Alto dos Pinheiros recebe o último Clube de Leitura do ano

Com o fim do ano, algumas das atividades periódicas dos clubes entrarão em breve recesso.

É o caso dos Clubes de Leitura que, amanhã (14), às 15h, terá o último encontro de 2017.

O Clube Alto dos Pinheiros trará aos associados a discussão sobre as obras “Nunca houve tanto fim como agora” e “Trilogia do desespero”, ambas de Evandro Affonso Ferreira, que estará presente para os debates.

No primeiro livro, o leitor tem a possibilidade de encarar a miséria invisível que habita as almas e o cotidiano de nossas cidades, com cinco personagens que sobrevivem nas ruas de São Paulo.

Já em “Trilogia do desespero”, que reúne os romances “Minha mãe se matou sem dizer adeus”, “O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam” e “Os piores dias de minha vida foram todos”, o autor trata de morte, loucura, solidão e desespero.

Este ano, o Sindi-Clube, em parceria com a Companhia das letras, Academia Paulista de Letras e com os clubes paulistas, realizou cerca de 200 encontros de Clubes de Leitura.

Em 2018, a agenda continua e alguns clubes voltam com a programação já na primeira semana de janeiro.

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Encontro com o Autor comemora um ano com palestra de Mario Cortella

Na última quinta-feira (7), o Encontro com o Autor comemorou seu primeiro aniversário com um encontro especial.

O evento foi realizado no Esporte Clube Pinheiros e, como nas outras edições, contou com a presença de um autor de renome.

Desta vez, o convidado foi o escritor e filósofo Mario Sérgio Cortella.

Para o auditório lotado, Cortella falou sobre o seu mais novo livro, lançado pela Editora Planeta, “Viver em paz para morrer em paz”, em que reflete sobre a questão: Se você não existisse, que falta faria?

“No dia que eu me for, e eu me vou, não quero ir, eu quero ficar. E só há um jeito de ficar, ficar nas outras pessoas. A única maneira de ficar é fazendo falta”, disse,

O autor explicou que todos os seus livros têm uma fonte de angústia e contou que o mais recente trabalho está baseado “na necessidade de qualquer um de nós de ter uma vida que, sendo finita, não seja inútil, descartável, banal, fútil, superficial”.

Cortella trouxe ao público diversas reflexões sobre a vida, como a necessidade de que ela transborde.

“É preciso sair da borda, só quando você transborda você umidifica, fertiliza, dá vitalidade. Água parada fede. Por isso, uma vida tem que transbordar”.

Em pouco mais de uma hora de conversa, Cortella, além das reflexões, proporcionou aos presentes momentos de descontração com seu bom humor, um deles ao relatar seu protocolo em hotéis.

“Sempre que me hospedo, depois que leio o regulamento, saio do quarto, volto para a recepção e aviso que não posso ficar.

Quando o recepcionista do hotel me pergunta o porquê de ir embora respondo: “Tá no regulamento que eu não sou posso ficar aqui, não são permitidos animais”, brincou.

O Encontro com o Autor retomará seus eventos em 2018.

Agradecemos a todos que participaram e aos clubes que receberam os escritores e seus leitores nesse período.

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Clubes de Leitura de dezembro realizam as primeiras reuniões

A primeira reunião dos Clubes de Leitura de dezembro será feita hoje, às 19h, na Sociedade Esportiva Palmeiras, com o livro “Ainda estou aqui”, de Marcelo Rubens Paiva.

O autor relata um acerto de contas com a mãe, mas parte de um drama vivido em sua infância: o desaparecimento do pai durante a ditadura militar.

Em 2015 a Comissão Nacional da Verdade confirmou que Rubens Paiva, pai do autor, depois de preso, foi morto numa dependência militar, em 1971.

Às 19h30 de hoje, o Alphaville Tênis Clube realiza o Clube de Leitura com a obra “Os vestígios do dia”, de Kazuo Ishiguro, ganhador do Nobel de Literatura de 2017.

Nela, um mordomo, próximo à velhice, relembra as três décadas dedicadas à casa de um distinto nobre britânico.

No sábado (2), às 16h, na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, é a vez de um clássico norte-americano, “Herzog”, de Saul Bellow.

O livro retrata um professor universitário de meia-idade, em crise na profissão, traído pela mulher, que o trocou por seu melhor amigo.

Na segunda-feira (4), às 20h, no Anhembi Tênis Clube, a discussão é sobre o livro “Meia noite e vinte”, de Daniel Galera, que retrata a geração que cresceu em meio ao início da internet.

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Primeiro aniversário do Encontro com o Autor Sindi-Clube terá presença de Mário Sérgio Cortella

Será comemorado em 7 de dezembro, às 19h30, no salão de festas do Esporte Clube Pinheiros, o primeiro aniversário do Encontro com o Autor Sindi-Clube, que terá como principal atração o filósofo e escritor Mário Sérgio Cortella.

O evento contará com a presença do presidente da entidade, Paulo Movizzo.

Cortella fará palestra e, depois, receberá os fãs para autografar seu mais recente livro “Viver em paz para morrer em paz”, que será vendido no local.

Viver em paz para morrer em paz (capa aprovada).inddEm sua nova obra, o autor oferece ao leitor a oportunidade de  reflexão:  “Viver em paz não é viver sem problema, sem encrenca, sem dificuldade. Viver em paz é viver com a certeza de que não está vivendo de forma morna!”, escreve Cortella no prefácio do livro.

Durante o primeiro ano, o Encontro com o Autor já recebeu diversos escritores relevantes, como Carol Barcellos, Eduardo Agualusa, Monja Coen, entre outros.

Neste mês, o autor Guilherme Fiuzza esteve no São Paulo Futebol Clube para falar sobre seu livro “O império do oprimido”, em que ele faz uma paródia da situação política nacional.

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Três autores visitam clubes esta semana

Sete Clubes de Leitura estão marcados para esta semana e, além da leitura de obras selecionadas,  três deles contam com a presença de autores para discutirem seus livros junto com os associados.

Amanhã acontece o primeiro clube de leitura da semana, às 18h no Clube Jundiaiense, o livro da vez será “Poesia não vende” de Renata Pallottini. Segundo a autora a obra “tem muita ironia, medo e espanto, saudade e, surpreendentemente, esperança”. Ela estará presente no clube.

Na última semana, dia 13, o livro discutido no Anhembi Tênis Clube foi “Trilogia do Adeus” de João Anzanello Carrascoza, e amanhã, em comemoração aos 5 anos do Clube de Leitura do clube, o autor estará presente para um Encontro com o Autor. O evento acontecerá às 20h.

Na sexta-feira (24), às 16h, o Clube Atlético São Paulo, será abordado um dos mais famosos romances da escritora britânica Virginia Woolf, “Mrs. Dalloway” que narra um dia na vida da socialite ficcional Clarissa Dalloway.

Também na sexta, às 18h30, a AABB/SP recebe o autor Hans Freudenthal para conversar sobre o livro “O sobrevivente: de refugiado a escritor e outras histórias”, de sua autoria.

No sábado, às 10h e às 13h30, os associados do Esporte Clube Pinheiros, estarão reunidos para a discussão do livro que é uma homenagem a uma das maiores escritoras da língua inglesa, “O Clube de Leitura de Jane Austen”, de Karen Joy Fowler.

Considerada a obra mais importante do escritor ganhador do prêmio Nobel de Literatura em 1949 “O som e a fúria”, de William Faulkner, é narrado por quatro vozes distintas e tem saltos inesperados no tempo. Este será o romance que norteará o Clube de Leitura da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo no sábado, às 16h.

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Sindi-Clube entrega Prêmio Nacional de Literatura e anuncia concurso literário para jovens autores

Paulo Movizzo, presidente do Sindi-Clube, homenageou os vencedores e anunciou nova competição literária
Paulo Movizzo, presidente do Sindi-Clube, homenageou os vencedores e anunciou nova competição literária.

Sindi-Clube realizou ontem (13), no Club Athletico Paulistano, a entrega do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes aos ganhadores da segunda edição do concurso que teve a participação de associados de clubes de todo o país.

Durante do evento, o presidente do Sindi-Clube, Paulo Movizzo, homenageou os vencedores e anunciou a criação de uma competição literária destinada aos jovens escritores dos clubes (leia mais aqui).

O Blog do Sindi-Clube passa a divulgar os textos ganhadores do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes 2017.

Márcio Luiz Marques recebe da acadêmica Anna Maria Martins o prêmio de melhor crônica crônica
Márcio Luiz Marques recebe da acadêmica Anna Maria Martins o prêmio de melhor crônica.

Márcio Luiz de Campos Marques, associado do Círculo Militar de São Paulo, foi o vencedor na categoria crônica, com “Meu ego na primeira sessão de terapia”.

O júri que examinou os trabalhos, composto por Anna Maria Martins e Mafra Carbonieri, da Academia Paulista de Letras, e Joaquim Maria Botelho, da União Brasileira de Escritores, observou, em seu parecer, que a crônica de Marques é “um texto de elaboração cuidadosa, cuja característica de negação é, paradoxal, mas oportunamente uma afirmação de personalidade. A técnica utilizada é meio parente do método de Jacques Derrida, em que se constrói a ideia pela decomposição da mesma ideia. Um belo exemplo da boa crônica”.

O concurso é aberto à participação de escritores associados de clubes de todo o país, por meio de convênio com a Fenaclubes.

 

Meu ego na primeira sessão de terapia

Márcio Luiz de Campos Marques*

Eu não sei o que dizer de mim. Eu não sou uma mulher. Eu não tenho menos de cinquenta anos. Eu não sou alto. Não sou bonito, nem feio.  Eu não sou solteiro, nem separado e nem viúvo. Eu não sou filho único. Eu não tenho mais a companhia de meu pai, mas não sei como seria a minha vida sem ser pai.

Não tenho problemas crônicos de saúde. Como todo mundo, não deixo de apresentar, vez por outra, uma dorzinha aqui, um mal estar lá. Afinal, não estou morto.

Ainda bem que eu não estou desempregado. Não vivo para o trabalho,  mas não gosto de ficar à toa. Não frequento nenhuma instituição de ensino formalmente, porém, não deixo de aprender coisas novas sobre temas de meu interesse.

Jamais perco uma boa oportunidade para viajar, quando posso, para ler um bom livro, quando encontro e para ver um bom filme, quando aparece.

Milhões, eu não tenho. Mas também não passo fome e nem deixo de pagar minhas contas e arcar com meus compromissos. Geralmente não sobra muito no final do mês, entretanto, não deixo de guardar alguns trocados para curtir a vida. Ninguém é de ferro, nem eu.

Meu paladar não é muito variado. Eu não como muita coisa. Não que eu seja enjoado, que não goste e nem experimente muitos pratos diferentes, mas na minha mesa não pode faltar um prato de arroz com feijão e nem uma carninha.

Gordo eu não sou. Não deixo de fazer exercícios e praticar algum esporte. Porém, nada muito radical. Não gosto de ficar muito tempo sem curtir meu futebolzinho. Não sou fanático, mas não torço para outro time que não seja o meu.

Certeza,  nessa vida, não tenho nenhuma, muito menos se terei outra vida além dessa. Aliás, como não tenho certeza de nada, não gosto muito das pessoas que têm. Não que eu seja intransigente, é que eu não tenho muita paciência, não sou muito calmo, mas não creio que seja muito diferente de quem quer que seja.

Não tenho ciúmes ou inveja. Não sou dono de ninguém e não quero o que o outro tem. Não preciso de muito para viver. Não me faltando um certo conforto, não me preocupo, não posso dizer que não durma em paz. Aliás, eu não deixo de dormir de jeito nenhum, não que eu não tenha cá os meus problemas, entretanto eles não me tiram o sono.

Medos eu não nego que os tenha. Não suporto injeções e alturas muito elevadas. Mas não posso dizer que um dia não faça uma loucura qualquer, só não acredito que vá fazer uma tatuagem ou pular de bungee jump.

Eu não nego as minhas dúvidas, não tenho certeza de nada. Eu não imagino o que você está pensando de mim, afinal eu não o conheço e você não sabe muito a meu respeito.

Não sei muito bem o que estou fazendo aqui. Não quero te importunar falando de mim e tomando o seu tempo. Por isso não me alongo mais.

Eu não tenho problema nenhum.

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Três Clubes de Leitura serão realizados de hoje a sábado

Mesmo com um feriado em plena quarta-feira, os Clubes de Leitura serão realizados durante esta semana.

Serão três encontros.

O primeiro será hoje mesmo, no Anhembi Tênis Clube , às 20h.

A obra escolhida é a “Trilogia do adeus” de João Anzanello Carrascoza, que fala da relação fragmentada das famílias.

No primeiro livro, “Caderno de um ausente”, o pai João escreve uma longa carta para a filha recém-nascida, Beatriz, para o caso de não estar presente no futuro dela.

No segundo, “Menina escrevendo com pai”, é ela quem responde.

No terceiro, “A pele da terra”, o filho mais velho de João e irmão de Beatriz narra sua relação com o próprio filho.

Logo após o feriado, na quinta-feira (16), às 15h, o Clube Alto dos Pinheiros aborda o livro “Corações cicatrizados”, de Max Blecher.

O protagonista da trama, assim como o autor, foi diagnosticado com o Mal de Pott, tuberculose óssea que afeta a coluna vertebral.

Na narrativa o escritor descreve a rotina dos internos do sanatório de Berck, divididos entre a imobilidade, os desejos, os encontros, as amizades e as paixões.

O último Clube de Leitura da semana está marcado para sábado (18), às 16h, na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, com a obra “Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk, que une trama policial, amor proibido e reflexões sobre as culturas do Ocidente e do Oriente.

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Oito Clubes de Leitura nesta semana, um deles com presença do autor Guilherme Fiuza

Os amantes da literatura terão, nesta semana, nada menos que oito clubes de leitura, ou seja, oito livros diferentes para debater, sendo que um deles será discutido junto com o próprio autor.

Os primeiros clubes de leitura serão realizados hoje (9), um no período da manhã, um à tarde e dois à noite.

Às 11h, no Clube Paineiras do Morumby, o tema é “A filha perdida”, terceiro romance de Elena Ferrante.

Nele, a autora retrata os sentimentos conflitantes de uma professora universitária de meia-idade que decide tirar férias na Itália, após a mudança de suas filhas para o Canadá.

Mais tarde, às 15h no mesmo clube, um clássico da literatura latino-americana: “A casa dos espíritos”, primeiro e mais famoso romance da escritora chilena Isabel Allende, que narra a saga da turbulenta e numerosa família Trueba.

Às 19h, no Esporte Clube Sírio, será a vez de “Noites brancas”, do escritor russo Fiódor Dostoiévski.

E, às 19h30, no Primeiro de Maio Futebol Clube, “Um homem chamado Ove”, de Fredrik Backman.

Amanhã (10), às 19h, na Sociedade Esportiva Palmeiras, mais uma obra de Dostoiévski, “Memórias do subsolo”.

E, às 19h30 no Alphaville Tênis Clube, o clássico “Triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, é a obra selecionada.

O livro, dividido em três partes, conta a trajetória de Policarpo Quaresma, que causa espanto nas pessoas por causa de seus ideais, seu amor pelos livros e patriotismo elevado.

Também amanhã, às 19h30, no São Paulo Futebol Clube, o escritor Guilherme Fiuza estará presente no Clube de Leitura que abordará seu livro “O império do oprimido”, em que ele faz uma paródia da situação nacional.

Por último, no sábado (11), às 16h, na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, os associados conversarão sobre “Austerlitz”, de W. G. Sebald.

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Entrega do Prêmio Nacional de Literatura será em novembro

Os ganhadores da 2ª edição do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes já foram divulgados e, no dia 13 de novembro, será feita a entrega da premiação.

Na data, os vencedores receberão homenagem no Club Athletico Paulistano, às 19h30.

De todos os inscritos, foram selecionados pela comissão julgadora os três melhores colocados em cada uma das categorias: conto, crônica e poesia.

A comissão também concedeu cinco menções honrosas, um na categoria poesia e dois nas categorias conto e crônica, cada uma.

Este ano, a participação dos associados no concurso saltou de 220 inscritos em 2016 para 256, um aumento de 16%

Foram 62 clubes participantes, de 31 cidades.

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Clube de leitura tem livro de autor de best-seller

Esta semana serão feitas reuniões de quatro Clubes de Leitura.

Entre os livros discutidos há autores nacionais e internacionais, com narrativas para agradar todos os tipos de leitores.

Na quinta-feira (26), às 14h30, no Circulo Militar de São Paulo, a obra analisada será “Palácio de inverno”.

Na história, um menino de 16 anos sai dos grotões da Rússia para a corte imperial e testemunha acontecimentos que alteram o rumo da história do Século 20.

O livro é de John Boyne, mesmo autor do best-seller “O menino do pijama listrado”.

No Club Athletico Paulistano, também na quinta, às 19h30, será discutido o primeiro romance de Orhan Pamuk, “O castelo branco” que se passa na Turquia do século 17 e conta a história de um universitário italiano que se torna escravo de um estudioso.

Já na sexta-feira (27), às 16h, no Clube Atlético São Paulo, o livro é “O sentido de um fim” em que o autor, Julian Barnes, aborda temas como memória e identidade.

No mesmo dia, às 18h30, na AABB/SP, o livro “Meia noite e vinte”, que já foi tema do Clube de Leitura em outros clubes, volta a ser abordado.

Escrito por Gabriel Galera, ele retrata uma geração que cresceu em meio ao início da internet.

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