Boxe brasileiro garante oitava vaga para a Olimpíada do Rio

Nogueira (dir.): vaga garantida
Nogueira (dir.): vaga garantida

Juan Nogueira, categoria até 91kg, conquistou bronze no Pré-Olimpíco das Américas, realizado no último domingo (20/3), em Buenos Aires, Argentina.

O brasileiro derrotou o americano Cam Awesome, por decisão de dois dos três juízes, e conquistou uma vaga para a Olimpíada do Rio, em agosto.

Além de Juan, outros sete atletas estão classificados para a competição: Adriana Araújo, na categoria leve (60 kg), Patrick Lourenço, mosca ligeiro (49 kg), Julião Neto, mosca (52 kg), Robenilson de Jesus, galo (56 kg), Robson Conceição, leve (60 kg), Joedison Teixeira meio médio ligeiro (64kg), e Michel Borges, meio pesado (81kg).

Ainda restam duas opções para os boxeadores que não têm participação garantida nos Jogos Olímpicos.

Em maio, as mulheres disputarão o Campeonato Mundial de Boxe Feminino, no Cazaquistão. Os homens terão outra oportunidade na Classificatória Final Mundial, em junho, no Azerbaijão.

Na última edição da Olimpíada, realizada em Londres, 2012, o Brasil quebrou um jejum de 44 anos e conquistou uma prata e dois bronzes.

A meta para este ano é conseguir o ouro inédito, em casa.

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Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Rafael Lima: medalhista no Pan (Foto: Saulo Cruz/ COB)
Rafael Lima: medalhista no Pan (Foto: Saulo Cruz/ COB)

Para o boxe brasileiro, o ano de 2015 foi repleto de conquistas.

No geral, foram 25 medalhas, obtidas nas diversas competições disputadas pela modalidade ao longo do ano.

Recentemente, Robson Conceição ganhou um bronze no Mundial Open de Boxe, realizado em outubro, no Qatar.

Pouco antes disso, o boxeador já havia garantido um ouro no Campeonato Continental, realizado em agosto, na Venezuela.

Robson derrotou o cubano Lázaro Alves, considerado como o segundo melhor do mundo na modalidade, e sagrou-se campeão.

Do Pan-Americano de Toronto, Canadá, os brasileiros trouxeram dois bronzes: o primeiro veio na categoria de 60kg com Joedison de Jesus,  e o outro na categoria superpesados (+91kg), com Rafael Lima.

O desempenho foi inferior à edição anterior, na qual a seleção faturou duas pratas e cinco bronzes.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro José da Silva, esse resultado não influencia no treinamento para as Olimpíadas do Rio, em 2016.

“São torneios distintos. Estamos preparando a equipe para disputar uma Olimpíada no Brasil, o que diferencia de tudo, pois  é específica por ser na nossa casa. O planejamento foi feito há quatro anos e já está em fase de conclusão”, afirma Silva.

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Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)
Falcão: prata em 2012 (Foto: CBB)

O boxe brasileiro começou o ano de 2015 com pé direito.

A modalidade, assim como em 2013, conquistou diversas medalhas até agora.

Só no mês de junho foram três de ouro, duas de prata e três de bronze obtidas na classificatória para o Pan-Americano.

Serão oito atletas representando o país nos jogos que ocorrerão no próximo mês, em Toronto, no Canadá.

Além disso, a seleção terminou o Torneio Centenário, realizado em maio no Chile, no primeiro lugar por equipes.

Foram dois ouros, uma prata e um bronze.

Já no Torneio Internacional Cheo Aponte de Porto Rico, em abril, os brasileiros ficaram na segunda posição por equipes e trouxeram nove medalhas para casa: três de ouro, quatro de prata e duas de bronze.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos sem medalhas em Olimpíadas e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata).

Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, os atletas obtiveram sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

O presidente da Confederação Brasileira de Boxe, Mauro José da Silva, traça objetivos.

“Nossa meta é ajudar o Comitê Olímpico Brasileiro a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma.

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Boxe brasileiro conquistou ótimos resultados internacionais (Foto: CBB)
Boxe brasileiro conquistou ótimos resultados internacionais (Foto: CBB)

As conquistas do boxe brasileiro em torneios de grande importância tornaram-se comuns nos últimos anos.

Só nos últimos dois meses, a seleção ganhou quatro ouros em expressivos campeonatos europeus: dois no Tammer Tournament, na Finlândia, e outros dois no Leszek Drogsz Memorial, na Polônia.

Ainda em 2014, o Festival Olímpico Pan-Americano de Guadalajara, no México, garantiu a Joedison Texeira e Myke Carvalho mais duas medalhas douradas para a coleção brasileira.

No último mundial, realizado em outubro de 2013, no Cazaquistão, a seleção trouxe para casa uma prata e um bronze.

Além disso, no mesmo ano, a delegação brasileira foi campeã do Continental Pan-Americano de Boxe, com oito medalhas.

“Nossa meta é ajudar o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma Mauro Silva, Presidente da Confederação Brasileira de Boxe.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata). Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, o Brasil obteve sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

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Após resultados de Londres, boxe brasileiro está otimista para Rio 2016

Esquiva Falcão: prata inédita em 2012
Esquiva Falcão: prata inédita em 2012

O Blog do Sindi-Clube informa sobre os preparativos que estão sendo feitos pelas equipes brasileiras que representarão o Brasil nas modalidades que vão disputar a Olimpíada Rio 2016.

Desta vez, vamos saber quais as perspectivas no boxe.

A participação do boxe brasileiro na história dos Jogos Olímpicos registra como primeiro sucesso a medalha de bronze de Servílio de Oliveira, na categoria mosca, em 1968, na Olimpíada do México. Depois disso, passaram-se 44 anos sem conquistas.

Porém, o boxe brasileiro conseguiu uma reviravolta nessa história: subiu três vezes ao pódio e conquistou medalhas com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata), em Londres (2012) e passou a ser uma promessa de sucesso para a Olimpíada de 2016.

Nilton Campos, presidente da Federação Paulista de Boxe, está confiante e espera superar os resultados de Londres.

“Após a surpresa dos resultados obtidos de 2012, com a conquista de três medalhas, há maior entusiasmo e empenho na preparação dos atletas para os Jogos Olímpicos no Rio, em 2016. A Federação Paulista de boxe conta com campeonatos que destacam os melhores atletas do país”.

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