Clube Esperia terá tênis em cadeira de rodas, nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens

Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB
Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB

O Clube Esperia, de São Paulo, irá sediar as competições de tênis em cadeira de rodas dos Jogos Parapan-Americanos de Jovens, entre os dias 21 e 24 de março.

O campeonato é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e está em sua 4ª edição, antes realizado na Venezuela, Colômbia e Argentina, e será sediado no Brasil este ano, pela primeira vez.

O presidente do CPB, Andrew Parsons, ressaltou a importância dos clubes na realização do evento.

“O Parapan de Jovens é a primeira competição internacional paraolímpica que ocorrerá no Brasil, após os Jogos Rio 2016. Sem a parceria com o Clube Esperia, a realização dos jogos de tênis em cadeira de rodas não seria possível. É importante que mais clubes sigam o exemplo do Esperia, que apoia e desenvolve modalidades paraolímpicas em suas instalações”.

Mil atletas entre 13 e 21 anos, em mais de 20 países, estão inscritos na competição.

A delegação brasileira contará com 172 atletas, em 12 modalidades diferentes: atletismo, bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô, halterofilismo, vôlei sentado, natação, tênis de mesa, basquete em cadeira de rodas e tênis em cadeira de rodas.

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Novo edital para o Bolsa-Atleta

Bolsa-Atleta: ajuda para a formação (Foto: Washington Alves/Exemplus COB)
Bolsa-Atleta: ajuda para a formação (Foto: Washington Alves/Exemplus COB)

O coordenador-geral do Programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, Mosiah Rodrigues, informou que um novo edital será publicado em outubro, com foco na preparação de atletas para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2020, em Tóquio, no Japão.

O programa, criado em 2004, concede bolsas que variam entre R$ 370 a R$ 15 mil, englobando desde competidores de jogos escolares a atletas de alto rendimento.

O dinheiro é depositado direto para o competidor, não para o gestor das modalidades.

Dos 289 convocados para competir a Paraolimpíada do Rio, 262, o equivalente a 90,6%, têm o patrocínio do programa.

“Não é todo mundo na mesma categoria, mas todos, de alguma forma, são apoiados”, disse Rodrigues.

Este ano, o Brasil conseguiu seu melhor desempenho em ambas as competições.

Na Olimpíada, terminou em 13º lugar, com 19 medalhas ao todo, sendo sete de ouro.

Já na Paraolimpíada, 14 medalhas douradas e 72 no total, deixaram o Brasil na oitava colocação do quadro geral.

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Governo vai manter investimentos em atletas paraolímpicos

(Foto:Divulgação/CPB)
(Foto:Divulgação/CPB)

Após os Jogos Paraolímpicos, que se encerraram ontem (18/9), o governo federal continuará a investir no esporte adaptado e nos atletas de alto rendimento, com o Bolsa Atleta e o Bolsa Pódio.

A afirmação foi feita pela secretária especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Roseane Estrela.  Na avaliação da secretária, os Jogos do Rio se tornarão um paradigma da mudança de comportamento da população em relação às pessoas com deficiência.

“Este será, sem dúvida, o principal legado dos Jogos Paraolímpicos. A meta é que fiquemos, no final das competições, em quinto lugar no quadro de medalhas, mas o objetivo é continuar aumentando os investimentos para avançar degraus neste ranking. Estamos voltados para uma meta mais ousada para o futuro”, disse.

O governo federal investiu R$ 67,3 milhões, por meio de 17 convênios firmados pelo Comitê Paraolímpico. O objetivo é manter o crescimento do país no quadro de medalhas. Em Londres 2012, os atletas paraolímpicos brasileiros alcançaram a sétima posição no ranking geral da competição.

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Brasil tem delegação recorde nas Paraolimpíadas

Futebol de cinco: em busca do tetra olímpico (Foto: CBP)
Futebol de cinco: em busca do tetra olímpico (Foto: CBP)

O Brasil terá a maior delegação da história nos Jogos Paraolímpicos do Rio.

Foram convocados 285 atletas, 185 homens e 100 mulheres, que disputarão medalhas em 22 modalidades.

Além dos esportistas, 23 acompanhantes e 195 profissionais técnicos, administrativos e de saúde chegaram à Vila Olímpica na última quinta-feira (1/9).

É a primeira vez, desde que entrou para a competição, em 1972, que o país terá representantes em todos os esportes.

O Comitê Paraolímpico Brasileiro espera encerrar o torneio em quinto lugar e superar sua melhor campanha, feita em Londres 2012.

O Brasil terminou a edição inglesa em sétimo, com 21 ouros, 14 pratas e oito bronzes.

Para que o objetivo seja alcançado, a principal esperança nacional é o atletismo. Em Paraolimpíadas, a equipe verde e amarela já garantiu, nessa modalidade, 109 medalhas – 32 douradas, 47 de prata e 30 de bronze.

A natação também é um ponto forte: 83 pódios, ao todo. Em 28 oportunidades, os brasileiros terminaram em primeiro lugar, levando o ouro, 27 vezes em segundo, e 28 em terceiro.

No futebol de cinco, praticado por cegos, o Brasil tem a chance de conquistar o tetracampeonato olímpico.

A seleção não perde um torneio desde 2006 e é a atual tetracampeã mundial.

Os Jogos começam em 7 de setembro e mais de 40% dos ingressos já foram vendidos.

Dentre os esportes mais procurados estão natação, atletismo, basquete em cadeira de rodas, futebol de cinco e vôlei sentado.

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