Falta de atenção dos pais é a principal causa de acidentes de crianças em piscinas

A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) aponta que a segunda maior causa de mortes de crianças de 1 a 9 anos é o afogamento, sendo que 53% são registrados em piscinas.

E, segundo a instituição, a desatenção dos pais é a principal causa.

O raio de ação em que os pais devem manter as crianças por perto é a de um braço, pelo menos.

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Porém, além dos pais, em caso de piscina coletiva, deve haver também o profissional responsável pela segurança, como salva-vidas preparado para atender ocorrências e que tenha formação voltada para o socorro.

Ralos de antisucção, área delimitada para não haver circulação de crianças sozinhas, botão de emergência com acionamento pneumático (para desligar a bomba que faz parte do filtro) e equipamentos de primeiros socorros com alguém habilitado são essenciais para garantir que as normas de segurança sejam cumpridas.

Recentemente, pela falta de ralos em piscinas, houve casos em que crianças ficaram presas por membros ou pelo cabelo e acabaram sendo vítimas de afogamento.

Medidas simples como a colocação de uma tampa para proteger os ralos e a constante manutenção, ajudam a prevenir a repetição de acidentes iguais ou semelhantes.

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