Conheça os ganhadores do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes

Os vencedores do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes já foram escolhidos.

Na segunda edição nacional da premiação, o número de participantes aumentou mais de 16% em relação ao ano anterior, alcançando 256 inscritos.

Foram 114 poesias, 73 contos e 69 crônicas de 65 clubes participantes de 32 cidades.

O estado com maior participação no concurso foi São Paulo, com 154 textos, enquanto os outros estados, juntos, somaram 102 participações.

A recordista em inscrições foi a Associação Esportiva Mocoquense, da cidade de Mococa (SP), com 78 inscritos (51 poesias, 14 crônicas e 13 contos), com destaque de participação dos jovens associados do clube.

A premiação oficial será realizada em um evento em São Paulo, que está sendo organizado pelo Sindi-Clube e, em breve, traremos mais informações.

Agora, conheça os textos e seus respectivos autores ganhadores do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes 2017 em cada categoria.

 

Poesia

1º – “Despertar”, de Magnos A. B. Castanheira, representando o Clube Esperia (São Paulo – SP);

2º – “Nas Cores do Retrós de uma Saudade”, de Luiz Gilberto de Barros, do Club Municipal do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro – RJ);

3º – “No último andar a cidade pertence aos urubus”, de Luiz Carlos de Moura Azevedo, que representa a Sociedade Harmonia de Tênis (São Paulo – SP);

Menção honrosa – “Ecce Homo”, de Luciano Martins Costa, do Club Athletico Paulistano (São Paulo – SP).

 

Crônica

1º – “Meu ego na primeira sessão de terapia”, Márcio Luiz C. Marques, do Círculo Militar de São Paulo (São Paulo – SP);

2º – “Street Car”, de Vicente Rággio, do Club Athletico Paulistano (São Paulo – SP);

3º – “Seu Fernando”, de Isabela Martino Menezes Resende, do Minas Tênis Clube (Belo Horizonte – MG);

Menções honrosas – “Call Center”, de autoria de Carlos Augusto de Assis, do Clube Esportivo Helvetia (São Paulo – SP), e, “Mãos”, de Eliz Luiz Tavone Serafim, do Círculo Militar de Campinas (Campinas – SP).

 

Conto

1º – “Sarabanda”, de Maria Helena Nogueira de Almeida, do Club Athlético Paulistano (São Paulo – SP);

2º – “Memórias de uma caneta”, de Ivana Maria França de Negri, do Clube de Campo de Piracicaba (Piracicaba – SP);

3º – “Helga”, de Antônio Augusto Gomes, do Minas Tênis Clube (Belo Horizonte – MG);

Menções honrosas – “Sucuris no mato? Cuidado!”, de Felipe Luiz Ribeiro Daiello, do Grêmio Náutico União (Porto Alegre – RS), e, “Um doce para o amor”, de Marinna Lautert Caron Kniphoff, do Clube Curitibano (Curitiba – PR).

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Inscreva-se no Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes

Quem gosta de escrever não pode ficar de fora do Prêmio Nacional de Literatura de Clubes, uma iniciativa do Sindi-Clube, em parceria com a Academia Paulista de Letras e com o Fenaclubes.

As inscrições vão até o dia 18 de agosto.

Esta é a segunda edição nacional, mas o prêmio já existe há sete anos com abrangência estadual.

Em 2016, foram 45 clubes participantes, de 22 cidades do país, com 220 obras inscritas.

É possível concorrer em três categorias:

Poesia: texto curto que demonstre domínio da linguagem e uso de recursos poéticos e expressivos. Cada poema deve ter no máximo duas páginas.

Crônica: texto curto, narrativo ou dissertativo, baseado em assuntos do cotidiano ou de interesse geral, caracterizando-se pela pertinência dos temas tratados, julgado a partir do domínio que apresente da linguagem reflexiva e denotativa. Cada crônica deve ter no máximo duas páginas.

Conto: narrativa ficcional curta. Cada conto deve ter no máximo cinco páginas.

Os temas são de livre escolha, mas cada candidato pode concorrer com apenas uma obra e em apenas um gênero.

A obra deverá ser apresentada em papel tamanho A4, com formatação especificada no regulamento.

Ao se inscrever, o candidato deve fornecer três cópias digitadas e impressas da obra, assinadas por um pseudônimo.

Junto com a obra, o candidato, com o uso do pseudônimo, deverá enviar um envelope lacrado, contendo suas informações reais de candidato e da obra inscrita.

Confira todos os dados e documentos necessários para a inscrição no regulamento.

A equipe do Blog do Sindi-Clube conversou com a escritora e integrante da Academia Paulista de Letras, Anna Maria Martins, e com o escritor, jornalista e jurado do Prêmio, Joaquim Maria Botelho, que deram dicas para se sair bem nesse concurso, confira.

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Terminam em 18 de agosto as inscrições para o Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes. Tire os textos da gaveta!

Foto: Shutterstock
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Escritores associados de clubes têm até 18 de agosto próximo para inscrever trabalhos de poesia, crônica e conto no Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes.

A cada ano, o concurso revela e premia talentos literários de clubes de todo o país.

Antes restrito a São Paulo, o concurso está na segunda edição nacional – uma das ações do convênio entre o Sindi-Clube e a Fenaclubes (Federação Nacional dos Clubes).

O Prêmio de Literatura é feito em parceria com a Academia Paulista de Letras (APL), que indica uma comissão julgadora composta por especialistas em cada gênero literário para analisar os textos inscritos.

Os melhores colocados receberão prêmios de R$ 1.500,00, R$ 1.000,00 e R$ 500,00.

As condições exigidas para participar do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes podem ser consultadas no regulamento do concurso.

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Participe do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes

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Associados de clubes de todo o país, que gostam de escrever, estão convidados a participar do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes.

As inscrições começam em 29 de abril e vão até 18 de agosto de 2017, para trabalhos de poesia, crônica e conto.

O concurso é uma iniciativa prevista no convênio firmado entre o Sindi-Clube e a Fenaclubes (Federação Nacional dos Clubes), que dá caráter nacional ao Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura, antes realizado apenas em São Paulo.

O Prêmio de Literatura é feito em parceria com a Academia Paulista de Letras (APL), que formará uma comissão julgadora composta por especialistas em cada gênero literário para analisar os textos inscritos.

Os melhores colocados receberão prêmios de R$ 1.500,00, R$ 1.000,00 e R$ 500,00. O concurso permite a inscrição de uma obra inédita por participante e os temas dos trabalhos são de livre escolha.

As condições exigidas para participar do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes podem ser consultadas no regulamento do concurso.

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Conto fala de conflitos humanos e vence Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes

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Foto: shutterstock

O Blog do SINDI-CLUBE divulga o texto vencedor na categoria conto do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes.

Danielle Martins Cardoso, associada do Club Athletico Paulistano, distinguiu-se com “Tempo de viração”.

“Ela caracteriza com segurança as personagens e relaciona os impulsos psicológicos com veracidade e rigor. É uma escritora, de quem se espera – para a literatura – uma contribuição sólida e pessoal”, observou sobre a autora, em seu parecer, o júri que examinou os trabalhos do concurso.

A comissão julgadora foi composta por Anna Maria Martins e Mafra Carbonieri, da Academia Paulista de Letras, e Joaquim Maria Botelho, da União Brasileira de Escritores.

O concurso é uma das ações do convênio entre o SINDI-CLUBE e a FENACLUBES (Federação Nacional dos Clubes).

Tempo de viração

Danielle Martins Cardoso

 Beduíno cobre o túmulo com folhas secas. Rasga algumas, quem sabe não cumprem a função de jornal, mas dona Odete sente frio. Chegaram os dias de inverno, que endurecem juntas e pensamentos. Ainda assim, ele carpe. Ardem as pontas dos dedos, sobre elas Beduíno assopra ar quente e enfumaçado. Olha o parreiral adiante, procura Amilcar.

Sente cheiro de cuca de ambrosia, de cacetinhos com manteiga, Zé Biscoito reclama cuidados. Homem da mão pequena, ranzinza no trato e recheio, vendia pão com linguiça sem linguiça e deixava o dedo na balança, de modo a cooperar no peso. Sovina, diziam todos. Beduíno lhe é generoso, afasta a hera, cobre a lápide com murta e cravínias.  Todo mundo vira santo depois que morre, dizia seu pai.

 Padre Lauro tem atenção especial, Beduíno, com um graveto, cutuca letras e datas, esfrega, recolhe entulhos, o monsenhor tinha mania de limpeza. Dona Francine hoje não quer atenção, nervosa, o vento atrapalha suas ideias.  Ainda assim, ele colore o sepulcro com beijinhos e hortênsias. Seu Omero, o artesão, que antes de falecer fez a filha assinar um papel prometendo enterrá-lo com suas bonecas de madeira, recebe uma escultura de pinhas, cascalho e azaleias. Leninha, Visconde e os demais terão que esperar. A névoa chega rápido. Tempo de viração. Tateando neblina, Beduíno procura sua casa, um combinado de madeira e alvenaria sobre pedras. Pedras carregadas pelos primeiros habitantes, encaixadas, uma a uma, pelo pai, pedras que cercam os sepulcros.

Com alguma dificuldade acerta a tramela. Ainda em jejum, pensa em descascar o aipim colhido de véspera. Cresceu vendo o pai cozinhar a raiz, nela misturar farinha, ovo e cheiro verde, entornar óleo na frigideira e despejar na fritura gordas colheres. Depois, dividir as porções com o filho, galinhas e cães, eventualmente algum vizinho ou passante que dali se aproximasse. Porque bolinho de aipim era comida de partilha, dizia o pai, e Beduíno, de tanto olhar, intuiu a receita. Agora, sem ânimo, desiste de preparar a iguaria.

Sempre residiu junto ao cemitério. Tanto enterro, visto da janela, da porta, do quintal. Bastava alguém morrer e Beduíno tinha dia certo para vestir o terninho xadrez guardado atrás da porta. Porque precisava agradar o genitor e prometeu cuidados com os mortos, porque o pai ali também fora enterrado, junto à mãe que não conheceu, porque herdou o gosto, Beduíno não sabia ao certo. Concedia ao lugar cores e aromas. E de tanto carpir e adubar, criou intimidade. Caminhava entre as covas, manso, atento, disposto. Tinha gosto no ofício, andava quilômetros para achar as flores ideais para cada defunto – aos pais nunca faltou amor-agarradinho. Precisavam dele, vivos e mortos. Ali não caçoavam ou limpavam a mão na camisa.

Hoje, pulmões duros pela friagem, tosse que fecha a garganta – o pai morreu assim, arquejante, glote fechada, o coração em tormento – levanta o rosto, o Sol tenta vencer a névoa, a viração quer se despedir. O céu virá azul. Imagine, menino, um céu azul-maria, a cor dos olhos da sua mãe, cantava o pai. Suzana morreu no parto, Beduino agarrou, como se teimasse em permanecer no eterno. Ela desistiu, ele resistiu. O enrosco do cordão o deixou – o povo falava – meio atrapalhado das ideias. E nasceu encardido. O azul-maria morreu na mãe.

Acende o fogo, aquece o café. Tem os pés gelados, raspa a meia no chão. Os túmulos, quentes. Covas bem medidas, ornamentos e companhia. A roça reclamando cuidados, duas vacas, galinhas, quatro porcos, muito afazer. A vasilha com angu e ração continua ali. Amílcar deve estar com frio. Desapareceu na mesma noite que se esqueceu dos chinelos com a sola virada para cima, na mesma noite em que ouviu um zumbido e procurou besouro preto, puxando bancos, varrendo o chão, sacudindo panos, na mesma noite que os quero-queros cantaram madrugada inteira.

Beduíno foi o filho feio e murcho que apagou a lucerna do lar. Os poucos parentes que se preocuparam sugeriram que a roça fosse vendida, a cidade era distante, mais perto, mais ajuda. O pai travou batalha. Não. Sua vida estava enterrada no Morro. Onde nasceu, onde permaneceria. Abraçou o filho, seios não tinha, ofereceu-lhe ombros magros e encovados, cozinhou, cuidou da terra e dos animais e não presenteou o menino com madrastas.

Sangue Beduíno não viu. Procurou pela estrada, vasculhou buracos, chamou: Milca, Milca. A dificuldade em respirar, o peito pesado, a lida diária, difícil de ser vencida. Esfrega as mãos. Mais ainda os pés. Há tempos deixou de vender aipim e verduras na cidade, comida enfeitiçada, o povo dizia. Também os partos. Por muito tempo foi o parteiro da região, não de gente, mas de vacas, porcas e ovelhas. Bastava alisar o ventre, penetrar com dedos, tocar piano. E o filhote se esticava, pronto para a luz. Cismaram, no entanto, quando um bezerro nasceu sem cabeça.

A cidade se esqueceu de Morro Calçado. Vez ou outra alguém aparece com uns raminhos, sem olhar para os lados. Os mortos, muito velhos, a estrada de terra comprida demais, o povo ocupado com outras mortes. O Cemitério Municipal, mais cinza, mais próximo. Os que ali restaram não foram transferidos. Tentaram um dia, sem muito esforço. Afinal, estavam bem cuidados.

Amílcar. Único presente que a cidade lhe ofereceu, nas últimas andanças com o pai, em troca de leite e ovos. Beduíno lampejou ao sentir a cadelinha branca e magra lamber-lhe os dedos. O pai concordou e a batizou, acreditando macho, disseram que era macho. Não conferiu. Dias depois, percebido o engodo, apelidou: Milca, facilitando para o filho, que tinha a língua travada.

Uma fritada de bolinhos. Beduíno recobra o ânimo. Come o seu quinhão, toma mais café, deixa na latinha de Milca o restante do aipim e volta para os sepulcros. Assovia. O parreiral, o entardecer lilás, céu de geada. Os quero-queros não piam.

Beduíno sorri torto. Ajeita Omero, mais uma vez cobre Odete com gravetos, afasta carrapichos, conversa com Francine, pede benção aos pais, fala de Amílcar. Olha padre Lauro e se lembra dos últimos pecados. Não varreu a casa, não ordenhou e das galinhas nem sabe ao certo. Com frio, senta-se ao pé da araucária. Dali enxerga a roça. A garganta arde. Os dedos, endurecidos. Milca está demorando. Fecha os olhos.

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Veja fotos da premiação do Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura

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Os associados de clubes vencedores da quinta edição do Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura receberam suas premiações em 23 de novembro, em evento realizado no Club Athelico Paulistano.

As fotos já estão disponíveis na página do Sindi-Clube no Facebook.

Os textos de poesia, crônica e conto foram analisados pelo júri formado por integrantes da Academia Paulista de Letras (APL), que escolheu os melhores trabalhos – três de cada gênero literário e quatro menções honrosas.

O Paulistano destacou-se, conquistando sete dos 13 prêmios atribuídos.

O concurso recebeu 123 contribuições de 29 clubes localizados em 13 cidades paulistas.

“Essa participação representa um crescimento de 66% no número de inscrições e recorde absoluto em relação aos anos anteriores. Temos certeza de que, em 2016, continuaremos a ampliar espaços como este do Prêmio Literário, que revela e divulga talentos da arte de escrever, estimula a cultura e aproxima as pessoas”, afirmou o presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, ao discursar no evento.

Associados de clubes vencedores

Poesia

Primeiro lugar: Lisa Kahuna  (Club Athletico Paulistano), com “On”.

Segundo lugar: Vicente Rággio (Club Athletico Paulistano), com “Diário de uma menina boliviana”.

Terceiro lugar: Caroline Isadora Martins (Associação Esportiva Mocoquense), com “Não chores”.

Menção honrosa: Maria Antonieta de Souza (Club Athletico Paulistano), com “Panteão dos versos”.

Crônica

Primeiro lugar: Durval Nicolau Tabach (Esporte Clube Sírio), com “Manifestação de policiais”.

Segundo lugar: Marcelo Francisco Pimentel (Círculo Militar de São Paulo), com “Hoje vi um amigo”.

Terceiro lugar: Diovana Teresa Testa (Associação Esportiva Mocoquense), com “O desenho das nuvens”.

Menção honrosa: Virgílio Franceschi Neto (Clube Caiçara de Jaú), com “Os rumos e a bola”.

Conto

Primeiro lugar: Cláudio Fernando Mahler (Club Athletico Paulistano), com “Garrafas ao mar”.

Segundo lugar: Maria Lúcia Passos (Club Athletico Paulistano), com “A mulher e o visitante”.

Terceiro lugar: Heloisa Silveira Barros (Club Athletico Paulistano), com “Por extenso”.

Menções honrosas: Maria Helena Vieira (Club Athletico Paulistano), com “O Unicórnio”, e Hans Freudenthal (Club Athletico Paulistano), com “Cheiro de enxofre”.

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Participação no Prêmio Sindi-Clube/Academia Paulista de Letras cresce 66%

Logo_Prêmio Literatura 2015A quinta edição do Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura registrou o recebimento de trabalhos literários de 123 associados de 29 clubes localizados em 13 cidades paulistas. Essa participação representa um crescimento de 66% em relação ao verificado no concurso de 2014, quando 74 associados enviaram textos.

O prêmio literário vem ganhando crescente adesão de associados de clubes, desde que foi instituído em 2011. O certame é realizado em parceria com a Academia Paulista de Letras (APL), para revelar e premiar talentos literários entre associados de clubes.

Agora, as obras recebidas serão lidas pela comissão julgadora composta por acadêmicos da APL e os textos selecionados receberão a premiação em solenidade que será feita em 23 de novembro, no Club Athletico Paulistano. Os melhores colocados de cada gênero – poesia, crônico e conto – receberão prêmios de R$ 1.200, R$ 600 e R$ 300.

Neste ano, um clube do interior de São Paulo se destacou pelo número de inscritos. A Associação Esportiva Mocoquense, de Mococa, teve 32 inscritos – 18 poesias, cinco crônicas e nove contos –, com destaque de participação de jovens autores.

Bernardes: promoção da cultura
Bernardes: promoção da cultura

“Fizemos um concurso prévio no clube e integramos o prêmio literário do Sindi-Clube ao nosso festival de inverno, pois essa ação coincide com a promoção da cultura que queremos fazer na cidade. Tivemos o apoio de professoras de língua portuguesa na organização e fomos buscar a participação de estudantes. Ficamos orgulhosos de ser o clube que mais inscreveu trabalhos, pois nosso objetivo é incentivar a arte e a educação e, com isso, valorizar o clube”, afirma André Gustavo Burrone Bernardes, presidente da Mocoquense.

Outros clubes que se destacaram pelo número de associados participantes foram Club Athletico Paulistano, com 24 inscritos, Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, 13, Clube Caiçara de Jaú,10, e Círculo Militar de São Paulo, 8.

O presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, comemorou o sucesso da competição literária. “Há cinco anos, instituímos o prêmio literário em parceria com a APL e ficamos felizes em poder mostrar essa outra faceta dos clubes que oferecem tantas atividades – a de promover a cultura e a literatura, com valorização da escrita. Temos certeza de que essa ação continuará a crescer em importância”, diz.

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Escritores associados de clubes, atenção: prazo para participar do Prêmio Literário vai até 30 de junho!

cartaz_Premio Literatura 2015Vai até o dia 30 de junho de 2015 o prazo para inscrições de trabalhos no 5º Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura para associados de clubes, nas modalidades de poesia, crônica e conto.

O Prêmio é realizado em parceria com a Academia Paulista de Letras (APL).

Uma comissão julgadora, composta por três jurados especialistas de cada gênero literário, vai escolher os trabalhos classificados do primeiro ao terceiro lugares de cada categoria.

Os melhores colocados receberão prêmios de R$ 1.200,00, R$ 600,00 e R$ 300,00.

O regulamento com todas as especificações exigidas para participar do Prêmio no portal do Sindi-Clube.

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Escritores associados de clubes não podem deixar de concorrer ao Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura!

cartaz_Premio Literatura 2015Vai até o dia 30 de junho de 2015 o prazo para inscrições de trabalhos no 5º Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura – poesia, crônica e conto – para associados de clubes paulistas.

Não perca a chance de concorrer.

O Prêmio é realizado em parceria com a Academia Paulista de Letras.

Uma comissão julgadora, composta por três jurados especialistas de cada gênero literário, vai escolher os trabalhos classificados do primeiro ao terceiro lugares de cada categoria.

Os melhores colocados receberão prêmios de R$ 1.200,00, R$ 600,00 e R$ 300,00.

O concurso permite a inscrição de uma obra inédita por participante e os temas dos trabalhos são de livre escolha.

Leia aqui o regulamento com todas as especificações exigidas para participar do Prêmio no portal do Sindi-Clube.

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Concurso vai premiar talentos literários dos clubes

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Serão abertas segunda-feira (23/3) as inscrições para a quinta edição do concurso para associados dos clubes paulistas, destinado a revelar e premiar talentos literários dos gêneros poesia, crônica e conto.

O Prêmio Sindi-Clube/APL de Literatura será realizado em parceria com a Academia Paulista de Letras (APL).

Uma comissão julgadora, indicada pela APL, composta por três jurados especialistas de cada categoria literária, vai escolher os trabalhos classificados do primeiro ao terceiro lugares de cada gênero.

Os melhores colocados de cada gênero receberão prêmios de R$ 1.200,00, R$ 600,00 e R$ 300,00.

O concurso permite a inscrição de um trabalho por participante até 30 de julho e os temas das obras são de livre escolha.

Leia as especificações exigidas para os textos das categorias no regulamento do Prêmio, disponível no site do Sindi-Clube.

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