COB recebe convite oficial para participar dos Jogos Olímpicos de Inverno

Foto: Divulgação/CBDN
Foto: Divulgação/CBDN

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) recebeu convite oficial para participar dos Jogos Olímpicos de Inverno, que será disputado entre os dias 9 e 25 de fevereiro de 2018, em PyeongChang, na Coreia do Sul.

A convocação foi feita pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

O planejamento brasileiro para os Jogos de Inverno já estão em andamento, segundo o gerente geral de Jogos e Operações Internacionais do COB, Gustavo Harada.

“As confederações vêm trabalhando com muita seriedade, buscando estabelecer os seus planos e projetos da maneira mais estável possível e mantendo os atletas brasileiros competindo em alto rendimento. Vamos buscar a melhor preparação que dê respeito ao Brasil também nos esportes de inverno”, disse.

História 

A primeira participação brasileira em uma edição de Jogos Olímpicos de Inverno foi em Albertville, em 1992.

A maior delegação brasileira na competição, até hoje, disputou os Jogos de Sochi 2014 com 13 atletas em sete modalidades (esqui alpino, esqui cross country, snowboard cross, esqui aéreo, biatlo, bobsled e patinação artística), segundo o COB.

Isabel Clark é responsável pelo melhor resultado brasileiro – a nona colocação no snowboard cross, em Turim 06.

No último dia 14, a brasileira retornou ao top 20 da modalidade, ao finalizar a primeira corrida da Copa do Mundo de Snowbord Cross na 15ª colocação.

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Gabriel Medina realiza sonho e inaugura instituto no litoral de São Paulo

 (Foto: Aleko Stergiou/Instituto Gabriel Medina)
(Foto: Aleko Stergiou/Instituto Gabriel Medina)

O primeiro brasileiro a ser campeão mundial no surf conseguiu mais uma conquista: inaugurar o tão esperado Instituto Gabriel Medina, em Maresias, litoral de São Paulo.

Medina investiu R$ 3 milhões em recursos próprios e ainda contará com 19 patrocinadores para a operação do espaço.

Na inauguração, ele concedeu entrevista coletiva junto com a mãe, Simone Medina, e o pai, Charles Saldanha.

“Estou muito feliz. Era um sonho meu e da minha família poder ajudar essas crianças. Ajudando o meu esporte também, que é o surfe. Me sinto orgulhoso em poder realizar esse sonho”, disse Gabriel Medina.

O local conta com piscinas, sala de musculação e informática.

Também há um museu com itens do campeão, como o troféu do Mundial e pranchas usadas durante as conquistas.

O instituto foi construído em um terreno de 336 metros quadrados à beira-mar, em Maresias, e contará com auditório, academia, piscina semiolímpica ao ar livre, cama elástica (usada para aperfeiçoar manobras), refeitório, sala médica, espaço para reuniões, um palanque fixo e laboratório de informática.

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Brasil terá 12 skatistas na Olimpíada de 2020

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A Federação Internacional de Skate (ISF)definiu que Brasil e Estados Unidos terão, cada um, 12 skatistas nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

A decisão foi tomada porque os dois países são os mais tradicionais nas quatro rodinhas e, na última década, protagonizaram as disputas por títulos dos principais campeonatos.

Ao todo, serão 80 atletas na Olimpíada nesse esporte, sendo 40 mulheres e 40 homens, divididos em duas modalidades: Park e Street.

Vão ser três brasileiros em cada uma dessas categorias, no masculino e no feminino. A seleção vai ser realizada através do ranking mundial de 2019.

Brasil e Estados Unidos têm os principais skatistas do mundo e a presença dessas estrelas foi a forma encontrada para atrair grandes investidores para o evento.

O skate, juntamente com caratê, escalada, surfe e beisebol, foi incluído nos Jogos de Tóquio pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), após aparecer como demonstração nos Jogos da Juventude de Nanquim, em 2014.

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“O COB trabalha pela transformação do Brasil em uma potência esportiva”

Fotos: Wander Roberto/ COB
Fotos: Wander Roberto/ COB

O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, foi entrevistado pela Revista dos Clubes, antes da abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Dirigente de longa carreira presidiu, também, a Confederação Brasileira de Voleibol, e, como jogador de vôlei, disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio 1964. Nuzman faz um balanço do trabalho no comando da candidatura do Rio, iniciado em 2009, que obteve o direito de montar a primeira Olimpíada na América do Sul. Frente ao feito, o presidente do COB não tem dúvidas em prever que, na abertura dos Jogos, irá sentir uma das maiores emoções da sua trajetória, como atleta e dirigente. Acompanhem.

Qual será a sensação do presidente do COB, quando o Time Brasil entrar no Maracanã para a cerimônia de abertura dos primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul?

Carlos Arthur Nuzman: Certamente, viverei um momento mágico e inesquecível. Será a concretização de um sonho, que acalentei durante longo tempo. Foram muitos anos de trabalho duro e extrema dedicação, que culminaram na realização do maior evento esportivo do mundo, pela primeira vez, no Brasil e na América do Sul. Dificilmente teremos outra oportunidade como essa e devemos celebrar intensamente. Após uma vida inteira dedicada ao esporte, essa será uma das maiores emoções da minha trajetória, como atleta e dirigente.

O COB colocou em prática um minucioso planejamento para os Jogos. Qual o balanço que se pode fazer? Os objetivos foram alcançados?

Nuzman: Estabelecemos um plano estratégico detalhado, em 2009, e tudo correu conforme planejado. Estamos proporcionando aos nossos atletas a melhor preparação de todos os tempos, e o resultado dos últimos três anos demonstram que o esporte brasileiro segue progredindo. Entre 2013 e 2015, o esporte olímpico brasileiro registrou uma evolução significativa, em relação ao mesmo período do ciclo olímpico anterior, com inúmeras conquistas em nível mundial.  Outro ponto positivo é o aumento do número de modalidades que chegaram aos pódios mundiais. Nos últimos três anos, o Brasil aumentou o leque de modalidades medalhistas, alcançando as primeiras colocações em 15 delas, o que vem ao encontro dos objetivos traçados no Planejamento Estratégico do COB, cuja meta é chegar, nos Jogos Olímpicos Rio 2016, entre os dez primeiros países no quadro total de medalhas.

Além de ficar entre os dez maiores medalhistas, o Brasil terá conseguido dar alicerces para que o país se mantenha nessa posição nos Jogos subsequentes? 

Nuzman: Os Jogos Olímpicos Rio 2016 são uma oportunidade única de desenvolvermos o esporte brasileiro e deixarmos uma semente plantada para o futuro. O COB trabalha pela transformação e manutenção do Brasil em uma potência esportiva. Uma boa participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016 é parte fundamental para esse projeto. Esperamos, com os resultados de nossos atletas, inspirar futuras gerações a se iniciarem na prática esportiva. Para o COB, ser uma potência olímpica significa estar entre o Top 10 pelo número total de medalhas e conquistar o pódio em mais de dez modalidades nos Jogos Olímpicos. Alguns países conquistam várias medalhas em apenas uma modalidade, ou seja, eles são potência nessa modalidade específica, mas não no todo. É importante que tenhamos uma abrangência maior de modalidades medalhistas para que as conquistas sejam sustentáveis em longo prazo.

Atrapalhou, de alguma forma, a crise financeira que atingiu o país, no momento bem próximo da reta final para a Olimpíada?

A desvalorização do real encareceu um pouco a reta final da preparação. No entanto, posso garantir que o planejamento traçado em 2009 foi executado em sua plenitude, sem nenhum prejuízo aos nossos atletas.

O COB preocupou-se em monitorar permanentemente os resultados dos principais atletas do país e de seus concorrentes. Esse mapa estratégico e outras sistematizações serão transformados em conhecimento para ser aplicado de forma constante?

Nuzman: Sim. Esse é mais um legado que os Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão. O modelo de gestão, criado para enfrentar o grande desafio de preparar os atletas para competir em casa, gerou processos que seguirão sendo utilizados nos próximos ciclos olímpicos. Todo o conhecimento adquirido pelo COB está sendo replicado para as confederações, clubes e instituições. Por meio do Instituto Olímpico Brasileiro, que é o braço de educação do COB, formamos centenas de novos gestores e aperfeiçoamos dezenas de treinadores, aptos a continuar permanentemente o processo de qualificação do nosso esporte.

Pode-se dizer que, hoje, o atleta brasileiro tem, no mínimo, a mesma condição que o estrangeiro concorrente dele?

Nuzman: Atualmente, o atleta brasileiro de alto rendimento tem as mesmas condições de treinamento das grandes potências esportivas. Esse ciclo foi o melhor da história olímpica, em termos de preparação. A estratégia do COB envolveu diversos investimentos, de forma a atender todos os detalhes da preparação, em diversas áreas como: Ciências do Esporte, intercâmbio de treinamentos e competições, capacitação de gestores e treinadores, apoio às equipes multidisciplinares, compras de equipamentos, gerenciamento do CT Time Brasil, entre outros.

Modalidades pouco tradicionais, como canoagem, handebol, polo aquático e tiro esportivo, desenvolveram-se nesse ciclo olímpico. Essa diversificação vai continuar no país?

Nuzman: O nosso objetivo é aprimorar o planejamento e continuar ampliando o leque de investimentos, para que cada vez mais modalidades possam despontar no cenário mundial.

Nuzman C - Wander Roberto  Acervo COBComo o senhor analisa o alinhamento havido entre os agentes do esporte no país – Ministérios, confederações e patrocinadores – para a realização dos Jogos?

Nuzman: A maior vitória que o Rio 2016 trouxe ao esporte nacional foi o alinhamento de todos os agentes do esporte em um mesmo objetivo. Então, temos, além do Comitê Olímpico do Brasil, os Ministérios do Esporte, da Defesa, da Educação, da Ciência e Tecnologia, confederações, clubes, associações e patrocinadores, trabalhando juntos para o desenvolvimento do esporte olímpico. Além disso, já está em execução um plano 20/24, para o pós-2016, com diversas ações de busca de talentos e incentivo a atletas em formação.

O senhor acredita que esse engajamento dos agentes do esporte teria sido obtido sem que o país fosse sede olímpica? Como manter e transformar esse avanço em legado efetivo e transformador?

Nuzman: Mesmo antes da escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica, o esporte brasileiro já dava clara demonstração de caminhar rumo à plena profissionalização. Os resultados em Jogos Olímpicos e Pan-Americanos nas últimas décadas comprovam essa evolução. Além disso, realizamos os Jogos Sul-Americanos em 2002 e os Jogos Pan-Americanos Rio 2007, trazendo gestão e investimentos ao esporte brasileiro e mostrando à comunidade esportiva internacional a nossa capacidade de organização. Porém, não há dúvidas de que o trabalho feito na candidatura, e a realização dos Jogos Rio 2016, mudam definitivamente o patamar do esporte brasileiro.

Como o COB se prepara para o próximo ciclo olímpico, visando Tóquio 2020?

Nuzman: Estamos trabalhando para tornar e manter o país uma potência olímpica, tanto que já estamos mirando em Tóquio 2020 e nos Jogos Olímpicos de 2024. A base está sendo formada, principalmente no que se refere a recursos humanos. Criamos o Instituto Olímpico Brasileiro, voltado para os três pilares que julgamos fundamentais na formação de recursos humanos: treinadores, gestores e atletas. A Academia Brasileira de Treinadores, chancelada pelo Comitê Olímpico Internacional, pelo Conselho Federal de Educação Física e pelo próprio COB, já está em sua terceira turma de treinadores. O Curso Avançado de Gestão Esportiva, CAGE, voltado para as confederações, clubes, Forças Armadas, etc, formou mais de 200 gestores, em um curso de 13 meses, de alta qualidade. Temos um programa de transição de carreira, do qual já participaram 35 atletas, dentre eles Fabi (vôlei), Emanuel e Adriana Behar (vôlei de praia) e Hugo Hoyama (tênis de mesa), Maurren Maggi (atletismo), para citar alguns nomes. São esportistas que contribuíram com suas excelentes performances para o esporte brasileiro e continuarão ajudando o esporte no Brasil. Também realizamos um projeto chamado Vivência Olímpica, que ajuda jovens atletas a passarem pela experiência olímpica. Em Londres 2012, levamos 16 jovens para ver de perto como é uma edição de Jogos Olímpicos, entre eles nomes hoje consagrados como Isaquias Queiroz, Martine Grael, Rebeca Andrade e Thiago Monteiro. Repetiremos essa experiência nos Jogos Rio 2016, dessa vez de olho em Tóquio 2020, com 20 jovens atletas que ainda serão selecionados em conjunto com as Confederações Brasileiras Olímpicas.

Como o senhor vê a evolução da atuação dos clubes na formação de atletas olímpicos?

Nuzman: Os clubes são peças fundamentais na estrutura esportiva do país e trabalhamos conjuntamente na preparação dos atletas para o Rio 2016. Cada vez mais estreitamos os laços com a Confederação Brasileira de Clubes. Percebemos que os clubes formadores estão se profissionalizando e melhorando suas estruturas e instalações. Isso é de suma importância para o desenvolvimento do nosso sistema esportivo. Temos que continuar trabalhando em um planejamento conjunto para que a base seja cada vez maior, e o alto rendimento possa colher os frutos desse trabalho fantástico que os clubes fazem no Brasil.

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Zanetti cresce e supera grego, rumo aos Jogos

Arthur Zanetti conquista mais um ouro
Arthur Zanetti conquista mais um ouro (Foto: CBG/Divulgação)

Depois de ficar fora da final do Mundial do ano passado, em Glasgow, na Escócia, Arthur Zanetti brilhou para conquistar a medalha de ouro nas argolas no evento-teste dos Jogos Olímpicos do Rio, na sua primeira competição internacional na temporada.

O brasileiro ficou à frente do grego Eleftherios Petrounias, campeão mundial, que ficou com a prata, e do francês Samir Ait Said.

A disputa com Petrounias foi acirrada. Zanetti disse que a pressão existe para todos os competidores.

“Pode acontecer de ele ficar em primeiro em uma qualificatória, competir e jogar a pressão pra cima de mim. Quem estiver melhor de cabeça na hora é que vai tirar o melhor resultado. A torcida ajuda, a gente sentiu que a torcida está do nosso lado. Estar em casa é muito bom, uma grande vantagem, é totalmente positivo”, afirmou.

Marcos Goto, treinador de Arthur Zanetti, aprovou o planejamento de treinar mais para esta temporada.

“Não tem segredo, apenas treino. Deixamos de fazer algumas competições para treinar. Não é nenhuma tática, mas o Arthur chegou em um nível que precisa de mais treinos do que competições”, explicou.

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Conheça as modalidades olímpicas: hipismo

Ruy Fonseca: medalhas no Pan (Foto: Sergio Dutti/Exemplus/COB)
Ruy Fonseca: medalhas no Pan
(Foto: Sergio Dutti/Exemplus/COB)

Com pequena diferença em pontuações, o Brasil conquistou três medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Toronto e demonstrou confiança para competir na Olimpíada Rio 2016.

Primeiro veio o bronze com o time de Adestramento, formado por João Victor Oliva, João Paulo dos Santos, Sarah Waddell, e Leandro da Silva, que somou 414,895 pontos.

Já o Time Brasil do Concurso Completo de Equitação (CCE) garantiu a prata por grupos.

A segunda colocação no pódio não vinha desde 1999.

Os cavaleiros que trouxeram a medalha foram Ruy Fonseca e Carlos Parro, Márcio Carvalho Jorge, Henrique Plombom Pinheiro.

Ruy Fonseca também arrematou o bronze no individual.

Favorito, o veterano cometeu algumas falhas e acabou deixando o ouro para os EUA e a prata para o Canadá.

A medalha foi a primeira individual do CCE em 20 anos.

Com vaga garantida nos Jogos Olímpicos de 2016, graças ao resultado obtido no mundial do ano passado, o presidente da Confederação Brasileira de Hipismo, Luiz Roberto Giugni, acredita que está no caminho certo.

“Montamos uma equipe com cavaleiros jovens para testar novos conjuntos e todos corresponderam completamente a nossa expectativa. Mostraram que podem estar no grupo de elite e isso nos dá mais opções para formar um time forte para os Jogos Rio 2016″, diz.

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Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Time masculino: prata no Pan (Foto: Brasil2016.gov.br)
Time masculino: prata no Pan (Foto: Brasil2016.gov.br)

O polo aquático brasileiro encerrou o Pan-Americano de Toronto, realizado em julho deste ano, no Canadá, com uma prata e um bronze.

A prata foi conquistada pelo time masculino, após a derrota para os Estados Unidos na final, em disputa acirrada, vencida pelos norte-americanos por 11 a 9.

Já a equipe feminina garantiu o bronze ao vencer a seleção de Cuba por 9 a 6. Essa é a quarta medalha de bronze das mulheres do polo aquático em Pan-Americanos. Pouco antes de começar esta competição, o Brasil já mostrava o seu potencial de medalhas em competições internacionais.

Os homens conquistaram um bronze inédito na Liga Mundial da modalidade, realizada em Bergamo, na Itália.

Ambas as equipes têm vaga garantida nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, pelo fato de o Brasil ser país sede.

Com as conquistas recentes e a grande quantidade de jogadores naturalizados para defender as cores verde e amarela, as equipes estão confiantes e treinam intensamente para conquistar medalhas no ano que vem.

Para a equipe masculina, a vaga é ainda mais importante, já que a última vez que disputaram uma Olimpíada foi em 1984.

Para garantir um retorno vitorioso, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) contratou o técnico croata Ratko Rudic, que já foi campeão olímpico.

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Conheça as modalidades olímpicas: levantamento de peso

Reis: favoritismo confirmado no Pan (Foto: COB)
Reis: favoritismo confirmado no Pan
(Foto: COB)

O levantamento de peso fez boa campanha nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, com direito a recorde e medalhas.

O atleta Fernando Reis trouxe o ouro para o Brasil. Ele confirmou seu favoritismo ao levantar 192 kg e derrubar o recorde de 180 kg.

Na sequência, também deixou para trás o antigo recorde de 225 kg na disputa do arremesso e passou para 235 kg.

No total, ele alcançou a soma de 427 kg, superando os 410 kg.

Os recordes anteriores já pertenciam ao atleta, que atingiu as marcas há quatro anos, nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Ainda no masculino, Mateus Felipe Gregório obteve o resultado de 377 kg, sendo 175 kg no arranque e 202 kg no arremesso, e conquistou a medalha de prata na categoria até 105 kg.

As atletas femininas também subiram ao pódio. Bruna Piloto, na categoria até 63 kg, perdeu a chance de faturar a prata por 1 kg e garantiu o bronze.

Totalizou 202 kg com 90 kg no arranque e 112 kg no arremesso.

Com a medalha, a brasileira fez história ao ser a primeira mulher do país a subir em um pódio pan-americano na modalidade.

Jaqueline Ferreira, na categoria até 76 kg, faturou o segundo bronze. Ao todo ela levantou 230 kg, 105 kg na arrancada e 125 kg no arremesso.

A modalidade é uma das apoiadas pelo governo federal e começa a ganhar favoritismo do público.

A inédita medalha olímpica do Brasil pode chegar nos Jogos Rio-2016.

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Conheça as modalidades olímpicas: futebol

Seleção feminina: ouro no futebol (Foto: CBF divulgação)
Seleção feminina: ouro no futebol (Foto: CBF divulgação)

O futebol brasileiro encerrou a participação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto com um ouro e um bronze.

A seleção masculina, conhecida por suas grandes conquistas, ficou apenas com o bronze.

Após um início empolgante na competição, a equipe perdeu de virada para o Uruguai por 2×1 na semifinal.

Na disputa pelo bronze, o Brasil perdia o jogo para o Panamá, por 1×0, até os 30 minutos do primeiro tempo, mas com um pênalti conseguiu levar a partida para a prorrogação.

A partida acabou em 3×1 para a equipe verde e amarela, garantindo a medalha.

O ouro veio com as mulheres, que tiveram atuação impecável no Pan.

Com placares como 7×1, em cima do Equador, e 4×2, no México, a seleção chegou à final contra a Colômbia. Invictas, as atletas golearam mais uma vez, com direito a gol olímpico de Maurine, e derrotaram o time adversário por 4×0, conquistando o tri em Pan-Americanos.

O retorno de um título em competição internacional pode ser a volta do Brasil entre os melhores da modalidade, já que as expectativas de ouro na Olimpíada do Rio, 2016, cresceram após o Pan.

Nas últimas edições, a seleção feminina ganhou duas pratas, em Pequim e Atenas, além de ter sido vice-campeã do mundo em 2007.

Já a masculina levou a prata em Londres e bronze em Pequim.

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Conheça as modalidades olímpicas: salto com vara

Arquivo pessoal
Fabiana: bons resultados neste ano (Foto: Arquivo pessoal)

  O salto com vara está confiante em medalhas na Olimpíada Rio-2016.

 A modalidade conseguiu bons resultados este ano nas provas preparatórias e classificatórias para os Jogos.

  Na Diamond League, em junho, Fabiana Murer mostrou que está preparada.

  Na etapa de Nova York (EUA), a atleta garantiu a medalha de ouro e fez o segundo melhor salto da temporada de 2015. Isso a fez alcançar o segundo lugar do ranking mundial no salto com vara de 4,80 m, após passar pelas marcas de 4,54 m e 4,74 m.

(Foto: Agência LuzBM&FBOVESPA)
(Foto: Agência Luz/BM&FBOVESPA)

 Uma semana antes, Fabiana já havia conseguido um grande resultado ao levar o ouro na etapa de Birmingham, com um salto de 4,72m. A próxima competição da brasileira será a etapa de Paris (FRA), em julho, antes do Pan.

  Na etapa de Roma da Diamond League, Thiago Braz conquistou a medalha de prata. E ainda quebrou seu recorde brasileiro e sul-americano com a marca de 5,86m, o que o deixa atrás apenas do campeão olímpico em Londres, o francês Renaud Lavillenie, com 5,91m.

  O saltador é uma das grandes apostas para o Brasil brigar por medalha em 2016.

  Braz está no top 10 do ranking mundial do salto com vara.

  Em maio, Braz já havia conquistado a prova do salto com vara do Ostrava Golden Spike, na República Tcheca, com a marca de 5,75 m, e o título do Troféu Brasil Caixa de Atletismo, com a marca de 5,65 m, em São Bernardo do Campo (SP).

  Os integrantes da delegação que representará o país no Pan-Americano de Toronto, de 18 a 25 de julho, já estão decididos: feminino: Fabiana Murer e Karla Rosa da Silva; masculino: Thiago Braz e Fabio Gomes da Silva.

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