Natação é esperança de medalhas

Cielo: favoritismo mantido (Foto: CBDA)
Cielo: favoritismo mantido (Foto: CBDA)

Se em alguns esportes o Brasil não tem tradição, nem esperanças de medalhas, em outros o favoritismo reforça as chances de conquista e a torcida para que o sonho se torne realidade, como é o caso da natação.

A modalidade é responsável por treze medalhas olímpicas na história, e apostará na velocidade para fazer bonito nos jogos olímpicos de 2016.

César Cielo é campeão olímpico e tem três ouros nos 50m livre em mundiais. Mesmo não estando em sua melhor forma, ainda é um dos favoritos na prova curta.

Já no caso de Bruno Fratus, top 5 do mundo na prova em quatro dos últimos cinco anos e, embora não tenha subido ao pódio em competições internacionais, também briga forte por medalha.

Além dos dois, Thiago Pereira, prata olímpica em 2012 (400 m medley) e recordista em medalhas em Jogos Pan-Americanos, Guilherme Guido (100 m costas) e Henrique Rodrigues (medley), também podem surpreender positivamente.

No feminino, Etiene Medeiros, que tem o recorde mundial nos 50 m costas em piscina curta, trouxe ainda mais expectativa, após se tornar a primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha na natação de Jogos Pan-Americanos, tendo, em 2015, ficado com o ouro.

O Brasil jamais conquistou medalha na natação feminina em Olimpíada.

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