Prorrogadas inscrições nos Jogos Escolares

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O SINDI-CLUBE apoia a realização dos Jogos Escolares do Estado de São Paulo e alerta que o prazo para inscrições para a categoria infantil foi prorrogado para 14 de outubro, em sete modalidades: judô, ginástica rítmica, luta olímpica, ciclismo, natação, vôlei de praia, tênis de mesa e xadrez.

Os Jogos Escolares são uma ótima opção para treinadores e professores de clubes para que, por meio das escolas em que estudam os associados, movimentem os jovens atletas, incentivando sua inscrição na competição.

Os Jogos serão realizados nas cidades de São Caetano do Sul e Santos, entre os dias 16 e 21 de outubro.

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Conheça as modalidades olímpicas: ciclismo BMX

Ciclistas brasileiros buscam mais participação
Ciclistas brasileiros buscam mais participação

Por ser país sede dos Jogos 2016, a seleção brasileira já tem um posto garantido no ciclismo BMX olímpico masculino e feminino, mas as equipes buscam mais participação e melhores colocações.

Nesta temporada de 2015, na segunda etapa da Copa do Mundo de BMX, na Holanda, o piloto brasileiro Renato Rezende terminou em sexto lugar.

Com o resultado, somou pontos importantes para o Brasil nos rankings mundial e classificatório para a Olimpíada.

O rendimento é o melhor do país neste ano.

Na primeira etapa da Copa, na Inglaterra, os atletas brasileiros não passaram das quartas de final. Priscilla Carnaval é atual campeã brasileira, terceira da América do Sul e 19ª no ranking mundial.

Ela está em condições de representar o país nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e em 2016. Será a segunda participação de uma brasileira na modalidade.

A terceira e próxima etapa da Copa do Mundo de BMX será em Engelholm, na Suécia, nos dias 15 e 16 de agosto. Ao todo, são cinco etapas.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: ciclismo

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Brasil compete no ciclismo paraolímpico desde 1992

O ciclismo paraolímpico começou na década de 80, quando somente deficientes visuais competiam.

A Paraolimpíada de Nova Iorque, em 1984, marcou por ser a primeira com atletas paralisados cerebrais, amputados e deficientes visuais.

A partir de Atlanta, em 1996, cada tipo de deficiência passou a ser avaliado de forma específica.

O Brasil estreou nos Jogos Paraolímpicos, em Barcelona (1992), com Rivaldo Gonçalves Martins.

Dois anos depois, na Bélgica, o mesmo ciclista, amputado da perna com prótese, conquistou o título de campeão mundial na prova de contra-relógio.

Competem deficientes visuais, paralisados cerebrais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos.

A modalidade pode ser praticada de forma individual ou em equipe.

As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo, com pequenas alterações relativas à segurança e classificação dos atletas.

As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão.

O ciclista cego compete em uma bicicleta dupla, com um guia no banco da frente, para dar a direção.

Para os cadeirantes, a bicicleta é “pedalada” com as mãos.

As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio.

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