Bullying é tema de palestra gratuita da Universidade SINDI-CLUBE

Foto: Shutterstock
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Uma palestra gratuita, que terá transmissão via internet, vai explicar as disposições da Lei 13.185 que instituiu no país o Programa de Combate à Intimidação Sistemática – Bullying.

Essa legislação dispõe ser dever dos clubes assegurar medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying, por meio da capacitação de equipes que previnam e resolvam os constrangimentos causados pelas agressões.

Os palestrantes são Valter Piccino, consultor jurídico do SINDI-CLUBE, e da advogada e administradora Márcia Rizzi.

Quando: 18 de outubro, das 10h às 12h. Mais informações: (11) 5054-5464.

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Presidente, você sabia? Confira uma série de perguntas

presidentevcsabiaSenhores Presidentes, confiram nesta seção vários aspectos relevantes que cercam o dia a dia dos clubes.

Os itens abaixo tratam de importantes questões que envolvem o dia a dia dos clubes, nas áreas jurídica, formação esportiva e marketing.

Então, Presidente, você sabia?

Que foi instituído o Programa de Combate à Intimidação Sistemática – Bullying, por meio da Lei 13.185 de 6 de novembro de 2015, que passou a viger em 6 de fevereiro de 2016?

Que o bullying é uma situação caracterizada por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, e que o termo tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão?

Que é dever dos clubes assegurar medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying, conforme previsto no artigo 5º da lei?

Que, em 2015, foram captados R$ 245,3 milhões na Lei Federal de Incentivo ao Esporte para o desenvolvimento de projetos?

Que, na divisão desse montante, o esporte de rendimento ficou com 60%, esporte educacional e esporte participação tiveram 20% de cada um?

Que R$ 103,7 milhões, 42%, do total, foram captados por proponentes do Estado de São Paulo?

Que, além da captação de receitas de patrocínio, é importante utilizar o marketing para criar campanhas que visem aumentar as receitas geradas por outras áreas, como cursos, venda de títulos e locação de espaços, entre outras, melhorando, assim, o resultado financeiro do clube?

Que, de acordo com Philip Kotler, um dos gurus do marketing internacional, 95% dos clientes insatisfeitos não reclamam, apenas deixam de comprar, daí a importância do atendimento para a fidelização de associados?

Que o Sindi-Clube tem à disposição uma consultoria especializada, pronta para oferecer orientação gratuita para planos de marketing nos clubes?

Que, para ter acesso a esse serviço, basta encaminhar perguntas para o e-mail consultoriademarketing@sindiclubesp.com.br?

Se, depois da leitura dessas perguntas, o presidente mostrou-se inteirado de todas essas questões, parabéns!

Porém, em caso de dúvida, procure esclarecimentos do Sindi-Clube, sempre a postos para orientá-lo: (11) 5054-5464 ou juridico@sindiclubesp.com.br

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Lei do bullying obriga clubes a combater agressões físicas e morais

shutterstock_270616352_PEm vigência desde 6 de fevereiro, a Lei 13.185 instituiu no país o Programa de Combate à Intimidação Sistemática – Bullying.

A norma atinge escolas e clubes, ao tratar de situações em que se caracterizam agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos e associados contra um ou mais colegas.

O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão.

Mesmo sem uma denominação em português, a expressão é entendida como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

A Consultoria Sindi-Clube ressalta que, no contexto legal, considera-se bullying todo ato de violência física ou psicológica que ocorre sem motivação evidente, que cause dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O artigo 5º da lei dispõe que é dever dos clubes assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate ao bullying, por meio da capacitação de equipes que previnam e resolvam os constrangimentos causados pelas agressões.

Formas de bullying

A ameaça sistemática é classificada em vários tipos de agressões, quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação. As coações podem ser feitas por ataques físicos, insultos pessoais, comentários e apelidos pejorativos, expressões preconceituosas, isolamento social consciente e premeditado.

Também é considerado o bullying praticado por meio de textos e imagens na internet que depreciem as vítimas.

Dessa forma, a partir de agora, todo clube é obrigado a preparar profissionais e equipes pedagógicas para evitar que aconteçam os casos de bullying.

O programa de prevenção que a lei propõe prevê vários tipos de ações a serem desenvolvidas, como estas:

– Capacitar gestores, docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema.

– Efetivar e disseminar campanhas de educação, conscientização e informação.

– Instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis, diante da identificação de vítimas e agressores.

– Dar assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores.

– Evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos alternativos que promovam a responsabilização e a mudança de comportamento hostil.

O programa pretende proteger os que sofrem o bullying e que enfrentam medo e vergonha de ir ao clube ou a lugares similares.

Essas pessoas podem querer abandonar as atividades nos clubes, por não se acharem bons para integrar o grupo.

Espectador reforça o bullying

Geralmente, quem pratica bullying o faz por querer ser mais popular, sentir-se poderoso e, com isso, obter uma boa imagem de si mesmo.

É errado supor que há apenas dois envolvidos no conflito: o autor e o alvo.

Especialistas alertam que o espectador passivo, testemunha dos fatos agressivos que não sai em defesa da vítima nem se junta ao agressor, também participa do bullying.

Da mesma forma, reforçam a ação de desrespeito os que atuam como plateia ativa ou torcida.

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