Conheça a nova lei que regulamenta a meia-entrada

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O Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015, com início de vigência em 1º de dezembro próximo, regulamenta o benefício da meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais e esportivos por jovens de baixa renda, estudantes e pessoas com deficiência e de seus acompanhantes, quando necessários.

A nova lei restringe a meia-entrada a uma cota de 40% em bilheterias, em todos os setores disponíveis.

Caso queira, o produtor pode extrapolar o limite e vender além dessa porcentagem.

Além de estudantes, agora passam a ter direito de pagar 50% do valor do ingresso jovens de 15 a 29 anos de baixa renda e pessoas com deficiência. Idosos ficaram fora dessa lei, mas têm direito ao benefício garantido pelo Estatuto do Idoso.

O público deverá ser avisado de “forma clara, precisa e ostensiva” nas bilheterias e em sites de venda de ingressos do número total de ingressos e o número disponível para meia-entrada, além das condições em que vale o benefício.

Caso contrário, o beneficiário poderá exigir pagar metade do preço.

Para fazer jus à meia-entrada, estudantes terão que apresentar carteira de identificação estudantil, expedida por diretórios e centros acadêmicos, de nível médio e superior, ou entidades estudantis, como a UNE (União Nacional dos Estudantes).

Para jovens de baixa renda, o texto da lei fala em um novo documento: a Identidade Jovem, a ser emitida pela Secretaria Nacional da Juventude a partir do CadÚnico, base de dados do Ministério do Desenvolvimento Social que unifica informações sobre programas do governo.

Pessoas com deficiência devem apresentar o cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo INSS que ateste a aposentadoria, além de um documento com foto.

O desconto de 50% também se estende ao acompanhante da pessoa com deficiência, caso necessário.

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Veja as fotos da homenagem do Sindi-Clube às secretárias

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Secretárias de clubes confraternizaram com muita alegria na homenagem prestada a elas pelo Sindi-Clube, nesta terça-feira (29/9).

As profissionais foram recebidas na sede da entidade com um coquetel cheio de surpresas, com música ao vivo, prêmios e brincadeiras que animaram a festa que teve muita dança.

As fotos da comemoração podem ser acessadas no Facebook do Sindi-Clube.

Tradicionalmente, como faz em todos os anos, o Sindi-Clube oferece essa festa às profissionais que atuam como intermediárias de importantes decisões e que, por isso, exercem papel decisivo na administração dos clubes.

O Dia da Secretária Sindi-Clube teve o sorteio especial de um tablet.

Ao final da recepção, as participantes receberam de presente uma caneca personalizada com a foto de cada uma impressa.

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Jornalistas esportivos participam de curso sobre handebol promovido pela Universidade Sindi-Clube e FPHb

Jornalistas participaram de curso sobre handebol
Jornalistas participaram de curso sobre handebol

Veja na página do Sindi-Clube no Facebook as fotos do curso para jornalistas promovido pela Universidade Sindi-Clube e Federação Paulista de Handebol (FPHb), realizado em 8 de setembro.

Estiveram presentes profissionais dos canais ESPN Brasil, Fox Sports Brasil, portal Terra, revista Veja e Rádio Globo.

A abertura do evento foi feita pelo presidente da FPHb, Celso Gabriel.

Na primeira parte do curso, Daniel Magalhães, árbitro de nível internacional, ofereceu aos jornalistas explicações sobre a aplicação das regras do handebol e a linguagem adotada pelos atletas e arbitragem.

O segundo módulo do curso de handebol para jornalistas irá focalizar estratégias de ataque e defesa, com presença do Sérgio Hortelan, técnico da equipe masculina adulta do Esporte Clube Pinheiros e ex-técnico da Seleção Brasileira. Também fará exposição José Ronaldo do Nascimento, o SB, técnico da equipe masculina da Universidade Metodista e da Seleção Brasileira Universitária masculina.

Jornalistas elogiam

Os jornalistas presentes aprovaram o curso que tem como objetivo oferecer aos participantes informações para uma cobertura eficiente de uma partida.

Silva: entendimento das regras
Silva: entendimento das regras

O esclarecimento é fundamental para que o jornalista tenha conhecimento para falar sobre o esporte, como afirma Felipe Silva, jornalista da Fox Sports Brasil:

“A iniciativa do Sindi-Clube é importante, principalmente para os jornalistas que, às vezes, não têm muito contato com a modalidade. As informações recebidas tornam mais fácil o trabalho de comentar, com o entendimento claro das regras do handebol”.

Marques: iniciativa muito boa
Marques: iniciativa muito boa

Everaldo Marques, narrador da ESPN Brasil, enfatiza a relevância de cursos específicos como este e elogiou a iniciativa: “Estou extremamente grato porque estamos em um ano pré-olímpico e, no ano que vem, teremos que cobrir várias modalidades. Então, é muito importante ter a oportunidade de conhecer melhor as regras do handebol, um esporte olímpico. A iniciativa é muito boa e tomara que o mesmo seja feito com outras modalidades, pois nos ajuda bastante”.

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Clubes paulistas obtém 39% das medalhas brasileiras no Pan

medalhasAtletas de seis clubes paulistas participaram da conquista de 55 das 141 medalhas que o Brasil ganhou na 17º edição dos Jogos Pan-Americanos.

O número de 55 medalhas de atletas vinculados a agremiações paulistas corresponde a 39% do que foi obtido pelo país em Toronto.

O Esporte Clube Pinheiros teve 46 atletas que participaram da conquista de 30 medalhas, em oito modalidades: levantamento de peso, natação, polo aquático feminino e masculino, esgrima, basquete, judô e ginástica artística.

O Club Athletico Paulistano associou-se à obtenção de nove medalhas, com oito atletas, em cinco modalidades: canoagem, polo aquático feminino e masculino, e badminton feminino e masculino.

A conquista de outras 12 medalhas foi feita com cinco atletas do Sport Club Corinthians, em natação e futebol.

O SPAC, São Paulo Atletic Clube, com quatro atletas, conseguiu uma medalha, no rúgbi feminino.

A Sociedade Esportiva Palmeiras teve duas medalhas, com um atleta, no tênis de mesa, e o Santos Futebol Clube obteve outra, com um atleta, no futebol.

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Conheça as modalidades olímpicas: natação

Thiago Pereira: título de Mister Pan. (Foto: AP Photo/ Divulgação)
Thiago Pereira: título de Mister Pan. (Foto: AP Photo/ Divulgação)

A natação brasileira fez história nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Com 26 medalhas – uma a mais que na edição anterior – e a segunda colocação geral na modalidade, perdendo apenas para os Estados Unidos, os atletas brasileiros retornam com dez ouros, seis pratas e dez bronzes.

Além disso, a equipe verde e amarela alcançou marcas inéditas durante a competição.

Thiago Pereira ultrapassou o cubano Erick López Ríos, ao conquistar a 23ª medalha no Pan, e garantiu o título de Mister Pan.

O recorde anterior era de 22 medalhas. Pereira agora possui 15 ouros, quatro pratas e quatro bronzes.

Etiene Medeiros ganhou o primeiro ouro feminino na natação do Brasil em Jogos Pan-Americanos. A medalha veio na prova de 100 metros costas, na qual a brasileira deixou duas norte-americanas para trás. Há pouco tempo, Etiene venceu também a primeira medalha de ouro brasileira feminina na natação em Mundiais.

Em dezembro do ano passado, a delegação conquistou dez medalhas no Mundial de Natação em piscina curta de Doha, no Catar, e terminou em primeiro lugar na classificação geral, passando os Estados Unidos.

Sete delas eram de ouro. Esses resultados deixam a equipe esperançosa para os Jogos Rio 2016, já que em Londres, 2012, o Brasil voltou com apenas uma prata e um bronze.

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Clubes procuram apoio de consultoria do Sindi-Clube para desenvolver projetos com leis de incentivo

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A consultoria instituída pelo Sindi-Clube que oferece suporte para a correta apresentação de projetos esportivos incentivados com verbas públicas tem recebido várias consultas de gestores e dirigentes de clubes.

A repercussão tem sido muito boa, o novo serviço comandado pelo consultor especializado Ricardo Paolucci é elogiado por quem procurou informações e esclarecimentos.

As leis de incentivo se apresentam como uma alternativa aos cortes de patrocínio provocados pela retração econômica.

Em 2014, houve um volume de quase R$ 500 milhões em recursos à disposição dos clubes para desenvolver projetos esportivos, montante que não existia antes.

Dos R$ 500 milhões disponíveis para financiar projetos, R$ 252 milhões foram destinados ao esporte pela lei de incentivo federal no ano passado, somados aos R$ 120 milhões da Lei Pelé depositados em 2014 em um fundo resultante de transferência de 0,5% do arrecadado com loterias, mais os R$ 80 milhões da lei paulista de incentivo, dinheiro originado da renúncia fiscal do ICMS.

  O objetivo da nova consultoria é instruir gestores de clubes para que não cometam erros que levam à rejeição das propostas.

Paolucci, nos contatos com representantes de clubes, explica que, além de entregar documentação completa e mostrar que não possui pendências fiscais, os clubes precisam conhecer as condições específicas para a obtenção de verbas públicas, que exigem planilhas detalhadas. Imprecisões nesse processo levam à recusa da proposta pelos órgãos do governo.

Clubes recomendam

Representantes de clubes que procuraram a consultoria para projetos incentivados não somente elogiaram o serviço como também o recomendaram.

Entre eles está Roberto José Carlini, gerente administrativo do Grêmio União São Roquense, interessado em desenvolver atividades esportivas no clube.

“No contato que fiz, agendei uma visita do consultor Paolucci. Estará presente nessa reunião um representante do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque, entidade que também está interessada na obtenção de recursos incentivados. No nosso clube, pretendemos desenvolver a escola de esportes que atende a várias faixas etárias e também temos um projeto para o futebol. Essa consultoria é uma ferramenta importante para os clubes encontrarem o melhor caminho para aproveitar os recursos públicos”, afirma Carlini.

A dúvida apresentada à consultoria pelo coordenador de esportes da Associação Esportiva Mocoquense, Flávio Campos, referiu-se aos recursos da lei estadual de incentivo ao esporte.

“Tínhamos algumas dúvidas quanto à apresentação do projeto para obter recursos da lei estadual e todas foram esclarecidas pelo consultor. Pretendemos desenvolver mais projetos e contamos com o suporte dessa consultoria, que eu recomendo aos clubes”, diz.

Ricardo Amirato, gerente de esportes do Clube Atlético São Paulo, SPAC, participou de uma expoisção do consultor Paolucci.

“Achei a palestra muito boa e esclarecedora, pois tirou muitas dúvidas. Atualmente, o clube não tem nenhum projeto, mas em um futuro próximo as explicações poderão ser uteis, pois as condições são vantajosas. Recomendo a consultoria para qualquer pessoa interessada em projetos de incentivados”, afirma.

Consultas por e-mail

Para ter acesso à consultoria, o clube associado ao Sindi-Clube deve encaminhar suas dúvidas para o e-mail: projetosincentivados@sindiclubesp.com.br.

Ricardo Paolucci atua como gestor esportivo especializado em projetos incentivados desde 2008, ministra cursos e palestras em todo o país sobre o tema e também é instrutor da Universidade Sindi-Clube.

Foi premiado pela CBC como Gestor Esportivo do Ano, em 2009, e já obteve aprovação para mais de 40 projetos incentivados, que representam R$ 100 milhões em recursos.

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Corrida: treinos longos também podem trazer ganhos para provas de 5 km e 10 km

shutterstock_244737967Gustavo Luz*

Todo corredor já ouviu falar nos treinos longos ou “longões”.

De iniciante a experiente, todos podem obter ganhos com esses treinos.

E não existe uma distância pré-determinada para você poder chamar o seu treino de longo, basta ele ser um pouco maior do que os outros que você faz com maior frequência.

O objetivo aqui é falar um pouco da sua importância nas provas de 5 km e 10 km e proporcionar algumas estratégias de treino que podem dar certo com quem já corre há algum tempo e busca melhorar suas marcas nessas distâncias.

5 KM
Apesar de ser uma prova curta e rápida, o treino longo também tem um papel importante.

Talvez algo entre 8 km e 13 km (um pouco mais para os melhores amadores) seja o suficiente para deixá-lo mais resistente.

Se você consegue correr seu longão em um ritmo moderado, aos poucos vai encontrando facilidade para concluí-lo, ou seja, vai ficando mais econômico.

E se melhora o seu ritmo de 70% de esforço (mais ou menos o ritmo da maioria dos longões), existe uma grande possibilidade de melhorar o seu 90% também.

Uma estratégia interessante é fazer algumas séries de velocidade após o seu treino mais longo.

Por exemplo, você faz uma corrida de uma hora em ritmo confortável (o tal dos 70%) e logo depois encara uma série de 4 x 400m com intervalo de 30 segundos.

Você precisa de um final de corrida forte se quiser realmente voar nos 5 km, e talvez essas séries de velocidade deem às suas pernas a capacidade de acelerar mesmo cansadas.

10 KM
Aqui você precisa ser um corredor rápido e paciente, pois seu treino longo pode ter entre 14km e 18km (um pouco mais para os melhores amadores).

Nessa prova, você tira um pouco de ritmo mas dobra a distância.

Uma boa estratégia para mandar bala aqui é fazer uma aceleração de dois ou três minutos a cada 3km ou 4km de treino longo, tudo direto e sem parar, só mudando as intensidades.

Essas variações talvez deem a você uma melhor percepção do seu ritmo na hora da prova, pois acelerar e voltar para o ritmo que estava antes requer alguma prática.

Aumentar o ritmo em pontos específicos da corrida pode fazer com que você ganhe posições preciosas.

*Gustavo Luz, educador físico, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 15 anos. Diretor técnico da G-Luz Top Team, vive atento a tudo que se refere a fisiologia do exercício. Também fala com o conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Sindi-Clube apoia renovação imediata da Lei de Incentivo ao Esporte

O Sindi-Clube, representando mais de 3.500 clubes em São Paulo, convoca seus associados a apoiarem a emenda à Medida Provisória 671/2015 que prorroga a Lei de Incentivo ao Esporte por tempo indeterminado.

Criada em 2006, a lei tem validade somente até este ano e sua interrupção afetará projetos esportivos que serão abandonados, prejudicando o esporte nacional.

selo_ProrrogaçãoLei de Incentivo

Conheça as modalidades olímpicas: atletismo

Thiago André: grande revelação do atletismo (Foto: Divulgação/ Contrapé)
Thiago André: grande revelação do atletismo (Foto: Divulgação/ Contrapé)

A temporada preparatória do atletismo para os Jogos Rio-2016 está com o calendário agitado e rendendo bons resultados.

No último fim de semana (23 e 24/5), o Brasil teve um excelente resultado.

A começar por Thiago André, considerado uma das maiores revelações da modalidade, que ficou com a quinta colocação na prova de 1500 m, do Meeting de Hengelo, na Holanda.

Ele disputará o Pan, em Toronto (julho), e as duas próximas grandes competições: Mundial, em Pequim (agosto), e Olimpíada (2016).

Fabiana Murer

Ainda no Meeting de Hengelo, Fabiana Murer, que é esperança de medalha em 2016, cravou 4,55 m no salto com vara e conquistou o bronze.

A modalidade já garantiu grande número de participantes nos Jogos Olímpicos do Rio.

No início deste mês, 12 atletas foram classificados após obterem índice olímpico no Troféu Brasil de Atletismo.

Já são 36 esportistas classificados para 2016, mesma quantidade enviada à Londres-2012, a maior da história do país.

Ainda há a possibilidade de mais atletas conseguirem índices que os levem à competição, o que pode gerar um número recorde de participação.

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Conheça as modalidades olímpicas: basquete

Basquete brasileiro ainda procura o melhor caminho (Foto: Christian Petersen/Getty Images)
Basquete brasileiro ainda procura o melhor caminho (Foto: Christian Petersen/Getty Images)

O basquete brasileiro ainda continua com um gostinho de “quero mais” em Olimpíadas.

O Brasil possui em toda sua história cinco medalhas: são três bronzes com a seleção masculina (Londres/1948, Roma/1960 e Tóquio/1964) e duas com a equipe feminina, uma prata (Atlanta/1996) e um bronze (Austrália/2000).

O ano passado começou com a possibilidade de o Brasil sequer disputar a Copa do Mundo de basquete masculino.

O convite veio, mas o time não atuou bem, caiu diante da Sérvia, nas quartas.

O sexto lugar foi o melhor resultado brasileiro em mundiais, desde o quinto lugar em 1990.

A seleção feminina venceu apenas um jogo, perdeu três e fechou o Campeonato Mundial na 11ª posição.

A boa notícia para elas foi o 15º título sul-americano seguido.

O diretor executivo de Esportes do COB, Marcus Vinicius Freire, acredita que o treinamento das equipes é fundamental para se obter bons resultados nos Jogos do Rio 2016.

“A preparação comportamental dos atletas e dos próprios treinadores é um ponto de atenção tão importante quanto à preparação técnica, tática e física de cada atleta. Devemos ficar atentos a todos os detalhes do planejamento que poderão fazer a diferença em 2016 e, com isso, aumentar as vantagens de competir em casa e diminuir as desvantagens que esse fato carreta”, explicou Freire.

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