstock_265174154Gustavo Luz*

O treinamento regular proporciona diversas melhoras na sua capacidade física,  necessárias para você se dar bem nas corridas.

Mas quando alguma competição se aproxima, na qual a distância percorrida será grande, você deve descansar um pouco mais e acumular energia.

Os treinadores costumam chamar esse período de “polimento”.

Na prática, isso significa chegar à reta final da preparação e começar a treinar menos.

Se você conseguiu seguir a sua sequência de treinos de forma eficiente, acredite, seu corpo e cabeça agradecerão por esse alívio.

O fato de reduzir os treinos, provavelmente, fará com que seu corpo fique mais forte: a musculatura terá mais tempo para se recuperar dos treinos de semanas e meses, a cabeça ganha um descanso e você ainda consegue armazenar um pouco mais de carboidrato, principal fonte de energia na corrida.

Isso aumenta a sua chance de competir com força total e obter resultados positivos.

Na véspera da prova, você não precisar se entupir de macarrão.

Coma o que você está acostumado, não exagere.

Se você treinou bem e se sente pronto para o desafio, aqui estão algumas sugestões de polimento:

21km – Duas semanas antes da prova, reduza o seu treino longo para algo na casa dos 15km, por exemplo. Na última semana de preparação, pode baixar ainda mais, algo em torno dos 10km.

42km – Essa prova é muito dura e o ciclo de treinamento gera um desgaste grande – você precisará de pelo menos três semanas para se recuperar dos treinos e acumular energia. Uma sugestão é fazer algo entre 30 e 33km. Duas semanas, corra algo em torno de 20km no treino longo duas semanas antes e, no final de semana anterior à maratona,  uma corrida de 12 a 15km.

*Gustavo Luz, educador físico, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 15 anos. Diretor técnico da G-Luz Top Team, vive atento a tudo que se refere a fisiologia do exercício. Também fala com o conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Presidente, você sabia? Confira uma série de perguntas

presidentevcsabiaSenhores Presidentes, confiram nesta seção vários aspectos relevantes que cercam o dia a dia dos clubes.

Os itens abaixo tratam de importantes questões que envolvem o dia a dia dos clubes, nas áreas jurídica, formação esportiva e marketing.

Então, Presidente, você sabia?

Que foi instituído o Programa de Combate à Intimidação Sistemática – Bullying, por meio da Lei 13.185 de 6 de novembro de 2015, que passou a viger em 6 de fevereiro de 2016?

Que o bullying é uma situação caracterizada por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, e que o termo tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão?

Que é dever dos clubes assegurar medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying, conforme previsto no artigo 5º da lei?

Que, em 2015, foram captados R$ 245,3 milhões na Lei Federal de Incentivo ao Esporte para o desenvolvimento de projetos?

Que, na divisão desse montante, o esporte de rendimento ficou com 60%, esporte educacional e esporte participação tiveram 20% de cada um?

Que R$ 103,7 milhões, 42%, do total, foram captados por proponentes do Estado de São Paulo?

Que, além da captação de receitas de patrocínio, é importante utilizar o marketing para criar campanhas que visem aumentar as receitas geradas por outras áreas, como cursos, venda de títulos e locação de espaços, entre outras, melhorando, assim, o resultado financeiro do clube?

Que, de acordo com Philip Kotler, um dos gurus do marketing internacional, 95% dos clientes insatisfeitos não reclamam, apenas deixam de comprar, daí a importância do atendimento para a fidelização de associados?

Que o Sindi-Clube tem à disposição uma consultoria especializada, pronta para oferecer orientação gratuita para planos de marketing nos clubes?

Que, para ter acesso a esse serviço, basta encaminhar perguntas para o e-mail consultoriademarketing@sindiclubesp.com.br?

Se, depois da leitura dessas perguntas, o presidente mostrou-se inteirado de todas essas questões, parabéns!

Porém, em caso de dúvida, procure esclarecimentos do Sindi-Clube, sempre a postos para orientá-lo: (11) 5054-5464 ou juridico@sindiclubesp.com.br

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Beach tennis, um esporte para todos, empolga associados de clubes

shutterstock_239097094 blCom expansão crescente, depois de invadir as praias de todo o mundo com enorme sucesso, o beach tennis também empolga nos clubes de São Paulo, que vêm dedicando mais espaços aos praticantes dessa nova opção de lazer. Clube Esperia, São Paulo Futebol Clube, Club Athletico Paulistano e Clube Paineiras do Morumby são algumas das agremiações que têm o novo esporte.

Surgida na Itália na década de 1980, a modalidade, que mistura regras de tênis de quadra com a habilidade do vôlei de praia, chegou ao Brasil pelo Rio de Janeiro.

Fábio Nutini, associado do Esperia que conheceu a prática nas praias cariocas e foi um dos primeiros a introduzi-la em São Paulo, aponta o principal apelo do beach tennis para os associados de clubes.

“É um esporte democrático. Com um mínimo de habilidade, consegue-se rapidamente jogar bem, mesmo quem nunca praticou nada. Temos aqui no clube atletas sem histórico no esporte e que já disputam até torneios de beach tennis”, explica Nutini.

Interesse crescente

Fábio Gonçalves, também associado do Esperia e diretor de beach tennis da Federação Paulista de Tênis, diz que a entidade constata o crescimento no número de adeptos.

Gonçalves: beach tennis envolve a família
Gonçalves: beach tennis envolve a família

“Em menos de um ano, temos cerca de mil praticantes cadastrados e, em média, dois campeonatos por mês, que valem pontos para o nosso ranking. A razão do sucesso do beach tennis, além de ser fácil de praticar, é por também envolver a família. Jogam marido, mulher e filhos e essa aproximação desperta mais interesse. Começamos no Esperia dividindo horário com outras modalidades. Agora, temos duas quadras próprias”, afirma.

Os fundamentos do beach tennis são mais fáceis e não dependem de técnica apurada, como no tênis.

Com isso, não há tanta diferença de níveis entre os competidores. Além disso, os jogos são rápidos, ninguém espera muito para jogar.

Carlos Alberto Vasques Pizzotti, diretor de beach tennis do São Paulo Futebol Clube, conta que os associados impulsionaram a criação de quadras.

“Aderimos ao beach tennis há um ano e meio. Hoje, o São Paulo tem oito quadras exclusivas e aulas duas vezes por semana com Thales Santos, atleta top 10 do mundo, na modalidade. Vemos que a família encontrou uma forma de aproximação. Não há restrição de idade para se jogar. Recentemente, tivemos o primeiro torneio infanto-juvenil de beach tennis”, afirma.

Crianças também praticam beach tennis
Crianças também praticam beach tennis

O Clube Paineiras do Morumby também oferece aulas de beach tennis aos associados.

“A procura tem sido alta, depois que adaptamos uma quadra para a implantação do beach tennis. Para atender ao interesse, a ideia é incluir mais um dia da semana nas aulas”, diz Marcos Mirabelli, coordenador de esportes e lazer do Paineiras.

“Quando fizemos a reforma de quadras de areia, adequamos à prática, pois sempre procuramos aproveitar novidades para oferecer aos associados. O beach tennis faz sucesso porque é um esporte recreativo. Recentemente, participamos de um torneio, em Santos”, afirma Charles Eide Júnior, gerente de esportes do Club Athetico Paulistano.

Raquete e bolinha

IMG_1496 blogDepois do saque, o objetivo do beach tennis é devolver ao adversário a bola recebida, sem que ela toque no chão.

O piso de areia para os jogos de simples precisam ter 16 metros de comprimento por 5 metros de largura. Para duplas, 16 por 8.

A altura da  rede que divide a quadra deve ter 1,70 metro de altura.

Na bolinha, a pressão é 50% da utilizada no tênis, para diminuir a velocidade do jogo.

A raquete tem, no máximo, 55 centímetros de comprimento, por 30 centímetros de largura.

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Jornalistas e estudantes de jornalismo têm cursos gratuitos sobre modalidades olímpicas

Curso de modalidades olímpicas_blogDepois da primeira experiência de oferecer a jornalistas um curso gratuito sobre handebol, com apoio da Federação da modalidade, realizado em setembro último, a Universidade Sindi-Clube, no ano dos Jogos Olímpicos, amplia sua ação.

Em parceria com a Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), os profissionais de imprensa terão um programa que vai dar informações sobre regras, aspectos técnicos e táticos dos esportes que serão disputados no Rio de Janeiro, a partir de 5 de agosto.

Estudantes de jornalismo também poderão participar das atividades.

Essa ação também é apoiada por federações e confederações, que indicaram os expositores dos conteúdos dos cursos sobre as modalidades.

Haverá transmissão via internet das palestras, que permite a participação de interessados de todo o país.

“A Universidade Sindi-Clube, em conjunto com a Aceesp e entidades federativas e confederativas, por meio desses cursos, investe na qualificação dos profissionais que cuidam de divulgar e ampliar o interesse da população pelo esporte, assim como dos estudantes que serão futuros jornalistas. Essa é mais uma iniciativa inédita proporcionada pelo momento brilhante da década do esporte no país”, afirma o presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho.

O presidente da Aceesp, Luiz Ademar, ressalta a importância dos cursos para a categoria.

“Todos conhecem regras de esportes olímpicos mais comuns, como vôlei e futebol, mas pouco se sabe sobre o badminton, por exemplo. Com os cursos oferecidos pela Universidade Sindi-Clube, os jornalistas terão um maior embasamento para tratar de modalidades que não vemos frequentemente na televisão. Para o Sindi-Clube também é interessante, pois grande parte dos atletas que serão reportados pela mídia tem formação clubística. Juntando as forças de ambas as entidades, todos saem ganhando”, disse.

Inscrições por e-mail

O objetivo da Universidade Sindi-Clube e Aceesp é oferecer cursos das 42 modalidades em disputa no maior evento esportivo do mundo.

Os primeiros já estão confirmados. As exposições farão uma abordagem geral de cada esporte olímpico, com breve histórico do seu surgimento, regras de arbitragem, táticas e técnicas de jogo.

As atividades são gratuitas para jornalistas e estudantes de jornalismo.

Para participar, é necessário encaminhar e-mail para cursos@sindiclubesp.com.br, com as seguintes informações: nome completo, empresa, e-mail, telefone e, caso tenha interesse em receber a Revista dos Clubes, endereço completo.

Veja a relação de palestras confirmadas no portal do Sindi-Clube.

Dicas para a prática de esportes aquáticos no verão

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Nabil Ghorayeb*

Com a chegada do verão, as atividades físicas aquáticas costumam ganhar novos adeptos.

Ao contrário do que muita gente pensa, as atividades aquáticas não são restritas às pessoas de idade ou com lesões.

Na água o esforço é maior, portanto, associar atividades aquáticas aos treinos de musculação traz resultados positivos para o corpo e a saúde do coração.

A natação é um dos esportes mais completos porque auxilia na perda de peso, corrige a postura, melhora a capacidade respiratória, aumenta o condicionamento físico, entre outros benefícios.

Mas, quando falamos de esportes ou atividades aquáticas, existem diversas modalidades para quem pretende praticar exercícios físicos e se refrescar ao mesmo tempo.

A vantagem de praticar esportes na água é, acima de tudo, a redução de todo e qualquer tipo de impacto.

A pressão da água durante a atividade física também exerce um papel importante na circulação e favorece a drenagem linfática.

Isso significa que atividades aquáticas podem melhorar a circulação sanguínea, além de prevenir e melhorar os inchaços e as celulites.

Entre os benefícios para quem adere à prática esportiva na água estão o aumento da resistência física e cardiopulmonar, assim como uma eficiente melhora da coordenação motora.

A natação mobiliza o organismo como um todo, em um trabalho que envolve força, resistência muscular e estímulo cardiovascular aeróbico, além de ser uma atividade relativamente segura – já que o impacto é mínimo no ambiente aquático.

A realização de um check-up antes da atividade física é de extrema importância para a saúde do atleta.

Quando realizamos o check-up podemos identificar possíveis problemas cardíacos e realizar um tratamento adequado no esportista, antes mesmo de fazer uma atividade que não condiz com a sua saúde.

Em alguns casos, o atleta não sabe que possui um problema cardíaco e, quando inicia o exercício, sente dificuldades, o que pode acarretar diversos riscos à saúde como infartos, arritmias, entre outros.

Conheça algumas atividades físicas aquáticas

Hidroginástica: há muito tempo as atividades físicas realizadas em piscina são uma ótima maneira de entrar em forma. A hidroginástica, por exemplo, combina momentos de relaxamento com os de exercícios musculares, que resultam em ganho no condicionamento físico. Considerada uma alternativa para um programa tradicional de exercícios com o benefício de diminuir o impacto e esforço nas articulações, a hidroginástica melhora a circulação, a capacidade respiratória, flexibilidade, força e resistência muscular.

Porém, é importante realizar exercícios com peso antes e depois da hidroginástica, durante 20 minutos. Esse procedimento promoverá a fixação do cálcio nos ossos, além de prevenir e corrigir a osteoporose.

Natação: é a atividade física aquática mais completa que existe.

Trabalha todos os músculos de forma equilibrada e beneficia a capacidade respiratória, além de melhorar o condicionamento físico. É indicada para todas as idades, inclusive gestantes e bebês.

Water ioga: essa modalidade, recente nas academias, é a yoga tradicional adaptada para o meio aquático.

A resistência da água intensifica o exercício propiciando uma queima maior de calorias.

Polo aquático: esporte semelhante ao handebol na água, desenvolve toda a musculatura do corpo, principalmente tronco e membros superiores.

Trabalha também a coordenação e o reflexo.

Nado sincronizado: esta modalidade auxilia na melhoria da flexibilidade, agilidade e condicionamento físico.

Trabalha a musculatura do corpo todo, principalmente das pernas.

Watsu: técnica de hidroterapia indicada para relaxamento com movimentos do zen-shiatsu. Deve ser praticado em piscina aquecida com temperatura de 35º, aproximadamente, para relaxar ainda mais.

PS: lembremse que a bebida alcoólica não é reidratante, aumenta a diurese e provoca piora da hidratação no calor excessivo.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista  em  Cardiologia  e Medicina do Esporte e mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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Três promessas de ano novo que você deveria fazer ao treinador

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Gustavo Luz*

A gente já conhece essa história: em todo início de ano, vem a promessa de começar a praticar atividade física de uma vez por todas.

Você até tenta e arrisca uma semana ou duas.

Mas, na terceira, a rotina e a correria do dia a dia acabam com as suas boas intenções, antes mesmo de você tomar gosto pela coisa.

Preste atenção: não adianta um programa de exercícios que promete maravilhas, se ele não for compatível com a sua agenda.

Mas uma bela dose de planejamento e um treino sob medida podem torná-lo regular.

Confira três dicas para fazer de 2016, realmente, o ano da virada na sua vida esportiva.

Ser realista
Concentrar-se em melhorar sua dieta ao longo de um dia todo ou de uma semana, em vez de se perguntar se cada alimento que você põe na boca faz bem ou mal. Alimentos nutritivos devem compor 85 a 90% da sua dieta. Relaxe quanto ao resto.

Procurar um grupo de corrida
Talvez o jeito mais rápido e divertido de evoluir na corrida seja contar com a companhia de outras pessoas. Quem treina em grupo tende a correr com mais frequência, afinal, é mais difícil ceder à preguiça quando seu time o está esperando. E seus parceiros de treinos podem o estimular a ir ainda mais longe. Assim, você fica mais motivado, melhora seu condicionamento e dá um salto de qualidade em seus treinos.

Cuidado com a falta de paciência
Os resultados não surgem de uma hora para a outra. Independentemente de qual seja o seu objetivo final, você provavelmente não estará apto para alcançá-lo logo nas semanas iniciais de treino. Por isso, não fique querendo buscar novas opções de treino a todo instante. Os programas de treinamento, elaborado por especialistas, são uma ótima forma de atingir as suas metas com segurança.

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Aplicativo recompensa prática diária de atividades físicas com milhas aéreas

print movaA prática de atividades físicas, além de ajudar o corpo e a saúde,  agora pode render viagens para quem tem o hábito de se exercitar frequentemente.

O aplicativo Mova Mais recompensa seus usuários com milhas aéreas para estimulá-los a ter uma vida mais saudável.

Funciona da seguinte forma: o Mova Mais recolhe informações de outros aplicativos vinculados (RunKepper, Map My Run e Strava), que controlam o quanto você se exercita.

Com isso, o programa obtém a quantidade – em minutos – de esportes realizados nas últimas 24 horas e vê se você atingiu sua meta.

Inicialmente, o usuário precisa executar 30 minutos diários de corrida, caminhada ou pedalada.

É importante que isso seja fiscalizado pelos aplicativos.

Conforme as metas são cumpridas, o tempo aumenta e isso gera uma pontuação que, futuramente, é convertida em milhas para trocar em passagens de avião.

O Mova Mais ainda está em fase de testes.

Segundo seus fundadores, precisa de tempo para conseguir inserir mais modalidades de atividade e expandir a troca de prêmios para diárias em hotel, ingressos de cinema, equipamentos esportivos, churrasqueiras, entre outros.

Já são mais de 20 mil usuários inscritos.

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É iniciante na corrida? Confira as três dicas para evoluir e não se machucar

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Gustavo Luz*

Se você é um corredor iniciante e ainda não se sente completamente preparado para a vida de treinos, confira abaixo três dicas para não errar na hora da prática esportiva.

Como começar?
Contar com a ajuda de um treinador de sua confiança é sempre bom nesse início. Se você é sedentário, é provável que passe algum tempo na caminhada ou na caminhada com corrida. Essa evolução gradual é fundamental para evitar lesões que podem tirá-lo das pistas por um tempo e acabar com a sua motivação inicial.

Corra por tempo
No começo, não se preocupe com a distância que vai percorrer no treino. Uma boa sugestão é focar no tempo de caminhada ou corrida. O mais interessante, nesse momento, é perceber que está adquirindo mais condicionamento e energia para as tarefas diárias. É possível perceber os primeiros sinais de evolução nas primeiras duas ou três semanas.

Tenha uma rotina
Busque uma rotina regular de treinos. Você não precisa e nem deve correr todos os dias nesse começo; treinar dia sim dia não funciona bem para a maioria. É importante que você faça de tudo para manter o treino na vida adulta, pois é nesse momento que a prática esportiva vai fazer toda diferença, evitando ou retardando potenciais doenças que carregamos em nossos genes e aumentando de forma efetiva a qualidade de vida.

*Gustavo Luz, educador físico, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 15 anos. Diretor técnico da G-Luz Top Team, vive atento a tudo que se refere a fisiologia do exercício. Também fala com o conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Reabilitação cardiovascular: saiba o que é necessário para voltar a treinar

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Nabil Ghorayeb*

O sedentarismo ainda é e será por muito tempo o grande inimigo a ser vencido.

O mínimo de atividade física para uma pessoa ser considerada ativa é de 150 minutos por semana, com exercícios leves a moderados.

Um indivíduo sabidamente saudável pode atingir níveis intensos de exercícios, com baixos riscos de problemas cardiovasculares.

No entanto, aquele que toma medicações, tem doenças, tratadas ou não, ou que relata algum sintoma durante os esforços, deve ser avaliado com mais cuidado.

A chamada reabilitação cardiovascular necessita de completa informação dos limites e sintomas que poderão surgir durante a atividade física, seja individual ou coletiva, competitiva ou não.

Alguns desses pacientes precisam, por um tempo, de acompanhamento com “personal” e de um médico especializado.

Em muitas cidades já existem serviços bem estruturados de reabilitação cardiovascular, que conseguem melhorar muito o prognóstico de um cardiopata.

Uma academia específica para pessoas com alguma doença deve conter uma estrutura de emergência bem organizada.

Evidente que são raros os acontecimentos graves, mas podem ocorrer.

Isso é essencial para a segurança do cliente.

Repetimos: o melhor remédio é a atividade física.

As terapias de reposição hormonal, uso secreto de anabolizantes, estimulantes e chás especiais não devem ser usados por quem quer que seja.

Um profissional de educação física não pode induzir, sugerir ou prescrever suplementos ou hormônios, seria exercício ilegal da medicina ou da nutrição.

Cuidem-se para não serem enganados.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista  em  Cardiologia  e Medicina do Esporte e mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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