Está parado? Que tal voltar a praticar os esportes da infância?

Treinador explica que para aquelas pessoas que não gostam das atividades mais comuns à vida adulta, retomar exercícios como futebol ou lutas pode ser a forma de se afastar do sedentarismo

*Gustavo Luz

Existem muitos adultos, hoje em dia, que já praticaram atividade física de forma regular (e às vezes até bem intensa) no passado, mas que, no momento, não conseguem arrumar motivação e/ou tempo para voltar aos exercícios.

Quando mais novos, parece que temos mais opções de atividades, como escolinhas de diferentes esportes coletivos, aulas de dança, lutas, entre outros.

E quando chegamos à vida adulta, muitos não conseguem encontrar motivação praticando aquelas modalidades mais comuns aos adultos, como corrida, natação, musculação, yoga, entre outras.

Pode acontecer de essa falta de empatia com as atividades esportivas mais comuns da vida adulta se transformar em sedentarismo.

Ao mesmo tempo, cresce o estresse no trabalho, a correria do dia a dia e também a preocupação financeira e com o bem-estar da família.

É aí que está o problema, pois é justamente na fase adulta que a gente tem que se manter treinando, para retardar ou evitar potenciais doenças ou lesões que podem se desenvolver no futuro – e, acredite, a prevenção é sempre melhor do que o tratamento.

Experimente voltar a praticar essas modalidades que te fizeram bem no passado.

Sei que muitas vezes os horários e a logística podem tornar esse processo um pouco mais difícil, mas isso pode valer à pena e melhorar muito a sua saúde.

É provável que seu corpo ainda tenha alguma memória muscular dessas atividades, e por isso recomeçá-las pode não ser tão difícil para o seu organismo.

Se você já tem mais de 40 anos, no geral, seus processos fisiológicos e metabólicos vão ficando mais lentos e ocorre uma maior dificuldade em manter ou aumentar seus músculos.

O mais importante aqui é encontrar uma forma de se exercitar e proporcionar condições que favoreçam o treinamento a médio e longo prazo.

*Gustavo Luz: É educador físico formado pela Estácio de Sá, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 20 anos. Diretor técnico da G-LUZ Top Team, vive atento a tudo que se refere à fisiologia do exercício. Também fala com conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Existe “correr certo”? Fisioterapeuta responde

Raquel Castanharo*

Qual é o tamanho de passada normal na corrida?

Quanto o tronco pode girar?

Quantos graus de inclinação o corpo deve ter para frente?

Enfim, quais são os valores para uma corrida “ideal”?

Eu já recebi esse tipo de pergunta várias vezes e a resposta é: não há resposta.

Dar números exatos para a corrida é uma cilada por vários motivos, pelo menos por enquanto.

Para determinarmos um movimento como normal, ele deve ser o observado na maioria da população.

Então, teríamos que analisar uma quantidade suficientemente grande de pessoas que representem a população.

Isso até hoje não foi feito.

Os estudos de biomecânica da corrida normalmente avaliam cerca de 20 pessoas por apenas algumas passadas.

Esse tipo de análise já trouxe muito conhecimento para a área, mas é bastante complicado assumir que esses números servem para todo mundo.

Por exemplo, uma pesquisa como a citada acima mostrou que a inclinação do joelho em pessoas sem dor é aproximadamente 10 graus.

Com base nesses dados, não podemos taxar os que inclinam o joelho 12 graus como “errados”.

Esses números nos dão uma ideia muito pouco precisa.

Além disso, o gesto da corrida tem muito mais do que apenas mecânica.

A personalidade da pessoa também está impressa em cada passada.

Uma leve inclinação do tronco, um braço que se move mais que o outro.

Tudo isso pode fazer parte do repertório motor adquirido desde a infância, o que eu não consigo classificar como errado.

Existe atualmente uma colaboração muito interessante de vários países para formarem um banco de dados com os movimentos de muitos corredores ao redor do mundo.

Qualquer laboratório de pesquisa pode enviar seus resultados de avaliação biomecânica para compor essa grande coleta de informações.

Quando tal banco de dados estiver grande o suficiente, aí sim poderemos conversar mais sobre valores normais na corrida.

Ou chegar à conclusão de que o normal é tão variável que esse tipo de classificação deve ser deixado de lado de uma vez.

*Raquel Castanharo: Fisioterapeuta formada e mestra em biomecânica da corrida na USP. Realizou pesquisa em biomecânica da coluna na Universidade de Waterloo, Canadá. Trabalha com fisioterapia e avaliação biomecânica em São Paulo e Jundiaí. www.raquelcastanharo.com.br

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Fique por dentro dos Clubes de Leitura da segunda quinzena de abril

O mês de abril está recheado de Clubes de Leitura.

Além dos 12 que estão divididos nesta primeira quinzena, outros sete estão agendados para a segunda parte do mês.

No dia 19, às 14h30, o Círculo Militar de São Paulo  traz para a discussão o livro “Marina”, de Carlos Ruiz Zafón.

No mesmo dia, às 15h, o Clube Alto dos Pinheiros  terá como tema de encontro o romance que mescla comédia política e drama pessoal “Soy loco por ti, América”, de Javier Arancibia Contreras.

Nele, o autor narra quatro histórias que se passam em países diferentes, mas todos na América Latina dos anos 60 aos dias atuais.

Entre os personagens estão um obituarista, um poeta, um jornalista e um jovem milionário.

No dia 21, às 16h, a Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo leva aos associados o livro “Os afetos”, de Rodrigo Hasbún.

Já no dia 26, haverá três Clubes de Leitura, em horários e clubes diferentes.

O primeiro será às 16h, no Paineiras do Morumby, com “Mil Tsurus”, de Yasunari Kawabata.

Às 19h é a vez da Academia Paulista de Letras, com um dos mais famosos romances policiais de Agatha Christie, “O Assassinato de Roger Ackroyd, que tem como ponto de partida uma sequência de três crimes.

Por último, às 19h30, o Club Athletico Paulistano falará sobre  “A noiva jovem”,  em que o autor, Alessandro Baricco, narra a história da jovem prometida, que, ao chegar na mansão do noivo, é imediatamente acolhida por sua nobre família e invadida pela excentricidade das pessoas e do lugar, enquanto espera que o amado retorne da Inglaterra.

Para fechar a agenda de Clubes de Leitura do mês, a Associação Atlética Banco do Brasil terá “Crônica de uma morte anunciada”, de Gabriel Garcia Márquez no dia 27, às 18h30.

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Em dois períodos? Dias intercalados? Veja como dividir os seus treinos

Treinadores Gustavo Luz e Deborah Povoleri mostram a melhor maneira de organizar a sua rotina de atividades físicas, dependendo do seu condicionamento e histórico

Quem gosta de praticar atividade física, normalmente, é adepto de mais de uma modalidade.

Mas como organizar a rotina conciliando os treinos com trabalho, família, entre outros afazeres do dia a dia?

Não é fácil.

E muitas vezes o atleta amador precisa treinar todos os dias e até duas vezes no mesmo dia.

Mas será que isso é saudável? Será que qualquer pessoa pode adotar uma rotina tão intensa?

Os dois profissionais ressaltam que essa é a realidade de muita gente pela falta de tempo da vida moderna.

Mas ambos concordam que é preciso bom condicionamento físico para aguentar a “pegada” e que se for preciso fazer dois treinos no mesmo dia, é importante que ele tenha características e estímulos diferentes.

“Muita gente treina duas vezes ao dia, em vários dias da semana. Por exemplo, é possível nadar e fazer musculação, correr e pedalar, alongar e treinar na academia, e por aí vai. Tem que ir ajustando com a logística do dia a dia profissional, não tem jeito”, comentou Gustavo Luz.

“Para ter dois treinos no mesmo dia, eles devem ser de características ou grupamentos musculares diferentes, por exemplo: treino de força para quadríceps de manhã, treino de resistência cárdio, com predominância de membros superiores, à noite, ou natação. Dificilmente um atleta que é amador consegue treinar grandes grupamentos e fazer outro treino que lhe exija no mesmo dia”, afirmou Deborah Povoleri.

Gustavo Luz citou o exemplo dos triatletas, lembrando que os querem praticar o esporte com bom desempenho precisam treinar duas vezes ao dia.

Para ele, isso não é um problema, desde que a pessoa não corra em dois períodos.

“Eu acho que a questão aí é a corrida duas vezes ao dia. Isso é pior do que melhor para a maioria. Então, a sugestão para o corredor amador, na média, é não correr duas vezes ao dia, preferir praticar outra atividade complementar. A não ser que esteja treinando para uma prova de corrida específica que precise dessa habilidade”.

De acordo com o treinador, a melhor estratégia, no caso da corrida, é treinar dia sim, dia não.

“Dá tempo de se recuperar melhor. Mas sempre com alguma atividade complementar nos dias em que não corre. Só descansa quando estiver cansado. Mas é difícil uma pessoa que não esteja muito familiarizada com a corrida ter todas essas sensações e saber interpretá-las. Essas pessoas precisam de planilha, de uma regra para seguir. E, às vezes, ter dia de descanso aqui, dia de descanso ali, pode funcionar bem. Dá uma certa perspectiva da semana como um todo, facilitando a assimilação dos treinos, observou.

Deborah Povoleri usou outro exemplo, o dos peladeiros de plantão, que não abrem mão do treino de musculação ou de suas corridinhas. Segundo ela, para quem tem que fazer isso no mesmo dia do futebol, é importante ter um certo descanso no intervalo entre as modalidades, além de boa alimentação.

– Aquela pessoa que vai à academia de manhã e joga um futebolzinho à noite, provavelmente vai perceber que o seu rendimento vai cair, se ele não tiver feito boas refeições ou descansado nesse intervalo de tempo. O importante é frisar que isso vai depender muito da condição física e do background de cada um.

O treinador especialista em corridas foi mais além. Para ele, mais importante do que seguir regularmente a rotina de dois treinos por dia ou ainda de treinos diários, sem intervalo, é saber ouvir e obedecer a seu corpo quando ele pede descanso.

“Eu tenho uma regra que eu não deixo passar: se ficar na dúvida entre descansar e sair para treinar descanse na mesma hora. Isso vale muito para quem gosta de treinar. Há vezes em que você pode passar dois ou três dias sem conseguir treinar porque se enrolou com o trabalho ou porque simplesmente quer descansar. Isso não é um problema e não vai diminuir o seu rendimento”garantiu.

*Gustavo Luz: é educador físico formado pela Estácio de Sá, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 20 anos. Diretor técnico da G-Luz Top Team, vive atento a tudo que se refere à fisiologia do exercício. Também fala com conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Amargo, com whey ou de alfarroba: Páscoa com ovos para todos os gostos

Cristiane Perroni*

Páscoa está chegando, e, hoje em dia, a data não é sinônimo apenas de ovos de chocolate.

Cresce a cada ano o número de alternativas para quem tem restrições alimentares, como celíacos, alérgicos a proteína do leite, intolerantes à lactose ou veganos, por exemplo.

Mas antes de gastar o seu dinheiro nas lojas de produtos específicos, saiba que o chocolate já deixou de ser o grande vilão das dietas.

Basta consumir com moderação.

Se você adora uma novidade, vale a pena conhecer as características dos produtos que são lançados pela indústria alimentícia.

Vamos então comparar abaixo três opções de ovos de Páscoa voltados para o público “fitness”: chocolate amargo, enriquecido com whey protein e alfarroba.

Chocolate Amargo

Feito com grãos de cacau torrados, adicionados de açúcar. Existem variações: extra-amargo (75 a 85% de cacau), amargo (50 a 75% de cacau) e meio amargo (35 a 50% de cacau). Dependendo da marca, pode conter leite na elaboração. Não contém glúten. O cacau é considerado um alimento funcional por conter fitoquímicos, especialmente metilxantina e pela teobromina, substâncias com efeito estimulante semelhante ao da cafeína. Os flavonoides presentes no chocolate e no cacau podem melhorar a saúde cardiovascular, reduzindo danos ao endotélio vascular promovido pela oxidação do LDL colesterol, assim como a redução da tendência à agregação plaquetária.

Quanto maior a quantidade de cacau presente no chocolate, maiores são os benefícios, além do chocolate com percentual maior de cacau ter um sabor mais intenso, promovendo mais saciedade.

Chocolate com whey protein

Cada porção contém quatro vezes mais proteínas do que um chocolate ao leite e três vezes mais do que o chocolate amargo. Foi elaborado com proteína do soro do leite e também com um pouco de proteína isolada de soja. Produto de fácil digestão e absorção pelo organismo. Possui funções como regulação da função imune, antimicrobiana, anti-hipertensiva, e atua como fator de crescimento (ganho de massa muscular).

É excelente fonte dos aminoácidos lisina, leucina, triptofano, cisteína e isoleucina. O benefício sobre o ganho de massa magra está relacionado, principalmente, à grande quantidade de leucina, importante desencadeadora da síntese proteica e com maior afinidade nos músculos.

Ovo de alfarroba

É um fruto da alfarrobeira, uma árvore nativa da costa do Mediterrâneo, na forma de “vagem”, que é torrada e moída em pó, substituindo o cacau em preparações doces. Cor, sabor e textura semelhantes ao cacau. Não contém os estimulantes como a cafeína e teobromina. Rica em polifenóis, fibras, vitaminas (complexo B e vitamina A) e minerais e apresenta baixo índice glicêmico.Naturalmente doce, não precisa ser adicionado açúcar, entretanto na confecção do ovo é acrescentado maltodextrina, carboidrato de alto índice glicêmico com rápida liberação de açúcar, mistura de carboidrato simples com carboidrato complexo.Não contém glúten e lactose. Indicado para veganos, celíacos, intolerantes a lactose e alérgicos a proteína do leite.

Todas estas versões de ovos de páscoa destacados não possuem valor calórico reduzido, portanto precisam ser usados com moderação.

É importante também ler com atenção os rótulos com a descrição dos ingredientes para descobrir a que público realmente se destina.

*Cristiane Perroni: Nutricionista formada pela UFRJ e pós-graduada em obesidade e emagrecimento. Tem especialização em nutrição clínica pela UFF, especialização em nutrição esportiva pela Universidade Estácio de Sá e trabalha com consultoria e assessoria na área de nutrição.

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Candidatos apoiados pelo Sindi Clube são eleitos no Conselho de Administração do COB

Dois dos representantes de clubes apoiados pelo Sindi Clube, que concorreram às vagas no Conselho de Administração do Comitê Olímpico do Brasil (COB), foram eleitos nesta sexta-feira (23).

Sérgio Rodrigues, do Minas Tênis Clube  e Carlos Osso, do Esporte Clube Pinheiros, ficaram respectivamente em primeiro e segundo lugar na apuração.

O Sindi Clube cumprimentou os representantes e reafirmou sua confiança em que realizarão um excelente trabalho no Conselho do COB.

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Grávidas podem fazer exercícios?

*Ana Paula Simões

Durante esses nove meses de gravidez, fui questionada dezenas de vezes se eu poderia estar fazendo atividade física.

Algumas vezes, praticamente me tiraram das aulas para falar coisas como “você tem que se cuidar!”, “seu filho vai nascer!”.

Esses “incentivos”, apesar de bem intencionados, foram a inspiração para o último artigo antes do parto.

Vamos, portanto, desfazer alguns mitos:

A orientação para a realização de atividade física durante a gestação é estimulada e indicada pelo American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), desde a década de 1990.

Porém, somente em 2002 essa prática foi reconhecida como segura e indicada para todas gestantes saudáveis, e confirmadas no guideline da sociedade brasileira de medicina do esporte.

Portanto, por ser um consenso relativamente novo, muitas pessoas ainda desconhecem seus benefícios.

A gravidez é um período favorável para a intervenção dos profissionais da saúde, porque as mulheres estão muito próximas, realizando consultas frequentes, mais atentas às mudanças do seu corpo além de estarem fazendo exames de rotina e recebendo uma série de orientações.

Os exercícios físicos reduzem o risco de complicações obstétricas, geram maior controle do ganho de peso da mãe e atuam positivamente no estado psicológico, diminuindo a incidência de depressão e estresse, além do lado social que é superimportante.

 

Atividades recomendadas

As atividades físicas mais recomendadas são as praticadas na água, como hidroginástica e natação, uma vez que evitam as forças gravitacionais, diminuindo a sobrecarga muscular em regiões que já estão sendo hiper solicitadas, como ocorre na lombar, por exemplo.

Uma boa alternativa para prevenir a perda do tônus muscular e melhorar a flexibilidade são os exercícios posturais como ioga, pilates e RPG.

Mas o que mais encontrei em comum na literatura foi o consenso: evite aumentar sua frequência cardíaca 20% acima dos valores de repouso, mantendo assim adequado o fluxo sanguíneo ao bebê e ao seu corpo.

Mas todas as grávidas podem?

São poucas as condições que inviabilizam a prática de exercícios físicos durante a gestação.

E, normalmente, não se trata de uma doença anterior da mulher, e, sim, de algum problema ou risco particular àquela gestação.

Vale lembrar também que, uma vez autorizada pelo obstetra, à prática de exercícios traz benefícios que não se limitam ao físico.

Quando a mulher se exercita, o corpo libera uma série de hormônios que provocam bem-estar, as chamadas endorfinas.

las melhoram o humor, reduzem o estresse, e isso se estende também ao bebê, uma vez que cai na corrente sanguínea da mãe, por meio da placenta chegará até ele.

Além disso, a mulher que pratica atividades físicas tem mais confiança no próprio corpo, mais controle e é mais autoconsciente.

E isso faz toda diferença na hora do parto, porque a deixa muito mais segura e feliz com seu corpo!

*Ana Paula Simões: mestre em ortopedia e traumatologia pela Santa Casa de São Paulo. Especialista e delegada regional do Comitê de Traumatologia Esportiva, médica assistente do grupo de traumatologia da Santa Casa de São Paulo e da Sociedade Brasileira de Futebol Feminino e membro da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva.

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Primeira quinzena de abril tem 12 Clubes de Leitura marcados

O mês de abril será mais um mês recheado de Clubes de Leitura.

Só na primeira quinzena serão 12 encontros.

Confira a seguir os livros da primeira metade do mês e não perca a programação no seu clube.

O primeiro Clube de Leitura de abril será já no dia 2, às 20h, no Anhembi Tênis Clube, com o romance “Bom dia, camaradas”, de Ondjaki.

O autor angolano retrata de forma lírica a história de um garoto de classe média, na Luanda de 1980, dividida entre as tradições e o novo.

O Paineiras do Morumby conta com dois grupos no dia 5.

Às 11h, será discutido o livro  “Persuasão”, de Jane Austen e, às 15h, “Mil Tsurus”, de Yasunari Kawabata.

Também no dia 5, o Primeiro de Maio Futebol Clube leva aos associados o debate sobre o livro “Não me abandone jamais”, de Kazuo Ishiguro, às 19h30.

No dia 6, às 16h, no Clube Atlético São Paulo (SPAC), o autor é Mario Benedetti, com o livro “A trégua”, um retrato às vezes bem-humorado, outras vezes cruel, dos difíceis relacionamentos humanos.

Mais tarde, às 19h, a Sociedade Esportiva Palmeiras discute a obra “Memorial do Convento”, de José Saramago, e o Alphaville Tênis Clube,, às 19h30, “Leopardo”, de Giuseppe Tomasi di Lampedusa.

No sábado, 7 de abril, mais dois encontros: às 15h, no São Paulo Futebol Clube, a obra será “Noites brancas”, de Fiódor Dostoievisk, e às 16h, na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, “O mercador de Veneza”, de William Shakespeare.

O  Esporte Clube Sírio realiza seu encontro no dia 12, às 19h, com o clássico brasileiro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis.

Para encerrar a quinzena, o Esporte Clube Pinheiros realiza dois  Clubes de Leitura, um às 10h e outro às 13h30, sobre “O testamento de Maria”, de Colm Tóibín, que assume o ponto de vista da mãe de Jesus Cristo e põe em xeque alguns eventos fundadores do Novo Testamento e do catolicismo.

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Sindi Clube apoia eleição de representantes dos clubes ao Conselho de Ética do COB

O Sindi Clube declarou nesta quinta-feira (15), em São Paulo, apoio aos representantes de clubes que concorrem às vagas nos Conselhos de Administração e de Ética do Comitê Olímpico do Brasil (COB), na eleição que será realizada no dia 23 de março.

Os candidatos apoiados pela entidade são Carlos Osso e Alexandre Lomonaco, do Esporte Clube Pinheiros, e Sérgio Rodrigues, do Minas Tênis Clube.

“Apoiamos a presença dos candidatos vinculados aos clubes, que representam o setor que é o grande responsável pela formação de atletas no país. Neste momento de transição, é muito importante a presença deles no Conselho de Administração e de Ética do COB”, afirma Paulo Movizzo, presidente do Sindi Clube.

Serão eleitores os representantes das 35 confederações filiadas ao COB, os 12 atletas mais bem votados para a composição da Comissão de Atletas do COB e o membro brasileiro do COI.

Confira o vídeo o medalhista olímpico Arthur Nory que apóia Carlos Osso e Alexandre Lomonaco, do Pinheiros, e Sérgio Rodrigues, do Minas.

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Sindi Clube evoca memória de Bebeto de Freitas

A diretoria do Sindi Clube manifestou seu pesar pelo falecimento do notável esportista e dirigente esportivo Bebeto de Freitas.

Através de nota do presidente Paulo Movizzo, o Sindi Clube se solidarizou com a família e os amigos de Bebeto de Freitas e enalteceu sua trajetória como atleta, técnico e dirigente esportivo, cuja atuação sempre será lembrada com admiração no meio clubístico do país e no exterior.

Bebeto de Freitas teve uma extensa carreira no esporte. Foi jogador e técnico da seleção brasileira de voleibol e comandou a “geração de prata” da seleção masculina. Foi campeão da Liga Mundial de 1997 e do Mundial com a seleção da Itália em 1998. Ainda no vôlei, foi mentor de dois grandes treinadores: Bernardinho e José Roberto Guimarães.

Já no futebol, foi diretor do Clube Atlético Mineiro de 1999 até 2001, e presidente do Botafogo de Futebol e Regatas entre 2003 e 2008. Retornou ao Atlético em 2009 como diretor executivo, mas saiu do clube mineiro no mesmo ano. Assumiu a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer na prefeitura de Belo Horizonte, no início de 2017. No fim do ano passado voltou ao Galo ocupando o cargo de Diretor de Administração e Controle.