Ribeirão Pires 1 estreia com vitória contra o Clube Esperia, no vôlei máster do Pepac

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No último sábado (2/4), o Ribeirão Pires Futebol Clube 1 venceu o Clube Esperia, por 3 sets a 0, fora de casa, pela categoria máster E2, do Pepac.

A equipe visitante mostrou superioridade técnica e não encontrou dificuldades para bater o time da casa.

As parciais foram 25×8, 25×19 e 25×20.

As fotos da disputa podem ser acessadas no Facebook do Sindi-Clube.

Apesar da derrota, o Esperia jogou de igual pra igual, principalmente nos dois últimos sets.

O técnico Nelson de Souza, mesmo derrotado, gostou do desempenho mostrado por sua equipe.MRT_8722

“Algumas jogadoras do Ribeirão têm um saque muito potente e isso fez muita diferença no primeiro set. Também entramos em quadra muito nervosos por ser estreia, mas conseguimos nos encontrar e jogar de igual para igual, nos dois últimos sets.”

Ele também elogiou do Pepac, em que participa desde 1999.

“Fico feliz em poder dizer que acompanho a evolução do torneio desde o início. Muito disso se deve aos congressos técnicos, quando nós, treinadores, podemos opinar e propor mudanças.”

Por outro lado, Gerly Yamada, ponta do Ribeirão Pires, participa do maior campeonato interclubes do país pela primeira vez e contou sua impressão sobre o Pepac.

MRT_9337“Eu amo vôlei e todas as minhas amigas do clube disseram que o Pepac é muito bem organizado e gostoso de jogar e eu devo dizer que concordo com elas.”

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Vôlei do Pepac começou, serão 1.500 jogos até o fim do ano!

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O Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac), maior torneio interclubes do país, teve início na última segunda-feira (27/3), novamente, com números grandiosos.

A 19ª edição do torneio de vôlei terá a participação de 2.500 associados de clubes, que vão disputar 1500 jogos.

A modalidade tem 13 categorias, estão inscritos atletas do sub-12 ao máster, acima de 30 anos.

O jogo de abertura foi entre o mandante Clube Paineiras do Morumby 2 e Ipê Clube, com vitória do visitante, por 3 sets a 2.

Ainda nesta semana, serão realizadas mais 14 partidas.

O blog do Sindi-Clube irá acompanhar a partida do vôlei máster E2, em que o Clube Esperia recebe o Ribeirão Pires Futebol Clube 1, neste sábado (1/4), às 9h.

Acesse a tabela de jogos no portal do Sindi-Clube.

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Recepção à Grã-Bretanha reafirma atenção do Esperia ao paraesporte

O Clube Esperia soma-se às agremiações paulistanas que irão receber atletas de delegações estrangeiras para aclimatação, antes dos Jogos.

Monteiro: apoio ao paraesporte
Monteiro: apoio ao paraesporte

O caso do Esperia é diferente.

A recepção será dada a paratletas da seleção de basquete de cadeiras de rodas da Grã-Bretanha.

O acordo feito com os britânicos reforça o posicionamento do Esperia como um clube inclusivo, que desenvolve formação para cinco modalidades paraolímpicas. Entrevistado pela Revista dos Clubes, seu presidente, Osmar Monteiro, fala da atenção dedicada ao paraesporte. Acompanhe.

Quando e quais os motivos que levaram o Clube Esperia a dedicar atenção ao paraesporte?

Osmar Monteiro: O Clube Esperia tem grande preocupação com a acessibilidade há muito tempo, por entender que um clube socioesportivo deve atender a todos, sem distinção. Não somente as pessoas com deficiência, mas também aqueles que possuem dificuldades de locomoção, seja pela condição física, idade ou qualquer outro motivo, devem ter acesso garantido aos espaços do clube. Também somos beneficiados por nos localizarmos em terreno plano. Essas características levaram o Esperia a ser constantemente procurado para sediar eventos paraolímpicos, como foi o caso das Paraolimpíadas Escolares Nacionais, os Jogos Paraolímpicos Estudantis do Estado e do Município de São Paulo, o Campeonato Brasileiro de Paravôlei, e a preparação da seleção brasileira de paravôlei. Com o apoio da Confederação Brasileira de Clubes (CBC), através de recursos da Lei Pelé, o Esperia fez valer sua vocação paraolímpica. Assumiu a missão de contribuir com a prática paraesportiva, lançando, em 2015, projetos de formação de atletas paraolímpicos de atletismo, basquete, tênis, tiro com arco e paravôlei.

Como os associados do Esperia responderam ao apoio dado aos paratletas?

Osmar Monteiro: Tivemos a grata constatação de que o associado esperiota é realmente muito especial e atento às questões que envolvem a responsabilidade social de um clube com a história centenária e a magnitude do Esperia. Os atletas paraolímpicos foram muito bem recebidos. Nossos associados se orgulham de pertencer a um clube preocupado com a diversidade e inclusão de todos. Hoje, temos a manifestação de associados que querem saber como incluir seus filhos ou parentes deficientes nas atividades aqui desenvolvidas.

O Esperia fez acordo para receber a delegação da Grã-Bretanha, antes da Paraolimpíada. Qual a importância da vinda dos ingleses para validar a prática paraesportiva no clube?

Osmar Monteiro: As primeiras tratativas ocorreram em março de 2014. Os britânicos visitaram diversos clubes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Decidiram-se pela capital paulista por encontrarem melhores condições para treinamento e hospedagem. Ao final, eles ficaram entre o Esperia e outro grande clube da nossa cidade. O fator primordial para que escolhessem nosso clube foi o fato de termos assumido o compromisso de que todo valor investido por eles aqui seria utilizado na melhoria das condições de acessibilidade para a prática esportiva. Mais que isso, estabelecemos uma parceria, com cooperação técnica e metodológica, inclusive uma clínica de capacitação profissional para técnicos brasileiros, realizada em 2015.

Serão necessárias adaptações e aquisição de novos equipamentos para os treinamentos?

Osmar Monteiro: Basicamente, iremos dar prosseguimento às melhorias nas condições de uso das nossas instalações para os paratletas. Estamos concluindo reformas em nossos ginásios, para que possamos oferecer condições muito próximas às das arenas do Rio 2016. Vamos recepcionar a equipe britânica de basquete em cadeira de rodas, categorias masculina e feminina.

O Esperia mantém parceria com outras instituições para desenvolver as atividades paraesportivas?

Sim, fizemos parcerias com renomadas entidades, sobretudo com a ADD, Associação Desportiva para Deficientes, que trouxe para nosso clube sua equipe de basquete em cadeiras de rodas, a ADD/Magic Hands. Também temos acordo com a Atitude Paradesportiva, que desenvolve o tênis em cadeiras de rodas, e com a 4US, empresa formada por profissionais ligados à Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes, que colabora com a formação de nossos jogadores do paravôlei.

O Esperia tem jogadores em seleções brasileiras paraolímpicas, com chances de irem aos Jogos?

Osmar Monteiro: O basquete em cadeiras de rodas teve cinco atletas convocados para a seleção brasileira. No atletismo, os irmãos Simone e Sivaldo Santos, disputam vagas nas provas de 200m e 400m para a categoria T12, e nossa arqueira Cecília Junqueira busca um lugar na categoria ARW2 do tiro com arco.

O Clube conta com recursos públicos obtidos por meio da Lei Pelé para desenvolver essas atividades?

Osmar Monteiro: Conta, sim. Assinamos o termo de convênio com a CBC, em dezembro de 2015, para aquisição de equipamentos e materiais para o desenvolvimento dos nossos projetos. O Esperia foi uma das primeiras instituições a se qualificar para receber esses recursos, sendo um dos seis clubes paulistas atualmente habilitados pela CBC para receber verbas da Lei Pelé.

O Esperia incentiva outros clubes a se dedicarem à formação de atletas paraolímpicos?

Osmar Monteiro: Não temos dúvidas que a formação de atletas paraolímpicos deve receber a mesma atenção dada aos atletas olímpicos, pois todo clube tem a responsabilidade de assumir seu papel de protagonista na melhoria das condições de vida e de saúde da nossa sociedade. Pessoas sempre merecem os nossos melhores cuidados, sejam deficientes ou não.

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Beach tennis, um esporte para todos, empolga associados de clubes

shutterstock_239097094 blCom expansão crescente, depois de invadir as praias de todo o mundo com enorme sucesso, o beach tennis também empolga nos clubes de São Paulo, que vêm dedicando mais espaços aos praticantes dessa nova opção de lazer. Clube Esperia, São Paulo Futebol Clube, Club Athletico Paulistano e Clube Paineiras do Morumby são algumas das agremiações que têm o novo esporte.

Surgida na Itália na década de 1980, a modalidade, que mistura regras de tênis de quadra com a habilidade do vôlei de praia, chegou ao Brasil pelo Rio de Janeiro.

Fábio Nutini, associado do Esperia que conheceu a prática nas praias cariocas e foi um dos primeiros a introduzi-la em São Paulo, aponta o principal apelo do beach tennis para os associados de clubes.

“É um esporte democrático. Com um mínimo de habilidade, consegue-se rapidamente jogar bem, mesmo quem nunca praticou nada. Temos aqui no clube atletas sem histórico no esporte e que já disputam até torneios de beach tennis”, explica Nutini.

Interesse crescente

Fábio Gonçalves, também associado do Esperia e diretor de beach tennis da Federação Paulista de Tênis, diz que a entidade constata o crescimento no número de adeptos.

Gonçalves: beach tennis envolve a família
Gonçalves: beach tennis envolve a família

“Em menos de um ano, temos cerca de mil praticantes cadastrados e, em média, dois campeonatos por mês, que valem pontos para o nosso ranking. A razão do sucesso do beach tennis, além de ser fácil de praticar, é por também envolver a família. Jogam marido, mulher e filhos e essa aproximação desperta mais interesse. Começamos no Esperia dividindo horário com outras modalidades. Agora, temos duas quadras próprias”, afirma.

Os fundamentos do beach tennis são mais fáceis e não dependem de técnica apurada, como no tênis.

Com isso, não há tanta diferença de níveis entre os competidores. Além disso, os jogos são rápidos, ninguém espera muito para jogar.

Carlos Alberto Vasques Pizzotti, diretor de beach tennis do São Paulo Futebol Clube, conta que os associados impulsionaram a criação de quadras.

“Aderimos ao beach tennis há um ano e meio. Hoje, o São Paulo tem oito quadras exclusivas e aulas duas vezes por semana com Thales Santos, atleta top 10 do mundo, na modalidade. Vemos que a família encontrou uma forma de aproximação. Não há restrição de idade para se jogar. Recentemente, tivemos o primeiro torneio infanto-juvenil de beach tennis”, afirma.

Crianças também praticam beach tennis
Crianças também praticam beach tennis

O Clube Paineiras do Morumby também oferece aulas de beach tennis aos associados.

“A procura tem sido alta, depois que adaptamos uma quadra para a implantação do beach tennis. Para atender ao interesse, a ideia é incluir mais um dia da semana nas aulas”, diz Marcos Mirabelli, coordenador de esportes e lazer do Paineiras.

“Quando fizemos a reforma de quadras de areia, adequamos à prática, pois sempre procuramos aproveitar novidades para oferecer aos associados. O beach tennis faz sucesso porque é um esporte recreativo. Recentemente, participamos de um torneio, em Santos”, afirma Charles Eide Júnior, gerente de esportes do Club Athetico Paulistano.

Raquete e bolinha

IMG_1496 blogDepois do saque, o objetivo do beach tennis é devolver ao adversário a bola recebida, sem que ela toque no chão.

O piso de areia para os jogos de simples precisam ter 16 metros de comprimento por 5 metros de largura. Para duplas, 16 por 8.

A altura da  rede que divide a quadra deve ter 1,70 metro de altura.

Na bolinha, a pressão é 50% da utilizada no tênis, para diminuir a velocidade do jogo.

A raquete tem, no máximo, 55 centímetros de comprimento, por 30 centímetros de largura.

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