Funcionários de clubes poderão compensar horas para ver jogos da Copa

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Os funcionários dos clubes vão poder compensar as horas não trabalhadas para ver os jogos da seleção brasileira na Copa.

O acordo foi firmado pelo Sindi-Clube com o Sindesporte, sindicato que representa os trabalhadores.

O ajuste é válido no período da realização dos jogos de futebol, entre os dias 12 de junho e 13 de julho, e permite que os trabalhadores e empregadores, em comum acordo, estabeleçam as formas de compensação das horas do trabalho que venha a ser suspenso por dispensa ou interrupção da jornada.

Leia a íntegra do acordo no portal do Sindi-Clube, na seção Jurídico, depois em Convenções.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: tiro com arco

Modalidade está na Paraolimpíada desde a primeira edição. (Crédito: CPB)
Modalidade está na Paraolimpíada desde a primeira edição. (Foto: CPB)

O tiro com arco é uma das mais tradicionais modalidades dos Jogos Paraolímpicos e esteve presente em todas as edições, a começar de Roma, em 1960.

Desde o início, as provas eram disputadas por homens e mulheres.

Além das provas individuais, a modalidade ainda conta com a disputa por equipes.

Competem tetraplégicos, paraplégicos e pessoas com mobilidade limitada nos membros inferiores.

As regras da modalidade são quase as mesmas das adotadas pela Federação Internacional de Tiro com Arco.

Uma distância de 70 metros separa os atletas do alvo, que mede 1,22 metro de diâmetro, sendo formado por dez círculos concêntricos.

O mais externo vale um ponto. A partir daí, quanto mais próxima do círculo central estiver a flecha, maior a pontuação obtida.

O formato de disputa do tiro com arco é chamado de round olímpico.

Um total de 96 arqueiros – 64 homens e 32 mulheres – participam da competição, tanto no individual como por equipe.

O Brasil ainda não obteve conquistas de medalhas nessa modalidade paraolímpica.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: ciclismo

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Brasil compete no ciclismo paraolímpico desde 1992

O ciclismo paraolímpico começou na década de 80, quando somente deficientes visuais competiam.

A Paraolimpíada de Nova Iorque, em 1984, marcou por ser a primeira com atletas paralisados cerebrais, amputados e deficientes visuais.

A partir de Atlanta, em 1996, cada tipo de deficiência passou a ser avaliado de forma específica.

O Brasil estreou nos Jogos Paraolímpicos, em Barcelona (1992), com Rivaldo Gonçalves Martins.

Dois anos depois, na Bélgica, o mesmo ciclista, amputado da perna com prótese, conquistou o título de campeão mundial na prova de contra-relógio.

Competem deficientes visuais, paralisados cerebrais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos.

A modalidade pode ser praticada de forma individual ou em equipe.

As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo, com pequenas alterações relativas à segurança e classificação dos atletas.

As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão.

O ciclista cego compete em uma bicicleta dupla, com um guia no banco da frente, para dar a direção.

Para os cadeirantes, a bicicleta é “pedalada” com as mãos.

As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: remo

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O remo adaptado está no Programa Paraolímpico desde os Jogos de Pequim, em 2008.

No Brasil, a prática teve o início nos anos 80, no Rio de Janeiro, quando foi iniciado um programa de reabilitação para pessoas com deficiência física, mental e auditiva, utilizando a modalidade como ferramenta.

Porém, somente em 2005, depois dos dois mundiais, é que a Confederação Brasileira de Remo reativou o departamento de remo adaptável.

O termo “adaptado” quer dizer que o equipamento é modificado para a prática do esporte e não propriamente “adaptado” a cada atleta.

Na modalidade, todas as classes têm provas em percursos de 1.000 metros e os atletas são divididos entre aqueles fazem a propulsão só com os braços, com os braços e tronco e também os que utilizam braços, tronco e pernas.

Em duas edições com a presença do remo nos Jogos Paraolímpicos, o Brasil ganhou uma medalha de bronze no skiff duplo misto, classe TA, com Elton Santana e Josiane Lima.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: goalball

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O goalball é uma das poucas modalidades não adaptadas de outro esporte e sim desenvolvidas exclusivamente para pessoas com deficiência – neste caso, a visual.

Baseado nas percepções tátil e auditiva, o jogo é praticado em silêncio para que os atletas consigam perceber os sons que a bola emite.

A quadra tem as mesmas dimensões da de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento).

As partidas duram 20 minutos, com dois tempos de 10.

Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas.

De cada lado da quadra tem um gol com nove metros de largura e 1,2 de altura.

Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores.

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Equipe feminina em Londres: medalha de prata (Foto: CPB)

As partidas são disputadas em dois tempos de 12 minutos, com três de intervalo.

Quando uma equipe abre dez gols de vantagem, o confronto é encerrado imediatamente, independente do tempo da partida.

A modalidade foi introduzida no Brasil em 1985.

Em Pequim, 2008, a seleção masculina estreou em uma Paraolimpíada.

Nos Jogos de Londres, em 2012, o Brasil contou também com a presença da equipe feminina que conquistou uma medalha de prata, superando as expectativas.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: bocha

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Bocha é um dos esportes criados exclusivamente para deficientes, ao contrário da maioria das modalidades paraolímpicas que são uma adaptação de um esporte convencional.

Estreou no programa paraolímpico oficial em 1984, em Nova Iorque.

Competem os paralisados cerebrais severos que utilizem cadeira de rodas.

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Equipe brasileira de bocha na última Paraolimpíada (Foto: Comitê Paraolímpico Brasileiro)

O objetivo do jogo é lançar bolas coloridas (azul e vermelha) o mais próximo possível de uma bola branca chamada de jack (no Brasil, bolim).

É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio. Há três maneiras de se praticar o esporte: individual, duplas ou equipes.

Na Paraolimpíada de Londres, em 2012, além do bicampeonato em duplas BC4, com Eliseu Santos e Dirceu Pinto, a bocha brasileira teve ainda outros dois ouros, com o próprio Dirceu Pinto na BC4 e Maciel Sousa na BC2, e um bronze de Eliseu na BC4.

Com as quatro medalhas, a bocha foi a única modalidade com mais de uma medalha em disputa em que o Brasil foi o líder geral.

A para-atleta Daniele Martins foi desclassificada nas oitavas de final da categoria individual de bocha, classe BC3, na última Paraolimpíada.

“Eu esperava ser classificada para a final. Meu foco, a partir de então, é fazer muito melhor aqui no Brasil, em 2016, e conquistar uma medalha. Quero ter um bom desempenho para me manter entre os primeiros no ranking”, disse Daniele.

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Futebol de cinco pretende garantir quarta medalha de ouro para o Brasil

Futebol de 5 Foto IPC Evgeniya Bocharnikova

O futebol de cinco é exclusivo para cegos ou deficientes visuais

Cada time é formado por um goleiro e quatro jogadores na linha. O guarda-metas tem visão total e não pode ter participado de competições oficiais da Fifa nos últimos cinco anos.

Os atletas usam uma venda nos olhos e, se tocá-la, é falta. Junto às linhas laterais, são colocadas bandas que impedem que a bola saia do campo.

A bola tem guizos internos para que os jogadores consigam localizá-la. Há ainda um guia, o chamador, que fica atrás do gol, para orientar os comandados, dizendo onde devem se posicionar em campo e para onde devem chutar.

Diferente dos estádios, as partidas de futebol de cinco são silenciosas, em locais sem eco. A torcida só pode se manifestar na hora do gol.

No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Deportos de Deficientes Visuais (CBDV).

A seleção masculina brasileira estreou nos Jogos Paraolímpicos em Atenas, 2004, e conquistou a medalha de ouro, numa vitória sobre a Argentina por 3 a 2, nos pênaltis.

O bom desempenho se manteve nos Jogos de Pequim, 2008, e em Londres, 2012, com a conquista de mais duas medalhas de ouro.

Futebol de 5 Foto IPC Evgeniya Bocharnikova 2A conquista da quarta medalha dourada será ainda mais difícil, segundo o para-atleta Severino Gabriel da Silva “Todo mundo está evoluindo e treinando para acabar com a nossa supremacia. Em 2016, o apoio da torcida fará uma grande vantagem, mas a cobrança será bem maior. Estamos trabalhando sério, mas conquistar o tetra vai ser uma tarefa muito complicada”, disse Silva.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: Judô

Creditos Victor Motta Comite Paraolimpico Brasileiro

Destinado exclusivamente para pessoas com deficiência visual, o judô estreou em Paraolimpíadas em 1988, em Seul.

A entrada de mulheres no tatame só aconteceu em Atenas, em 2004.

Os atletas são divididos por classes identificadas pela letra B (do inglês blind, cego em português): B1 para os cegos, B2 para os lutadores que têm a percepção de vultos e luminosidade, e B3, em que os participantes possuem a capacidade de definir imagens.

Existe ainda a separação por categorias de peso, que segue o mesmo padrão olímpico.

O judô brasileiro mostra sua força também quando praticado por deficientes visuais. Desde 1988, o Brasil conquistou 14 medalhas em Paraolimpíadas (4 ouro, 4 prata e 6 bronze).

Antônio Tenório, atleta que conquistou cinco medalhas (quatro de ouro), sendo a última de bronze, em Londres, 2012, pretende despedir-se do judô paraolímpico nos Jogos de 2016:

“Vou continuar, mas quero parar no Rio de Janeiro. É um acordo que nós fizemos para eu me aposentar em 2016 e eu quero estar novamente no pódio. Estarei lá para representar 193 milhões de brasileiros”, afirmou o lutador.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: basquete em cadeira de rodas

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O basquetebol em cadeira de rodas é uma modalidade desenvolvida de forma adaptada para que pessoas com deficiência físico-motora, utilizando a cadeira de rodas como formas de locomoção em quadra, possam praticar o esporte.

Esta foi a primeira modalidade paraolímpica a ser praticada no Brasil, em 1958.

A cada dois toques na cadeira, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola.

As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico convencional.

Com o intuito de deixar os times equilibrados, a classificação dos atletas é feita por um sistema de pontos, que vai de 1 a 4,5, respeitando-se o potencial funcional de cada um – quanto maior a pontuação, maior a habilidade funcional do atleta.

A soma de todos os jogadores em quadra não pode ultrapassar o total de 14 pontos.

Apesar da grande popularidade do esporte no país, o basquetebol em cadeiras de rodas ainda não conquistou medalhas em Jogos Paraolímpicos.

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