Conheça as modalidades olímpicas: nado sincronizado

nadosincronizado
Medalha de ouro no Aberto da Alemanha (Foto: Reprodução/Instagram)

  O nado sincronizado brasileiro está se preparando para conquistar a medalha inédita nos Jogos Olímpicos do Rio, no próximo ano.

  Apesar de a seleção marcar presença em praticamente todas as edições olímpicas em que a modalidade foi disputada, o melhor desempenho foi a décima-segunda colocação.

  Em julho, as brasileiras disputarão o Pan-Americano que será realizado em Toronto, no Canadá.

 Para superar o feito da última edição, na qual conquistaram dois bronzes, elas participaram de diversas competições nos últimos meses.

  Em março, a seleção conquistou um ouro no Aberto da Alemanha e, dez dias depois, bronze no Aberto da França.

(Foto: Página Oficial do Facebook)
(Foto: Página Oficial do Facebook)

  Já em maio, as meninas ganharam três pratas no Aberto do Japão. A coreografia apresentada nos torneios serve de preparação para o Pan-Americano e para o Mundial de Kazan, na Rússia, em agosto.

  No ano passado, o Brasil teve atuação perfeita no Campeonato Sul-Americano e conquistou o ouro em todas as categorias disputadas, além da inédita quinta colocação na Copa do Mundo de Nado Sincronizado, realizada em Quebec, no Canadá, melhor resultado do país na história da competição.

  “Os resultados superaram as nossas expectativas. As medalhas conquistadas reforçam que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução” afirma o presidente da Confederação Brasileira Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho.

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Conheça as modalidades olímpicas: vela

Martine e Kahena: três pódios em 2015
Martine e Kahena: três pódios em 2015 (Foto: OnEdition)

A vela já rendeu muitas medalhas para o Brasil em olimpíadas.

A pouco mais de um ano dos Jogos Olímpicos Rio-2016, a modalidade vem garantindo seu espaço.

No início de junho, as velejadoras brasileiras, Martine Grael e Kahena Kunze conquistam ouro pela classe 49erFX, na terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, em Weymouth, na Inglaterra.

Dupla campeã mundial garantida em 2016 (Foto: CBVELA)
Dupla campeã mundial garantida em 2016 (Foto: CBVela)

Essa foi a terceira participação das atuais campeãs mundiais nesta temporada da Copa e o terceiro pódio.

Na etapa de Miami, nos Estados Unidos, a dupla conquistou a medalha de bronze e, em Hyères, na França, a medalha de prata.

Em março, a Confederação Brasileira de Vela anunciou os primeiros atletas brasileiros confirmados para o Rio-2016.

Cinco das dez classes olímpicas já tem representantes definidos. São elas: 470 feminina, com a dupla Fernanda Oliveira e Ana Barbachan; 49erFX, com Martine Grael e Kahena Kunze; Finn, com o campeão mundial de 2011 Jorginho Zarif; e as duas classes RS:X, com Ricardo Winicki e Patrícia Freitas.

Uma das classes mais tradicionais da vela em olimpíadas, a Star, não será disputada em 2016. Em 2011, o conselho da Federação Internacional de Vela (ISAF) decidiu tirar a classe dos Jogos do Rio.

O Brasil conquistou seis medalhas olímpicas na Star: duas de ouro, uma de prata de e três de bronze.

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Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)
Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)

O boxe brasileiro começou o ano de 2015 com pé direito.

A modalidade, assim como em 2013, conquistou diversas medalhas até agora.

Só no mês de junho foram três de ouro, duas de prata e três de bronze obtidas na classificatória para o Pan-Americano.

Serão oito atletas representando o país nos jogos que ocorrerão no próximo mês, em Toronto, no Canadá.

Além disso, a seleção terminou o Torneio Centenário, realizado em maio no Chile, no primeiro lugar por equipes.

Foram dois ouros, uma prata e um bronze.

Já no Torneio Internacional Cheo Aponte de Porto Rico, em abril, os brasileiros ficaram na segunda posição por equipes e trouxeram nove medalhas para casa: três de ouro, quatro de prata e duas de bronze.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos sem medalhas em Olimpíadas e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata).

Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, os atletas obtiveram sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

O presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro José da Silva, traça objetivos.

“Nossa meta é ajudar o Comitê Olímpico Brasileiro a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: handebol feminino

Jaqueline Anastácio: melhor armadora esquerda do Pan de Havana (Foto: CBHb)
Jaqueline Anastácio: melhor armadora esquerda do Pan de Havana (Foto: CBHb)

A seleção feminina de handebol chegou a uma vitória brilhante no final de maio.

O Brasil bateu Cuba e faturou o título do Pan-Americano Feminino de forma invicta.

A equipe se sagrou campeã pela nona vez. Esse é o terceiro título seguido.

Comandada pelo técnico dinamarquês Marten Soubak, a equipe canarinho venceu Cuba por 26 a 22, na capital Havana, casa das adversárias.

Além do título, três atletas brasileiras receberam o prêmio de melhor jogadora da posição. Jéssica Oliveira foi considerada a melhor goleira, Jaqueline Anastácio a melhor armadora esquerda e Samira Rocha a melhor ponta esquerda.

Pan de Toronto

O título foi conquistado em momento de reta final de preparação aos Jogos Pan-Americanos de Toronto, que será realizado no Canadá entre os dias 10 e 26 de julho.

O maior desafio da temporada da modalidade é o Mundial da Dinamarca, a ser disputado no fim do ano.

O handebol acredita em possibilidade de um pódio olímpico em casa, nos Jogos Rio 2016.

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Conheça as modalidades olímpicas: ciclismo de pista

Monteiro: boa participação na Omnium, Mundial da França (Foto: CBC Divulgação)
Monteiro: boa participação na Omnium, Mundial da França (Foto: CBC Divulgação)

O grande desafio deste ano para o ciclismo de pista será os Jogos Pan-Americanos de Toronto, entre 10 e 26 de julho, no Canadá, no qual o Brasil tem 11 vagas garantidas. Nas competições que antecedem a Olimpíada, a equipe brasileira conseguiu bons resultados.

Na Copa do Mundo 2014/2015, em janeiro, os ciclistas disputaram três etapas, sendo a primeira em Guadalajara, seguida por Londres e Cali, na Colômbia.

Na última etapa, o brasileiro Gideoni Monteiro, na prova Omnium, terminou a competição na 15ª colocação geral, alcançando um resultado inédito para o Brasil.

Em fevereiro, a equipe de velocidade garantiu, pela primeira vez, participação no Mundial de Ciclismo de Pista 2015, na França.

Gideoni Monteiro conquistou a 17ª posição na prova de 1Km Contra-Relógio, 19ª posição na Flying Lap e 13º na Prova Por Pontos, finalizando a Omnium na 15ª colocação geral.

Em 2014, no Campeonato Pan-Americano, no México, além da medalha de bronze conquistada pelos atletas Kacio Freitas, Flávio Cipriano e Diefferson Borges, na prova de Velocidade por Equipes, o Brasil voltou a subir ao pódio com a ciclista Gabriela Yumi, que garantiu a prata na prova Keirin.

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Conheça as modalidades olímpicas: pentatlo moderno

Yane: principal atleta do pentatlo (Foto: CBPM)
Yane: principal atleta do pentatlo (Foto: CBPM)

O pentatlo moderno brasileiro alavancou uma onda de resultados positivos nos últimos anos: Yane Marques, principal atleta da modalidade, conquistou pela quinta vez um ouro no Pan-Americano de Pentatlo Moderno, realizado em julho do ano passado na Cidade do México.

A atleta já havia garantido uma medalha dourada em março, nos Jogos Sul-Americanos de Santiago.

Além dela, Felipe Nascimento também ganhou um ouro, Danilo Fagundes prata e Priscila Oliveira bronze.

No revezamento de duplas, Felipe e Priscila encerraram a competição com outra prata para o Brasil.

Yane ganhou bronze em Londres, 2012 e foi responsável pela primeira medalha olímpica brasileira no esporte.

Ela também obteve uma prata no Pan de Guadalajara, 2011, a única conquistada pelo pentatlo nesta edição.

Esses feitos deixam o presidente da Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno, Helio Meirelles, otimista para 2016.

“As perspectivas ultrapassam as expectativas, em relação à possibilidade de medalhas. Após o bronze inédito de Yane, a modalidade passou a receber ainda mais atenção do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico Brasileiro. Isso faz com que o pentatlo moderno brasileiro visualize um futuro promissor, não só para 2016, como também para os próximos ciclos olímpicos”, afirma.

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Conheça as modalidades olímpicas: handebol

Brasil x Guatemala - Foto Santiago RussoPhoto&Grafia
Handebol brasileiro: desempenho superior em 2014 (Foto: Santiago RussoPhoto&Grafia)

A cada ano, o Handebol ganha mais evidência, com os bons resultados de recentes conquistas, não só nas categorias adultas, mas também nas de futuras gerações para a modalidade.

O ano de 2014 foi um período repleto de vitórias.

Nas competições oficiais houve a conquista das duas medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Chile, e a prata pela equipe masculina no Pan-Americano do Uruguai.

No masculino, o Brasil foi o segundo colocado do Torneio Internacional Memorial Domingos Barcenas, em Córdoba, na Espanha.

Em outubro, em São Bernardo do Campo (SP), o time foi campeão do Torneio Quatro Nações.

A seleção feminina começou o ano com duas vitórias em amistosos, em São Bernardo do Campo (SP).

Já em outubro, a seleção integrou o seleto grupo que disputou a Golden League, na Dinamarca, e ficou com o quarto lugar.

No handebol de areia, o domínio seguiu verde e amarelo.

As duas Seleções começaram o ano com uma dobradinha no lugar mais alto do pódio do Pan-Americano, no Paraguai, e, em julho, nas areias de Recife (PE), garantiram mais uma vez o ouro feminino e masculino do Campeonato Mundial.

Nos Jogos Olímpicos da Juventude, o Brasil foi quarto colocado no feminino e quinto no masculino.

Hoje, o handebol enxerga grandes possibilidades de um pódio olímpico em casa, nos Jogos Rio 2016.

O presidente da Confederação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira, acredita que todas essas conquistas demonstram que o handebol brasileiro está no caminho certo.

“Estamos muito felizes com todas as conquistas que estamos tendo. Tivemos um crescimento em todas as categorias nos dois naipes. Temos uma alegria muito grande e expectativas extremamente positivas. Tenho certeza que vamos continuar mostrando a força do handebol brasileiro”, diz Oliveira.

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Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Polo aquático: classificação garantida para o Pan (Foto: Satiro Sodré/CBDA)
Polo aquático: classificação garantida para o Pan (Foto: Satiro Sodré/CBDA)

A Olimpíada Rio 2016 terá a estreia olímpica da equipe feminina do Brasil de polo aquático.

Por ser país sede, as seleções masculina e feminina do Brasil já têm vagas confirmadas.

No Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos, realizado em Mar del Plata, na Argentina, o Brasil garantiu sua posição de grande potência sul-americana nos esportes aquáticos e conquistou o título de campeão em todas as competições.

Ao todo o Brasil obteve 57 medalhas, sendo 28 de ouro, 18 de prata e 11 de bronze.

Marina Zablith e Felipe Perrone ganharam o Prêmio Señor de Sipan oferecido para os melhores atletas.

As equipes brasileiras do polo aquático classificaram-se para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá, com as medalhas de ouro conquistadas nas categorias masculino e feminino.

O presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes Filho, vê nessas conquistas fatores que permitem acreditar em boa campanha brasileira em 2016:

“Os resultados deste sul-americano superaram as nossas expectativas. Nosso projeto conta com mais um ano e meio de treinamento para alcançar o maior objetivo, que é representar muito bem o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016. As medalhas conquistadas vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução”, afirmou.

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Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento explica como o Brasil se encaminha para ficar entre os dez primeiros países na Olimpíada

160914Leyser_Pinheiros_SP_8241PMDirigindo-se a uma plateia de convidados reunida nesta terça-feira (16/9) no auditório do Esporte Clube Pinheiros, o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, falou sobre política esportiva e sobre as decisões tomadas a partir da eleição do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos 2016.

Em sua palestra, Leyser abordou temas variados, desde as obras de infraestrutura até os kits de iniciação para várias esportes entregues em todo o país.

160914Leyser_Pinheiros_SP_8264PMRicardo Leyser detalhou o trabalho que vem sendo feito pelo Ministério do Esporte, não apenas o relacionado ao Plano Brasil Medalhas, mas também na estrutura que está sendo construída e montada para iniciação esportiva, por meio de convênios ou parcerias com clubes, universidades, prefeituras e Estados.

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Conheça as modalidades olímpicas: judô

Mayra Aguiar, campeã mundial brasileira de judô - CBJ
Mayra Aguiar: campeã mundial (Foto: CBJ)

Nos Jogos de Londres 2012, o judô brasileiro fez a melhor campanha olímpica com três bronzes e um ouro.

Isso deu ao Brasil o sexto lugar no ranking de medalhas na modalidade, superando os resultados de Pequim em 2008, de três medalhas de bronze.

Este ano, na competição individual do Mundial de Judô de Chelyabinsk, na Rússia, em agosto, o Brasil ficou em terceiro lugar no quadro geral, com quatro medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata e duas de bronze.

Destaque para Mayra Aguiar, que entrou para a história do judô brasileiro ao se tornar a primeira judoca com quatro medalhas mundiais.

Além do ouro em Chelyabinsk, ela foi prata no Mundial de Tóquio 2010 e bronze nos Mundiais Paris 2011 e Rio 2013.

Ney Wilson, gestor técnico das equipes adultas da Confederação Brasileira de Judô, diz que a expectativa para o Rio 2016 é superar a quantidade de medalhas conquistadas em Londres, mas pondera:

“É muito difícil fazer uma previsão concreta nesse momento porque não sabemos quem serão os atletas que vão estar nos Jogos do Rio. Hoje, ele pode não estar na equipe principal, mas com bons resultados, pode se classificar. Nosso objetivo é evoluir em relação aos últimos Jogos”, afirma.

O judô chegou ao Brasil em 1922 e manteve uma trajetória de contínuo crescimento de adeptos, até se transformar no esporte que possui uma seleção de atletas respeitada internacionalmente e em uma das modalidades olímpicas mais vitoriosas do país.

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