Conheça as modalidades paraolímpicas: tiro com arco

Modalidade está na Paraolimpíada desde a primeira edição. (Crédito: CPB)
Modalidade está na Paraolimpíada desde a primeira edição. (Foto: CPB)

O tiro com arco é uma das mais tradicionais modalidades dos Jogos Paraolímpicos e esteve presente em todas as edições, a começar de Roma, em 1960.

Desde o início, as provas eram disputadas por homens e mulheres.

Além das provas individuais, a modalidade ainda conta com a disputa por equipes.

Competem tetraplégicos, paraplégicos e pessoas com mobilidade limitada nos membros inferiores.

As regras da modalidade são quase as mesmas das adotadas pela Federação Internacional de Tiro com Arco.

Uma distância de 70 metros separa os atletas do alvo, que mede 1,22 metro de diâmetro, sendo formado por dez círculos concêntricos.

O mais externo vale um ponto. A partir daí, quanto mais próxima do círculo central estiver a flecha, maior a pontuação obtida.

O formato de disputa do tiro com arco é chamado de round olímpico.

Um total de 96 arqueiros – 64 homens e 32 mulheres – participam da competição, tanto no individual como por equipe.

O Brasil ainda não obteve conquistas de medalhas nessa modalidade paraolímpica.

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Saiba como ter acesso à pesquisa salarial oferecida pelo Sindi-Clube

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Os clubes que desejam informações confiáveis para a estruturação da política de cargos e salários frente à realidade do mercado não podem deixar de conferir os resultados da pesquisa salarial oferecida pelo Sindi-Clube.

As atribuições de 389 cargos e o nível de experiência e escolaridade para cada um deles são informados no estudo feito com informações de 18 clubes paulistas, que apurou salários e benefícios pagos aos empregados.

Na pesquisa são fornecidos indicadores de valores, do maior e do menor salário para cada função e a média de mercado.

O levantamento oferece uma tabela com cargos e valores salariais para os clubes do interior e outra para os clubes da capital.

Podem obter a pesquisa salarial todos os clubes associados ao Sindi-Clube.

As solicitações devem ser feitas pelo presidente do clube pelo e-mail: universidade@sindiclubesp.com.br

Mais informações: (11) 5054-5464.

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BNDES abre inscrições para patrocínio a eventos culturais

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu inscrições para a seleção de eventos culturais a serem patrocinados pela empresa no ano de 2014 e no início de 2015 (janeiro e fevereiro).

O período de inscrições para eventos culturais a serem patrocinados pelo BNDES segue até o dia 13 de junho de 2014.

Só serão analisadas propostas de eventos com início programado para o período de 1º de setembro a 28 de fevereiro de 2015, nas áreas de cinema, música, dança e literatura.

O patrocínio do BNDES é focado em eventos que contribuam para a difusão e o fomento da cultura brasileira, envolvendo diferentes artistas, autores e realizadores, e distribuídos pelas diversas regiões do País.

Veja aqui mais detalhes sobre os segmentos beneficiados pelo patrocínio do BNDES.

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Manutenção bem feita garante o bom funcionamento das esteiras, ensina curso

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A correta manutenção de esteiras ergométricas prolonga a vida útil do equipamento, gera mais economia e garante a satisfação dos usurários.

Para esclarecer pontos importantes dessa conservação, o curso presencial da Universidade Sindi-Clube “Manutenção preventiva e corretiva de esteiras ergométricas” vai oferecer informações atualizadas relacionadas ao equipamento mais requisitado nas academias dos clubes.

Serão focalizados estrutura metálica, manta, prancha, painel, motor, placa eletrônica e instalação elétrica das esteiras.

O expositor é Almir Diógenes Facchinatto, professor de educação física, fisioterapeuta, consultor da área de fitness.

Quando: 19 de maio, das 9h às 13h.

Mais informações: (11) 5054-5464.

Saiba mais sobre o curso aqui

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Sindi-Clube oferece pesquisa salarial com informações para estruturação de política de cargos dos clubes

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Atribuições de mais de 389 cargos e o nível de experiência e escolaridade para cada um deles são informados na pesquisa que o Sindi-Clube realizou com informações de 18 clubes paulistas, que apurou salários e benefícios pagos aos empregados.

O estudo pesquisou cargos específicos das áreas de trabalho existentes nas estruturas organizacionais dos clubes, tais como: atendimento, área esportiva, administrativo-financeira, patrimonial, social, bares e restaurantes, náutica, golfe e hípica.

Feita anualmente, a pesquisa salarial oferece três tipos de relatórios.

“Um deles, completo, é feito para os clubes patrocinadores, que pagaram o custo do levantamento. Outro, para os clubes colaboradores, que forneceram informações. Haverá também um relatório com as informações gerais da pesquisa, que ficará disponível para todos os filiados, no portal do Sindi-Clube, sem a divulgação de dados individuais dos clubes participantes do estudo”, diz o diretor-executivo do Sindi-Clube, Cláudio Lauletta.

No relatório completo, serão indicados, por exemplo, os valores do maior e do menor salário para cada função e a média salarial de mercado, além do número total de ocupantes em cada cargo.

Os benefícios concedidos aos empregados também foram pesquisados, como, por exemplo, planos de saúde e de seguros, de forma bem detalhada.

Clubes elogiam levantamento

Representantes de clubes que patrocinaram a pesquisa salarial ressaltaram a importância do levantamento, que oferece informações capazes de ajudar na estruturação de uma boa política de cargos e até mesmo auxiliar em dados para implantação de uma nova área de lazer ou atividade complementar.

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Gatti: comparação com o mercado

“A partir da pesquisa é possível saber se está sendo proposto um salário muito fora do mercado. Facilita principalmente em novas seleções”, diz Valmir Gatti, gerente geral do Clube Náutico de Araraquara.

Marileia Rodrigues, analista de recursos humanos do Clube Alto dos Pinheiros, um dos patrocinadores da pesquisa, concorda com Gatti.

“A pesquisa nos mostra uma base para saber se estamos fazendo o correto, de acordo com a linha salarial do mercado, que facilita planejar a remuneração dos funcionários. A coleta de dados que encontramos nos situa em relação aos outros clubes”, afirma.

O Clube Paineiras do Morumby também patrocinou a pesquisa.

Seu gerente de recursos humanos, Ciro Fernandes, considera que a pesquisa é uma ferramenta que auxilia o clube a ter um parâmetro detalhado do mercado.

“Esse ano a pesquisa está muito mais completa, porque foi feita uma ramificação de cargos na pesquisa. Fiquei satisfeito”, diz Fernandes.

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Lattarulo: excelente ferramenta

“Participamos como patrocinadores desde a primeira pesquisa realizada pelo Sindi-Clube. Trata-se de uma excelente ferramenta para a manutenção das estruturas salariais, pois estabelece uma relação não somente com a remuneração feita pelos clubes, mas com o mercado em geral, que compete conosco. Esse atual estudo foi aprimorado, está ainda mais completo”, diz o gerente de RH da Sociedade Harmonia de Tênis, Francisco Lattarulo. A pesquisa foi realizada pela P&RH Consultores em Recursos Humanos.

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Conheça as modalidades paraolímpicas: ciclismo

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Brasil compete no ciclismo paraolímpico desde 1992

O ciclismo paraolímpico começou na década de 80, quando somente deficientes visuais competiam.

A Paraolimpíada de Nova Iorque, em 1984, marcou por ser a primeira com atletas paralisados cerebrais, amputados e deficientes visuais.

A partir de Atlanta, em 1996, cada tipo de deficiência passou a ser avaliado de forma específica.

O Brasil estreou nos Jogos Paraolímpicos, em Barcelona (1992), com Rivaldo Gonçalves Martins.

Dois anos depois, na Bélgica, o mesmo ciclista, amputado da perna com prótese, conquistou o título de campeão mundial na prova de contra-relógio.

Competem deficientes visuais, paralisados cerebrais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos.

A modalidade pode ser praticada de forma individual ou em equipe.

As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo, com pequenas alterações relativas à segurança e classificação dos atletas.

As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão.

O ciclista cego compete em uma bicicleta dupla, com um guia no banco da frente, para dar a direção.

Para os cadeirantes, a bicicleta é “pedalada” com as mãos.

As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio.

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IPT explica vantagens da grama sintética para os clubes em palestra da Universidade Sindi-Clube

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Lima faz ensaio para testar deslizamento da bola, no IPT

A grama sintética tem alcançando utilização progressiva como alternativa às superfícies naturais, com qualidade que assemelha seu desempenho ao do gramado natural.

A palestra presencial da Universidade Sindi-Clube “Grama sintética, por que adotar e como garantir a qualidade do campo” será feita por Fernando Soares de Lima e Karina Uru Oshio, técnicos e pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) na execução de ensaios de avaliação do desempenho de gramados sintéticos.

A exposição, dirigida a gestores de esporte dos clubes, com apresentação simultânea via internet, vai explicar o uso da grama artificial, sua qualidade, cuidados e manutenção, entre outros aspectos.

Quando: 12 de maio, das 10h às 12h.

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“Presença da mulher na política dos clubes ainda é pequena”, afirma a vice-presidente do Sindi-Clube, Maria Cecília Santa Cruz

A vice-presidente para Assuntos Educacionais, Maria Cecília Santa Cruz, não tem dúvidas sobre a presença da mulher no comando dos clubes:

M Cecilia“Ainda é muito tímida a presença das mulheres na política dos clubes. É preciso haver mais participação feminina na discussão dos destinos das agremiações para ampliar o debate e oferecer uma visão diferente da masculina, que tradicionalmente rege o setor. Com isso, os clubes só terão a ganhar, como se verifica em outros setores de atividade em que as mulheres já conquistaram o devido espaço”, afirma.

Maria Cecília aponta como características diferenciadas das mulheres sensibilidade e paciência para desenvolver trabalhos como os que comandou na Associação Atlética Banco do Brasil de São Paulo (AABB-SP).

Como vice-presidente de Relações com a Comunidade da AABB-SP, Maria Cecília instalou importantes programas sociais na década de 90, como o que incentiva a formação esportiva de crianças da periferia e de escolas vizinhas ao clube, que se mantêm até hoje.

Na AABB, Maria Cecília, que é administradora de empresas e ex-funcionária do Banco do Brasil, também ocupou as vice-presidências Financeira e de Aposentados.

Passou a compor a diretoria do Sindi-Clube em 1998, como vice-presidente de Relações Comunitárias. Depois, assumiu a vice-presidência de Assuntos Educacionais e pôde participar diretamente da implantação da Universidade Sindi-Clube e do Programa Sindi-Clube Aprendiz.

“São dois marcos fundamentais do Sindi-Clube possuir uma universidade corporativa e um programa de aprendizagem totalmente dedicados ao setor de clubes, únicos no país. Por isso, é importante que os clubes utilizem esses serviços que proporcionam formação de mão de obra e oferecem a chance do primeiro emprego para jovens”, diz.

A vice-presidente está entusiasmada com o trabalho que faz no Sindi-Clube.

“Temos um sindicato patronal muito ativo, o presidente Cezar Roberto Leão Granieri valoriza a participação da diretoria, principalmente a atuação feminina. A entidade chega muito bem estruturada aos 25 anos, com um conteúdo de serviços importante para respaldar o crescimento e o fortalecimento do setor”, afirma.

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Câmara Federal regulamenta profissão de salva-vidas

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A Câmara Federal aprovou proposta que regulamenta a profissão de salva-vidas e estabelece que esses profissionais deverão cumprir carga horária máxima de 40 horas semanais.

Farão jus também a adicional de insalubridade de 40% sobre o salário.

O piso salarial será equivalente a três salários mínimos.

O texto já está no Senado, mas o relator manifestou-se pela exclusão do piso salarial de três salários mínimos e do adicional de 40% de insalubridade, por considerá-los inconstitucionais.

A Consultoria Jurídica do Sindi-Clube acompanha a tramitação dessa proposta e voltará a informar sobre novidades.

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Clubes podem ter show gratuito que faz viagem às décadas passadas

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Portas do Passado: recordações das décadas de 50 e 60

Os clubes filiados ao Sindi-Clube têm mais um serviço gratuito para abrilhantar suas atividades culturais e de entretenimento, o show “Portas do passado”.

A apresentação convida o público a entrar no túnel do tempo para uma viagem por boas recordações das décadas de 50 e 60, época marcada pela transição entre o período de guerras e as revoluções comportamental e tecnológica.

A encenação é feita com dinamismo pelos atores Marcos Reis e Regina Riscala.

São utilizados recursos audiovisuais, com imagens, filmes e desenhos animados daquelas décadas, além de jingles e clássicos musicais.

O espetáculo “Portas do Passado” pode ser solicitado gratuitamente pelos clubes filiados pelo telefone (11) 5054-5464.

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