Programa Touché realiza aula aberta de esgrima no Clube Pinheiros

 

O Sindi-Clube promoveu na última quinta-feira (30), no Esporte Clube Pinheiros, uma aula aberta de esgrima com a participação dos alunos do programa social Touché, Escola Pública de Esgrima, projeto em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo,

Foto: RicardoBufolin/ECP
Foto: RicardoBufolin/ECP

Mais de 30 alunos de 9 a 14 anos de escolas públicas do Município e jovens atletas dos clubes Paulistano e Pinheiros demonstraram as técnicas de esgrima utilizando equipamento completo e simulando combates oficiais com auxílio dos técnicos e professores do programa.

O Programa Touché, inaugurado este ano, oferece aulas de esgrima grátis para alunos de escolas municipais. As aulas são ministradas por professores da modalidade dos Clube Hebraica, Club Athletico Paulistano e Esporte Clube Pinheiros no Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento (Pelezão), na Lapa.

Os professores destacam entre os alunos crianças com muita habilidade e apostam que algumas delas poderão ser recrutadas para integrar times de clubes para disputas de campeonatos oficiais. Com histórias que revelam grande dedicação, alguns estudantes pegam mais de dois ônibus para frequentar as aulas de um esporte considerado de elite, acompanhados dos pais, que incentivam o seu entusiasmo pela prática.

Os alunos deverão participar, a partir do ano que vem do Circuito Estadual Infantil de Esgrima, que tem quatro etapas, e também do Campeonato Brasileiro Infantil, que será realizado em Curitiba, em 2018.

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Programa Touché é lançado no CE Pelezão

O Sindi-Clube lançou ontem, no Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão, o Programa Touché – Escola Pública de Esgrima, resultado de um convênio entre a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo e os clubes Hebraica, Paulistano e Pinheiros, que oferecerá aulas gratuitas para alunos da rede pública municipal de ensino.

O evento contou com a presença do secretário municipal de Esportes, Jorge Damião, o presidente do Sindi-Clube, Paulo Movizzo, e os presidentes da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo, Avraham Gelberg, do Club Athletico Paulistano, Ricardo Gusmão, e do Esporte Clube Pinheiros, Roberto Cappellano.

Estudantes da rede municipal também estiveram no lançamento, e participaram de uma aula inaugural, ministrada pelos atletas  dos clubes.

A atleta do Esporte Clube Pinheiros, que participou das olimpíadas de 2016, Ana Beatriz Bulcão, explicou a importância do esporte para as crianças. “Na esgrima você trabalha muito a concentração e a disciplina, então a criança vai aderindo a essas características desde pequena”.

Inicialmente, são 60 vagas para crianças da rede pública municipal de ensino, mas, conforme o número de interessados, as vagas podem ser ampliadas.

As aulas serão divididas em quatro turmas, duas de manhã e duas à tarde: das 9h30 às 10h30 para crianças de 9 a 11 anos e das 10h30 às 11h30 para crianças de 12 a 14 anos. E à tarde das 14h30 às 15h30 para crianças de 9 a 11 anos e das 15h30 às 16h30 para crianças de 12 a 14 anos.

As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas na secretaria do Centro Esportivo.

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Sindi-Clube coordena programa para formar jovens esgrimistas de escolas públicas

O Sindi-Clube vai coordenar o “Programa Touché, Escola Pública de Esgrima”, cujo objetivo é formar nessa modalidade alunos de 9 a 14 anos das escolas da rede pública de ensino. O programa, realizado por convênio entre a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo e os clubes A Hebraica, Paulistano e Pinheiros, será lançado no dia 12 de setembro, às 16h, no Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão, na zona oeste da Capital.

Os clubes envolvidos no Programa Touché fazem parte do grupo que se destaca na esgrima em São Paulo e fornecerão, além dos equipamentos, instrutores e estagiários de educação física para as aulas, que serão ministradas no Centro Educacional Pelezão. O programa terá aulas duas vezes por semana, nos períodos da manhã e da tarde, para turmas de estudantes da rede pública municipal, divididas em duas faixas etárias: 9 a 11 anos e 12 a 14 anos.

O lançamento será no dia 12 de setembro, às 16h, no Pelezão, com uma exibição de esgrimistas que fazem parte do ranking nacional da modalidade e uma aula inaugural com crianças que já praticam esgrima nos clubes. O evento contará com as presenças do secretário municipal de Esportes, Jorge Damião, do presidente do Sindi-Clube, Paulo Movizzo, e dos presidentes da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo, Avraham Gelberg, do Club Athletico Paulistano, Ricardo Gusmão, e do Esporte Clube Pinheiros, Roberto Cappellano.

As atividades serão iniciadas em 14 de setembro no mesmo local, onde também poderão ser feitas as inscrições.

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Conheça as diferenças entre as armas usadas na esgrima

O Sindi-Clube está preparando um projeto especial, relacionado à esgrima, em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo.

Trata-se do “Programa Touché, Escola Pública de Esgrima”, destinado à formação na modalidade de alunos de 9 a 14 anos da rede pública de ensino.

O programa  será lançado no dia 12 de setembro, às 16h, no Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão, na Zona Oeste da Capital.

E, para você já ficar por dentro dessa modalidade, que tal conhecer a diferença entre as armas usadas?

A esgrima é um esporte de combate onde os competidores utilizam armas brancas para atacar e defender.

Basicamente, quem toca o adversário com a arma, pontua.

Mas, ao contrário do que alguns pensam, não existe apenas um tipo de arma na esgrima, e sim três: o florete, a espada e o sabre.

Cada uma das armas tem suas características e regras específicas.

O florete tem a lâmina de 90 cm de comprimento e pesa 500 gramas.

Os pontos podem ser marcados apenas com a ponta da lâmina, e a zona de pontuação restringe-se à parte do corpo do adversário coberta pelo casaco.

A espada é a arma mais pesada, com 750 gramas, o comprimento da lâmina é o mesmo do florete, 90 cm.

Os pontos também são marcados apenas com a ponta da lâmina, mas todo o corpo de adversário é considerado como zona de pontuação.

Já o sabre, é a arma mais curta, tem 88 cm, mas seu peso é de 500gramas.

Os pontos podem ser marcados com toda a frente da lâmina e com um terço da parte de trás.

A zona de pontuação considerada para a modalidade é toda a área da cintura para cima.

Acompanhe o Blog  e saiba mais sobre o novo programa do Sindi-Clube.

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Desafio Pepac amplia competições para associados de clubes

Desafio PepacO Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac) ganhou novo formato para ampliar a oferta de competições com a participação de associados de clubes: o Desafio Pepac.

Nesse novo modelo de disputa, com intermediação do SINDI-CLUBE, a qualquer momento, uma equipe, ou um jogador praticante de modalidade individual, poderá anunciar que aceita disputas, seja qual for a modalidade – badminton, bocha, polo aquático, esgrima ou outras.

Para dar início ao desafio, é preciso lançá-lo na página do Pepac, no portal do SINDI-CLUBE.

A coordenação irá buscar adversário para que o jogo seja acertado e viabilizado, de acordo com a conveniência dos competidores.

Uma vez marcado, a partida será anunciada e, depois de realizada, o resultado será divulgado, com direito a fotos e registro da partida (placar, escalações dos times). Será oferecido um troféu ao vencedor de cada desafio.

“O Pepac, em 18 anos de realização, tornou-se o maior torneio interclubes do país, nas modalidades de vôlei, futsal e handebol, com realização de torneios longos, durante o ano. Vimos a oportunidade de ampliar o Pepac com essa forma de participação: em um único jogo ou em competições mais curtas, de acordo com o desejo dos participantes. Também é uma alternativa para ampliarmos o leque de modalidades esportivas, pode ser qualquer uma, desde que haja um time ou um competidor disposto a lançar o desafio e que alguém o aceite”, explica o coordenador do Pepac, Reginaldo Teixeira Rosa.

Todas as modalidades

Podem cadastrar-se no Desafio Pepac clubes associados ao SINDI-CLUBE.

O registro é feito na página do Pepac. As equipes que já participam dos torneios de vôlei e futsal também podem oferecer desafios.

“Uma equipe derrotada em uma partida do torneio que é disputado durante o ano pode propor uma revanche, basta que o time adversário apoie, sem que isso interfira na competição. Para clubes que desenvolvem treinamentos de modalidades pouco praticadas, como rúgbi, por exemplo, o Desafio Pepac também será de valia para encontrar adversários e ampliar o contato e o intercâmbio esportivo entre os clubes”, diz Teixeira Rosa.

Na página do Desafio Pepac estão relacionadas 18 modalidades, para as quais podem ser apresentados convites para jogos: badminton, basquete, beach tênis, bocha, esgrima, futebol de campo, futebol de areia, futebol society, futevôlei, futsal, handebol, polo aquático, rúgbi, tênis, tênis de mesa, vôlei de areia, vôlei de quadra e xadrez. Também podem ser feitos desafios para esportes que não estão nessa lista.

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Esgrima define lista de atletas olímpicos

Esgrima quer medalha inédita (Foto: Divulgação/COB)
Esgrima quer medalha inédita (Foto: Divulgação/COB)

Já estão definidos os treze esgrimistas que representarão o Brasil na Olimpíada do Rio, em agosto.

Dez deles são de clubes paulistas. Com oito vagas asseguradas por ser país-sede e outras cinco garantidas pelo ranking mundial, a esgrima nacional terá sua maior delegação na história dos Jogos.

A lista conta com os brasileiros Renzo Agresta (Esporte Clube Pinheiros), Guilherme Toldo (Grêmio Náutico União), Henrique Marques (Esporte Clube Pinheiros), Nicolas Ferreira (Esporte Clube Pinheiros), Athos Schwantes (Academia Mestre Kato), Guilherme Melaragno (Esporte Clube Pinheiros), Rayssa Costa (Esporte Clube Pinheiros), Taís Rochel (Esporte Clube Pinheiros) e Bia Bulcão (Esporte Clube Pinheiros).

O francês Ghislain Perrier (Esporte Clube Pinheiros), a espanhola Marta Baeza (Club Athletico Paulistano), a italiana Nathalie Moellhausen (Esporte Clube Pinheiros) e a húngara Emese Takacs (Clube Militar do Rio) complementam o plantel.

Os quatro se naturalizaram para disputar a competição.

A Confederação Brasileira de Esgrima espera conquistar, pelo menos, uma medalha olímpica e alcançar um feito inédito, já que os esgrimistas brasileiros nunca subiram ao pódio.

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Palestrante ensina prática de esgrima aos jornalistas

Ribeiro demonstra esgrima aos jornalistas
Ribeiro demonstra esgrima aos jornalistas

A esgrima iniciou, nesta quarta-feira (13/4), mais uma etapa de cursos sobre modalidades olímpicas para jornalistas e estudantes de jornalismo, promovidos pela Universidade SINDI-CLUBE em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Luiz Ribeiro dos Santos, ex-atleta e analista de desempenho da Confederação Brasileira de Esgrima, não só explicou as regras e princípios do esporte, mas também demonstrou sua prática aos profissionais da imprensa presentes e que acompanhavam a exposição via internet.

Ribeiro aprova a iniciativa das entidades de promover a interação entre as federações, confederações e os representantes de veículos de comunicação.

“Essa aproximação é interessante, pois os jornalistas têm oportunidade de tirar suas principais dúvidas sobre as modalidades. O contato que tivemos aqui foi fantástico, não só pela proximidade, mas também pela facilidade de poder assistir pela web e ser acompanhado por pessoas do Brasil inteiro”, afirma.

A próxima exposição será sobre o handebol, na quinta-feira (14/4).

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Conheça as modalidades olímpicas: esgrima

 

Élora Pattaro (esq.), ganhadora da prata, ao lado de Karina Lakerbai , ouro nos Jogos Sul-Americanos (Foto: COB)
Élora Pattaro (esq.), ganhadora da prata, ao lado de Karina Lakerbai , ouro nos Jogos Sul-Americanos (Foto: COB)

A esgrima brasileira não possui bons resultados em Olimpíadas.

Nos jogos realizados em Londres, 2012, a seleção não conquistou nenhuma medalha.

Porém, a modalidade vem ganhando força nos últimos anos.

Os Jogos Sul-Americanos de Santiago, em 2014, foram a prova disso.

O Brasil garantiu 8 medalhas (4 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze) e terminou na primeira colocação no quadro geral.

Foi o melhor resultado da história da esgrima brasileira.

A conquista deixou animado o presidente da Confederação Brasileira de Esgrima, Gerli dos Santos, já que o último feito de maior importância foram as três medalhas de bronze no Pan-Americano de Guadalajara, em 2011.

“Vejo que a esgrima está em crescimento e, principalmente,  que se faz cada vez mais necessário a valorização e o incentivo dos jovens atletas, pois eles são as promessas. Confiança, credibilidade, incentivo, trabalho e organização levam a bons resultados” afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: esgrima

Esgrima: boas possibilidades (Foto: Rio 2016)
Esgrima: boas possibilidades

A esgrima brasileira apresentou bom desempenho nos Jogos Sul-Americanos Santiago 2014, ao conquistar duas medalhas de ouro, ambas por equipes.

O Brasil terminou sua participação com a conquista de oito medalhas (4 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze) e com a primeira colocação no quadro geral da modalidade. Foi o melhor resultado da história da esgrima brasileira.

Para 2016, a Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) vê boas possibilidades de medalha na participação nos Jogos Olímpicos do Rio.

Segundo o presidente da CBE, Gerli dos Santos, o Brasil tem asseguradas oito vagas nas disputas, além da possibilidade de outras, oriundas da classificação individual de atletas no ranking da Federação Internacional de Esgrima (FIE).

“Nosso principal objetivo, em 2016, é alcançar o pódio, que será um fato inédito. Estabelecemos parcerias com as principais federações internacionais, como a italiana e a norte-americana, que possibilitam que nossos principais atletas treinem no exterior”, diz Santos.

Entre os atletas que buscam preparação fora do país estão Renzo Agresta (sabre), 26º no ranking da FIE, que treina na Itália, juntamente com Athos Scwantes (espada) e Guilherme Toldo (florete).

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Conheça a modalidade paraolímpica de esgrima de cadeira de rodas

Londres 2012 Foto CPB Luciana Vermell

Apesar de pouco difundida na América do Sul, a modalidade de esgrima em cadeira de rodas deu ao Brasil uma medalha de ouro nos Jogos Paraolímpicos Londres 2012.

A equipe brasileira conseguiu a façanha com o gaúcho Jovane Guissone, que se tornou o primeiro brasileiro a disputar a competição, com muito sucesso.

Introduzida nos jogos Paralímpicos em 1960, em Roma, a esgri
ma em cadeira de rodas é disputada apenas por pessoas com deficiência locomotora, as mais comuns são as amputações, paraplegias, má-formação congênita e acidentes vasculares.

As classes são divididas de acordo com o equilíbrio de cada atleta na cadeira e a condição do braço que empunhará a arma.

A diferença em relação à esgrima olímpica é que os atletas têm suas cadeiras presas ao solo.

As pistas de competição têm 4 metros de comprimento por 1,5 metro de largura.

Os esgrimistas são conectados por meio de sensores especiais a um sistema eletrônico de contagem, que indica se um toque é válido e, a partir disso, o árbitro define se é um ponto ou não.

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