Testes mostram que é possível preservar função cerebral da memória com atividades físicas

Nabil Ghorayeb*

Ninguém duvida dos benefícios de ser ativo fisicamente e cada vez mais surgem evidências do impacto positivo na cognição até nos adultos mais velhos, ao se dosarem os chamados biomarcadores sanguíneos e cerebrais da terrível doença de Alzheimer (DA) e outras degenerações cerebrais comuns na idade mais avançada.

O fato de manter atividades físicas diariamente e melhores habilidades motoras foram associadas a um aumento dessa reserva cognitiva.

O médico Aron S. Buchman, da Rush University Medical Center, em Chicago, Illinois, foi autor do Projeto Rush Memory and Aging (MAP).

Essa pesquisa analisou 454 participantes idosos, sendo que 191 tinham demência e 253 não apresentavam os sintomas.

Para o estudo, todos os participantes foram submetidos a exames médicos anuais abrangentes e testes cognitivos durante um período de 20 anos e quando da morte, as autópsias foram realizadas em seus cérebros.

Foram medidos os níveis de atividade física nos voluntários participantes da pesquisa, antes da sua morte e estudados os tecidos cerebrais após a morte, e descobriram que ser mais ativo teve efeito protetor sobre o cérebro.

Pelos relatórios médicos, concluiu-se que as pessoas que se movimentavam bem mais, tinham habilidades cerebrais e memória melhores do que aquelas que eram totalmente sedentárias.

Ser ativo pode fornecer uma reserva para ajudar a manter as habilidades de raciocínio e memória quando há sinais de demência no cérebro.

Os pesquisadores também mediram dez habilidades motoras para criar uma pontuação global do motor.

A atividade física diária total, incluindo todas as atividades de exercício e não exercício foi medida continuamente 24 horas por dia, por até 10 dias, com um acelerômetro unidirecional usado no punho do braço não dominante.

Os pesquisadores calcularam a média de todas as contagens de atividades diárias para cada período de 15 segundos, nos primeiros 07 dias completos de dados.

Um maior nível de atividade física diária total foi relacionado ao menor risco de demência, doença de Alzheimer e uma menor taxa de declínio cognitivo em adultos mais velhos.

Como isso ocorre?

Uma possibilidade é que a atividade física possa alterar a relação entre a função motora e as alterações da substância branca em idosos.

Segundo os pesquisadores, “isso levanta a possibilidade de que um estilo de vida mais ativo possa modificar a associação de patologias cerebrais como a cognição”.

A promoção de um estilo de vida ativo, tanto no início quanto no fim da vida, como a atividade física regular, pode ser benéfico na redução do risco de demência, tanto por aumento de reserva, quanto por redução da neuropatologia de Alzheimer.

O fato de o exercício físico e a atividade terem poucas ou nenhuma desvantagem, isto é, desde um caminhar lento do idoso, como prática de 150 minutos semanais, no mínimo, sem grande investimentos econômicos, fazem deles um alvo atraente para a prevenção do comprometimento cognitivo e da demência na população e um ótimo programa de governo.

*Nabil Ghorayeb
Formado em medicina pela Faculdade de Medicina de Sorocaba PUC-SP, doutor em cardiologia pela FMU-SP, chefe da seção CardioEsporte do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia, especialista por concurso em cardiologia e medicina do esporte, médico sênior do Grupo Fleury Medicina e Saúde, coordenador da clínica CardioEsporte do HCor, CRM SP 15715 , Prêmio Jabuti de Literatura Ciência e Saúde.

Clubes de Leitura têm dez reuniões em fevereiro

Clube de Leitura - 2019

Na segunda quinzena de fevereiro serão realizadas dez reuniões nos Clubes de Leitura nas agremiações associadas ao Sindi Clube. Dia 14 (quinta-feira), no Esporte Clube Sirio, a discussão será sobre o livro “O tempo entre costuras”, da escritora Maria Dueñas, com mediação de Christianne Boulos.

No sábado (16), o Esporte Clube Pinheiros terá dois encontros do Clube de Leitura, um às 10 horas e outro às 13h30, com mediação de Gerald Maurice Leon Misrahi. O livro comentado será “Lições para o século 21”, de Yuval Noah Harari.

Na quarta-feira (20), o Clube Jundiaiense debaterá o livro “O idiota”, de Fiódor Dostoiévski, às 20 horas. Já na quinta-feira (21) o Clube Alto dos Pinheiros, às 15 horas, abre a discussão de “Coração das trevas”, livro de Joseph Conrad. A mediadora é Vivian Schlesinger.

E o Círculo Militar de São, às 14h30, faz a discussão da obra “O tempo entre costuras”, de Maria Dueñas, com mediação de Anna Lucilia Prado Martuscelli. A Associação Atlética Banco do Brasil (AABB/SP) debaterá, na sexta-feira (22), a obra de Elena Ferrante, “Dias de abandono”, às 18h30.

No sábado (23), o Clube Esperia discutirá a obra clássica de Miguel de Cervantes, “Dom Quixote”, às 15 horas. E a programação de fevereiro se encerra com dois Clubes de Leitura na quinta-feira (28). Um no Clube Paineiras do Morumby, quinta-feira (28), às 15h30. Na ocasião, a obra em discussão será “Casei com um comunista”, de Philip Roth e mediação de Ana Maria Caledônio Simões. E outro na Academia Paulista de Letras, às 19 horas, com mediação de Celia Cristina Whitaker, da obra “Maria vai com poucas”, de Ricardo Ramos Fiho.

Sobre os Clubes de Leitura: surgiram na Inglaterra e chegaram ao Brasil por meio da Editora Penguin/Companhia das Letras. Um grupo de até 15 pessoas lê um livro e se encontra mensalmente para debater seu conteúdo, com a participação de um mediador. As reuniões são oportunidades para encontrar pessoas interessantes, discutir ideias e compartilhar conhecimento. Os Clubes de Leitura foram criados desde maio de 2012 nos clubes paulistas, em parceria com o Sindi Clube, a Academia Paulista de Letras e a Editora Companhia das Letras.

Pesquisas mostram que sono na medida certa é bom e faz falta, principalmente entre esportistas

 

Nabil Ghorayeb*

 

Todos sabem que para controlar as doenças cardiovasculares precisamos de boas medicações, dieta organizada e saudável e atividades físicas.

 

Porém, a falta crônica de sono, e mesmo a má qualidade dele, seja por fatores clínicos, desde doenças menos graves, como problemas de acordar algumas vezes durante a noite por causa de uma hipertrofia benigna da próstata e outras, como a insuficiência cardíaca descompensada que provoca falta de ar ao se deitar, podem ser um problema para os atletas, segundo um estudo espanhol.

 

Uma pesquisa feita na Espanha com 4.000 voluntários, com média de 46 anos de idade e sem cardiopatias, liderada pelo Dr. Jose Ordovás e publicada em janeiro de 2019, na JACC, poderosa revista de cardiologia norte americana, descobriu que os que dormiam menos de seis horas por noite tinham 27% a mais de chance de ter aterosclerose em todo corpo, do que os que dormiam sete ou não mais de oito horas por noite.

 

O mais surpreendente foi que pessoas que dormiam muito, principalmente mulheres que dormiam mais de oito a nove horas, também eram mais propensas a problemas cardiológicos.

 

Os que tinham má qualidade de sono tiveram 34% mais de problemas cardiológicos.

 

Por coincidência, a famosa Cleveland Clinic publicou no seu site recomendações sobre um sono de qualidade, pois calculou que 100 milhões de americanos não têm um sono adequado e reconfortante.

 

A pergunta de quanto de sono é necessário, feita pela Fundação Nacional do Sono do EUA, chegou a um valor médio de seis horas e 40 minutos por noite na semana, e de quase oito horas nos fins de semana, e isto representava que as pessoas mais usavam internet ou traziam trabalhos para casa do que dormiam.

 

Umas das consequências desse estudo foi a de que os que dormiam menos tinham baixas performances físicas, dificuldades cognitivas e até depressão e isto refletia no trabalho e no lazer.

 

A irritação e decisões confusas tiveram um aumento acentuado nesse grupo que dormia menos.

 

Nos, esportistas, se não houver um sono reconfortante, procure ajuda médica para corrigir as causas.

 

Lembre-se que a nossa capacidade física piora e, com isso, se eleva o risco de aparecimento da aterosclerose em quem não existiria essa possibilidade.

 

O uso de medicações alternativas milagrosas não é confiável.

 

As medicações tarja preta devem ter limite de tempo de uso para não se tornar dependente delas.

 

Tratamentos psicoterápicos são opções frequentes, porém, costumamos lembrar que ainda o velho e bom exercício físico regular tem servido de opção para descarregar as tensões do dia a dia, permitindo um bom sono com a ressalva de que ao treinar à noite, evite ir dormir logo em seguida do treino.

 

Espere pelo menos 60 minutos para ir dormir, desligue a TV, IPAD celular e outras mídias.

 

Não use cafeína e derivados e assim para poder dormir o tão almejado sono reconfortante.

 

*Nabil Ghorayeb: formado em medicina pela FM de Sorocaba PUC-SP, Doutor em Cardiologia pela FMUSP, chefe da seção CardioEsporte do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia, especialista por concurso em Cardiologia e Medicina do Esporte, coordenador da Clínica CardioEsporte do HCor, CRM SP 15715, Prêmio Jabuti de Literatura Ciência e Saúde.

Estudo prova que exercícios regulares diminuem chances de complicações do câncer

Nabil Ghorayeb*

 

Quando falamos nos benefícios de ser ativo fisicamente, muitos ainda se surpreendem, porém, cada vez mais, pesquisas, dos mais diversos focos, demonstram que estamos no caminho certo.

 

Um longo estudo feito ao longo de 14 anos num grupo de 5.807 pacientes com algum tipo de câncer, publicada em dezembro de 2018, concluiu que praticar exercícios físicos após ter diagnóstico de câncer, melhorou os efeitos do tratamento e em consequência a sobrevida, mesmo em pacientes que não se exercitavam previamente.

 

Os participantes da pesquisa eram principalmente brancos, mais mulheres do que homens (55% contra 45%) e um total de 1390 pacientes (24,4%) disseram que não se exercitaram regularmente antes do diagnóstico e 2400 (41,9%) disseram não se exercitar após o diagnóstico de câncer.

 

Um benefício significativo na sobrevivência, com a prática de exercícios mistos aeróbicos e de fortalecimento muscular, foi observado em pacientes com um dos oito tumores mais comuns: de mama, cólon, próstata, ovário, bexiga, endométrio, esôfago e pele (principalmente o melanoma).

 

Os números foram expressivos, pacientes ativos regulares sobreviveram mais que os pacientes sedentários.

 

Chamou a atenção que se exercitar três a quatro vezes, e mesmo apenas um ou dois dias por semana, antes e depois do diagnóstico de câncer, reduziu o risco de mortalidade em 40% em relação aos habitualmente inativos.

 

Até os pacientes que se exercitaram uma semana antes e depois do diagnóstico de câncer também melhoraram significativamente a sobrevida em comparação com seus colegas sedentários.

 

Eles tiveram uma redução de 32% na mortalidade por todas as causas e na mortalidade específica por câncer mostrou o estudo.

 

Os benefícios de sobrevida foram observados independentemente do sexo, idade, peso, tabagismo ou estágio do câncer do paciente.

 

Esta é uma boa notícia para todos os pacientes com câncer, pois qualquer quantidade de atividade semanal regular é melhor que a inatividade.

 

No entanto, houve preocupação sobre como praticar e qual o exercício possível nos pacientes graves, sem criar riscos adicionais para a saúde.

 

Sem dúvida não se deve propor uma abordagem única para todos os pacientes.

 

Como orientação geral, os pacientes com outras doenças associadas e mais frágeis, precisam ser adequadamente considerados em relação às contraindicações, quando se indica atividade física.

 

*Nabil Ghorayeb: Formado em medicina pela FM de Sorocaba PUC-SP, Doutor em Cardiologia pela FMUSP, chefe da seção CardioEsporte do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia, especialista por concurso em Cardiologia e Medicina do Esporte, coordenador da Clínica CardioEsporte do HCor, CRM SP 15715, Prêmio Jabuti de Literatura Ciência e Saúde.

Estudo confirma que conhecer os benefícios do exercício aumenta dedicação à atividade física

Nabil Ghorayeb*

Parece algo óbvio, mas mesmo assim, médicos australianos fizeram pesquisas e confirmaram que quanto mais pessoas se convencerem dos benefícios do exercício físico, mais tempo elas dedicarão para essas atividades, deixando de lado o perigoso sedentarismo.

 

Ao todo, foram estudadas 615 pessoas em um teste de conhecimentos sobre o tema e incluiu o questionamento de quanto tempo eles gastavam em uma caminhada, uma atividade de intensidade moderada, como a natação suave, e uma atividade de intensidade vigorosa, como o ciclismo.

 

A pesquisadora líder da apuração, Dra. Stephanie Schoeppe, e colegas confirmaram que a atividade física regular reduziu o risco de mortalidade por todas as causas em 30%, diminuiu o risco de desenvolver doenças crônicas, como doença cardiovascular, em 35% e o diabete tipo 2 em 42%, além do câncer de cólon em 30%.

 

Na média, no entanto, os participantes conseguiram identificar 14 das 22 doenças associadas à inatividade física.

 

E a maioria foi incapaz de estimar com precisão o aumento do risco de doença resultante da inatividade.

 

Na verdade, ser ativo fisicamente e regular no volume aumenta a longevidade e a qualidade de vida.

 

O desconhecimento de mais da metade desse grupo pesquisado de quanto de atividade física é recomendada para ter os benefícios à saúde é o mais preocupante.

 

Hoje, pelo mundo ocidental, se recomenda que adultos com idades entre 18 e 64 anos se dediquem pelo menos a 150 minutos de intensidade moderada ou 75 minutos de atividade física de intensidade vigorosa por semana.

 

Os participantes foram significativamente mais ativos quando sabiam corretamente uma quantidade maior de doenças associadas à inatividade física.

 

Essa conclusão do elevado desconhecimento que acontece nos ativos e nos sedentários vai obrigar a mudança na estratégia da promoção da saúde, devendo ter como objetivo primário aumentar conhecimento sobre as doenças associadas ao sedentarismo e tomar a decisão de se tornar ou se manter ativo quanto antes, condição essa que as pessoas vão adiando por qualquer motivo.

 

O velho chavão ainda vale muito: qualquer atividade física é melhor que nenhuma.

 

Ainda, o risco de desenvolver doenças cardíacas para a maioria dos jovens parece muito distante para levá-los a mudar já o seu comportamento inativo.

 

Para a maioria das pessoas muito ocupadas ou sem ânimo para começar, os parentes, amigos e mesmo colegas de trabalho poderiam ser os agentes dessa mudança de hábitos.

 

*Nabil Ghorayeb: Formado em medicina pela FM de Sorocaba PUC-SP, Doutor em Cardiologia pela FMUSP, chefe da seção CardioEsporte do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia, especialista por concurso em Cardiologia e Medicina do Esporte, coordenador da Clínica CardioEsporte do HCor, CRM SP 15715, Prêmio Jabuti de Literatura Ciência e Saúde.

 

Exercício faz crescer?

 

Turibio Barros*

Em primeiro lugar, existe a preocupação de que algumas modalidades de exercícios possam prejudicar o crescimento em jovens durante a fase de desenvolvimento.

 

Este é um assunto muito polemizado e, invariavelmente, aborda a questão da prática da musculação.

 

O paradigma que existe é que jovens em fase de crescimento não podem fazer musculação.

 

Esta questão é praticamente respondida com o raciocínio do bom senso.

 

Certamente um jovem antes da puberdade, não tem ainda o aparelho locomotor amadurecido para fazer a musculação pesada visando hipertrofia.

 

Não tem sequer a retaguarda hormonal para promover aumento expressivo da massa muscular.

 

O exercício pesado de musculação poderia causar danos nas zonas de crescimento ósseo e até prejudicar o processo de desenvolvimento.

 

Vale lembrar que é muito raro isso acontecer, pois para tanto seria preciso um exagero muito grande que certamente iria provocar um mecanismo de defesa na forma de um quadro doloroso que cercearia o processo.

 

Exercícios com pesos aplicados de forma orientada e racional não são proibidos para jovens e não vão prejudicar o crescimento.

 

Por outro lado, existe também o mito de que exercícios físicos podem acelerar o crescimento ou mesmo promover um ganho corporal para jovens com baixa estatura.

 

A verdade é que nenhum programa de exercícios vai alterar a estatura definida pela herança genética.

 

Os fatores que podem alterar o crescimento geralmente estão relacionados a problemas hormonais ou carências nutricionais.

 

Nesses casos, a intervenção do especialista no momento adequado pode corrigir o problema e restaurar o curso normal do crescimento.

 

Não existe nenhuma interferência que a prática de um programa de exercícios durante a fase de desenvolvimento possa promover para fazer um jovem ganhar centímetros de estatura.

 

Todas as histórias relatadas de casos de programas que determinados atletas tenham feito para crescer com exercícios programados não passam de leituras mal interpretadas.

 

Exercícios físicos não promovem ganho nem perda de centímetros de estatura, porém promovem saúde para um crescimento normal.

 

*Turibio Barros: Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Membro do conselho científico da Midway Labs, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros. Membro do American College of Sports Medicine. (www.drturibio.com.)

 

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Mulheres corredoras: confira três exercícios para evitar lesões nos joelhos

Raquel Castanharo*

Mulheres corredoras têm risco maior de machucar o joelho do que homens.

Uma das causas dessa diferença é a anatomia feminina, que aumenta uma postura conhecida como valgo dinâmico, padrão no qual os joelhos caem para dentro, quase encostando um no outro.

O valgo dinâmico pode causar lesões como a síndrome fêmoro-patelar (dor na frente do joelho) e a síndrome da banda iliotibial (dor na lateral do joelho).

Por isso, alguns exercícios para amenizar essa postura são interessantes para as corredoras. Veja alguns exemplos e bons treinos:

1 – Fortalecimento de glúteo médio

O glúteo médio é um músculo na lateral do quadril que tem um papel importante na estabilidade do joelho. Mantê-lo saudável ajuda a evitar que o valgo dinâmico gere problemas. Para isso, faça exercícios que movimentem a perna para o lado. Pode ser numa posição deitada de lado, elevando a perna para cima, ou a cadeira abdutora da academia.

2 – Caminhada com elástico

Coloque um elástico em volta das coxas, dobre levemente os joelhos, e ande para os lados. Esse exercício também treina o glúteo médio, mas de forma mais dinâmica.

3 – Educativo

Esse exercício não envolve força, e sim um treino para o corpo aprender a manter o joelho mais alinhado após o fortalecimento: diante de um espelho, dê um salto para frente, como se estivesse pulando uma poça de água do chão. Ao aterrissar com um pé só, tente manter o joelho alinhado, com a ajuda do espelho.

O número de repetições varia com seu condicionamento.

Mas uma sugestão básica seriam três séries de dez repetições de cada exercício.

*Raquel Castanharo: Fisioterapeuta formada e mestra em biomecânica da corrida na USP. Realizou pesquisa em biomecânica da coluna na Universidade de Waterloo, Canadá. Trabalha com fisioterapia e avaliação biomecânica em São Paulo e Jundiaí. www.raquelcastanharo.com.br

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Circuito Sindi Clube de Corais realiza apresentações de Natal

Com a chegada do mês de dezembro começam também as preparações para o Natal, e nos clubes não é diferente!

As programações entram em clima natalino e o Circuito Sindi-Clube de Corais realiza as tradicionais apresentações temáticas.

No dia 1º de dezembro, às 18h, a Sociedade Esportiva Palmeiras recebe a primeira apresentação do mês.

Subirão ao palco os corais ADC Mercedes-Benz, Pinheiros Canta, Vahakn Minassian de SAMA – Clube Armênio, Esporte Clube Pinheiros e o grupo de coralistas do Palmeiras.

Para adquirir o ingresso é necessário fazer a doação de um brinquedo, a arrecadação será destinada a crianças soropositivas.

No dia 9 de dezembro, às 17h, é a vez do Clube Campineiro de Regatas e Natação receber o Circuito de Corais.

Além do coral da casa, se apresentarão: Tênis Clube de Campinas, Alphaville Tênis Clube  e Coral do Círculo Militar de Campinas.

Para mais informações, entre em contato com os clubes que receberão os eventos.

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Não perca os últimos Clubes de Leitura de 2018

No mês de dezembro, alguns Clubes de Leitura entram em férias, mas nem todos!

Nove encontros já estão agendados o último mês do ano.

O primeiro será na Sociedade Esportiva Palmeiras, no dia 5, às 19h, para discutir o livro “A elegância do ouriço”, de Muriel Barbery.

No mesmo dia, às 20h, o Clube Jundiaiense debaterá “Missa do Galo”, de Machado de Assis.

No dia 6, mais dois encontros estão marcados.

Durante a manhã, às 11h, os integrantes do Clube de Leitura do Paineiras do Morumby falarão sobre “A besta humana”, de Émile Zola.

À noite, às 19h30, os associados do Primeiro de Maio Futebol Clube debaterão a quinta parte do clássico “Os miseráveis”, de Victor Hugo.

No dia 7, às 19h30, o Alphaville Tênis Clube, falará sobre a obra “O sol é para todos”, de Harper Lee.

Dia 13, haverá mais dois encontros.

Às 15h, o Clube Alto dos Pinheiros levará aos associados “O som e a fúria”, de William Faulkner.

Já às 19h, o Esporte Clube Sírio vai abordar “Se um viajante numa noite de inverno”, de Italo Calvino.

Encerrando os encontros, não apenas do mês, mas também do ano, no dia 15, às 15h, o Clube Esperia debaterá “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens.

E, às 16h, é a vez da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo, com “Lolita”, de Vladimir Nabokov.

Continue a acompanhar o blog para, em breve, saber a programação dos Clubes de Leitura de janeiro.

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Encontro com o Autor terá Daniela Levy no São Paulo Futebol Clube

O Encontro com o Autor, atividade cultural realizada pelo Sindi Clube em parceria com a Editora Planeta para viabilizar o conhecimento e o acesso aos novos autores, terá no dia 1º de dezembro a autora Daniela Levy, no São Paulo Futebol Clube (SPFC).

Daniela Levy é mestre e doutoranda em História pela USP (Universidade de São Paulo) e autora de diversos artigos sobre Inquisição, cristãos-novos e antissemitismo publicados no Brasil e no exterior (EUA e Israel).

Ela também é uma das autoras do livro “Os judeus que construíram o Brasil”, publicado pela Editora Planeta, além de historiadora do núcleo de pesquisa Anita Novinsky na USP.

O evento será no Salão Nobre do SPFC, às 15h.

Convidados não sócios deverão se inscrever pelo e-mail: inessuardi@hotmail.com.

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