Edição eletrônica de novembro da Revista Clubes já está no portal do Sindi-Clube

A edição digital da Revista Clubes, do mês de novembro, já está disponível para acesso no portal do Sindi-Clube.

A matéria de capa traz como destaque os pregões eletrônicos para compras conjuntas de materiais de uso comum nos clubes. Essa ação do Sindi-Clube proporcionou ótima redução de custos.

A edição também conta com uma entrevista exclusiva com o nadador César Cielo, mostrando a trajetória do atleta e a importância dos clubes para a sua carreira.

O Programa Touché, lançado este ano em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, também tem espaço especial na revista.

As aulas gratuitas de esgrima para crianças da rede municipal de ensino já reúnem cerca de 60 alunos.

Além disso, você encontra reportagens sobre o impacto da reforma trabalhista nos clubes, os autores de renome que já passaram pelos Encontros com o Autor neste ano, entre outros assuntos.

Não deixe de conferir.

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Natação brasileira tem delegação olímpica com número recorde

Thiago Pereira: esperança de medalha (Foto: Divulgação/CBDA)
Thiago Pereira: esperança de medalha (Foto: Divulgação/CBDA)

Com o fim do Troféu Maria Lenk, no último dia 20, a delegação brasileira de natação que competirá na Olimpíada do Rio, em agosto, conta com um número recorde de atletas: 29 nadadores, até agora, representarão o país na mais importante competição esportiva mundial.

A equipe masculina é composta por Bruno Fratus, Ítalo Manzine, Marcelo Chierighini, Nicolas Oliveira, João de Lucca, Matheus Santana, Luiz Altamir, Brandonn Almeida, Miguel Valente, João Gomes Jr, Felipe França, Tales Cerdeira, Thiago Simon, Guilherme Guido, Leonardo de Deus, Kaio Marcio, Henrique Martins, Marcos Macedo, Henrique Rodrigues e Thiago Pereira.

Etiene Medeiros, Graciele Herrmann, Larissa Oliveira, Jessica Bruin, Gabrielle Roncatto, Manuella Lyrio, Daiene, Daynara de Paula e Joanna Maranhão compõem o plantel feminino para a disputa.

Ricardo de Moura, superintendente executivo da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, comenta o número de atletas garantidos nos Jogos.

“É o legado de uma nova geração sendo formado, e isso ajuda para o futuro. Tínhamos planejado 32, no total. Vamos ver os revezamentos, que ainda faltam classificados, e devemos chegar nesse objetivo inicial”, conclui.

César Cielo não conseguiu se classificar e está fora da Olimpíada. Ele conquistou na edição de Pequim, 2008, a primeira medalha de ouro da natação brasileira na história da competição.

Agora, Thiago Pereira, que garantiu prata em Londres, 2012, é a principal esperança de pódio da modalidade.

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Natação é esperança de medalhas

Cielo: favoritismo mantido (Foto: CBDA)
Cielo: favoritismo mantido (Foto: CBDA)

Se em alguns esportes o Brasil não tem tradição, nem esperanças de medalhas, em outros o favoritismo reforça as chances de conquista e a torcida para que o sonho se torne realidade, como é o caso da natação.

A modalidade é responsável por treze medalhas olímpicas na história, e apostará na velocidade para fazer bonito nos jogos olímpicos de 2016.

César Cielo é campeão olímpico e tem três ouros nos 50m livre em mundiais. Mesmo não estando em sua melhor forma, ainda é um dos favoritos na prova curta.

Já no caso de Bruno Fratus, top 5 do mundo na prova em quatro dos últimos cinco anos e, embora não tenha subido ao pódio em competições internacionais, também briga forte por medalha.

Além dos dois, Thiago Pereira, prata olímpica em 2012 (400 m medley) e recordista em medalhas em Jogos Pan-Americanos, Guilherme Guido (100 m costas) e Henrique Rodrigues (medley), também podem surpreender positivamente.

No feminino, Etiene Medeiros, que tem o recorde mundial nos 50 m costas em piscina curta, trouxe ainda mais expectativa, após se tornar a primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha na natação de Jogos Pan-Americanos, tendo, em 2015, ficado com o ouro.

O Brasil jamais conquistou medalha na natação feminina em Olimpíada.

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Conheça as modalidades olímpicas: natação

Ouro no Mundial: Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira Foto: Satiro Sodré
Ouro no Mundial: Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira
Foto: Satiro Sodré

A menos de dois anos dos Jogos Olímpicos, a natação brasileira mostra que poderá ter um bom desempenho em casa.

Só neste mês, conquistou sete ouros no Mundial de Natação em piscina curta de Doha, no Catar, e terminou em primeiro lugar na classificação geral – passando os Estados Unidos.

No total foram dez medalhas: uma prata e dois bronzes, fora os ouros.

A equipe, cheia de novos talentos, teve participação superior a do Mundial de Dubai, em 2010, em que conquistou oito, sendo apenas três de ouro.

Isso aumentou ainda mais as expectativas de resultados em 2016, já que a brilhante participação consolidou o Brasil como uma potência mundial na modalidade.

Nas olimpíadas de Londres, 2012, o desempenho foi bem diferente – a delegação trouxe apenas duas medalhas para casa, uma prata e um bronze.

Já nos Jogos Pan-americanos de 2011, realizados em Guadalajara, foi um festival de conquistas: 25 medalhas, sendo dez douradas, nove prateadas e seis bronzes.

“As últimas medalhas conquistadas pelos atletas brasileiros vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução” afirma o Presidente da Confederação Brasileira Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho.

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